A guerra dos robôs se trava na Wikipédia

Até 4,7 milhões das mudanças da enciclopédia digital são feitas por programas de computador

Captura de tela da página inicial da Wikipédia em seu 15º aniversário.Captura de tela da página inicial da Wikipédia em seu 15º aniversário.

Cada vez são mais os sites da web que incorporam bots, robôs que são programas de computador que se comportam como humanos, para executar tarefas como responder perguntas dos usuários, fazer publicidade ou abrir contas de e-mail. Mas, apesar dos esforços e de seu uso generalizado, ainda estão muito longe de atuar na rede como se fossem uma pessoa. Essa é a conclusão à qual chegou um grupo de engenheiros do Instituto Alan Turing do Reino Unido, que estudou o comportamento desses robôs na Wikipédia e descobriu que até 4,7 milhões das edições dos artigos são correções que os robôs estão fazendo constantemente entre si, caindo em um tipo de edição interminável nada produtiva.

Captura de tela de uma das edições realizada por um bot.
Captura de tela de uma das edições realizada por um bot. WIKIPEDIA

Os robôs que trabalham na Wikipédia são responsáveis por tarefas que podem ser tediosas para as pessoas, como identificar e desfazer casos de vandalismo, adicionar links, verificar a ortografia e cuidar da concordância sintática das orações. O problema surge quando as edições que eles fazem estão condicionadas pelo país e idioma em que foram programados e são influenciadas por alguns aspectos culturais. Por exemplo, algumas dessas reversões são feitas para mudar Palestina por território palestino ou Golfo Pérsico para Golfo Árabe e assim com vários milhões de conceitos que não coincidem nas diferentes regiões do mundo.

Também estão programados para revisar as mudanças feitas cada certo tempo, o que ajuda a aparição de confrontos com outros robôs que fazem exatamente o mesmo e se corrigem entre si quando veem que sua última edição voltou a ser modificada. Nas mudanças que fazem as pessoas não acontecem esse tipo de conflito porque os usuários da Wikipédia raramente voltam a verificar se os dados que corrigiram estão atualizados.

Uma das curiosidades que mostra o estudo é que o número de edições depende do idioma do texto. Os escritos em alemão são os menos modificados, com uma média de 24 por entrada. No lado oposto estão os artigos em português, que acumulam até 185 reversões por artigo. De acordo com especialistas, uma das possíveis soluções para essas intermináveis batalhas é que a Wikipédia permita o uso de robôs cooperativos que podem gerir os desentendimentos e permitir que as tarefas possam ser cumpridas de forma eficiente.

O estudo mostra que os robôs podem trabalhar de forma completamente imprevisível. “O mundo on-line se tornou um ecossistema de robôs e, no entanto, nosso conhecimento sobre como interagem esses agentes automatizados é muito pobre”, reconhece Taha Yasseri, uma das responsáveis pela pesquisa.

Yasseri fala de todo um ecossistema e não exagera: um estudo de 2009 estimou que naquele ano os robôs geraram 24% de todos os tuites publicados; uma empresa de análise de audiências descobriu que 54% dos anúncios exibidos entre 2012 e 2013 foram vistos por robôs em vez de seres humanos; e, segundo uma empresa de segurança da web, os robôs realizaram 48,5% das visitas aos sites de 2015.

O número de incidências causadas por esses programas de computador aumentou de maneira constante nos últimos anos, indicando, de acordo com os pesquisadores, que seus criadores não estão fazendo o suficiente para melhorá-los ou que não conseguiram identificar os problemas que geram.

Alguns conflitos, como os da Wikipédia, podem ser considerados inócuos. Outros são mais problemáticos e virais, como o que aconteceu no Twitter em março deste ano, quando a Microsoft precisou retirar um dos seus robôs por tuitar mensagens com conteúdo racista, sexista e xenófobo. Tinha sido programado para responder perguntas e estabelecer conversas com os mais jovens da web e aprendeu com eles esse comportamento.se tornou um ecossistema de robôs e, no entanto, nosso conhecimento sobre como interagem é muito pobre”

Apesar das falhas e da falta de eficiência demonstrada em muitas ocasiões, os robôs são ainda uma opção muito útil em tarefas de conversação. O exemplo mais claro é Siri, a assistente da Apple que resolve as dúvidas do usuário através de mensagens de voz. Mas também há outros casos, como o criado por um estudante da Universidade de Stanford, que está programado para ajudar as pessoas a recorrer das multas de estacionamento. Em um ano conseguiu cancelar 160.000 multas e já funciona em Londres e Nova York.
Victoria Nadal/ElPais

Daydream View: a realidade virtual do Google simples, acessível e móvel

O kit do Google, chamado Daydream View, se destaca por seu design, quase todo baseado em tecidos.

