TI-Senhas e Códigos

Barulho do teclado decifra senhas e códigos.

O teclado é a mais nova ameaça de segurança dos usuários de computador.

Cientistas da Universidade de Berkeley, na Califórnia, descobriram que a gravação do som do keyboard pode revelar senhas e até textos confidenciais.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Eles fizeram uma pesquisa que revela que em apenas 10 minutos de gravação de áudio do teclado é possível recuperar 96% das informações digitadas.

A interpretação é feita por um algoritmo que decifra o som de cada caracter.

Doug Tygar, professor de Ciência da Computação da Universidade de Berkeley, que conduziu o estudo, afirma que a acústica dos teclados tende a ser a mais nova arma dos espiões virtuais para roubar dados dos usuários.

Os especialistas interpretaram textos pelo som acompanhando quantas palavras os usuários digitam por minuto, os intervalos e também fazendo associações com letras próxima uma da outra.

Com base nas estatísticas, eles conseguiram até identificar em que momentos o usuário apertou a tecla Caps Lock para digitar letras maiúsculas, decifrando códigos e senhas.

Para fazer o experimento, os cientistas trabalharam com vários tipos de teclados e também estudaram os cliques do mouse.

O estudo completo sobre a nova ameaça será apresentado em novembro durante uma conferência sobre segurança, que será realizada na Virginia, nos Estados Unidos.

Este teclado flexível também é um mini-PC que cabe no seu bolso

Teclados flexíveis existem há vários anos e pouco têm de novidade.

No entanto, quando você junta os dois, você tem algo novo: o Vensmile K8, um teclado flexível que pode ser dobrado para ficar do tamanho de uma carteira que também é um computador com Windows 10.

Ele conta com uma caixa acoplada que conta com 4 GB de memória RAM, 64 GB de armazenamento flash e mais um processador Intel Atom X5 Z8300, que são configurações de respeito para o pouco volume que os componentes ocupam, e também pelo preço de US$ 200 pelo qual ele é vendido.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Obviamente, para usá-lo é necessário ter uma tela. Por isso, o K8 possui saídas de vídeo HDMI e VGA, o que permite que ele seja usado com uma TV velha ou um projetor qualquer. Depois de terminar o que você tem para fazer, basta enrolar o teclado e colocar no bolso novamente.

Para quem se preocupa, o computador também é compatível com Wi-Fi 802.11b/g/n e Bluetooth 4.0, o que significa que você pode usar toda a gama de acessórios sem fio com o Vensmile K8, com uma porta USB 3.0 e outra USB 2.0.

Ele também tem entrada para cartão microSD de até 32 GB e uma porta de fones de ouvido (toma essa, Apple). Sobre o computador, há um touchpad para quem não quer usar um mouse, que reconhece multitoque e é compatível com comandos por gestos do Windows 10.

Está longe de ser o melhor computador do mundo, mas certamente é um dos mais portáteis além de ser barato. Pode ser uma opção para quem viaja a trabalho e não quer ou não pode carregar um notebook pesado.
Renato Santini/Olhar Digital/Via The Verge

Tecnologia: a morte do teclado

A morte do teclado
Por Renato Cruz

John Anderson, personagem de Tom Cruise em Minority Report, interagia com uma tela gigante com o movimento das mãos, para manipular informações, fotos e vídeos e descobrir criminosos em potencial.

Em 2002, quando o longa-metragem foi lançado, essa interface computacional parecia muito futurista.

Hoje, comparada com equipamentos que já estão no mercado, chega a ser engraçado que ele tenha de usar luvas especiais para interagir com o computador.

Nos últimos anos, a interação homem-máquina avançou aos saltos e, nesse cenário, os equipamentos eletrônicos começam a dar adeus ao mouse e ao teclado.

Lançado em 2007 pela Apple, o iPhone habituou as pessoas às telas multi-toque, fazendo com que esse tipo de interface fosse adotada até por lousas eletrônicas, fabricadas pela canadense Smart Technologies.

Os comandos de voz são cada vez mais comuns nos celulares inteligentes, como o BlackBerry e os aparelhos com o software Android, do Google, ou o Windows Phone 7, da Microsoft.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O videogame Wii, da Nintendo, trouxe ao mercado um novo conceito de interação com jogos eletrônicos, baseado em sensores de movimento, enquanto o Kinect, da Microsoft, que chegou ao mercado este ano, dispensou o uso de controles, lendo o movimento do corpo dos jogadores.

“O teclado e o mouse têm uma dominação de 20 anos, e não vão sumir tão cedo”, disse Marcelo Zuffo, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Universidade de São Paulo.

“Quem foi insuperável, no entanto, foi o Wii”, afirmou Zuffo. “O controle do Wii dá retorno visual, sonoro e tátil, sendo mais completo do ponto de vista multimodal.”

O controle do Wii tem vibração e, na visão do professor, o Kinect é menos completo, pois a dimensão tátil se perde.

Esses sistemas que estão substituindo o teclado e o mouse são chamados de interface natural do usuário. “As tecnologias usadas no Kinect podem ter outras aplicações”, disse Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral de consumo e serviços online da Microsoft.

“Como diz Alex Kipman, o criador do Kinect, a tecnologia desaparece, você não percebe mais que ela está lá.” Segundo Oliveira, 20% das pesquisas feitas no Bing (buscador da Microsoft) pelo celular são feitas a partir de comandos de voz.

