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Terrorismo. FOREIGN FIGHTERS

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Com efeito, é chamado de “foreign figter” o europeu, filho de segunda, terceira ou quarta geração de imigrante muçulmano. Aquele autoproclamado jihadista e que parte para outros continentes para se filiar a organizações terroristas.

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Segundo o Conselho da Europa, em 2013 mais de dois mil europeus, — foreign fighter– saíram para combater na Síria e em adesão ao Isis-Estado Islâmico.

Muitos dos “combatentes estrangeiros do jihadismo” retornam a fixar residência no país europeu. Voltam treinados em campo de batalha.

E são considerados como prontos para “missões” futuras na Europa, de onde são naturais e residem, como, por exemplo, aconteceu em Paris com Abdel Hamid Abaaoud, Salah Abdeslam (foragido e dado como tendo entrado na Síria, em território controlado pelo Isis).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Tais “ combatentes estrangeiros”, na volta à Europa, podem formar células terroristas dormentes ou transformarem-se em predicadores ou “lobos solitários”, nome dado aos atacantes por conta e risco próprios.

Segundo levantamentos, a arregimentação de um “foreign fighter” na Europa ocorre em (1) mesquitas radicais, (2) por contato com predicadores itinerantes do fundamentalismo islâmico radical ( o Isis é sunita-wahabita) e (3) em cárceres, com cooptação de presos de fé muçulmana com problemas familiares.

Os ultradireitistas da França, Inglaterra e Itália, pregam o fechamento de todas as mesquitas, ou seja, a punir os não radicais e colocar fim à liberdade religiosa.

Para os 007 da inteligência desses três países, seria um tiro no pé. Isto porque agentes de inteligência infiltrados nessas mesquitas de predicadores radicais e filo-Isis, perderiam preciosas fontes de coleta de informações.

Para os 007 da inteligência européia, a principal causa movente de um “foreign fighter” é a exclusão social.

O bairro periférico de Molembeek, em Bruxelas e de onde partiram os cabeças do ataque terrorista a Paris de 13 de novembro, é prova disso.

Pano rápido. O momento exige, no que toca ao problema do “foreign fighter”, melhor controle de trânsito de nacionais em portos, aeroportos e fronteiras.
Por Wálter Fanganiello Maierovitch

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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