O kit para usar a plataforma de realidade virtual Daydream. GOOGLE

Aposta do buscador é um kit mais barato, cômodo e fácil de usar que o da Samsung.

O Google apresentou nesta terça-feira em San Francisco os primeiros celulares compatíveis com o Daydream, sua plataforma de realidade virtual para smartphones, e seu primeiro kit. O objetivo desses produtos é “simplificar a complexidade da realidade virtual”.

Segundo Clay Bavor, vice-presidente da divisão de realidade virtual do Google, esta “deve se basear no celular para que você possa levar a experiência de forma simples e acessível”.

[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Isso significa tomar a direção contrária da Oculus, empresa subsidiária do Facebook, e da HTC, que apostam numa tecnologia de ponta para oferecer a melhor experiência possível, embora seus kits exijam conexão constante com computadores muito potentes.

O Google tem claro que prefere chegar a todos através da inclusão de fabricantes e criadores de conteúdo na sua plataforma e com um kit centrado na comodidade, a um preço acessível (na Europa, será equivalente a 250 reais).

A estratégia é semelhante à adotada pelo Google com o Android: oferecerá uma plataforma, que pretende ser um padrão, para os desenvolvedores, com especificações mínimas que os fabricantes precisam incluir para ter o selo Daydream, que garante ao consumidor uma experiência de qualidade.

Só serão compatíveis aparelhos com telas de alta resolução, processadores potentes e sensores preparados para a realidade virtual que a empresa proprietária do popular mecanismo de buscas pretende oferecer. O Pixel e o Pixel XL, seus dois novos celulares, são os primeiros dispositivos compatíveis, mas “chegarão muitos outros no futuro”, diz o Google.

O Google tem claro que prefere chegar a todos através da inclusão de fabricantes e criadores de conteúdo na sua plataforma

Com o Daydream, o Google se certifica de oferecer uma realidade virtual de todos e para todos, mas sem perder o controle para assegurar a inclusão de seus serviços, algo vital para o negócio da companhia. Os clientes o acharão mais simples, e os fabricantes e criadores de conteúdo terão um padrão de qualidade ao qual se apegar no maior mercado potencial de realidade virtual: o celular.

Uma das exceções pode ser a Samsung, que já tem um acordo com a Oculus e uma plataforma própria de conteúdos em realidade virtual para rentabilizar. O Google precisará de todos os outros para que a oferta de dispositivos que compõem o Daydream seja suficientemente variada em termos de preço, acabamentos e características.

O kit do Google, chamado Daydream View, se destaca por seu design, quase todo baseado em tecidos. Isso lhe dá um aspecto mais cotidiano e menos futurista que o Gear VR da Samsung, e o torna mais leve. Outros dos seus pontos fortes é a facilidade de uso: o telefone é colocado dentro do kit, mas não é necessário conectar nenhum cabo.

“O Google fez uma grande e acertada proposta centrada na comodidade e no design, um dos pontos fracos do seu principal rival, a Samsung”, diz ao EL PAÍS Roberto Romero, fundador da Future Lighthouse, companhia pioneira na criação de conteúdos de realidade virtual na Espanha.

O Daydream View conta com um controle sem fio como principal diferença em relação ao Gear VR, oferecendo a possibilidade de criar experiências interativas nas quais o usuário possa agir com maior liberdade e precisão. “O controle é a chave. Os desenvolvedores sabem as oportunidades que ele nos oferece, e é uma ferramenta estupenda para fazer do usuário uma parte ativa das nossas experiências”, afirmou Romero. Seu funcionamento é semelhante ao de um controle do Wii, o console da Nintendo que alcançou uma grande fatia de mercado graças a essa tecnologia.

