loader
Arte | Poesia | Literatura | Humor | Tecnologia da Informação | Design | Publicidade | Fotografia

Torquato Neto – Poesia terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Poema do aviso final Torquato Neto É preciso que haja alguma coisa alimentando o meu povo; uma vontade uma certeza uma qualquer esperança. É preciso que alguma coisa atraia a vida ou tudo será posto de lado e na procura da vida a morte virá na frente e abrirá caminhos. É preciso que haja algum respeito, ao menos um esboço ou a dignidade humana se afirmará a machadadas. Obra de Anselmo Kiefer Compartilhe a informação:

Elizabeth Barrett Browning – Poesia terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Ama-me por amor Elizabeth Barrett Browning Ama-me, por amor do amor somente, Não digas: Amo-a pelo seu olhar, O seu sorriso, o modo de falar Honesto e brando. Amo-a porque se sente Minh’alma em comunhão constantemente Com a sua”. Por que pode mudar Isso tudo, em si mesmo, ao perpassar Do tempo, ou para ti unicamente. Nem me ames pelo pranto que a bondade De tuas mãos enxuga, pois se em mim Secar, por teu conforto, esta vontade De chorar,…

Elizabeth Barrett Browning – Poesia sábado, 19 de janeiro de 2019

Ama-me por amor Elizabeth Barrett Browning Ama-me, por amor do amor somente, Não digas: Amo-a pelo seu olhar, O seu sorriso, o modo de falar Honesto e brando. Amo-a porque se sente   Minh’alma em comunhão constantemente Com a sua”. Por que pode mudar Isso tudo, em si mesmo, ao perpassar Do tempo, ou para ti unicamente.   Nem me ames pelo pranto que a bondade De tuas mãos enxuga, pois se em mim Secar, por teu conforto, esta vontade…

Ilka Brunhilde Laurito – Poesia terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Janelas Ilka Brunhilde Laurito Passos sem pegadas na magra madrugada. A mesma luz fraca de todo dia, amém, também se apaga. Afago, gelado, o escuro do quarto apagado. Noturno travado, tranca e nunca esquece de conferir se realmente trancou a porta. Triste rindo cumpre sua quota. Convive em silêncio cúmplice com suas meias na sacada penduradas. Freiras de flanela rasgada. Frieiras na carne arrastada pela quase finda vontade. O que eu valho (que bom) não vale nada. Compartilhe a informação:

© Copyright 2018 Blog do Mesquita - Direitos Reservados. | POLÍTICA DE PRIVACIDADE | MBrasil