Donald Trump contraria Serviço Secreto dos EUA e ainda usa um Galaxy S3

Ninguém confirma oficialmente qual é o modelo usado por Trump, mas pelas fotos publicadas com ele e seu aparelho, tudo indica que o modelo seja um Galaxy S3, lançado pela Samsung em 2012, como indica esta análise do site Android Central. Isso é um problema sério, porque a empresa não lançou nenhuma atualização para o modelo desde a versão KitKat, lançada em 2013.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Em um perfil do novo presidente dos EUA, a jornalista Maggie Haberman, do New York Times conta que o telefone ainda é usado por Trump para usar o Twitter, e ainda é capaz de receber chamadas.

Como qualquer usuário de Android deve saber, um aparelho abandonado pela fabricante há tanto tempo já não é muito seguro para ser usado. Uma pessoa comum ainda pode aceitar o risco e continuar usando seu celular, mas quando se trata de alguém em um cargo tão alto, o perigo se torna muito maior.

Afinal de contas, Trump é um alvo de interesse de qualquer hacker no mundo, e com a ciberguerra se tornando um fator cada vez mais importante da política global, qualquer brecha é um perigo.

O Serviço Secreto orienta os novos presidentes a substituírem seus celulares ao assumirem o cargo. Barack Obama tinha um BlackBerry quando chegou ao poder, que foi substituído por outro aparelho completamente travado, incapaz de fazer fotos, enviar mensagens, reproduzir música, fazer chamadas ou se conectar a internet.

O intuito é justamente reduzir ao máximo os riscos trazidos por uma tecnologia tão pessoal (e invasiva!) quanto um celular.

Um aparelho infectado poderia se transformar em um microfone que transmite em tempo real as conversas de um presidente, ou transmitir sua localização para pessoas com más intenções 24 horas por dia.

Basta que o usuário, no caso Donald Trump, clique em um link que não deveria no Twitter.

Via The Guardian

Janet Airlines: a misteriosa companhia aérea do governo americano

Durante décadas, a área 51 – um complexo militar dos Estados Unidos situado no deserto de Nevada – esteve cercada de segredos. O fato de Washington não confirmar ou desmentir suas existência deu origem a inúmeras teorias de conspiração.

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Companhia aérea secreta transportaria cerca de 1.500 pessoas diariamente
para bases de treinamento nos EUA

Durante décadas, a área 51 – um complexo militar dos Estados Unidos situado no deserto de Nevada – esteve cercada de segredos. O fato de Washington não confirmar ou desmentir suas existência deu origem a inúmeras teorias de conspiração.

Somente em 2013, graças à liberação de documentos secretos, soube-se – como muitos suspeitavam – que não se tratava de um centro de investigação de extraterrestres, mas, sim, de um campo de provas e treinamento da Força Aérea americana.

Uma situação similar acontece com uma misteriosa companhia aérea que, segundo especialistas em assuntos de inteligência, opera desde os anos 1970 a partir do Aeroporto Internacional McCarran, em Las Vegas. A existência dela não foi confirmada pelas autoridades.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A empresa é conhecida como Janet Airlines e alguns afirmam que ela se dedica a transportar funcionários do governo e prestadores de serviços a diversas instalações militares de Nevada, entre elas a famosa área 51.

Segredo máximo

Seu nome não é uma denominação oficial reconhecida, mas, sim, o apelido dado pelos que a investigam por décadas.

“Janet” corresponderia às siglas em inglês para “Just Another Non Existent Terminal” (“Só mais um terminal não existente”) ou “Joint Air Network for Employee Transportation” (“Rede aérea conjunta para transporte de empregados”).

Essa companhia aérea seria operada pela empresa AECOM a serviço da Força Aérea americana, segundo entendidos. Ela teria ao menos seis aviões Boeing 737 de cor branca e com uma faixa vermelha ao longo de toda fuselagem.

É possível vê-los diariamente decolando e pousando no aeroporto internacional de Las Vegas – onde possuem um terminal exclusivo que realiza todas as suas operações.

Aqueles que investigaram a Janet Airlines dizem que os funcionários da companhia – que também possui uma pequena frota de aviões Beechcraft – receberiam autorizações altamente secretas de segurança, tanto comissários de bordo como pilotos.

Questionado pela BBC Mundo, o porta-voz da Força Aérea americana, Benjamin Newell, afirmou que, como acontece com todas as atividades relacionadas ao Campo de Provas e Treinamento de Nevada, onde encontra-se a área 51, ele não pode confirmar nem desmentir a existência da Janet Airlines ou de nenhuma companhia aérea com características similares.

“Algumas atividades e operações levadas a cabo no Campo de Provas e Treinamento de Nevada, passadas e presentes, são consideradas secretas e não podem ser discutidas”, afirmou Newell.

O porta-voz da Força Aérea disse que no passado havia “voos contratados” que iam de Las Vegas para o campo de provas de Tonopah, também em Nevada, “embora eles não existam mais”.

Newell disse que não podia confirmar nem desmentir que voos similares se dirijam a outras instalações militares, como a área 51.

Testes Nucleares

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Atmosfera de segredo cerca bases aéreas de Nevada, nos Estados Unidos

“A Janet Airlines combina dois aspectos da inteligência dos Estados Unidos que foram pouco investigados”, afirmou Joseph Fitsanakis, professor de Estudos de Inteligência e Segurança Nacional da Coastal Carolina University, na Carolina do Sul.

“De um lado está o aspecto da logística. Grande parte da força dos serviços de inteligência dos Estados Unidos pode ser atribuída ao poder de sua logística. Refiro-me a aqueles que se dedicam ao transporte de pessoal, a tornar as comunicações seguras ou a instalar casas seguras por todo o mundo.”