“O Youtube só está disponível no Daydream e é o principal portal de vídeos em 360 graus, o conteúdo estrela para um kit de realidade virtual móvel. O aplicativo não está disponível na loja da Samsung, e pode ser uma grande cartada para o Google”, diz Romero. A plataforma contará também com conteúdo do The New York Times, Wall Street Journal, NBA (liga de basquete) e MLB (beisebol), além dos aplicativos do Netflix e Hulu para ver séries e filmes como numa sala de cinema.

As propostas do Google e da Samsung baseadas na portabilidade contam com “as especificações suficientes para que os usuários desfrutem de experiências de qualidade”, concluiu Romero. Estão longe do que oferecem Vive e Oculus, mas “é o caminho a seguir para que a tecnologia chegue ao ponto de ser adotada pela massa crítica, de modo que tanto os fabricantes como os criadores de conteúdo possam tornar seus negócios rentáveis”.

O Daydream View conta com um controle sem fio como principal diferença em relação ao Gear VR, oferecendo a possibilidade de criar experiências interativas

O mercado é muito imaturo ainda, mas começa a se consolidar em razão dos três grandes investimentos que estão sendo feitos em empresas como Facebook, Google e Sony Interactive Entertainment, que colocará à venda seu kit PSVR para o console PlayStation 4 em 13 de outubro.

“A Oculus é pioneira e conta com o apoio do Facebook e da Samsung para seu ecossistema. Por outro lado, a HTC Vive e a PlayStation VR prometem experiências Premium, mas a plataforma Daydream é a mais focada na economia de escala”, declarou a EL PAíS Neil Shah, diretor de pesquisa de dispositivos e ecossistemas na Counterpoint. Considera que tal fator, “com os aplicativos próprios do Google, como YouTube e Play Store, a transforma em uma plataforma mais atraente, que pode suscitar um maior interesse e consumo de conteúdos”.

Outra das vantagens que o Google poderia incluir no Daydream é seu novo assistente e seus algoritmos de aprendizagem automática para fazer com que a experiência esteja baseada no contexto. “O Google Assistant será o cabo que liga todas as plataformas, propriedades e conteúdos em uma experiência unificada e diferente da oferecida pela concorrência”, diz Sash, ao alertar que o “Facebook pode não ser capaz de oferecer algo semelhante logo”.

O Google simplifica a realidade virtual, cria um padrão para usuários e fabricantes e tenta adotar o papel de líder de um segmento cada vez maior e disputado. Fez isso com um kit barato e centrado na comodidade, e seu primeiro Smartphone desenhado por completo, hardware e software, dentro de suas instalações. Porque o Google já não faz somente serviços, também faz produtos.
Felix Paluzuelo/ElPais

Como se tornar invisível no WhatsApp e outros truques ‘nível especialista’

Se não dá pra sumir, saiba como evitar que vejam o horário da sua última conexão, a sua foto de perfil…

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 01 O WhastApp é o aplicativo mais usado no Brasil: 9 em cada 10 brasileiros conectados à internet usam a ferramenta de comunicação, segundo recente pesquisa do Conecta, do Instituto Ibope. O aplicativo se tornou um meio de comunicação empregado por boa parte do mundo.

É tanta gente que às vezes isso pode causar problemas: a quantidade de mensagens (especialmente geradas em grupos), assim como a informação pessoal que o aplicativo oferece sobre o usuário — como a hora de última conexão ou o temido duplo tique azul —, eventualmente faz do WhatsApp mais um problema do que uma solução.

Para aquelas ocasiões em que você preferia não estar no aplicativo, ou pelo menos ser incomodado o mínimo possível, existem alguns truques para se tornar quase invisível ou, que remédio, não ficar tão exposto ao bombardeio de mensagens. E, para quem por alguma razão não puder parar de usá-lo, outra rodada de dicas para não acabar puxando os cabelos.

