Microsoft cria app para edição de vídeos no Android e Windows Phone

A Microsoft anunciou a sua primeira tecnologia de vídeo Hyperlapse, projetada para estabilizar vídeos tremidos. O app será lançado para Android, Windows Phone e para PC.

A Microsoft anunciou a sua primeira tecnologia de vídeo Hyperlapse, projetada para estabilizar vídeos tremidos.

O app será lançado para Android, Windows Phone e para PC.

O Microsoft Hyperlapse pode processar qualquer vídeo e criar um lapso de tempo constante.

A principal diferença em relação ao recurso similar do Instagram é que você não precisa filmar um vídeo diretamente pelo aplicativo, permitindo que capturas feitas em outros momentos possam ser editadas.

A Microsoft está usando um algoritmo de software para estabilizar a metragem, isso significa que ela vai processar a imagem em vez de usar dados giroscópicos ou acelerômetro como o Hyperlapse do Instagram faz.

A solução da Microsoft Hyperlapse também usa reconhecimento de imagem para estabilizar o vídeo no rosto de alguém, ao contrário do equivalente do Instagram.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Enquanto as versões móveis vão criar lapsos de tempo e vídeos básicos, o Hyperlapse para Windows possui uma edição poderosa.

Há duas opções para o processamento de vídeos: uma configuração padrão otimizada para processamento mais rápido e menos movimento de câmera, e um modo avançado otimizado para filmagens de câmeras de ação como uma GoPro.

Reprodução

O aplicativo é simples e permite o controle dos resultados de velocidade e resolução facilmente. A velocidade de processamento dependerá em grande parte do quão rápido o seu PC é, mas no app móvel levará alguns segundos.

No geral, é um bom complemento para quem é entusiasta ao ar livre e quer capturar um vídeo suave a partir de qualquer câmera.

Uma versão de avaliação gratuita do Hyperlapse Pro estará disponível hoje. A Microsoft planeja lançar uma versão paga mais para frente, mas não está claro como o preço será definido.

A empresa também está oferecendo uma versão em nuvem do Hyperlapse voltada para desenvolvedores, que pretende integrar a tecnologia em sites e aplicativos.

Via Microsoft.

Smartphones e a escolha do sistema operacional

Escolha do sistema operacional é vital na compra de um smartphone.
Durante um almoço, Felipe (o sobrenome ele prefere omitir), 31, percebeu que uma amiga tinha um iPhone. O estudante de educação física da Unicamp, então, perguntou: “Esse iPhone tem Android?”.

A dúvida parece piada para quem acompanha tecnologia de perto, mas é uma indicação do crescimento da importância do sistema operacional na escolha de um celular e das dúvidas que isso causa no consumidor.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

ESPECIAL SMARTPHONES
Escolha do sistema operacional é vital na compra
Android
Gigante, Android fica mais bonito e inteligente
Samsung Galaxy Note é smartphone para gigantes
iOS
União de sistema com aparelhos é o trunfo da Apple
Mudanças do iPhone 4S incrementam fórmula antiga
Windows Phone
Interface é o diferencial do Windows Phone
Modelos se distinguem no tamanho e no preço
Symbian
Sistema vira opção para smartphones espartanos
Natimorto, N9 consegue ser o melhor da Nokia
BlackBerry
BlackBerry é rápido e seguro, mas sofre declínio
Torch 9860 quer ser o BlackBerry divertido
Aparelhos
Escolha o seu: 15 opções de R$ 649 a R$ 2.399
Planos
Maior uso de internet 3G puxa oferta de planos

“Para usuários que estão tendo a primeira experiência com um smartphone, o sistema operacional é importante. Mas, na hora da compra, não é o fator que o cliente leva mais em conta”, diz Rodrigo Ayres, gerente de produto da área de celulares da LG.

Ayres explica que, antes de chegar à loja para comprar um smartphone, o consumidor brasileiro pesquisa as especificações técnicas do aparelho, o que pode incluir o sistema operacional. Nas lojas, porém, a aparência do telefone vira o fator determinante.

Hoje em dia, entretanto, smartphones na mesma faixa de preço se equivalem no hardware. Câmera, processador e memória têm diferenças mínimas entre uma marca e outra. Às vezes, até os componentes são dos mesmos fornecedores.

O que faz a diferença é o sistema operacional, o programa central que comanda o aparelho, o cérebro do bicho. Se ele for bom, o aparelho será rápido e fácil de usar. Os principais são o Android, o iOS, o Windows Phone, o Symbian e o BlackBerry OS.

