Tópicos do dia – 15/04/2012

09:23:54
Brasil: da série ” me engana que eu gosto”, ou “arre égua!!!”
PMDB pode indicar Jucá para presidente da CPI
A cúpula do PMDB tenta convencer o ex-líder do governo no Senado Romero Jucá (RO) a assumir a presidência da CPI do Cachoeira. Sua experiência da CPI da Petrobras, conduzida sem sobressaltos para o governo, é referência para sua escolha. Como no caso do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), cotado para a relatoria, a indicação de Jucá representaria reconhecimento ao trabalho como líder do governo.
O PMDB se fará representar, na CPI do Cachoeira, por uma bancada de parlamentares experientes para não dar chance a “erros”.
O líder Renan Calheiros (AL), Eunício Oliveira (CE), Vital do Rego (PB) e Lobão Filho (MA) podem ser os demais nomes do PMDB na CPI.
coluna Claudio Humberto

09:32:39
A cahoeira verte
Governador Sérgio Cabral garante não estar preocupado com seus vínculos ao dono da Delta.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), informou neste sábado que está focado em resultados de sua gestão, nas realizações permanentes e nestas imagens. Ele se referia a nota da coluna Claudio Humberto, que noticiou sua preocupação com danos à imagem, pela amizade com o dono da construtora Delta, Fernando Cavendish. Cabral garantiu que não está, verdadeiramente, preocupado com imagens em CPIs que não lhe dizem respeito. “Várias empreiteiras trabalham em obras no Rio de Janeiro pelo desenvolvimento do Estado, que, conforme dados da Firjan, receberá 102 bilhões de reais até 2013”

10:42:33
Começou a bolha automotiva.
Conforme havia publicado em 2009, no blog, agora quem financiou carro em 60 meses começa a devolver o carro ao banco. O dinheiro ou paga a prestação do financiamento ou faz a manutenção.
Estava claro que, não estou generalizando, quem compra um automóvel em 60 meses não poderia pagar a prestação do financiamento e, simultâneamente, o custo da manutenção que inevitavelmente aumenta após 2 anos de uso.

12:44:04
Vixe!!! Collor e Renan na CPI do Cachoeira?
Collor e Renan Calheiros serão membros da CPI do Cachoeira.
Fala sério! Collor e Renan como juízes da ética é demais até para Zé Bêdêu o derradeiro abestado crédulo da Pça do Ferreira, em Fortaleza – a angelical criatura acredita até que não tem mais tráfico de drogas nas tais favelas, ops, comunidades pacificadas no Rio de Janeiro.


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Romero Jucá e dinheiro jogado pela janela

Foto Ag. Senado

Por quanto tempo ainda assistiremos esse cidadão circular pelos corredores  da impunidade?
A certeza da impunidade permite que se sucedam os casos de de desvios de comportamento nos mais diferentes escalões da Taba dos Tupiniquins.
Todo dia surge um caso de corrupção e nada acontece, e o caso Jucá certamente será mais um a ser arquivado pelo habitual motivo de “Falta de Provas”.
O Editor


Sobre o Jucá, as arcas e a grana que nasce em moita

Aportou no STF uma ação judicial que cuida de um dos mais inusitados casos da cruzada eleitoral de 2010.

Envolve as arcas de campanha do senador Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de todos os governos.

Chama-se Amarildo da Rocha Freitas o personagem central do inquérito.

Empresário, atuou como colaborador da campanha de Jucá.

Às vésperas do primeiro turno da eleição, Amarildo foi ao escritório de campanha de Jucá.

Na saída, carregava um envelope. Entrou no carro, virou a chave e saiu.

De repente, Amarildo notou que uma equipe da Polícia Federal o seguia. Lançou o envelope pela janela do carro.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Os agentes da PF recolheram o refugo num matagal. Dentro, havia R$ 100 mil. Repetindo: o colaborador de Jucá jogou R$ 100 mil pela janela.

Inquirido, Amarildo confirmou que recebera a grana de Jucá.

Lançou-a no mato, segundo disse, porque ficou “assustado” com o cerco policial.

Na época, Jucá reagiu assim: “Não entreguei dinheiro a ninguém, não é dinheiro meu, não é dinheiro de campanha, todo o nosso dinheiro está declarado.”

Agora, reconduzido ao Senado, Jucá diz que desconhece o processo.

Alega não ter sido notificado. A contabilidade da campanha foi aprovada, ele sustenta.

A existência humana, como se sabe, gira ao redor do dinheiro.

O pobre sua a camisa para ganhá-lo. O rico multiplica-o…

…O falsário falsifica-o. O ministro desonesto desvia-o. O ladrão rouba-o. Todo mundo ambiciona o dinheiro.

