Project Vector, a incursão da Land Rover nos veículos elétricos

Este é o Project Vector, um novo conceito da Jaguar Land Rover projetado para mostrar uma nova plataforma de veículo desenvolvida para o fabricante britânico. E a empresa já está prometendo colocar a cápsula futurista em testes na estrada nos próximos 18 meses.

O novo pod autônomo do JLR Project Vector fica em uma nova plataforma e está programado para testes em estrada antes do final de 2021.

Desenvolvido no Centro Nacional de Inovação Automotiva em Coventry, o Project Vector tem um novo chassi que a Jaguar Land Rover está chamando de ‘autonomy ready‘ – mas o conceito mostrado nas imagens iniciais está equipado com um volante. Tem pouco mais de quatro metros de comprimento e um tamanho de bateria que varia de 60kWh a 90kWh – suficiente para um alcance entre 155 milhas e 186 milhas.

Todas as peças da bateria e do sistema de transmissão elétrica do veículo são embaladas em um piso plano, permitindo uma ampla variedade de layouts de cabine que podem ser usados ​​de forma privada, transporte público ou mesmo serviços comerciais, como entregas de última milha. Acredita-se que a plataforma possa ser expandida em até um metro extra – embora sua embalagem signifique que, em sua atual configuração de tamanho supermini, ela é capaz de transportar (6) seis adultos.

A JLR diz que planeja colaborar com o Coventry City Council  e as autoridades de West Midlands para criar um serviço de mobilidade baseado no Projeto Zero, a partir do final de 2021. Ele diz que o esquema funcionará como “um laboratório vivo para a mobilidade futura nas ruas de Coventry” . Mas, em sua fase inicial, os veículos do vetor de projeto serão conduzidos por um ser humano em vez de operar autonomamente, porque isso permitirá que eles funcionem no tráfego normal sem alterações na legislação ou na infraestrutura, como faixas sob medida.

O diretor do projeto, Dr. Tim Leverton, nos disse que é provável que cerca de 20 veículos de transporte de vetor de projeto sejam fabricados para a primeira fase, com rotas baseadas na Warwick University e nos arredores.

“Identificamos algumas áreas que parecem adequadas”, disse ele. “Não apenas no campus, mas também potencialmente para ajudar a trazer alunos e funcionários para essa área. Se olharmos para algum lugar como a área de Tile Hill [de Coventry], existem cerca de 2.000 pessoas que fazem uma jornada dentro e fora da universidade todos os dias.”

O Centro Nacional de Inovação Automobilística de Warwick Uni foi escolhido como base para o Project Vector para ajudar a incentivar um trabalho rápido e ágil e atrair informações adicionais de parceiros acadêmicos e comerciais além das fontes habituais da JLR.

Leverton disse: “As megatendências da urbanização e digitalização tornam os sistemas de mobilidade urbana conectados necessários e inevitáveis. Os veículos compartilhados e privados compartilharão espaços com e serão conectados a redes de transporte público, para que você possa viajar sob demanda e de forma autônoma. Essa é uma tarefa complexa, melhor alcançada trabalhando em conjunto com parceiros em todo o espectro de veículos, infraestrutura e mundo digital.

“Com a tecnologia e o poder de engenharia da Jaguar Land Rover, podemos oferecer uma oportunidade única para os inovadores desenvolverem serviços de mobilidade urbana altamente funcionais, perfeitamente integrados à vida cotidiana.”

O Project Vector foi apresentado na abertura do National Automotive Innovation Center, uma joint venture de £ 150 milhões entre a JLR, a Tata Motors e a Universidade de Warwick.

Tecnologia: Helicóptero Individual Elétrico

Japonês desenvolveu helicóptero indivdual movido à eletricidade.
O Single Passenger Silent Mini Electric Helicopter, pode atingir a velocidade de até 100km/h .
Ps. Penso que a desvantagem é não poder transportar muito pó.

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A moto elétrica italiana que tenta se tornar um novo ícone mundial

Pense na motocicleta tipo scooter mais icônica do mundo – ou até mesmo no mais icônico veículo de duas rodas que existe – e provavelmente o que vem à mente é uma Vespa.

A Me funciona com motor elétrico com autonomia de até 80 quilômetros

Criada pela montadora italiana Piaggio, a moto redefiniu o conceito de meio de transporte barato e estiloso desde o seu lançamento, em 1946. E até hoje ainda é uma referência.

Não é de se espantar, portanto, que o próximo ícone em matéria de duas rodas também venha da Itália: a Scooter Elettrico Me, que tem muito em comum com sua antepassada de 70 anos, para além do design arrojado.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A primeira semelhança entre a Me e a Vespa é a natureza inovadora de seu processo de montagem. A Piaggio era uma fabricante de aeronaves (que viu seu patrimônio prejudicado por bombardeios precisos vindos dos Aliados), e usou seus conhecimentos sobre leveza e solidez do alumínio para sair do formato “bicicleta motorizada” que era aplicado até então.

Leia também: Contra poluição, alemães testam carro coberto de grama

Sem barulho nem poluentes

Design se inspira no projeto da Vespa, que virou ícone no mundo das motos

A Me usa uma espécie de molde para seu chassis, que é ao mesmo tempo robusto e ultraleve, para criar algo que parece um iPhone fazendo ioga.

