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Coronavírus ameaça a próxima geração de smartphones

Direitos autorais da imagemMAZEN KOUROUCHE
Mazen Kourouche gosta de estar entre os primeiros a obter o iPhone mais recente.

Todo outono, Mazen Kourouche vai para a maior loja da Apple em Sydney, na Austrália, e faz fila por horas para ser uma das primeiras pessoas no mundo a colocar as mãos no iPhone mais recente.

“Desde que o iPhone 7 foi lançado, estive fazendo fila para os novos dispositivos da Apple por alguns motivos: primeiro o hype associado a eles, segundo o valor da revenda e terceiro porque a Austrália é o primeiro país a ter acesso ao dispositivos, para que as pessoas estejam interessadas em ouvir sobre isso “, diz ele.

De acordo com Kourouche, que desenvolve software para o sistema operacional iPhone (iOS), muitas pessoas costumam viajar do exterior para colocar as mãos no iPhone na Austrália. O fuso horário do país significa que suas lojas da Apple são as primeiras a abrir em todo o mundo no dia do lançamento.

Este ano pode ser diferente. Como a maioria dos outros varejistas, a Apple fechou suas lojas em todo o mundo em resposta ao surto de coronavírus.

Ainda é muito cedo para dizer se as lojas voltarão a abrir a tempo do lançamento de novos dispositivos no outono.

Mas em alguns países a imagem não é animadora. No Reino Unido, o governo disse que pode levar de três a seis meses para a retomada da vida normal e isso inclui a reabertura de lojas não essenciais.

Direitos autorais da imagem Getty
Filas fora de uma loja da Apple se tornaram um evento anual para algumas pessoas.

No caso da Apple, o iPhone 12 está à espera. É um telefone particularmente importante, pois é o primeiro a incorporar a tecnologia 5G, permitindo que ele se conecte à nova geração de redes telefônicas mais rápidas.

A produção de telefones já foi interrompida
Fontes disseram à publicação japonesa Nikkei que a Apple está ponderando se deve adiar o lançamento. O mesmo pode ser verdade para dispositivos fabricados pela Samsung e outros rivais que usam o sistema operacional Android.

“Aproximadamente 70% dos smartphones são fabricados na China – assim como a pandemia atingiu a China, houve uma interrupção significativa no fornecimento de dispositivos existentes”, diz Razat Gaurav, executivo-chefe da Llamasoft, uma empresa de análise da cadeia de suprimentos.

Muitos fabricantes de smartphones confiam nos componentes fabricados na China e na Coréia do Sul, dois países que foram os mais atingidos pelo surto.

A cidade sul-coreana de Daegu, onde a maioria dos casos de coronavírus do país está agrupada, fica a apenas 20 minutos da área onde muitos desses componentes são produzidos.

E não é apenas a oferta, a demanda caiu drasticamente. Os embarques de smartphones na China caíram 40% no primeiro trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a empresa de pesquisa IDC.

A empresa sugere que os consumidores chineses comprem 33 milhões a menos de telefones nos primeiros três meses do ano.

“É provável que também ocorram quedas significativas na Europa Ocidental e nos EUA”, acrescenta Gaurav.

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Um smartphone pode conter partes de 40 países diferentes

O efeito nos dispositivos existentes será uma preocupação para os fabricantes, mas será o impacto em seus novos dispositivos que será uma preocupação maior, principalmente porque os fãs de dispositivos Apple e Android estão acostumados a épocas específicas do ano em que podem comprar. um novo dispositivo, enquanto os fabricantes confiam nele como uma das maiores fontes de receita a cada ano.

“O smartphone é um produto complicado, e há muitos componentes nele. Para obter todas essas partes diferentes, você obtém materiais e peças de cerca de 40 países diferentes”, diz Gaurav.

Diferentes partes do processo de produção serão afetadas de diferentes maneiras.

“Grande parte do trabalho de design não requer contato social significativo, o que significa que você não precisa estar próximo das pessoas”, diz Frank Gillett, analista da empresa de pesquisa Forrester.