Mais importante, a escolha do sistema operacional determina de onde você vai baixar aplicativos. Cada um desses sistemas é ligado a uma loja virtual, cada uma com suas características próprias.

O Android Market, por exemplo, tem um grande número de programas gratuitos, enquanto a App Store, do iOS, oferece catálogo maior em números absolutos. Nem sempre um mesmo app está disponível em todas as lojas.

A FORÇA DO ROBÔ

No terceiro trimestre deste ano, o Android dominou o universo de smartphones. Adotado por vários fabricantes, o sistema operacional criado pelo Google engoliu 52,5% do mercado global, segundo a consultoria Gartner. No mesmo período de 2010, o número era de 25,3%.

Symbian (16,9%), iOS (15%), BlackBerry OS (11%), Bada (2%) e Windows Phone (1,5%) aparecem em seguida.

Embora não revele números, Bruno Freitas, analista da consultoria IDC, diz que os dados nacionais acompanham os globais. “O Android tem mais de 50% do mercado brasileiro de smartphones e o iOS, cerca de 10%.”

Segundo a Gartner, entre os fabricantes, o mercado nacional de smartphones ficou dividido entre Nokia (29,4%), Samsung (18,5%), RIM (15,4%), Apple (11,2%), LG (10,1%) e outros (15,4%) -2,3 milhões foram vendidos no terceiro trimestre de 2011.
BRUNO ROMANI/COLABORAÇÃO PARA A FOLHA 

Smartphones: facilitando sua vida

O avanço dos smartphones no mercado fará com que esses aparelhos se tornem, no decorrer de 2012, o campeão de vendas no mercado de celulares.
Atualmente, considerando-se os dados do primeiro semestre, esse segmento já ocupa 43% do mercado, segundo dados da consultoria GFK. A projeção da consultoria indica que até o final de 2012 os smartphone devem superar as venbdas dos aparelhos celulares comuns.
José Mesquita – Editor


Saiba como um smartphone pode facilitar a sua vida.

Eles são rápidos, desfilam telas gigantes, oferecem câmeras respeitáveis e podem guardar muitos arquivos.

O que deixa o seu telefone inteligente, porém, são os aplicativos.

A diferença entre o aparelho apenas fazer ligações e ser uma máquina multiuso são esses pequenos programas, normalmente baixados em lojas virtuais, conhecidos como apps.

Mão na roda
Aplicativos: Seu smartphone pode fazer o que você quiser
Turismo: Viajantes diminuem suas bagagens

Qual vai ser?
Sistemas: Comparação entre Android, iOS e Windows Phone
Modelos: Seleção de smartphones à venda no Brasil

Dicas de uso
Conta telefônica: Aplicativos de mensagem e voz reduzem despesas
Conexão à internet: Controle o tráfego de dados
Baterias: Por que duram tão pouco e como gastar menos energia

Indústria
Tamanho: Consumidor quer tela grande, afirmam fabricantes
Futuro: Apple, Samsung e cientistas buscam baterias mais eficientes

Educação
Alfabetização: Projeto educacional usa aplicativo; leia depoimento

Com eles, o telefone pode se tornar, por exemplo, navegador GPS, roteador, afinador de instrumentos e até auxiliar de preparação física. Se você usa e-mail, navegador de web e redes sociais, provavelmente também faz isso por meio de aplicativos.

Assim, a presença de apps já é um dos principais motivos para quem deseja comprar um smartphone no Brasil. A gigante das telecomunicações Ericsson anunciou uma pesquisa no último dia 17 que mostra essa tendência.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Entre os entrevistados de Brasil, Rússia e Índia, 33% apontaram os aplicativos como razão para ter um celular inteligente. Ficaram atrás apenas do acesso à internet, citado por 43%.

A popularidade dos programas também é refletida nos números das lojas virtuais. A consultoria Gartner estima que, no período que teve início no começo de 2008 e vai até o final de 2014, serão feitos 185 bilhões de downloads de aplicativos. De acordo com a empresa, os apps tiveram receita mundial de US$ 15,1 bilhões só em 2011.

Em março, a Apple, que popularizou o comércio de aplicativos para celulares ao lançar a App Store, em 2008, atingiu a marca de 25 bilhões de downloads. Ela tem um catálogo de 500 mil apps.

Para quem é novo no mundo dos smartphones, vale ficar atento, pois cada loja de aplicativos está atrelada a um sistema operacional.

A App Store só vende para aparelhos com iOS. O Google Play, que tem uma oferta de 450 mil títulos, é para celulares que rodam Android. O Marketplace (70 mil apps), da Microsoft, é voltado para usuários de Windows Phone.