E, assim, a interface gráfica do usuário (que usa mouse e teclado) vai saindo de cena.

Leia no Estadão->>Eletrônicos começam a dar adeus às teclas

Google lança teclado virtual para 32 idiomas

Google introduz teclado virtual para buscas em 35 línguas

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Usuários destes idiomas terão maior facilidade para fazer pesquisas.

Empresa disponibilizou código para inserir sistema em sites.

Usuários do sistema de pesquisas do Google de línguas como grega, árabe, búlgara e outras 32 no mundo sofriam para tentar realizar uma busca no site.

Isso porque as pesquisas por meio de texto feitas no endereço não foram desenvolvidas para tais idiomas.

Para facilitar a vida destes usuários, o Google lançou um teclado virtual, permitindo que se insiram tais ideogramas na barra de buscas – basta clicar na teclas para inserir o caractere.

Quem está em um dos 35 países verá o ícone do pequeno teclado virtual no site.

Desse modo, também, é possível usar teclados “de verdade” em qualquer língua e fazer pesquisas no idioma nativo.

Google também disponibilizou o código para que o sistema possa ser integrado em outros sites.

Teclado virtual auxilia nas buscas no Google

A lista completa de idiomas é: albanês, árabe, armênio, basco, bielorrusso, bósnio, búlgaro, catalão, croata, tcheco, finlandês, galego, georgiano, grego, hebraico, híndi, húngaro, islandês, cazaque, quirguiz, macedônio, malaio, mongol, persa, polonês, russo, sérvio, eslovaco, esloveno, sueco, tártaro, tailandês, turco, ucraniano e uzbeque.

G1

Tecnologia: teclado para uso com uma só mão

Headmouse e teclado para uma mão são destaques em feira em SP

Foto: Roseane Aguirra/G1

Um software que detecta movimentos da cabeça para controlar o mouse, um teclado para quem tem movimento em apenas uma das mãos e um programa que lê um livro escaneado em voz alta são alguns dos destaques na área de tecnologia apresentados na IX Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech).

Mirella Nascimento/G1

Teclado para uma mãoTeclado para uma mão (Foto: Roseane Aguirra/G1)

Tecnologia politicamente incorreta

Fabricante cria teclado cor-de-rosa para satirizar as loiras.
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Periférico faz brincadeiras com os nomes das teclas para ‘facilitar’ o uso.
Novidade vendida por US$ 50 nos EUA pode irritar algumas mulheres.

Uma empresa norte-americana criou um periférico que pode irritar muitas mulheres: um teclado para loiras. O produto chamado Keyboard for Blondes é cor-de-rosa e faz brincadeiras com os nomes das teclas, com o intuito (engraçadinho) de facilitar o uso do acessório.

Números ganham desenhos como os de um dado, para ilustrar a quantidade que cada um representa.

A de espaço, por exemplo, ganha o nome de “preciso do meu espaço”. A de backspace chama “ooops!”, a enter fica “sim, eu quero!”, a esc vira “não!” e a alt é descrita como “tecla inútil”, enquanto a caps lock alerta: “cuidado! Letras no tamanho extra grande”. Os números do lado direito também ganham desenhos como os de um dado, para ilustrar a quantidade que cada um representa.

“Quantas teclas um periférico tradicional você realmente usa? Alguém consegue explicar para que servem todas elas? Por que não substitui-las por teclas divertidas?”, diz o site oficial do produto, vendido nos EUA por US$ 50.

A página também brinca dizendo que não há problemas em adotar o periférico, mesmo se a usuária não for loira. “Esse teclado é para qualquer um que já teve um momento loiro, tem senso de humor e gosta de se divertir. Afinal, não é apenas a cor do cabelo que determina quem é loira.” A novidade é compatível com computadores que usam os sistemas operacionais Mac, Linux e Windows, de acordo com o site.

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Um software proprietário que acompanha o Keyboard for Blonds cria ainda atalhos para as usuárias digitarem com um só clique siglas como “OMG” (oh, my gosh; ai, meu deus), “ALI” (absolutely love it; simplesmente amo isso), “SOS” (shoes on sale; sapatos em promoção), “NBF” (new boyfriend; novo namorado) e “IDK” (I don’t know; eu não sei).

do G1

Pesquisa – Teclados de computadores e vasos sanitários

[poll=16]

Tem pesquisa nova aí ao lado. O tema é higiene nos teclados dos computadores.

A revista inglesa “Computing Which?” encomendou pesquisa sobre a higiene dos teclados dos computadores em uma empresa de londrina.

O resultado é de estarrecer. Os teclados examinados continham mais bactérias que as tampas das privadas dos banheiros da empresa. São latentes, por causa disso, riscos de gastrenterite, infecções urinárias e até intoxicações alimentares. Os pesquisadores apontaram o hábito da alimentação no trabalho como um dos causadores pela sujeira nas mesas.

As principais bactérias detectadas foram a ‘Escherichia coli’, que pode causar gastrenterite e infecções das vias urinárias, a ‘Staphylococcus aureus’ e enterobactérias, que podem produzir envenenamento.

Outra pesquisa constatou que um em cada dez funcionários de uma empresa pesquisada nunca limpavam o teclado e que 20% nunca limpavam o mouse. Nessa empresa, as tampa das privadas continham menos bactérias que os teclados.

Uáu!