Mas pode haver algum trabalho de pesquisa e desenvolvimento que exija equipamentos especializados que os funcionários não possam levar para casa.

Muito desse trabalho já teria sido realizado para os dispositivos que serão lançados este ano, mas poderia impedir o lançamento de dispositivos em 2021, nas quais as empresas já estão trabalhando com antecedência.Getty Images

Demanda por telefones pode cair à medida que os compradores economizam dinheiro.

Segundo Emile Naus, sócio da consultoria BearingPoint, a parte mais importante do telefone não é o hardware, é o software, e isso pode ser desenvolvido remotamente. No entanto, testar o dispositivo pode ser mais difícil de executar.

“Os testes podem ser difíceis, já que o setor é muito rígido em segurança e eles provavelmente enfrentariam dificuldades com o conceito de pessoas que levam protótipos para casa do telefone para testar – pois eles geralmente são ocultos em segredo”, diz ele.

A outra questão é sobre remessa; com muitas companhias aéreas suspendendo voos e atrasos no frete marítimo, existe a possibilidade de que materiais e componentes não cheguem às fábricas de montagem e que o produto acabado não chegue aos pontos de venda.

Agora, os efeitos disso e as paralisações das fábricas na China estão começando a repercutir na indústria de smartphones, e o impacto pode ser maior que o esperado.

Gillett acredita que empresas como Apple e Samsung têm mais chances de reter certos recursos para novos dispositivos do que atrasar o lançamento. O tempo para testar certos recursos ou para que os desenvolvedores de software possam trabalhar em aplicativos que fazem uso desses recursos são críticos.

Obviamente, depende muito do que acontecer nos próximos meses. Restrições à entrega e expedição podem forçar as empresas a adiar o lançamento de produtos e, possivelmente, os lançamentos podem até ser adiados até 2021.

Se as lojas permanecerem fechadas, isso pode ser um problema específico para a Apple, que possui uma importante rede de varejo.

“Sabemos que as primeiras semanas e meses da vida de vendas desses novos dispositivos são muito importantes porque são vendidos nos níveis mais altos”, diz Naus.

A demanda pelos novos dispositivos também pode vacilar, já que gastar muito dinheiro com o modelo mais recente pode não ser uma opção para os proprietários que passam por dificuldades financeiras.

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Novas redes e telefones 5G são um grande desenvolvimento para a indústria.

Mas a Forrester não vê marcas fazendo grandes mudanças no preço de seus novos aparelhos. Em vez disso, pensa que eles podem reduzir ainda mais os preços de seus modelos mais antigos e talvez aumentar o número de modelos disponíveis de preço básico.

Os preços podem não cair – mas, se a demanda não existir, talvez novas estratégias possam ser adotadas.

“O que você também pode ver são alguns modelos criativos de preços para torná-lo mais acessível e responsivo às situações das pessoas. Talvez haja uma promoção temporária para ajudar as pessoas por um preço mais baixo se elas puderem mostrar uma verificação de desemprego ou uma identificação de serviços de emergência. “, diz Gillett.

No entanto, os maiores fãs da Apple provavelmente permanecerão leais.

“Eu não acho que [a pandemia] tenha impacto sobre o interesse, especialmente entre os consumidores, porque estamos sempre comprando coisas novas: no momento, o importante é que papel higiênico, mas eventualmente voltará a ser iPhones “, diz Kourouche.

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O celular se reinventará em 2019: estas são as novidades que veremos

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O mundo dos smartphones pode se deparar com uma necessária reinvenção em 2019. Os fabricantes estão fazendo tudo o que podem para atrair um cliente que já parece ter perdido o incentivo para mudar de aparelho antes do tempo. Em média, o celular é trocado a cada 22 meses (de acordo com dados da Kantar nos Estados Unidos), um prazo inferior ao realmente necessário se nos ativermos à vida útil do equipamento. No entanto, este ritmo frenético de crescimento começou a se desacelerar por um duplo motivo, segundo os especialistas: por um lado, porque os mercados do Primeiro Mundo praticamente atingiram o nível de saturação; por outro, porque os consumidores deixaram de encontrar incentivos para renovar o celular, dada a ausência de novidades substanciais.

