Lista do Fachin: e o áudio do grampo?

Será que agora a Veja divulga – prometeu mas, nunca o fez – o áudio do grampo telefônico entre o Ministro do STF Gilmar Mendes e o ex-senador cansado e vestal das vestais da moralidade, Demóstenes Torres?

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Smartphones: facilitando sua vida

O avanço dos smartphones no mercado fará com que esses aparelhos se tornem, no decorrer de 2012, o campeão de vendas no mercado de celulares.
Atualmente, considerando-se os dados do primeiro semestre, esse segmento já ocupa 43% do mercado, segundo dados da consultoria GFK. A projeção da consultoria indica que até o final de 2012 os smartphone devem superar as venbdas dos aparelhos celulares comuns.
José Mesquita – Editor


Saiba como um smartphone pode facilitar a sua vida.

Eles são rápidos, desfilam telas gigantes, oferecem câmeras respeitáveis e podem guardar muitos arquivos.

O que deixa o seu telefone inteligente, porém, são os aplicativos.

A diferença entre o aparelho apenas fazer ligações e ser uma máquina multiuso são esses pequenos programas, normalmente baixados em lojas virtuais, conhecidos como apps.

Mão na roda
Aplicativos: Seu smartphone pode fazer o que você quiser
Turismo: Viajantes diminuem suas bagagens

Qual vai ser?
Sistemas: Comparação entre Android, iOS e Windows Phone
Modelos: Seleção de smartphones à venda no Brasil

Dicas de uso
Conta telefônica: Aplicativos de mensagem e voz reduzem despesas
Conexão à internet: Controle o tráfego de dados
Baterias: Por que duram tão pouco e como gastar menos energia

Indústria
Tamanho: Consumidor quer tela grande, afirmam fabricantes
Futuro: Apple, Samsung e cientistas buscam baterias mais eficientes

Educação
Alfabetização: Projeto educacional usa aplicativo; leia depoimento

Com eles, o telefone pode se tornar, por exemplo, navegador GPS, roteador, afinador de instrumentos e até auxiliar de preparação física. Se você usa e-mail, navegador de web e redes sociais, provavelmente também faz isso por meio de aplicativos.

Assim, a presença de apps já é um dos principais motivos para quem deseja comprar um smartphone no Brasil. A gigante das telecomunicações Ericsson anunciou uma pesquisa no último dia 17 que mostra essa tendência.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Entre os entrevistados de Brasil, Rússia e Índia, 33% apontaram os aplicativos como razão para ter um celular inteligente. Ficaram atrás apenas do acesso à internet, citado por 43%.

A popularidade dos programas também é refletida nos números das lojas virtuais. A consultoria Gartner estima que, no período que teve início no começo de 2008 e vai até o final de 2014, serão feitos 185 bilhões de downloads de aplicativos. De acordo com a empresa, os apps tiveram receita mundial de US$ 15,1 bilhões só em 2011.

Em março, a Apple, que popularizou o comércio de aplicativos para celulares ao lançar a App Store, em 2008, atingiu a marca de 25 bilhões de downloads. Ela tem um catálogo de 500 mil apps.

Para quem é novo no mundo dos smartphones, vale ficar atento, pois cada loja de aplicativos está atrelada a um sistema operacional.

A App Store só vende para aparelhos com iOS. O Google Play, que tem uma oferta de 450 mil títulos, é para celulares que rodam Android. O Marketplace (70 mil apps), da Microsoft, é voltado para usuários de Windows Phone.

Existem também a BlackBerry App World (60 mil apps), ligada aos telefones da RIM, e a Nokia Store (30 mil apps), para os aparelhos da marca que usam Symbian.

Por outro lado, os aplicativos trazem novos problemas aos usuários. Eles gastam muita bateria dos aparelhos e podem consumir dados de internet rapidinho.

Com o fim dos planos ilimitados das operadoras, o consumidor pode ser surpreendido quando a conta do 3G chegar.
Bruno Romani/Folha.com

Supremo mantém monopólio postal dos Correios

Exclusividade é para entrega de cartas, cartões postais e malotes.
Segundo ministros, monopólio não é válido para impressos e encomendas.

