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Seu celular foi “hackeado”

7 sinais de que o seu celular foi hackeado (e o que fazer)  GETTY IMAGES O seu celular armazena informações confidenciais sobre você, desde mensagens privadas a informações pessoais, como contatos, e-mails, contas bancárias… a lista pode chegar ao infinito. Portanto, se hackearem seu telefone, é melhor agir o mais rápido possível. O problema é que, muitas vezes, não podemos identificar os sinais a tempo. Mas há boas notícias: você não precisa ser um especialista em tecnologia para saber se seu telefone está comprometido. Em alguns casos, basta prestar atenção a alguns indícios. Listamos alguns deles: 1. O aparelho fica mais lento Se o desempenho do seu celular estiver mais lento que o normal, pode ser que algum programa malicioso ou malware esteja causando o problema. Esse tipo de vírus pode afetar o desempenho do dispositivo, o que reflete também na velocidade em que ele se conecta à internet. Mas saiba que isso também pode ser causado por atualizações do próprio sistema operacional, conforme foi reconhecido recentemente pela Apple. 2. Superaquecimento Se você notar que o celular está muito quente… é um sinal ruim. GETTY IMAGESSe a temperatura do seu celular subir… mal sinal Isso pode ocorrer porque um aplicativo malware está sendo executado em segundo plano, explica a gigante de tecnologia americana Intel. 3. A bateria acaba antes do esperado O mesmo motivo que causa superaquecimento pode provocar o desgaste da bateria. É possível que esse efeito também ocorra devido a uma atualização do sistema, mas, se a mudança for drástica, é sempre melhor levá-la em consideração, recomenda o site Zona Móvel. 4. Recebe e envia mensagens desconhecidas É provável que seus amigos ou familiares percebam esse sinal antes de você, caso seu celular esteja enviando sozinho mensagens por SMS ou WhatsApp. GETTY IMAGESSeu amigo diz que você manda mensagens estranhas? Seu celular pode ter sido hackeado Às vezes, são ofertas com armadilhas transmitidas na forma de vírus, de um celular para outro. O mesmo pode acontecer com os e-mails. O primeiro conselho a ter em mente: exclua-o imediatamente e não clique em nenhum link. 5. Janelas pop-up Os chamados “pop-ups” geralmente são um sinal inequívoco de que algo está errado. “Como acontece nos computadores, alguns malwares geram janelas pop-up que o convidam a executar diferentes ações”, diz o especialista em segurança cibernética Joseph Steinberg. “Se você vir ‘pop-ups’, lembre-se disso”, alerta Steinberg. 6. Compras e aplicativos suspeitos De onde saiu esse novo aplicativo que está instalado no seu telefone? O seu consumo de dados disparou inexplicavelmente este mês? É possível que, além desses sinais, o valor de sua conta telefônica ou o número de mensagens de texto que você “enviou” tenha aumentado. “Embora o fabricante ou a operadora possam ser autorizados a instalar aplicativos de vez em quando para atualizar o seu telefone, se novos programas aparecem de repente, é melhor você garantir que eles sejam legais”, diz Steinberg. GETTY IMAGESSe a fatura do seu celular disparar sem motivo, é melhor ficar atento O especialista recomenda procurar no Google o nome do aplicativo instalado e verificar o que outros usuários dizem sobre ele. O mesmo acontece se o consumo de dados crescer inesperadamente: é melhor conferí-lo. Também há casos em que hackers usam seus dados para fazer compras. Por esse motivo, especialistas recomendam que você tenha controle sobre as transações. 7. Aparência estranha e ruído de fundo Se, ao navegar na internet, as páginas tiverem uma aparência incomum, é possível que seja devido à ação de um hacker que está controlando o dispositivo à distância. Isso também poderia explicar comportamentos incomuns do sistema. GETTY IMAGESÉ possível ouvir ruídos ou vozes durante suas ligações? Seu celular pode estar sendo operado de maneira remota Finalmente, o ruído de fundo quando você faz uma ligação pode explicar que um terceiro está gravando a chamada. Se você ouvir beeps ou vozes, as chances são ainda maiores. O que fazer? -Instale um antivírus de confiança em seu celular (alguns são grátis); -Desinstale os aplicativos que você não instalou; -Evite navegar usando wi-fi público; -Proteja seu telefone com uma senha difícil de decifrar; -Não faça downloads de aplicativos de fontes desconhecidas; -Tenha cuidado ao clicar em “pop-ups”; -Mantenha seu dispositivo sempre atualizado; -Verifique regularmente a fatura e o consumo de dados do seu telefone.

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TRF4 – Lula, Thopmson Flores e Antonio Conselheiro