Truques para ficar ‘invisível’ no WhatsApp

1. Elimine o horário da sua última conexão

Para que ninguém possa fofocar sobre quando foi a última vez que você olhou o aplicativo antes de ir para a cama, siga os seguintes passos tanto no Android como no iOS para iPhone: entre no menu do WhatsApp, selecione ajuste>conta>privacidade>visto por último. Nesse menu você pode escolher quem consegue ver a hora da conexão — se todo mundo (inclusive pessoas que não estiverem na sua agenda, mas tiverem o seu número de telefone), só os seus contatos ou ninguém. Ao escolher ninguém, você tampouco poderá ver a hora de conexão dos seus contatos.

2. Elimine o duplo tique azul

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 02Tanto no Android como no iOS, na parte inferior do mesmo menu “privacidade” onde você modifica o item “visto por último”, há uma marcação ativada chamada “confirmações de leitura”.

Se desativá-la, seus contatos deixarão de ver o duplo tique azul quando você ler as mensagens, mas você tampouco receberá essa confirmação quando os outros lerem as suas.

3. Torne a sua foto de perfil visível apenas para os seus contatos

Para evitar que pessoas alheias aos seus contatos possam ver sua foto de perfil, selecione “meus contatos” no item “foto de perfil”, no menu “privacidade”. Se preferir que nem os seus contatos possam vê-la, marque a opção “ninguém”.

4. Interrompa o aplicativo

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 03Um truque muito útil quando você quer evitar receber mensagens e deseja que seus contatos vejam apenas o primeiro tique cinza de “enviado”, mas não o segundo, de “recebido”, sem a necessidade de desinstalar o aplicativo ou desligar o celular, é forçar uma pausa no aplicativo.

Para isso, no Android é preciso ir aos ajustes do próprio celular, chegar ao “administrador de aplicativos” e procurar o WhatsApp. Uma vez ali, apertar o botão de “forçar paralisação”. Você não receberá mensagens nem notificações enquanto não entrar no aplicativo outra vez.

No iOS, é preciso um duplo clique rápido sobre o botão circular do iPhone.

Aparecerão todos os aplicativos abertos em segundo plano; selecione WhatsApp e deslize o dedo de baixo para cima.

5. Aplicativo para ficar invisível

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 04Quem quiser fazer fofoca sobre o horário da última conexão e receber os tiques azuis das suas conversas sem a necessidade de expor os próprios pode usar aplicativos que permitem ler as mensagens sem a necessidade de entrar no aplicativo, do modo que nem a hora de conexão nem o tique azul mudarão.

Um dos mais populares é o Stealth App, embora a versão sem publicidade custe mais do que o próprio WhatsApp.

Truques para não enlouquecer

1. Responda do computador

Se você precisa estar atento ao WhatsApp e não pode ficar com um olho no celular e outro no computador, é possível abrir sua conta do aplicativo pelo site whatsapp.com.

2. Marcar mensagens como não lidas

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 05As últimas versões do WhatsApp se inspiraram no e-mail para incorporar uma nova utilidade: a de marcar mensagens como não lidas.

Se você já tiver lido uma mensagem, mas quiser revê-la depois, mantenha o dedo sobre uma conversa para abrir um minimenu do Android.

Nele, selecione “marcar como não lido”. Atenção: selecionar “não lido” não implica que a pessoa que escreveu a mensagem não verá o tique azul correspondente. Ocorre o mesmo ao eliminar uma conversa: ela será apagada do seu celular, mas não do aparelho da pessoa com quem você estiver conversando.

No caso do iOS, deslize o dedo da esquerda para a direita sobre a conversa já lida e ative a opção de marcá-la como não lida.

3. Evite que os arquivos sejam baixados automaticamente

Sim, as mil felicitações natalinas que você recebeu foram muito divertidas, mas talvez você não ache tanta graça quando receber a conta do celular: por default, o WhatsApp baixa todas as imagens enviadas quando você está conectado à rede de dados da telefonia móvel, mas isso pode ser evitado. No menu de ajustes do Android, selecione chat e chamadas>download automático>conectado a dados móveis, e desative o item “imagens”.

No iOS, o acesso pode ser feito a partir dos “ajustes” do aplicativo, e então “uso de dados”. Surgirá o menu “dowload automático de mídia”. Nele é possível desativar os itens “imagens”, “áudio” e “vídeo”.
Pablo Cantó/ElPais

Microsoft faz evento de lançamento do Windows 8 nos EUA

Lançamento terá mais de 1 mil PCs e tablets com Windows 8.
Novo sistema operacional chega às lojas nesta sexta-feira (26).