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (5) manter o monopólio postal da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Em plenário, por maioria, os ministros negaram a ação protocolada pela Associação Brasileira de Empresas de Distribuição (Abraed), que pretendia restringir o monopólio postal dos Correios à entrega de cartas.

Por 9 votos a 1, os ministros se manifestaram favoráveis à exclusividade dos Correios sobre a entrega de cartas sociais. Já no que diz respeito ao monopólio sobre serviços como a entrega de boleto de cartão de crédito e malas direta, por 6 votos a 4 foi confirmada a exclusividade dos Correios.

A Abraed questionava a constitucionalidade da Lei .6.538/78, que regulamenta os serviços postais no país. A associação pedia a limitação do conceito monopólio à postagem de cartas com papel escrito, envelopado, selado e enviado a uma parte com informações de cunho pessoal, “produzido por meio intelectual, e não mecânico”. A associação alegou ainda que a Constituição prevê apenas que cabe ao estado manter o serviço postal do país, sem fazer referência a palavra monopólio.

No entanto, a maior parte dos ministros entendeu que a lei é sim constitucional. Segundo o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, “já não integra um monopólio a entrega de jornais, revistas e periódicos”. Ele lembrou que atualmente “os Correios não são exclusivos nesse serviço”.

Pela decisão, segundo o presidente do STF, Gilmar Mendes, todas as cartas, cartões postais e correspondências agrupadas (malotes) são exclusividade dos Correios. O conceito de carta engloba, além das correspondências pessoais, boletos de cartão de crédito, contas de água, luz e telefone, além de qualquer outro documento que seja de interesse pessoal do destinatário.

Durante entrevista coletiva após o término do julgamento, Mendes explicou que, conforme a interpretação da lei, só estará sujeita a punição criminal a empresa privada que realizar serviço de transporte e entrega de carta, cartão-postal e correspondência agrupada, além da fabricação e emissão de selos. Todas essas práticas constam no artigo 9º da legislação em vigor.

O advogado Dauro Dórea, autor da ação da Abraed, comemorou a decisão, apesar da derrota. “Ela [a decisão] tem cara de derrota, mas, na realidade, foi uma grande vitória, porque se definiu que as empresas de distribuição estão praticando uma atividade totalmente lícita, que é a entrega de encomendas e impressos. Foi um divisor águas”, disse ao G1.

Segundo a interpretação do advogado, qualquer encomenda poderá ser entregue pelas empresas distribuidoras, desde que não contenha correspondências pessoais. Ele citou como exemplo a possibilidade de entrega de um calendário de fim de ano ou de um produto comprado pela internet.
Plenário

No julgamento iniciado em 2005, os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello defenderam a manutenção dos serviços básicos sob exclusividade estatal, mas foram favoráveis a privatização de outros, como a entrega de boleto de cartão de crédito, material publicitário e malas diretas. Marco Aurélio Mello foi além, ao sugerir até o fim do monopólio dos Correios sobre as cartas sociais.

Na segunda-feira (3), quando o julgamento foi retomado, Carlos Ayres Britto havia acompanhado o voto dos colegas acima citados, mas, nesta tarde, após a análise ser retomada com o placar empatado, ele reapresentou seu voto, mostrando-se favorável ao fim do monopólio apenas aos impressos, como jornais e revistas.

O voto de Britto se juntou aos dos ministros Ellen Gracie, Eros Grau, Joaquim Barbosa, Cezar Peluso e Cármen Lúcia, que se manifestaram contrários ao pleito da associação, defendendo a manutenção do monopólio em todos os aspectos. Para eles, a lei que regulamenta o serviço é constitucional, pois a Constituição prevê que cabe ao estado manter o serviço postal e o correio aéreo nacional.

Na retomada do julgamento nesta tarde, após ampla discussão em plenário, os ministros chegaram ao consenso de que o monopólio definido por lei só se aplica às cartas, cartões postais e malotes, o que exclui encomendas e impressos. Assim, a interpretação da própria lei já tiraria a possibilidade de monopólio dos Correios sobre a distribuição produtos como jornais ou encomendas comerciais.

