Tópicos do dia – 24/11/2011

11:43:41
Senado aprova fim dos fumódromos em locais fechados
O projeto de lei ainda prevê aumento de imposto sobre o cigarro e fixa preço mínimo de venda.

O Senado aprovou um projeto de lei que altera a legislação sobre o fumo. Com a aprovação, fica proibido, em todo o país, o fumo em ambientes fechados, os chamados “fumódromos”, sejam eles privados ou públicos. Ou seja, áreas criadas especificamente para fumantes em bares, restaurantes, danceterias e empresas, ficam proibidos. Em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná já possuem leis semelhantes.

11:47:22
Brasil está exportando bueiros explosivos?
Não é só no Rio, não! Em Peterborough (Inglaterra) uma câmera de segurança instalada em uma rua flagrou a explosão de um bueiro. Duas pessoas, que caminhavam na direção do bueiro, escaparam por pouco, mostrou reportagem do “Telegraph”.
A explosão foi do lado de fora da boate Angels.
–>> Aqui vídeo da explosão 

12:14:50
Microsoft entra na briga pelo Yahoo
A Microsoft assinou um contrato de confidencialidade com o Yahoo, entrando formalmente na competição com outros potenciais compradores pela companhia de serviços na internet, informou o site do New York Times, citando uma pessoa com conhecimento do assunto.
->> Aqui 

15:09:57
Não é piada!
“A família Bolsonaro não falha. Ontem, a Assembleia do Rio aprovou o programa Renda Melhor, por 54 votos a um.
O único voto contra foi do deputado Flávio Bolsonaro, filho do xiita Deputado Federal Jair Bolsonaro, que queria excluir do programa os pobres homossexuais.”
O Globo

17:31:37
A maconha, a Constituição Federal e o STF
Leio espantado na quase totalidade das manchetes dos jornalões Tupiniquins algo como “STF libera a marcha da maconha”. Não sei se é somente má fé, desconhecimento, imperdoável, da Constituição, a mais amoral exploração de manchetes sensacionalistas, ou todos esses absurdos juntos. O STF não liberou especificamente essa ou aquela manifestação, mas sim o direito constitucional da livre expressão de opinião e direito de reunião.
O mais espantoso é a arguição, quando da sessão do STF, de parte do Ministro Gilmar Mendes, ao relator do processo, o ministro Celso de Mello. Quando esse defendia que “nada impede que esses grupos expressem livremente suas ideias”, aquele perguntava sobre a “possibilidade da organização de marchas em favor da pedofilia”.

O ministro Celso de Mello retrucou, muito apropriadamente, que “podem ser ideias inconiventes, conflitantes com o pensamento dominante. Mas a mera expressão de um pensamento não pode constituir objeto de restrição”.


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