A Microsoft reuniu a imprensa em Nova York, nesta quinta-feira (25), para apresentar detalhes da próxima geração do seu sistema operacional, o Windows 8, que chega às lojas no mundo todo nesta sexta (26). Conforme Steve Ballmer, presidente-executivo da companhia, o lançamento marca o início de uma “nova era para a Microsoft” e seus clientes.
Steve Ballmer, CEO da Microsoft, fala sobre o lançamento do Windows 8 em evento em Nova York (Foto: Lucas Jackson/Reuters)
Steve Ballmer, CEO da Microsoft, fala sobre lançamento do Windows 8 em NY (Foto: Lucas Jackson/Reuters)

Na apresentação, a Microsoft disse que, com as parcerias fechadas com os fabricantes de computadores, mais de 1 mil PCs e tablets certificados, incluindo o Surface, estarão disponíveis para o lançamento do Windows 8. Conforme Steven Sinofsky, presidente da divisão do Windows e do Windows Live, o novo sistema operacional da Microsoft passou por 1,2 bilhão de horas de testes pelo público em 190 países.

Segundo Ballmer, os novos computadores com Windows, que irão chegar ao mercado nas próximas semanas, serão os “melhores PCs de todos os tempos”. O executivo disse que a experiência no Windows 8 é “verdadeiramente mágica” e que os usuários vão “adorar essa experiência”.

Steven Sinofsky, o presidente da divisão do Windows do Windows Live, (Foto: Lucas Jackson/Reuters)
Steven Sinofsky, presidente da divisão do Windows e do Windows Live, mostra os detalhes sobre o novo sistema operacional da Microsft, o Windows 8, em evento em Nova York (Foto: Lucas Jackson/Reuters)

Loja de aplicativos
Outro grande lançamento da Microsoft desta quinta-feira (25) é a abertura da loja virtual Windows Store, que vai estar disponível em 231 mercados, incluindo o Brasil. A loja contará com aplicativos para a nova interface do Windows 8, bem como programas para o desktop tradicional. “Os desenvolvedores de todo o mundo entrarão em um momento de oportunidade sem precedentes com a inauguração da Windows Store. Há 670 milhões de PCs esperando para ser atualizados para o Windows 8”, disse Ballmer.

Depois de meses de antecipação, o Windows 8 chega oficialmente às lojas do Brasil nesta sexta-feira (26). Alguns estabelecimentos no país começarão a vender o Windows 8 na virada de quinta para sexta. O preço sugerido pela Microsoft é de R$ 270.

No varejo, a plataforma será vendida em duas versões – Windows 8 e Windows 8 Pro – assim como o Windows 8 Enterprise, para as organizações. Ao mesmo tempo, a empresa vai lançar ainda um novo membro da família Windows – o Windows RT – projetado para tablets baseados em ARM, que estará pré-instalado nos dispositivos.

Para atualizar o sistema, a Microsoft disse que o Windows 8 estará disponível para download em mais de 140 mercados em 37 idiomas a partir da meia-noite desta sexta-feira (26). No Brasil, a companhia anunciou uma oferta de atualização para o Windows 8 Pro pelo preço de R$ 70. Segundo o site da companhia (acesse aqui), a oferta é válida de 26 de outubro de 2012 até 31 de janeiro de 2013.

(NOVO) Veja curiosidades sobre o Windows (Foto: Arte/G1)

Smartphones e a escolha do sistema operacional

Escolha do sistema operacional é vital na compra de um smartphone.
Durante um almoço, Felipe (o sobrenome ele prefere omitir), 31, percebeu que uma amiga tinha um iPhone. O estudante de educação física da Unicamp, então, perguntou: “Esse iPhone tem Android?”.