Mas os fabricantes (e as operadoras) podem influenciar o segundo motivo e esta batalha hercúlea tem sido preparada com a encomenda para o próximo ano de uma série de novidades que justificariam a troca de celular. Convém lembrar também que as marcas, diante de uma demanda cada vez menor em volume, se viram forçadas a aumentar o preço de venda de telefones celulares para manter as margens. Como resultado dessa estratégia, a Apple anunciou que deixará de informar o número de unidades vendidas de seu iPhone e se concentrará apenas no volume de faturamento.

Quais são as novidades que podem reverter essa tendência?

Celulares dobráveis
Este é possivelmente o maior efeito-trator que o mercado vê em 2019: tanto a Samsung como outras empresas do setor vão comercializar as primeiras unidades de um novo formato que tem boa perspectiva de se consolidar no mercado. Um celular que se carrega dobrado no bolso e é desdobrado na hora do uso oferece muitas vantagens e multiplica a utilidade do dispositivo. No entanto, o novo formato enfrenta desafios poderosos que ainda não abriram o caminho para este tipo de equipamento: 2019 será o ano da estreia oficial deste tipo de celular.

Telas perfuradas
O mercado exige celulares cada vez mais finos e compactos, e os fabricantes não sabem muito bem como resolver um problema de fabricação: o espaço dedicado no chassi para as câmeras, em especial a frontal, a das selfies. A Apple optou por uma solução controversa no iPhone X: o polêmico entalhe (notch), uma área inserida na tela frontal e que ocupa uma parte mínima na qual se localiza a ótica frontal. Esta solução foi considerada tosca pelos rivais e, nessa busca pelo minimalismo, o último grito consiste em integrar a câmera na tela através de um entalhe que ocupe espaço mínimo.

5G, a hipervelocidade
As novidades relacionadas ao hardware foram necessárias para incentivar um mercado um tanto entediado por ver sempre a mesma coisa, mas as operadoras desempenham um papel fundamental no que diz respeito à experiência do usuário. Nesse sentido, a próxima coisa que veremos será uma revolução absoluta na rede: o 5G. É uma evolução na rede atual, o 4G, que fará disparar a utilidade dos telefones celulares, mas, acima de tudo, a velocidade de conexão: o 5G é até cem vezes mais rápido que a rede anterior. Mas esta rede está muito mais bem preparada para a conhecida Internet das coisas e a conexão com múltiplos dispositivos será muito mais econômica, permitindo o uso de módulos mais baratos. O consumo da bateria será muito menor.

Câmeras incríveis à espreita
Você não será pego desprevenido se ficar sabendo que os celulares revolucionaram o mundo da fotografia e que, em 2017, estimativas indicavam que 85% das fotos do mundo foram tiradas de dispositivos móveis. Como as coisas estão, é compreensível que os fabricantes se esforcem para oferecer câmeras cada vez mais potentes e inteligentes. No primeiro caso, algumas marcas embarcaram em uma corrida louca por megapixels e, em 2019, veremos vários modelos atingirem a figura inimaginável de 48 MP, algo impensável há alguns anos. Em relação ao segundo, o Google e a Apple, especialmente o primeiro, mostraram ao mundo que a inteligência artificial é ótima para o mundo da fotografia móvel: em dispositivos como os Pixel da empresa Mountain View, quando se clica no disparador entram em ação uma série de processos nos quais a fotografia resultante é analisada e otimizada, contemplando todas as variáveis.

Galaxy J5 Metal tem boa câmera e longa duração de bateria

Gadget tem fôlego para o dia todo e custa por volta de mil reais

O Galaxy J5 Metal é a evolução do smartphone lançado pela Samsung no ano passado. O design está mais resistente e a câmera ficou melhor.

