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A marcha da insensatez – Desmatamento na Amazônia domingo, 1 de fevereiro de 2009

Amazônia perdeu o equivalente a 94% do território da Venezuela em cinco anos, diz ONU

RIO – O Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) informa que, entre 2000 e 2005, foram queimados ou destruídos 857 mil km² de árvores – o equivalente a 94% do território da Venezuela. Segundo a ONU, 17% da Floresta Amazônica foram destruídos em toda a História do Brasil, e não em um período de cinco anos, conforme noticiou o jornal francês “Le Monde” na quinta-feira.

O relatório, chamado de GEO Amazônia, foi elaborado durante dois anos com técnicos de oito países e será divulgado na reunião mundial do Pnuma em Nairobi (Quênia) no dia 16 de fevereiro.

O texto chama a atenção para a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável, devido ao avanço populacional e uso dos recursos naturais da região. A publicação cita o exemplo do crescimento da rede viária brasileira, que se multiplicou por dez em trinta anos (1975-2005).

Imazon: dado do Pnuma sobre Amazônia deve ser ‘equívoco’
O dado divulgado pelo Pnuma, de 857 mil quilômetros quadrados devastados em cinco anos, deve ser um “erro”, segundo o pesquisador Paulo Barreto do Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia). Isto porque a estimativa do desmatamento histórico na Amazônia Legal brasileira é de cerca de 700 mil quilômetros.

– Deve ter algum equívoco. Esse dado de 857 mil quilômetros só faz sentido no contexto do acumulado histórico, não somente esse período – disse Barreto.

Estimativas do Inpe para as últimas duas décadas (1988-2008) somam um total de área desmatada de cerca de 369 mil quilômetros quadrados. Em junho do ano passado, o IBGE estimou em 15% o total de desmatamento acumulado na floresta amazônica.

O Ministério do Meio Ambiente não comentou os dados divulgados sobre o relatório do Pnuma, chamado “GEO Amazonia”, que será lançado na reunião mundial do organismo em Nairobi (Quênia) no dia 16 de fevereiro. Outras organizações ambientalistas não comentaram o estudo porque ainda não foi publicado oficialmente.

do O Globo

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharelando em Direito. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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