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Jorge Sousa Braga – Versos na tarde – 15/12/2017

Turquesa e Lápis-Lazúli Jorge Sousa Braga Nas palmas da tua mão todo o azul do verão ¹ Jorge Sousa Braga * Cervães, Vila Verde – Portugal, 23 de dezembro de 1957 Tweet

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Alice Vieira – Versos na tarde – 13/12/2017

Devagar no Centro do Fogo Alice Vieira ¹   é tão fácil amar lugares que não existem   recordar praças e pontes e travessas onde nunca morremos por ninguém   quartos na penumbra de estores corridos sobre a sonolência dos gatos em Agosto onde nunca chegámos atrasados   o tampo de mármore de mesas de […]

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Mia Couto – Versos na tarde – 12/12/2017

Beijo Mia Couto¹   Não quero o primeiro beijo: Basta-me O instante antes do beijo.   Quero-me Corpo ante abismo, Terra no rasgão do sismo.   O lábio ardendo Entre tremor e temor, O escurecer da luz No desaguar dos corpos: O amor Não tem depois.   Quero o vulcão Que na terra não toca: […]

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Pedro Mexia – Versos na tarde – 11/12/2017

Eu amo Pedro Mexia¹ Eu amo o teu gravador de chamadas. Ele não me abandona e repete vezes sem conta a tua voz. ¹Pedro de Magalhães Mexia Bigotte *Lisboa, Portugal – 5 de dezembro de 1972 Tweet

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José Saramago – Versos na tarde – 09/12/2017

No silêncio dos olhos José Saramago ¹ Em que língua se diz, em que nação, em que outra humanidade se aprendeu a palavra que ordene a confusão que neste remoinho se teceu? Que murmúrio de ventos, que dourados cantos de ave pousada em altos ramos dirão, em som, as coisas que, calados, no silêncio dos […]

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Rosa Lobato – Versos na tarde – 08/12/2017

Poema Rosa Lobato¹ E de novo a armadilha dos abraços. E de novo o enredo das delícias. O rouco da garganta, os pés descalços a pele alucinada de carícias. As preces, os segredos, as risadas no altar esplendoroso das ofertas. De novo beijo a beijo as madrugadas de novo seio a seio as descobertas. Alcandorada […]

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Maria do Rosário Pedreira – Versos na tarde – 07/12/2017

Maria do Rosário Pedreira Esta manhã encontrei o teu nome Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos  e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo doeu-me onde antes os teus dedos foram aves de verão e a tua boca deixou um rasto de canções. No abrigo da noite, soubeste […]

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Walt Whitman – Versos na tarde – 01/12/2017

Walt Whitman¹ É isso que você deve fazer: amar a terra e o sol e os animais, desdenhar as riquezas, dar esmolas a todos que pedirem, defender os dementes e os loucos, dedicar sua renda e trabalho aos outros, odiar os tiranos, não discutir sobre Deus, ter paciência e indulgência para com as pessoas, não […]

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Vladimir Maiakóvski – Versos na tarde – Poesia – 28/11/2017

Dedução Vladimir Maiakóvski¹ Não acabarão nunca com o amor, nem as rusgas, nem a distância. Está provado, pensado, verificado. Aqui levanto solene minha estrofe de mil dedos e faço o juramento: Amo firme, fiel e verdadeiramente.   ¹Vladimir Vladimirovitch Maiakovskii *Baghdati, Geórgia – 19 de julho de 1893 +Moscou, Rússia – 14 de abril de […]

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Rosa Lobato Faria – Versos na tarde – Poesia – 26/11/2017

Sem Título Rosa Lobato Faria¹ E de novo a armadilha dos abraços. E de novo o enredo das delícias. O rouco da garganta, os pés descalços a pele alucinada de carícias. As preces, os segredos, as risadas no altar esplendoroso das ofertas. De novo beijo a beijo as madrugadas de novo seio a seio as […]

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Cesar Fontana – Versos na tarde

Poema Cesar Fontana Broto, por que nasces    nesse galho rude,    morto de aparência,    seco, sem virtude? — Broto porque sei,    andarilho triste,    que, se algo nascer,    a vida resiste! Tweet

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 22/11/2017

Pequeno-almoço na cama Nuno Júdice¹   Tiro a alma do seu estojo de nuvem, ponho-a no tabuleiro celeste, e levo-a à cama, onde me esperas, para um pequeno-almoço divino.   Com os teus dedos de ninfa, destapas o lençol de relva, e deitas-me ao teu lado, na terra quente do quarto.   Dividimos a alma, […]

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