O preço pouco mudou, ele continua por volta dos mil reais.

Confira mais detalhes sobre o aparelho no vídeo a seguir.


Lucas Agrela/Exame

Relatório acusa Apple, Samsung e Sony de conivência com trabalho infantil

É a economia estúpido. O capital é assim mesmo. Os caras estão preocupados apenas com uma coisa, o lucro! O pior é que não dá em nada. Está aí a Zara que não me deixa mentir. E essa é a forma da violência mais cruel e silenciosa.
“O dinheiro é a essência alienada do trabalho e da existência do homem; a essência domina-o e ele adora-a.” Karl Marx

José MesquitaTrabalho Infantil,Escravidão,Blog do Mesquita


A organização de direitos humanos Anistia Internacional acusou as empresas Apple, Samsung e Sony, entre outras, de falhar em identificar o uso de trabalho infantil na produção dos minerais usados em seus aparelhos.

Em um relatório sobre a mineração de cobalto na República Democrática do Congo, a Anistia afirma ter encontrado crianças de até 7 anos de idade trabalhando em condições perigosas.

O cobalto é componente vital para as baterias de íon-lítio. As empresas afirmaram que seguem política de tolerância zero em relação a trabalho infantil.

“Companhias cujo lucro global é de US$ 125 bilhões não podem realmente alegar incapacidade de verificar de onde vêm suas matérias-primas essenciais”, disse Mark Dummett, pesquisador nas áreas de negócios e direitos humanos da Anistia.

Leia também: O jornal é feito por crianças exploradas na Índia

Mortes

Foto: GettyMineiros trabalhando em condições perigosas ganham alguns dólares por dia

A República Democrática do Congo responde por 50% ou mais do cobalto produzido no planeta.

Mineradores trabalhando por longo período neste segmento da extração mineral enfrentam problemas de saúde e risco de acidentes fatais, afirma a Anistia.

A organização diz que ao menos 80 mineiros morreram no subsolo congolês entre setembro de 2014 e dezembro de 2015.

A Anistia também entrevistou crianças que trabalhariam nas minas do país.

Paul, órfão de 14 anos de idade, começou a minerar aos 12 anos. “Eu fiquei até 24 horas nos túneis. Chegava de manhã e só saía na outra manhã. Tinha que ir ao banheiro nos túneis. Minha mãe adotiva planejava me mandar para a escola, mas meu pai adotivo era contra, e ele me fez trabalhar nas minas”, contou o menino à Anistia.

A Unicef estima que há cerca de 40 mil crianças trabalhando em minas no sul da República Democrática do Congo.

‘Tolerância zero’

Em resposta ao relatório, a Apple afirmou que o “trabalho infantil não é tolerado em nossa cadeia de fornecedores e estamos orgulhosos de liderar a indústria em salvaguardas pioneiras (contra o trabalho infantil)”.

A empresa afirmou, ainda, conduzir rigorosas auditorias junto a fornecedores e que qualquer um que empregue crianças é forçado a retornar o menor a sua casa, financiar a educação da vítima em escola escolhida pela família, continuar a pagar salários e oferecer um emprego quando o jovem tem idade para trabalhar.

A Samsung também afirmou ter “tolerância zero” em relação a trabalho infantil e que, assim como a Apple, vem conduzindo auditorias regulares junto a seus fornecedores.

“Se houver violação e trabalho infantil for encontrado, os contratos com fornecedores serão imediatamente encerrados”, declarou a empresa.

A Sony comentou: “Estamos trabalhando com nossos fornecedores para enfrentar questões ligadas a direitos humanos e condições de trabalho em locais de produção, assim como na aquisição de minerais e outras matérias primas”.