Maluco que arremessa pacote de dinheiro pela janela era jabuticaba jamais vista.

Súbito, brota nas adubadas cercanias de Romero Jucá.

Os R$ 100 mil do matagal permanecem retidos.

Por ora, ninguém se animou a reinvindicar o numerário. Espanto (!), pasmo (!!), estupefação (!!!).

Torça-se para que o STF autorize a continuidade das apurações.

Do contrário, ficará entendido que, em Roraima, dinheiro dá em moita. E não haverá quem segure a migração.

blog Josias de Souza

STF decide manter inquérito contra Romero Jucá

O Supremo Tribunal Federal decidiu, na tarde desta quinta-feira, que continuará tramitando o Inquérito em que o Ministério Público Federal pede a apuração de possível envolvimento do senador Romero Jucá (MDB-RR) em suposto esquema de desvio de verbas federais em obras municipais.

De acordo com o relator, ministro Marco Aurélio, o inquérito foi instaurado com base em ofício encaminhado pela Central dos Assentados de Roraima à superintendência regional do Incra junto com uma fita cassete.

O conteúdo da gravação seria, supostamente, uma solicitação de propina feita pelo então prefeito em obras realizadas por intermédio de convênio com órgãos federais.

O ministro Marco Aurélio votou pelo arquivamento do inquérito.

Ele ressaltou que no documento não ficou esclarecido como a fita foi obtida e que, conforme a Constituição Federal são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meio ilícito.

Tendo em vista que a gravação deu origem ao inquérito, o ministro levantou a questão da “teoria da árvore envenenada” em que as provas provenientes de modo ilícito também são ilícitas.


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Romero Jucá usa laranja como dono de estação de TV

Tupiniquins, não tem saída. Dia sim, e outro também, tem alguém do PT, ou ligado a algum petista, enrolado em maracutaias. Agora, mais uma né, estripulia, digamos, não republicana, envolvendo, ninguém menos que o líder do governo no Senado, o (argh!) senador Romero Jucá.

Impressiona a ‘capacidade’ do presidente Lula em se cercar do que de pior o Brasil produz na política.

O Editor


Lobista confessa: “Fui laranja do Jucá”

Com R$ 2,5 milhões de dívidas e um processo contra filho do senador na Justiça, Geraldo Magela conta ao Congresso em Foco que, durante anos, emprestou seu nome ao líder do governo para que ele mantivesse uma emissora de TV

Ex-dono da firma que controla a TV Caburaí, retransmissora da Bandeirantes em Roraima, o lobista Geraldo Magela Fernandes da Rocha titubeia no início, mas confirma. Era apenas um laranja do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Em entrevista ao Congresso em Foco, Magela confirma que o verdadeiro dono da TV Caburaí é Romero Jucá, uma situação que contraria a Constituição.

De acordo com o artigo 54, deputados e senadores não podem ser “proprietários, controladores ou diretores” de empresas que sejam concessionárias de serviço público, caso das emissoras de rádio e TV.

Leia o que disse Geraldo Magela ao Congresso em Foco:

O senhor aceitou abrir essa firma [Uyrapuru Comunicações e Publicidade, controladora da TV Caburaí]. Quem propôs ao senhor abrir essa firma?[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O senador Romero Jucá.

O senhor trabalhava para ele?

Trabalhava.

O senhor era um testa de ferro do Jucá?

Diante das pressões, realmente me tornei um testa de ferro. É a classificação melhor.

Então, o senhor era um laranja do senador na televisão?

Sim.

A televisão pertence a ele?

A televisão pertence… A Uyrapuru, no fundo, no fundo, pertencia a ele.

O senhor era só o laranja?

Certamente. Certamente, é a classificação certa.

Aos 58 anos, falido, com o nome sujo, contas bancárias bloqueadas, sem cheques ou cartões de crédito, morando de favor na casa da filha, com uma dívida de R$ 2,5 milhões para pagar à União e à Justiça do que, segundo ele, levou-o a essa situação. Um dos presos na Operação Navalha, ele tentou por meses negociar com Jucá os débitos na Justiça. Para ele, é o senador quem deveria pagar as dívidas.

De Eduardo Militão/Congresso em Foco

CPI da Petrobras; governo tempera mais uma pizza

Vai ao forno mais uma CPI.

Humor Cartuns Pizza CPI Petrobras

Apesar das resistências dos “cunpaêros”, a minoria conseguiu finalmente instalar a CPI da Petrobras no Senado Federal. Agora, ficaremos os Tupiniquins, sabedores que tipos de maracutaias jorram dos cofres da estatal mastodôntica.

Além do óleo saberemos que a lama jorra, também, da petrossauro, em forma de patrocínios, concorrências, no mínimo estranhas, salários astronômicos e “otras cositas mas”.