A dúvida parece piada para quem acompanha tecnologia de perto, mas é uma indicação do crescimento da importância do sistema operacional na escolha de um celular e das dúvidas que isso causa no consumidor.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

ESPECIAL SMARTPHONES
Escolha do sistema operacional é vital na compra
Android
Gigante, Android fica mais bonito e inteligente
Samsung Galaxy Note é smartphone para gigantes
iOS
União de sistema com aparelhos é o trunfo da Apple
Mudanças do iPhone 4S incrementam fórmula antiga
Windows Phone
Interface é o diferencial do Windows Phone
Modelos se distinguem no tamanho e no preço
Symbian
Sistema vira opção para smartphones espartanos
Natimorto, N9 consegue ser o melhor da Nokia
BlackBerry
BlackBerry é rápido e seguro, mas sofre declínio
Torch 9860 quer ser o BlackBerry divertido
Aparelhos
Escolha o seu: 15 opções de R$ 649 a R$ 2.399
Planos
Maior uso de internet 3G puxa oferta de planos

“Para usuários que estão tendo a primeira experiência com um smartphone, o sistema operacional é importante. Mas, na hora da compra, não é o fator que o cliente leva mais em conta”, diz Rodrigo Ayres, gerente de produto da área de celulares da LG.

Ayres explica que, antes de chegar à loja para comprar um smartphone, o consumidor brasileiro pesquisa as especificações técnicas do aparelho, o que pode incluir o sistema operacional. Nas lojas, porém, a aparência do telefone vira o fator determinante.

Hoje em dia, entretanto, smartphones na mesma faixa de preço se equivalem no hardware. Câmera, processador e memória têm diferenças mínimas entre uma marca e outra. Às vezes, até os componentes são dos mesmos fornecedores.

O que faz a diferença é o sistema operacional, o programa central que comanda o aparelho, o cérebro do bicho. Se ele for bom, o aparelho será rápido e fácil de usar. Os principais são o Android, o iOS, o Windows Phone, o Symbian e o BlackBerry OS.

Mais importante, a escolha do sistema operacional determina de onde você vai baixar aplicativos. Cada um desses sistemas é ligado a uma loja virtual, cada uma com suas características próprias.

O Android Market, por exemplo, tem um grande número de programas gratuitos, enquanto a App Store, do iOS, oferece catálogo maior em números absolutos. Nem sempre um mesmo app está disponível em todas as lojas.

A FORÇA DO ROBÔ

No terceiro trimestre deste ano, o Android dominou o universo de smartphones. Adotado por vários fabricantes, o sistema operacional criado pelo Google engoliu 52,5% do mercado global, segundo a consultoria Gartner. No mesmo período de 2010, o número era de 25,3%.

Symbian (16,9%), iOS (15%), BlackBerry OS (11%), Bada (2%) e Windows Phone (1,5%) aparecem em seguida.

Embora não revele números, Bruno Freitas, analista da consultoria IDC, diz que os dados nacionais acompanham os globais. “O Android tem mais de 50% do mercado brasileiro de smartphones e o iOS, cerca de 10%.”

Segundo a Gartner, entre os fabricantes, o mercado nacional de smartphones ficou dividido entre Nokia (29,4%), Samsung (18,5%), RIM (15,4%), Apple (11,2%), LG (10,1%) e outros (15,4%) -2,3 milhões foram vendidos no terceiro trimestre de 2011.
BRUNO ROMANI/COLABORAÇÃO PARA A FOLHA 

Tráfego gerado pela atualização do iOS 5 e do iCloud quase tirou a internet do ar

O iOS 5 foi lançado na última quarta-feira (12) cercado de expectativas.

Mas ninguém esperava que a ânsia pela atualização de iPhones, iPads e iTouchs, por parte dos usuários, fosse tão ávida: o sucesso do novo sistema operacional para os dispositivos móveis da Apple foi tanto que o tráfego na página da empresa de Cupertino quase “quebrou a internet”.

iOS 5 (Foto: Divulgação)iOS 5 (Foto: Divulgação)

Durante toda a noite de quarta-feira engenheiros da companhia de internet AAISP, em Londres, publicaram em sua página de incidentes e status mensagens que mostram como o “boom” causado pelo lançamento do iOS 5 foi grande.

Segundo eles, que admitiram que foram pegos de surpresa, nunca houve tanto tráfego como este em um “evento da internet”.