‘Paradoxo

Foto: GettyMuitas crianças trabalham na extração de cobalto – Getty Images

O relatório da Anistia rastreou o comércio de cobalto a partir de áreas onde há trabalho infantil. O mineral é comprado por intermediários diretamente das minas e vendido à empresa Congo Dongfang Mining, subsidiária da gigante chinesa Zhejiang Huayou Cobalt Ltd.

A Anistia afirma ter entrado em contato com 16 multinacionais listadas como clientes de fabricantes de baterias que têm como fornecedor de cobalto a Huayou Cobalt.

Uma empresa admitiu a conexão, enquanto outras quatro reconheceram serem incapazes de dizer com certeza qual seria a fonte do cobalto usado por elas.

Outras cinco companhias negaram ligações comerciais com a Huayou Cobalt, embora apareçam como clientes nas listas encontradas em documentos da gigante chinesa.

Seis empresas afirmaram estar investigando o caso.

“É um paradoxo que na era digital algumas das mais ricas e inovativas empresas do mundo, capazes de levar ao mercado aparelhos incrivelmente sofisticados, não consigam mostrar de onde vêm suas matérias-primas”, criticou Emmanuel Umpula, diretor da Africa Resources Watch, organização que colaborou com a Anistia no relatório.
Com dados da BBC


 

Sabe quem dará uma mãozinha no próximo iPhone? A Samsung

Rival sul-coreana deve ganhar funções ainda maiores no fornecimento de chips de memória RAM à Apple

No mundo dos celulares, Apple e Samsung travam um verdadeiro Fla-Flu.

Mas a companhia coreana deve estar ainda mais presente na produção dos principais dispositivos da rival americana .

Isso porque a Samsung já faz parte do processo de fabricação do iPhone e do iPad, especificamente dos processadores AX.

Segundo o Korea Times, a empresa estaria ainda mais envolvida com a produção do próximo, o A9, a fazer parte do possível iPhone 6s ou ainda de um iPad Air 3.

Ela seria, sozinha, responsável por metade do fornecimento à Apple.

A Samsung já esteve envolvida no desenvolvimento de memória RAM dinâmica (DRAM) para o iPhone anteriormente.

Além dela, a Apple já contou também com outros fabricantes como Toshiba, Elpida Memory, Micron e SK Hynix.

No início da semana, outra informação divulgada pela publicação coreana afirmou que a Apple estaria recrutando especialistas em chips e baterias da Samsung.

A Samsung também será responsável pelo fornecimento de chips à sua conterrânea LG Electronics, que devem equipar os novos LG G4, a serem apresentados em abril.

Facebook Home é liberado para download no Brasil

Aplicativo é executado em apenas alguns aparelhos Android.

Para iPhone e iPads, a rede social lançou app que roda o novo bate-papo.

Facebook Home, nova tela inicial para smartphones com sistema operacional Androi, chegou nesta terça-feira (16) à loja de aplicativos do Google no Brasil.

Gratuito, o app havia sido liberado para download nos EUA no último dia 12. O Home não está disponível para iPhones e iPads. Hoje, o Facebook lançou uma nova versão de seu aplicativo que traz uma das maiores novidades do aplicativo.

Inicialmente, o Home funcionará apenas nos smartphones HTC One X, HTC One X+, Galaxy S3 e Galaxy Note2.

Em breve, também os aparelhos HTC One e Galaxy S4 rodarão o aplicativo. A novidade ainda não é compatível com outros aparelhos do sistema Android, segundo o Facebook.

O Facebook Home foi apresentado pela rede social no dia 4 de abril como uma nova tela inicial para celulares Android.

Uma das novidades é que o Feed de Notícias de uma conta no Facebook será exibido diretamente na tela inicial do smartphone. A ferramenta é chamada de “Feed de Capa”, que substitui as telas iniciais e de bloqueio do celular.

Com a ferramenta, é possível, por exemplo, ver uma imagem postada por um amigo. Para “curtir”, basta clicar nela.

O outro recurso é o “Chat Heads”, que permite ao usuário manter um bate-papo mesmo enquanto estiver usando outros aplicativos.