Qual a verdadeira história do antepassado do presidente do TRF-4 que Lula diz ter matado Antônio Conselheiro   Tropas militares foram trucidadas ao chegar a Canudos | Foto: Flávio de Barros/Wikicommons Ao classificar erroneamente de “general que matou Antônio Conselheiro” o militar Thomaz Thompson Flores, antepassado do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esbarrou num episódio pouco lembrado da história brasileira: a atuação do Exército, e particularmente de tropas estacionadas no Rio Grande do Sul, no esmagamento do arraial rebelde de Canudos. Thompson Flores não era general, e sim coronel. Tampouco era bisavô, e sim tio trisavô do desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que preside a Corte encarregada de julgar, na quarta-feira (24), o recurso de Lula da sentença condenatória proferida pelo juiz federal Sergio Moro no processo do tríplex do Guarujá. Ele também não matou Conselheiro, que morreu durante o cerco a Canudos, no dia 22 de setembro de 1897, provavelmente de inanição. Quando o líder do povoado insurreto morreu, o militar citado por Lula já estava morto havia cerca de três meses. Na campanha de Canudos, um arraial miserável do interior da Bahia resistiu e foi vitorioso contra três expedições militares. A terceira, em março de 1897, opôs 1,3 mil homens sob o comando de um dos mais destacados oficiais da época, o coronel Antônio Moreira César, à cidadela de jagunços armados com bacamartes e facas. Mesmo assim, as tropas foram trucidadas ao chegar a Canudos – um total de 126 militares, incluindo o comandante, morreram em combate. O povoado só foi aniquilado à custa de um dos maiores massacres perpetrados em solo brasileiro, no qual prevaleceu a prática da degola de prisioneiros pelos vitoriosos. O episódio deu origem a um clássico da literatura latino-americana – Os sertões (1902), de Euclides da Cunha – e provocou uma crise militar que as Forças Armadas levariam anos para superar. ‘Pomba branca abatida em voo’ Poucas baixas exprimem de forma tão crua os erros do Exército em Canudos como a de Thompson Flores. Ele fez parte da quarta e última expedição enviada contra o povoado sertanejo, em junho de 1897. No combate do Morro da Favela, em 28 de junho de 1897, ele marchou à frente da 3ª Brigada de Infantaria contra o inimigo entrincheirado. Destemido, levava sobre o dólmã branco os galões dourados de oficial, que funcionavam como farol para a mira dos sertanejos sob o sol do sertão. Um tiro acertou-lhe o coração e derrubou-o da montaria. Um dos que não esqueceu a cena foi Antônio Beatinho, sacristão de Canudos, aprisionado meses depois. Em interrogatório, ele disse que o coronel “parecia uma pomba branca, ferida no voo por uma flecha”. Teatro de um dos mais longos levantes contra o nascente regime republicano, a Revolução Federalista (1893-1895), o Rio Grande do Sul contava na época com o segundo maior contingente militar do país, inferior apenas ao Rio de Janeiro, então Distrito Federal. Arraial miserável do interior da Bahia resistiu a três expedições militares | Foto: Flávio de Barros/Wikicommons Um total de 11 batalhões sediados ou provisoriamente transferidos para solo gaúcho somou-se às forças da quarta expedição. O Exército contabilizou 374 mortos dessas unidades entre oficiais e soldados em Canudos – mais de um terço do total de baixas das forças legais nas quatro expedições. Mesmo comandantes de outras regiões com passagem pelo Rio Grande do Sul adotaram hábitos gaúchos no linguajar, na indumentária e na alimentação. O comandante da última expedição, Artur Oscar de Andrade Guimarães, nascido no Rio de Janeiro, aparece numa imagem feita pelo fotógrafo do Exército Flávio de Barros com lenço branco no pescoço – símbolo político dos castilhistas no Rio Grande. O maranhense Tupy Caldas habituou-se ao chimarrão e ao churrasco. Fotografias produzidas para fins de propaganda mostram homens de chapéus de abas largas e bombachas e espetos com carne assada à moda gaúcha nos acampamentos. Um tipo de guerra diferente Na Bahia, os combatentes do Sul encontraram um tipo de guerra diferente. Acostumados ao combate em campo aberto, com choques de piquetes e cargas de lança, foram detidos pela paisagem estéril, com vegetação seca e espinhosa, calor sufocante e leitos secos de rios. A cavalaria, prezada pelas forças sulinas como arma por excelência dos “centauros dos pampas”, teve papel insignificante nos combates em razão das árvores e arbustos cerrados da caatinga e foi relegada a missões de reconhecimento e arrebanhamento de gado. O julgamento mais severo de Thompson veio da pena do mais célebre cronista do conflito. Em Os sertões, Euclides narra sua chegada à região e descreve o momento de sua morte. Seu diagnóstico é elogioso, mas severo: “Era (Thompson) um lutador de primeira ordem. Embora lhe faltassem atributos essenciais de comando e, principalmente, esta serenidade de ânimo, que permite a concepção fria das manobras dentro do afogueamento de um combate – sobravam-lhe coragem a toda a prova e um quase desprezo pelo antagonista por mais temeroso e forte, que o tornavam incomparável na ação”. Povoado só foi aniquilado à custa de um dos maiores massacres perpetrados em solo brasileiro | Foto: Flávio de Barros/Wikicommons Em seguida, critica a maneira como realizou o ataque que lhe custou a vida: “Fê-lo indisciplinadamente autônomo, sem determinação superior e com o intento firme de arrebatar, numa carga única, até a praça das igrejas, vitoriosos, os mesmos soldados que lá se tinham debandado, vencidos, quatro meses antes”. Em resumo, o autor de Os sertões ressalta a coragem do coronel, mas reprova-lhe o estilo impulsivo e indisciplinado e a desatenção com os aspectos estratégicos e táticos da luta. Esse juízo desfavorável provavelmente refletia a opinião de parte da oficialidade (o escritor era ex-militar e acompanhou o conflito como repórter do jornal O Estado de S. Paulo incorporado às forças legalistas). Euclides compara também Thompson a Moreira César, considerado responsável pelo desastre da terceira expedição, pelo qual pagou com a própria vida. Thompson Flores firmara reputação de temerário durante a Guerra do Paraguai. Na campanha contra Solano López, ficara surdo – seus tímpanos

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Merval Pereira – Globo – Fifa

Minerval Pereira: “Denúncia contra Haddad é problema do PT”. Talvez não né lambe-botas. Por exemplo: denúncia de compra de dirigentes de futebol pela Globo não é problema para a Globo, pois você nem tomou conhecimento.

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