– Isso é pior do que o tráfego na Copa do Mundo.

A única pista é que é de algo novo do iOS 5. Se essa realmente for a causa, estou impressionado.

A utilização da internet simplesmente alcançou níveis sem precedentes.

Ao que tudo indica, a demanda foi enorme não só no Reino Unido como em diversos locais em todo o mundo.

 

Nunca vimos nada como isso – escreveram.

O 'boom' de tráfego gerado pela atualização do iOS e o iCloud (Foto: LONAP)O 'boom' de tráfego gerado pela atualização do iOS e o iCloud (Foto: LONAP)

Na manhã desta quinta-feira, engenheiros da AAISP confirmaram que o tráfego de dados na internet em Londres subiu de um pico natural de 18 GB por segundo para 28 GB por segundo.

Problemas para alguns usuários

A própria Apple teve problemas de instabilidade em seus servidores pouco depois do lançamento.

Muitos proprietários de ‘iGadgets’ reclamaram em redes sociais e nos próprios fóruns da Apple sobre diversos incidentes – não só enquanto tentavam fazer o download do iOS 5, como também após sua instalação.

Uma mensagem de erro do iTunes e o congelamento e/ou não funcionamento de alguns aplicativos estavam entre os assuntos mais comentados.

A Apple, que lançou também o iCloud, novo processo de conexão e sincronização de dados com os smartphones, não comentou as reclamações dos clientes até o momento.

Thiago Barros Para o TechTudo


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

Sistema operacional Google Chrome será lançado no final do ano

O Google anunciou nesta quarta-feira (2) que o sistema operacional Chrome, inicialmente voltado para os notebooks, será lançado no final deste ano.

A afirmação foi feita por Sundar Pichai, chefe da divisão do Chrome no Google, durante a feira Computex,em Taiwan.
Foto:Pichi Chuang/Reuters

A companhia procura desafiar o domínio do sistema operacional Windows, da Microsoft, no mercado.

Ele está presente em mais de 90% dos computadores no mundo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

“Estamos tomando todas as precauções com o lançamento do Chrome porque queremos porque queremos levar uma excelente experiência ao usuário”, disse Pichai.

Na quinta-feira (27), a Microsoft afirmou que o Google teria que realizar um esforço muito grande para criar um sistema operacional aberto, obrigando os desenvolvedores de softwares a criar diferentes versões dos seus programas para rodar em Chromes diferentes.

Pichai rebateu esta afirmação, dizendo que a similaridade na base da programação do Chrome faz com que as empresas criem apenas uma versão dos seus programas para o sistema operacional.

“O Chrome OS é um dos poucos sistemas operacionais do futuro que já possuem milhões de aplicativos compatíveis”, disse.

“Você não precisa redesenhar o Gmail para funcionar no Chrome e o Facebook não precisa criar um novo aplicativo compatível”.

O Chrome OS terá o navegador de internet como o centro do seu funcionamento, apresentando aplicativos que funcionarão por meio dele como programas de edição de foto e de vídeo que serão armazenados em servidores externos, conhecidos como “cloud”, ou “nuvem”.

Baixatudo: faça o download da versão beta do Google Chrome OS

G1

O tablet do Google

Circula na internet, um vídeo e fotos, do que se diz ser o tablet do Google.
A belezura, espalham os boatos, seria lançado juntamente com o sistema operacional Chrome OS.
Será que teremos mais um concorrente para o Kindle da Amazon e para o iPad da Apple?

siga o Blog do Mesquita no Twitter

[ad#Retangulo – Anuncios – Normal]

Windows 7 e a nuvem

Quando será que a Microsoft vai resolver lançar um sistema operacional que seja somente um sistema operacional, limpo e sem peduricalhos?
O velho e ‘bugado’ XP ainda é a melhor opção.

O Vista conseguiu transformar o que já era pesado em um mostrengo carregado de inutilidades que só serve para abrir programas da própria “pequena mole”.

Ah!, ainda tem a “mão grande” do governo do apedeuta no bolso dos Tupiniquins.