Independentemente da decisão desta tarde, Gilmar Mendes afirmou que se mostra necessária uma nova legislação para regulamentar a questão. “Foi importante mostrar que a legislação está carecendo de atualização e retirar esse tratamento penal. As empresas reclamavam que mesmo respeitando o monopólio, os Correios suscitavam a violação que poderia dar ensejo a um inquérito criminal”, destacou.

Fonte G1

Banco CitiBank – Empresário vira biliardário por um dia ao achar R$ 700 bilhões na sua conta

Extrato-Cliente-Banco-Citibank-Bilionario
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Ele imprimiu extrato com saques e cheques compensados de R$ 9 bilhões.
Em nota, Citibank relata problema técnico no serviço da rede 24 Horas.

Um empresário carioca entrou na Justiça contra o banco onde tem uma conta corrente depois de ter descoberto, em setembro de 2008, que tinha um saldo disponível de R$ 734 bilhões. Em nota, o banco informou que, por uma falha técnica na transmissão de informações para a rede 24 horas, houve “distorção exclusivamente na formatação e impressão do extrato nesta rede”.

Luiz Carlos Pimenta se tornou, no papel, um dos homens mais ricos do mundo no dia 2 de setembro de 2008, mas a alegria durou pouco. No extrato bancário, ele encontrou registros de saques e compensação de cheques na casa dos bilhões. Um dos saques chegou a R$ 7 bilhões e um cheque eletrônico de R$ 9 bilhões também foi compensado na sua conta.

Luis Carlos constatou o saldo ao imprimir um extrato durante uma viagem a Belo Horizonte.

“Eu precisei ficar mais um dia em Belo Horizonte e precisava comprar roupas. Resolvi checar meu saldo antes de gastar o dinheiro“, contou ele, que foi a três caixas eletrônicos de onde tirou três extratos: todos mostravam os R$ 734.000.000.000,24 como o total em dinheiro disponível.

Diretor pagou passagem de volta

O empresário, que trabalha no ramo de toalhas, disse que, depois de tirar os extratos, não conseguiu mais fazer nenhuma movimentação. Ele disse que sua conta havia sido bloqueada. E explicou que um colega, que é diretor da sua empresa e que trabalha com ele, teve que pagar uma passagem até São Paulo, de onde ele voltou para o Rio.

Luiz Carlos ainda tentou tirar outros extratos em Belo Horizonte e São Paulo, mas não conseguiu resolver a situação.

“No dia seguinte fui a uma agência do Citibank no Rio e consegui tirar o extrato. Não tinha mais nada de errado na conta”, contou ele. Antes da confusão, o empresário tinha cerca de mil reais no banco, e ele só teve a conta desbloqueada dois dias depois. O cliente também reclamou de que funcionários da agência não conseguiram ajudá-lo.

Por causa do prejuízo, Luis Carlos procurou ajuda de advogados, que entraram com uma ação indenizatória pedindo cerca de 60 salários mínimos por causa do bloqueio da conta. Os advogados desconfiaram também das movimentações feitas na conta, todas no mesmo dia, com centavos “quebrados”, para uma possível identificação. E também estão preocupados de a Receita Federal questionar movimentação financeira tão grande na conta corrente do empresário.

Nota enviada pelo Citibank

A explicação do banco, em nota enviada ao G1, é a seguinte:

“Com relação ao suposto crédito indevido na conta do Sr. Luiz Carlos Pimenta, afirmamos que não há registros de crédito no valor relatado, nem bloqueio da Conta Corrente por esta razão.

Por meio de uma análise junto à área técnica, constatamos que no dia dois de setembro de 2008 ocorreram defeitos na transmissão de informações para a rede 24Horas, causando distorção exclusivamente na formatação e impressão do extrato nesta rede.

Este defeito não afetou os outros canais, Internet e telefone, para consulta e impressão de informações da conta corrente”.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da rede de caixas 24 horas, que ficou de avaliar o problema relatado pelo Citibank.

Fonte G1