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Omar Khayyam – Poesia – 18/03/24

Boa noite Rubaiyat (extrato) Omar Khayyam¹ Noite, silêncio, folhas imóveis; imóvel o meu pensamento. Onde estás, tu que me ofereceste a taça? Hoje caiu a primeira pétala. Eu sei, uma rosa não murcha perto de quem tu agora sacias a sede; mas sentes a falta do prazer que eu soube te dar, e que te fez desfalecer. Acorda… e olha como o sol em seu regresso vai apagando as estrelas do campo da noite; do mesmo modo ele vai desvanecer as grandes luzes da soberba torre do Sultão. ¹Ghiyath Al Din Abul Fateh Omar Ibn Ibrahim Al Khayyam * Nishapur, Pérsia – 18 de maio de 1048 d.C + 4 de dezembro de 1131 d.C

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Todos ficaram com as calças marrom

A Polícia Federal perguntou a Valdemar Costa Neto, aos membros do gabinete do ódio, aos generais, aos ex-ministros e aos ajudantes de ordens do Excrementíssimo. Nenhum deles reafirmou o que publicava em suas redes sociais sobre fraudes nas urnas eletrônicas. Agora, ningúem sabe, ninguém viu.

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