Segundo Fitsanakis, a “Janet Airlines é parte da infraestrutura logística dos serviços de inteligência americanos”. No entanto, na opinião dele, a empresa “até agora ela não foi estudada em profundidade”.
“Outro aspecto interessante da Janet Airlines é que, pelo que sabemos, ela tem só uma missão, que é o transporte de pessoal do aeroporto de Las Vegas aos campos de provas de Nevada, que estão sob supervisão do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês)”.

“Isso é assim porque o DOE está a cargo de qualquer instalação na qual se leve a cabo provas com material nuclear”, explica o especialista. Fitsanakis afirma ainda que o papel do DOE em relação a tarefas de inteligência, “é muito pouco conhecido se comparado a outras agências como a CIA e o FBI”.

“O terminal de onde opera a Janet Airlines está sempre cheio e toda essa gente não é só pessoal da Força Aérea. Muitos são cientistas do DOE que são transportados aos campos de provas.”

“O DOE trabalha rodeado de segredos, como demonstra o fato de que se saiba tão pouco sobre os campos de prova de Nevada, que desde o início estiveram sob sua supervisão, igual aos programas nucleares”.
Atualmente, segundo Fitsanakis, a Janet Airlines provavelmente transporta a esses campos especialistas que trabalham no desmonte dessas armas.

O professor da Coastal Carolina University diz considerar que “é um pouco absurdo que não reconheçam a existência da Janet Airlines porque todo o mundo sabe que ela existe”. Ele afirma porém que entende “a necessidade o segredo em relação às atividades logísticas de inteligência e a tudo que esteja relacionado com instalações nucleares”.

Segurança

Joerg H. Arnu investiga a área 51 e a Janet Airlines desde os anos 1990.
Ele concorda com Fitsanakis ao afirmar que o pouco que se sabe sobre a companhia aérea se deve ao fato de que as autoridades não querem comprometer a segurança dos passageiros que transporta.

“Aqueles que trabalham na área 51 realizam tarefas consideradas secretas e as autoridades não querem que se conheça a existência da Janet Airlines para evitar, por exemplo, que eles sejam seguidos ao sair do aeroporto de Las Vegas”, afirma Arnu.

Segundo o especialista, é possível ver até seis aviões da companhia na pista desse aeroporto diariamente.
“Nós vimos eles aterrissarem na zona da área 51 e seguimos seus movimentos por radiofrequência”, afirma.
Segundo Arnu, dois terços dos cerca de 20 voos diários que saem do terminal se dirigem para a área 51 e um terço para o campo de provas de Tonopah. Eles transportariam diariamente cerca de 1.500 pessoas.

O especialista atribui o pouco que se conhece sobre a Janet Airlines ao fato de que os que trabalham para a companhia ou são transportados por ela têm obrigação de manter silêncio.

“Chegará o dia em que, como aconteceu com a área 51, as autoridades reconhecerão a existência dessa companhia aérea?”
BBC/Jaime González

Hackers revelam 25 novos postos do serviço secreto do Canadá

Canadá só reconheceu até agora, publicamente, a presença de postos de CSIS em algumas capitais de países aliados. Anonymous,Blog do Mesquita

As autoridades do Canadá estão investigando o roubo por parte do grupo de hackers de documentos sobre o serviço secreto do país, conhecido pela sigla CSIS, informou nesta terça-feira a imprensa canadense.

Grupo Anonymous divulgou documentos secretos do governo canadense que revelam que o CSIS conta com 25 postos no exterior.

O jornal National Post disse hoje que o grupo Anonymous divulgou documentos secretos do governo canadense que revelam que o CSIS conta com 25 postos no exterior.

Aparentemente, o grupo de hackers divulgou na internet os documentos em represália pela morte, na semana passada, de um ativista do Anonymous por disparos da Polícia Montada do Canadá na província de Colúmbia Britânica, no oeste do país.

O grupo cibernético ameaçou com represálias se as autoridades canadenses não identificassem o agente autor dos disparos e o acusavam pela morte do ativista, identificado como James McIntyre, de 48 anos.
Fonte:Terra


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Serviços secretos ditaduras e óleo de Peroba

Da série: “só me engana que eu gosto!”

Inacreditável!

DGSE (França) RDA (Alemanha) CIA (Usa) FSB,Ex KGB (Rússia) MI5 (Inglaterra), nenhum desse serviços secretos informou aos respectivos chefes de Estado que existia uma “tia velha”, Kadafi, que a 40 anos mantém a Líbia sob uma ditadura.

Digo isso diante das declarações oportunistas de Obama e demais “anjos” cínicos e desinformados, que somente agora fazem declarações, incisivas, sobre o fato.

Aproveito para avisá-los que existe na Síria outra corja cuja família se sucede a 40 anos no comando de uma ditadura.

Ah!, avisem para esses beócios que existem ainda “anjinhos” na Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes, Kuwait, e mais um “zilhão” na África, esses montados em diamantes, petróleo e minerais raros.

Uma lista de mais alguns “desconhecidos ditadores”:

Kim Jong II (Coreia do Norte) de pai pra filho desde 1982

Robert Mugabe (Zimbábue) desde 1980

Than Shwe (Burma) desde 1993

Omar Hassan Al-Bashir (Sudão) desde 1990

Hu Jintao (China) revezamento desde 1949

Islam Karimov (Uzbequistão) desde 1991

Que suas(deles) ex-celências vão preparando a cara de espanto, quando essa turma for derrubada pela população.

Ps. E eu, pobre e crédulo ingênuo que pensava só haver ditadura no “paraíso socialista” do provecto e decrepito Fidel.


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