Quando um amigo envia uma mensagem, um ícone, em forma de bolha, aparece com o rosto de quem a enviou.

Facebook anuncia nova interface 'Home' para celulares Android que mostra 'news feed' na tela inicial. (Foto: Reprodução/Facebook)
Facebook anuncia nova interface ‘Home’ para celulares Android que mostra ‘news feed’ na tela inicial.
(Foto: Reprodução/Facebook)

G1


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Câmeras digitais correm atrás dos smartphones na CES 2013

Modelos ganham Android, aplicativos e conexão sem fio.
Veja novidades em câmeras digitais apresentadas na feira.

Enquanto os smartphones e seus aplicativos permitem registrar fotos cada vez melhores, as câmeras digitais adotam funções de dispositivos móveis para continuar atraindo o olhar dos consumidores. Conexão sem fio, sistema operacional e apps de celulares estão presentes em novos modelos de câmeras apresentados durante a Consumer Electronics Show 2013. Outros fabricantes apostam no design, retrô ou personalizado, e em avanços nas funções mais fotográficas dos equipamentos.

Veja algumas novidades selecionadas pelo G1.


Samsung Galaxy Camera

Câmera da Samsung roda Android 4.1 (Jelly Bean)  (Foto: Daniela Braun/G1)
Câmera da Samsung roda Android 4.1 (Jelly Bean) (Foto: Daniela Braun/G1)

O nome “Galaxy” dado aos smartphones e tablets da Samsung não foi emprestado à toa à nova câmera digital da empresa. O equipamento que gera fotos com resolução de 16.3 megapixels e vídeos em alta resolução (HD) é manipulado por um display sensível ao toque de 4,77 polegadas e resolução HD, roda Android 4.1 (Jelly Bean) e possui conexão sem fio tanto Wi-Fi como a redes móveis 3G/4G. Além de poder enviar suas fotos diretamente ao Instagram, o usuário conta com funções especiais como a Best Face, que registra cinco cliques de uma vez e permite escolher o melhor resultado. O equipamento com zoom digital de 21x e ângulo de 23 milímetros começa a ser vendido este mês nos Estados Unidos por US$ 500.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]


Câmera da Polaroid faz fotos de 18 megapixels e roda o sistema operacional Android (Foto: Daniela Braun/G1)
Câmera da Polaroid faz fotos de 18 MP e roda
o sistema Android (Foto: Daniela Braun/G1)

Polaroid iM1836
A Polaroid procurou juntar a conectividade ao segmento das câmeras portáteis com lentes profissionais intercambiáveis – categoria também conhecida como mirrorless. O modelo iM1836 faz fotos de 18 megapixels e roda o sistema operacional Android Jelly Bean. As lentes oferecem zoom ótico de 10 a 30 milímetros e o flash embutido lembra um pouco o estilo das câmeras Polaroid originais e emerge em formato ‘pop-up’ na parte superior da câmera quando acionado. O modelo tem preço sugerido de US$ 350 e chega ao mercado americano no segundo trimestre deste ano.


Câmera da Canon compartilha fotos de 12.1 MP em redes sociais (Foto: Daniela Braun/G1)
Câmera da Canon compartilha fotos de 12.1 MP
em redes sociais (Foto: Daniela Braun/G1)

Canon Power Shot N
Além de ocupar metade da palma da mão com uma lente de 28 milímetros, a câmera Power Shot N, compartilha fotos de 12.1 megapixels em redes sociais via conexão Wi-Fi ou com o iPhone por meio do aplicativo próprio chamado CameraWindow. Sua tela LCD de 2,8 polegadas é sensível ao toque e o zoom ótico é de 8x. A câmera chega às lojas dos EUA em abril com preço sugerido de US$ 300.