Por que o forno já está preparado para a pizza?

Simples assim!

Vejam só que gracinha, os “meninos” aprontaram. É praxe em CPIs que a presidência da comissão e a relatoria sejam ocupadas, cada uma, por representantes da situação e da oposição. Fazendo valor seu (dele) descaramento, o governo do apedeuta colocou cúmplices, desculpem correligionários, nos dois cargos.

Pasmem!

Uma CPI com o senador João Pedro (PT-AM) na presidência, e Romero Jucá de relator, só pode ser gozação, né? E de quebra, quebra? — com trocadilhos, por favor —, que tal Marcelo Crivella, o bispo, o bispo, como vice presidente?

Essa troupe, pelas norma regimentais, terá 180 dias para apurar tudo. Nem Zé Bêdêu, o derradeiro abestado crédulo da Praça do Ferreira, em Fortaleza, acredita que algo aconteça.

O risco da oposição é ter dado um tiro no pé. Afinal muita gente da oposição já sujou a mão no óleo da Petrobras. Caso comecem a pedir, como diria o imortal Odorico Paraguassu, os “patrasmente”, o bicho vai pegar. Tem muita coisa nas profundas da empresa, além do pré-sal.  Patrocínios para ONGs amigas no desgoverno de FHC, é somente uma das perfurações que podem ser feitas. Veremos, quando for apresentado um requerimento pedindo a quebra de sigilo da ONG criada por Ruth Cardoso, o que acontecerá. Ah, não esqueçamos que o genro de FHC foi presidente da estatal.

Quem deve ter “a d o r a d o” a criação da pizzaria é o marimbondo de fogo, o “esquecido” Saney. O soba do Maranhão e os beneficiários dos atos secretos vão servir ao povaréu pão e circo. E pizza. Naturalmente.

O editor

PMDB vai meter a mão na verba de duas Argentinas

Brasil: da série “Acorda Brasil”!

Veja só, meu desavisado e caro, bote caro nisso, leitor. Você aí, ainda encantado com o gol que o Robinho enfiou na “azzura”, com o frangaço, ops, fracasso, do Filipão no Chelsea, nem desconfia quem, como e onde, mete a mãozona, a boca e tudo mais que servir, no seu, no meu, no nosso sofrido dinheirinho.

Com essa turma — quem sabe não acabem enquadrados no crime de formação de quadrilha?que está citada na reportagem aí abaixo, só gritando “Valha-me Deus”!

PMDB vai administrar mais de duas Argentinas
Orçamento nas mãos dos peemedebistas corresponde a mais do que o dobro do dinheiro público gasto pela Argentina em 2008

O dinheiro público administrado pelo PMDB em 2009 ultrapassa em mais de duas vezes o orçamento federal da Argentina. Sem contar as prefeituras, o partido controla cerca de R$ 258,9 bilhões, divididos em seis ministérios, sete governos estaduais, a Câmara e o Senado.

Com muito dinheiro na mão, os peemedebistas se fortalecem para a disputa de 2010. As eleições de José Sarney e Michel Temer para o comando do Legislativo têm o objetivo de assegurar também o domínio político.

A Argentina tem um orçamento federal correspondente a R$ 106 bilhões. O caixa bilionário administrado pelo PMDB equivale a 16,1% de todo o dinheiro previsto para ser gasto este ano pelo governo federal, R$ 1,6 trilhão, sem contar o corte de R$ 37 bilhões anunciado pelo Ministério do Planejamento.

Apesar do tesouro nas mãos, o partido quer mais. A voracidade do PMDB por cargos e verbas aparece nos sinais emitidos por senadores e deputados ligados aos grupos de Sarney, no Senado, e Temer, na Câmara. As duas alas travam, também, uma disputa interna por postos já ocupados por peemedebistas.

Na Infraero, por exemplo, o PMDB concorre com o PTB, partido do senador Gim Argello (DF), um dos articuladores da vitória de Sarney. Os petebistas estão de olho na diretoria comercial da estatal, mas os peemedebistas querem a presidência e demais diretorias da empresa, subordinada ao Ministério da Defesa, pasta sob o comando de Nelson Jobim, do PMDB.

Internamente, o nome mais cotado para o lugar do brigadeiro Cleonilson Nicácio é Rogério Abdala, atualmente na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), também na cota do PMDB. O nome de Abdala já teria aval duplo de Sarney de Temer, além da aprovação de Jobim.

Câmara

Com a vitória de Temer, o grupo comandado pelo deputado Eduardo Cunha (RJ) ganhou força nas disputas para ocupar as presidências das comissões temáticas mais importantes da Câmara. Pela composição do bloco que elegeu Temer, o PMDB tem na sua mão as primeiras doze escolhas das vinte comissões permanentes.

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