Vejam só aí abestados brazucas: três licenças do Windows 7 Home Premium custam, lá no cafofo do Obama a mincharia de, mais ou menos — lembrem-se, o câmbio é flutuante — 261 reais. Em outras plagas européias e asiáticas, esse pacote existe, mas não no Brasil, onde as mesmas três licenças, pasmem!, custam vergonhosos e inacreditáveis 1.197 reais. Com essa grana dá pra comprar 3 licenças nos USA e ainda sobra troco pra comprar ‘fast food’ de colesterol.

Argh!

O editor


Antes mesmo do lançamento, virou lugar comum chamar o Windows 7, nova versão do sistema operacional da Microsoft, de Windows Vista corrigido. A empresa tem, de certa forma, incentivado essa visão, diante do resultado desapontador da versão anterior do software. Mas não é só isso. O Windows 7, que chega ao mercado, busca uma integração forte com os serviços da empresa na internet e, caso tenha sucesso, será uma arma importante para concorrer com o Google.

A busca no computador é integrada ao Bing, serviço de buscas na internet da Microsoft. É possível, por exemplo, encontrar imagens na rede via Bing, sem precisar abrir o navegador, para colá-las numa apresentação do PowerPoint. Também é possível publicar as fotos gravadas no computador no serviço da Microsoft, sem usar o browser, ou em outro serviço de fotos online.

Ao ser perguntado se a infraestrutura de servidores e conectividade da empresa aguentará o aumento de demanda que pode vir com o Windows 7, Darren Huston, vice-presidente mundial de consumo e online da Microsoft, destacou que a empresa tem feito um investimento bilionário nessa área. “Somente duas empresas investiram tanto em infraestrutura de servidores nos últimos anos: nós e o Google”, ressaltou Huston, que visita o Brasil para o lançamento do novo Windows.

Não é à toa que a empresa reuniu em uma única divisão consumo e online. O Windows 7 não vem mais com o software de correio eletrônico. O usuário baixa da rede, gratuitamente, o pacote Windows Live Essentials, que reúne software de e-mail, mensagens instantâneas, galeria de fotos, editor de filmes, serviço de blogs e proteção para crianças contra conteúdos indesejados. Esse pacote integra o sistema operacional ao Windows Live, combinação dos serviços de comunicação e rede social da Microsoft.

O Windows 7 aponta para a “computação em nuvem” – uma expressão do setor que significa que as pessoas podem realizar suas atividades via internet, usando um número imenso de servidores, no lugar de depender de um computador e dos softwares instalados nele. “Estamos passando por uma grande mudança no modelo de negócios”, reconheceu Huston.

Mais informações no Estadão – “Microsoft aposta seu futuro no Windows 7”

Renato Cruz

Celulares. Chegou o Windows Phone

Windows phone

Tecnologia Celulares Windows PhoneHTC Touch2

A Microsoft, maior empresa de software do mundo, lançou ontem a nova versão do Windows Mobile, seu sistema operacional para celulares, e uma loja de aplicativos, chamada Windows Marketplace for Mobile. Os lançamentos marcam uma nova estratégia da empresa para o mercado de aparelhos móveis, com um apelo maior ao consumidor final, para enfrentar competidores como o iPhone, da Apple; o Android, do Google; e o BlackBerry, da RIM. Os celulares com o Windows Mobile 6.5 passaram a ser chamados, pela empresa, de Windows phones.

“Este lançamento é um passo importante na integração das nossas plataformas”, afirmou Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil. As versões anteriores do Windows Mobile já ofereciam integração com aplicativos da companhia, como o Exchange, de correio eletrônico. A versão 6.5, lançada ontem, oferece integração com serviços online, como o My Phone, que faz cópias de segurança dos dados do celular e permite compartilhar informações via internet.

A TIM foi escolhida como parceira da Microsoft para o lançamento, e terá exclusividade, durante a campanha de lançamento, na venda dos três aparelhos que chegam ao País, a partir de novembro. Os aparelhos são: Samsung Omnia II, LG GW550 e HTC Touch2. “Os preços serão de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil, nos planos pré-pagos”, afirmou Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil. A Microsoft espera que, até o fim do ano, haja mais de 30 modelos de Windows phone no mercado mundial.

Mais informações no Estado “Microsoft lança novo sistema para celulares

por Renato Cruz/Estadão