Existem também a BlackBerry App World (60 mil apps), ligada aos telefones da RIM, e a Nokia Store (30 mil apps), para os aparelhos da marca que usam Symbian.

Por outro lado, os aplicativos trazem novos problemas aos usuários. Eles gastam muita bateria dos aparelhos e podem consumir dados de internet rapidinho.

Com o fim dos planos ilimitados das operadoras, o consumidor pode ser surpreendido quando a conta do 3G chegar.
Bruno Romani/Folha.com

Smartphones vão superar este ano, em receita, os celulares convencionais

 

Smartphone Celular Sansung Galaxy

Em janeiro, os aparelhos inteligentes foram responsáveis por 43% do faturamento das fabricantes de celulares no Brasil, segundo a consultoria GfK.

Os smartphones vão se tornar, este ano, a categoria mais importante do mercado brasileiro de celulares. Em janeiro, os aparelhos inteligentes responderam por 43% do faturamento do setor, segundo dados da consultoria GfK. Até o fim do ano, devem ultrapassar os celulares convencionais.

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Como são mais caros que os chamados “feature phones” (aparelhos comuns), a participação dos smartphones, em unidades vendidas, é bem menor que a fatia que detêm no faturamento. Em janeiro, por exemplo, ficaram com 17,9% do volume.

“O crescimento dos smartphones é uma tendência mundial”, afirmou Claudia Bindo, gerente de negócios da GfK. A empresa de pesquisas estima que, neste ano, os celulares inteligentes serão 36% dos aparelhos vendidos, no mundo.

“Nos países desenvolvidos, os smartphones estão crescendo até mais rapidamente”, disse Claudia. “Um dos fatores que ajudam a desacelerar o crescimento nos países em desenvolvimento é a demanda por aparelhos com mais de um chip.”

Segundo a GfK, foram lançados 212 modelos de celulares no Brasil em 2011. Desse total, 70 eram smartphones. Somente quatro smartphones aceitavam mais de um chip. A tendência para este ano é que mais modelos de celulares inteligentes com mais de um chip cheguem ao mercado brasileiro, reduzindo essa barreira.

Diferentemente dos “feature phones”, o smartphone tem um sistema operacional aberto, que permite que desenvolvedores de aplicativos escrevam software para ele.

A maior fatia do mercado brasileiro está com o Android, do Google, que respondeu por 71% das vendas em janeiro. Outros exemplos são o iOS, da Apple, que roda no iPhone, e o Windows Phone, da Microsoft, que, assim como o Android, não é exclusivo de um fabricante.

Competição.

A LG foi uma das empresas que lançou um smartphone de dois chips no ano passado. A fabricante sul-coreana chegou tarde ao mercado, com a linha Optimus no fim de 2010, mas tem conseguido ganhar participação, com sua aposta no Android.

Segundo Rodrigo Ayres, gerente geral de estratégias de negócios de celulares da LG, uma das bases da empresa para alavancar o crescimento são tecnologias que vêm do próprio grupo, como a tela que exibe imagens tridimensionais sem necessidade de óculos, desenvolvida pela LG Display.

“Também lançamos aparelhos com telas com altíssimo brilho”, disse Ayres. A empresa partiu do zero em 2010 e chegou ao fim do ano passado, segundo o executivo, como a segunda maior fabricante de aparelhos com sistema Android no País.

Até o fim do mês, a Nokia vai lançar no Brasil os seus dois celulares com Windows Phone. “A expectativa do mercado é grande”, afirmou Vinícius Costa, gerente de produtos da Nokia, que aposta no espaço para a consolidação de um terceiro sistema operacional.

O mercado brasileiro de aparelhos é hoje, em sua maioria, um mercado de reposição. Poucos aparelhos vão para quem nunca teve antes um celular.

O gerente da Nokia destacou que pessoas que compraram celulares comuns, com acesso a apenas alguns serviços de internet, vão querer, em algum momento, migrar para os smartphones.

Mais barato. A queda de preços dos smartphones é um dos fatores que têm levado ao crescimento da categoria. Roberto Soboll, diretor de produtos de telecomunicações da Samsung, lembrou que, há dois anos, um celular inteligente custava por volta de R$ 2 mil.

“Atualmente, existem produtos de R$ 399 no mercado”, disse o executivo. “Este será o ano da consolidação do smartphone popular.”
Renato Cruz/O Estado de S. Paulo

Windows Phone vai passar iPhone em vendas

IDC aposta que parceria com Nokia vai fortalecer Microsoft no mercado.

Em 2015, WP terá 20,3% de participação, contra 16,9% do iOS, da Apple.