O material é um composto de poliéster reforçado com fibra de vidro (SMC, na sigla em inglês), conhecido como “a fibra de vidro do futuro” e famoso por sua durabilidade e versatilidade.

Esse material revolucionário permite que o modelo dispense a barra horizontal que marca as outras motocicletas, o que é bastante conveniente.

O condutor também pode dirigir a roda de trás diretamente, em vez de usar uma correia, o que simplifica o design e a manutenção do veículo.

O motor da Me é um modelo elétrico de 1,5kW que não libera nem o odor nem o barulho – e nem os poluentes – da Vespa.

Uma bateria de íon-lítio supre a scooter com energia suficiente para percorrer 80 quilômetros – ou até um pouco mais no modo “recovery”. Um painel retrofuturista em LED mostra quantos quilômetros ainda restam.

Entre uma utilização e outra, a Me pode ser plugada diretamente em uma tomada de 220V, ou ter sua bateria removida para ser recarregada em outro lugar.

Assim como a Vespa, a Me implora para ser customizada.

A empresa por trás dela, o Me Group, está prestes a produzir revestimentos baratos o suficiente para serem trocados de acordo com o estilo do condutor – outra coisa que os italianos sempre souberam fazer muito bem.
David K. Gibson/BBC

Sega e GM desenvolvem carro urbano

O Personal Urban Mobility and Accessibility ou P.U.M.A. é um novo tipo de meio de transporte desenvolvido pela Segway em parceria com a General Motors.

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O veículo elétrico possui duas rodas principais, pode levar duas pessoas e chega a 56 km/h.

A autonomia é de cerca de 60 km. O P.U.M.A. conta com um sistema de comunicação via Wi-Fi com outros veículos que permitirá a interação entre os mesmos, o controle do tráfego e a prevenção de acidentes.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Dois pares extras de rodas pequenas, um na frente e outro na parte de trás, protejem os ocupantes caso haja algum problema com o sistema de equilíbrio das rodas principais. O veículo deve chegar ao mercado em 2012 e seu preço ainda não foi divulgado.

Dica do Gizmodo com informações do Jalopnik


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Denatran vai liberar o uso de bicicletas elétricas

Nova regulamentação leva em conta a Rio+20; ideia é isentá-las de licenciamento ou emplacamento, além de deixar de cobrar CNH.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) vai apresentar, até o fim do mês, um conjunto de normas para regulamentar a utilização de bicicletas elétricas em todo o País.

A expectativa é de que as novas regras permitam que os veículos trafeguem em ciclovias e seus condutores não precisem de habilitação específica. A nova regulamentação deve entrar em vigor antes da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]De acordo com a proposta estudada pelo Denatran, os veículos com velocidade de até 20km/h e motor de até 4 quilowatts de potência serão enquadrados em normas específicas de circulação.

A decisão de definir novas regras em âmbito nacional foi tomada após uma reunião, na terça-feira, entre a direção do Denatran e representantes do governo estadual e da prefeitura do Rio.

No esboço das novas regras, também foi discutida a permissão do tráfego dos veículos pelas ciclovias e a isenção da necessidade de licenciamento ou emplacamento.

Os usuários de bicicletas elétricas também poderão circular sem habilitação específica e sem o risco de serem abordados por agentes da lei seca, como aconteceu com o cinegrafista Marcelo Toscano Bianco. Parado numa blitz em abril, ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi multado em R$ 1,7 mil.

Para Fernando Avelino, diretor do Detran do Rio, a conferência Rio+20 e o debate sobre sustentabilidade foram os argumentos que sensibilizaram a direção do Denatran para a aprovação de uma nova regulamentação. “A gente tinha de chegar na Rio+20 com essa questão equacionada.

Todos nós somos favoráveis à regulamentação correta e também ao meio ambiente, e essas bicicletas vão ao encontro desses interesses de sustentabilidade.”

Festa. A decisão foi comemorada por ativistas da mobilidade sustentável. “Se as bicicletas elétricas representam a diminuição significativa do fluxo de trânsito, incentivam as pessoas a usar mais as bicicletas e favorecem um investimento maior na malha de ciclovias, pelo aumento da demanda, então isso só tem a trazer benefícios.

A discussão jurídica é ínfima perto desses benefícios”, afirmou Fred Sampaio, do movimento carioca Respeite Um Carro a Menos.

As regras definitivas ainda estão sendo estudadas por uma comissão do Denatran, que avalia uma forma de definir as novas regras sem ferir o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Pela atual legislação, qualquer modelo de bicicleta elétrica é classificado como veículo ciclomotor, que precisa de emplacamento e habilitação específica.

Além disso, os condutores são obrigados a usar capacetes e roupas especiais, sob pena de multa e apreensão do veículo e da carteira de habilitação.

A polêmica sobre a regulamentação das bicicletas levou a prefeitura do Rio a publicar um decreto equiparando os modelos elétricos às bicicletas tradicionais, de propulsão humana e causou controvérsia.
Antonio Pita/O Estado de S.Paulo