Tópicos do dia – 25/07/2042


10:28:31
Eleições 2012 – Brasil: da série ” A vida como não deveria ser” – Gustavo Fruet

Lembram dele?
Era o dedo mais incisivo, mordaz e implacável do PSDB na acusação contra a turma cliente do ‘Valerioduto’ na CPI do Mensalão. Não poupava ‘nadica de nada’ a turma do PT. Pois não é que agora sua Ex-celência se mostra petista desde criancinha?
Pulou do PSDB para o PDT – do inominável Carlos Luppi, lembram? – e está coligado ao PT na candidatura para prefeito de Curitiba. A exemplo do seu ex-guru FHC o senhor Fruet também entra para o time do que imploram “esqueçam o que eu disse”.

10:37:56
Crime organizado: lei determina medidas de segurança para juízes

O Ministério Público e os tribunais terão 90 dias para adotar uma série de medidas de segurança com o objetivo de garantir o andamento e julgamento dos processos envolvendo crimes praticados por organizações criminosas. A Lei aprovada pelo Congresso foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. O texto está publicado na edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial da União.  Segundo o texto,  os juízes, integrantes do Ministério Público e seus parentes poderão receber proteção especial, se considerarem que estão sob ameaça. A proteção especial poderá ser feita pela Polícia Judiciária, por órgãos de segurança institucional e agentes policiais.
coluna Claudio Humberto

10:51:50
Marcos Valério: a caixa preta do mensalão que é uma ameaça a Lula.

Lula precisa tratar com carinho a caixa preta mais perigosa do país
Como revelou a edição de VEJA desta semana, o grão-mensaleiro Marcos Valério comunicou a amigos de Lula que, se não fosse tratado com o carinho que merece a mais perigosa caixa-preta do país, poderia ceder à tentação de contar detalhes de conversas que teve com o ex-presidente antes da descoberta do mensalão.

Nesta segunda-feira, instado pelo portal Terra a comentar a reportagem, Valério confirmou a ameaça com duas frases grávidas de entrelinhas. “Eu sou igual ao doutor Delúbio, nunca endureci o dedo para ninguém e não vai ser agora, às vésperas do julgamento”, começou o declarante. “Eu não tenho nenhum confidente em Brasília, principalmente lá, onde não vou há anos”, terminou. Traduzidas as frases, o que se ouve são dois desmentidos que ratificam e ampliam as informações divulgadas por VEJA. A primeira lembra aos interessados que, como Delúbio Soares, Valério sabe muito e não contou nada, está pagando sozinho por pecados coletivos e espera que os danos morais e financeiros sejam devidamente compensados.

Ao frisar que nunca endureceu o dedo, está dizendo que poderia ter feito o contrário. O indicador só enrijece se existe algo ou alguém a apontar. Não fez isso e não fará às vésperas do julgamento, sublinha. Mas nada impede que faça depois. Depende do desfecho do caso.
Ao afirmar na segunda frase que não tem confidentes em Brasília e não aparece por lá há alguns anos, Valério confirma outra informação da reportagem: os encontros com Paulo Okamotto e Luiz Eduardo Greenhalgh, que repassaram o recado a Lula, ocorreram em São Paulo.
Não foi necessário reaparecer no local do crime. Antes da descoberta do esquema criminoso, ele passava mais tempo em Brasília do que em Belo Horizonte e entrava sem bater em gabinetes inacessíveis para a gente comum. Até ser reduzido a caso de polícia e descobrir como é passar a noite na cadeia.
Blog de Augusto Nunes/Veja


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