Windows Phone vai ser maior que iPhone em 2015, aposta IDC (Foto: Divulgação)

O Windows Phone 7, sistema operacional da Microsoft para telefones celulares, vai ultrapassar o iOS, utilizado pela Apple no iPhone, a disputa pela vice-liderança entre as plataformas para smartphones.

A aposta é do IDC, que acredita que até 2015, com a ajuda da Nokia, a Microsoft ficará apenas atrás do Android – do Google – na lista de sistemas mais utilizados entre telefones celulares inteligentes.

Na aposta do IDC, o Windows Phone, que hoje tem 3,8% de participação no mercado de smartphones, passará a 20,3% em 2015.

O iOS vai crescer em número absoluto de unidades, mas crescerá menos que o total do mercado.

Desta forma, sua participação cairá de 18,2% para 16,9%, acredita o IDC.

De acordo com o IDC, o Windows Phone deve se beneficiar da decisão da maior fabricante de celulares do mundo, a Nokia, de adotar o sistema.

Com isso, a Microsoft vai herdar quase todo o mercado que no momento é reservado ao Symbian, plataforma atual dos smartphones Nokia.

Atualmente, o Symbian controla 20,6% do total do mercado de fones inteligentes.

Em 2015, sobrará apenas um traço de 0,1%, com os poucos aparelhos fabricados até o final de 2011 em estoque.

Em 2012, a Nokia deve passar a vender apenas smartphones com sistema Windows.

O Google deverá ampliar sua liderança, passando de 38,9% para 43,8%.

G1


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Windows Phone 7 chega no final do mês


Aparelho da HTC com Windows Phone 7. (Foto: Divulgação)

Nove aparelhos com Windows Phone 7 chegam no final do mês

Celulares serão vendidos em alguns países da Europa, Ásia e nos EUA.

Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

A Microsoft apresentou nesta segunda-feira (11) nove aparelhos com o novo sistema operacional Windows Phone 7 que chegarão às lojas da Europa, Ásia e dos Estados Unidos para as vendas de Natal.

Segundo a assessoria de imprensa da companhia, ainda não há previsão de lançamento de celulares com o novo sistema no Brasil.

A partir de 21 de outubro, alguns países da Europa e da Ásia já começarão a vender os novos smartphones, e no início de novembro, os aparelhos com o sistema da Microsoft chegarão aos Estados Unidos.

Os celulares com o Windows Phone 7 foram apresentados por Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, em uma coletiva de imprensa em Nova York.

“A Microsoft e os seus parceiros estão apresentando uma experiência diferente de celulares”, disse Ballmer.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Entre os parceiros que irão fabricar aparelhos com o sistema estão Dell, HTC, LG e Samsung.

Os novos celulares são integrados com programas da Microsoft, como Xbox LIVE, Microsoft Office Mobile, Zune, Windows Live e Bing.

“Hubs” e botões fixos

O Windows Phone 7 tenta repetir a experiência bem sucedida da Apple.

Os botões físicos dos aparelhos são padronizados: os fabricantes terão de disponibilizar a tecla “Windows”, que volta para a tela inicial, a tecla “voltar”, para retroceder uma tela na navegação, e o botão de busca, com ícone em formato de lupa.

O usuário que comprar o aparelho com o sistema só poderá baixar softwares aprovados pela Microsoft, disponibilizados no Windows Phone Market Place.

Steve Ballmer apresenta os nove aparelhos com Windows Phone 7. (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

Os ícones na tela –separados entre “trabalho” e “vida pessoal” – não abrem programas específicos, mas sim conteúdo organizado em “hubs”, ou portos centrais temáticos.

Desta forma, o ícone de fotos serve para entrar nas imagens tiradas pela câmera do celular, mas também nas disponibilizadas por seus contatos em redes sociais como o Facebook.

Alguns dos aparelhos lançados nesta segunda-feira. (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

É possível também criar “hubs” para acompanhar todo o conteúdo on-line de um contato específico.

Você pode, por exemplo, adicionar um ícone – que muda de acordo com cada atualização de conteúdo – para seguir tudo o que sua namorada te enviar por e-mail, torpedo ou mesmo publicar no Twitter, Facebook, Orkut, LinkedIn. Não importa a rede, mas sim a pessoa.

Uma vantagem em relação ao iPhone é a facilidade em criar atalhos para seleções específicas de música.

Na demonstração ao G1, Valdez criou, com poucos cliques, um “hub” para acessar toda sua coleção de discos do U2.

Depois, adicionou outro, para o disco “Death Magnetic”, do Metallica. O telefone transformou fotos da banda e a capa do disco em um ícone.

Do G1, em São Paulo