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Camilo Castelo Branco – Literatura segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Se queres ser feliz abdica da inteligência Os tolos são felizes; eu se fosse casado eliminava os tolos da minha casa. Cada cidadão, que me fosse apresentado, não poderia sê-lo, sem exibir o diploma de sócio da academia real das ciências. Olha, criança, decora estas duas verdades que o Balzac não menciona na «Fisiologia do Casamento». Um erudito, ao pé da tua mulher, fala-lhe na civilização grega, na decadência do império romano, em economia politica, em direito publico, e até…

Vassili Andrèievich Jukovski – Poesia segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Noite Vassili Andrèievich Jukovski Morrem os últimos raios do dia sobre as águas tingidas pelo ocaso, e a sombra passa sinuosa e fria; a noite recomeça a caminhada, silenciosa, pela eterna estrada; antes, vem Héspero a ditar-lhe o rastro com a luminescência de seu astro. Ó noite!, vem, com teu manto sublime, com teu espesso velame de vento com a tua poção de esquecimento. A paz em nosso coração imprime. Ó noite!, vem, tão pura e sublimada, alivia nossa alma…

Por que a série The Handmaid’s Tale é relevante para os dias de hoje segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Atwood concebeu o romance como uma “ficção especulativa”, imaginando um futuro que poderia acontecer sem nenhum avanço tecnológico em relação ao presente Um gorro branco e uma capa vermelha se tornaram sinônimo da opressão contra as mulheres. O romance de 1985 da escritora Margaret Atwood The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia, em tradução livre) selou essa imagem em nossas almas com a descrição de uma distopia futurista em que as mulheres são forçadas a uma espécie de escravidão reprodutiva…

Almeida Garret – Literatura domingo, 17 de fevereiro de 2019

Mais umas poucas dúzias de homens ricos Não: plantai batatas, ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazeis caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, estas horas contadas de uma vida toda material, maçuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente do que a que hoje vivemos. Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai,…

Eugenio de Andrade – Poesia domingo, 17 de fevereiro de 2019

Poema Eugênio de Andrade O domingo era uma coisa pequena. Uma coisa tão pequena que cabia inteirinha nos teus olhos. Nas tuas mãos estavam os montes e os rios e as nuvens. Mas as rosas, as rosas estavam na tua boca. Compartilhe a informação:

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