Câmera portátil da Panasonic tem 17,6 milímetros de espessura (Foto: Daniela Braun/G1)
Câmera portátil da Panasonic tem 17,6 milímetros
de espessura (Foto: Daniela Braun/G1)

Panasonic Lumix DMC-XS1
Uma câmera portátil, com 17,6 milímetros de espessura, que pode ser revestida com as cores, texturas e fotos que o consumidor escolher via internet. Este é o conceito apresentado pela Panasonic para a linha Lumix DMC-XS1 de câmeras portáteis durante a CES 2013. A ideia ainda não está em prática, mas a linha de câmeras com resolução de 16.1 megapixels chega em março aos EUA com três opções de cores simples. O dispositivo tem zoom ótico de 5x e já vem com 11 efeitos embutidos, à lá Instagram. O preço ainda não foi divulgado.


FujiFilm X100S

Câmera com design retrô da Fuji faz fotos com resolução de 16,3 MP (Foto: Daniela Braun/G1)Câmera com design retrô da Fuji faz fotos com resolução de 16,3 MP (Foto: Daniela Braun/G1)

Além do design retrô das novas câmeras, que lembram modelos analógicos da década de 70, a Fuji se manteve fiel aos avanços fotográficos no modelo X100S, com lente de 23 milímetros e resolução de 16,3 megapixels, para o consumidor que deseja se aproximar de um estilo mais profissional. Fotos sem flash com boa luminosidade e ajuste de rápido de foco automático – menos de 1 segundo – estão entre os destaques da câmera que começa a ser vendida no mercado americano em março por US$ 600. Os filtros e efeitos, hoje disponíveis em aplicativos para smartphones com sistemas iOS e Android, não ficaram de fora. O usuário conta com um simulador de tipos de filmes analógicos diferentes e oito filtros para aprimorar suas fotos.


Câmera digital da Nikon (Foto: Daniela Braun/G1)
Câmera digital da Nikon (Foto: Daniela Braun/G1)

Nikon Coolpix S6500
Além de baixar as fotos da câmera digital por Wi-Fi, o fotógrafo não precisa mais esticar o braço para aparecer na foto. Basta acionar a câmera à distância pelo smartphone com o aplicativo Wireless Mobile Adapter Interface, compatível com os sistemas iOS e Android. Esta é a proposta da nova portátil Coolpix S6500, que tem zoom óptico de 12x, registra fotos de 16 megapixels (MP) e vídeos em alta resolução (Full HD). A câmera tem lançamento previsto para fevereiro nos Estados Unidos, por US$ 220.
Daniela BraunDo G1, em Las Vegas

Samsung confirma Galaxy S4 e fala sobre data de lançamento

A Samsung deu a primeira evidência de que o Galaxy S4 realmente será lançado, e provavelmente em 2013.

De acordo com a página oficial do Facebook Samsung Lebanon, em resposta dada a um internauta nesta segunda-feira (7), o aparelho sairá mesmo, mas não há qualquer chance que ele chegue antes de maio deste ano.

Primeira imagem do Galaxy S4 finalizado (Foto: Reprodução/Sammobile) (Foto: Primeira imagem do Galaxy S4 finalizado (Foto: Reprodução/Sammobile))
Primeira imagem do Galaxy S4 finalizado
(Foto: Reprodução/Sammobile)

Em uma primeira resposta na página da rede social, a fabricante sul-coreana afirmou que “o Galaxy S4 não será lançado antes de maio de 2013″.

Após a publicação, que gerou grande movimentação entre os leitores, a companhia completou: “O que nós dissemos foi que toda a linha Galaxy S foi lançada entre o final de abril e o começo de maio, mas ainda não sabemos uma data de lançamento exata”.

Com a informação, aumentaram as especulações de que o modelo deve ser apresentado em maio, assim como os antecessores. Porém, mesmo que não seja tão cedo, a probabilidade de que o aparelho dê as caras ainda em 2013 é muito grande.

Uma suposta imagem do Galaxy S4 foi revelada na última semana, mostrando um smartphone com design clean sem botões e uma tela grande.
Os rumores ainda afirmam que o aparelho pode ter um display de 4,99 polegadas com tecnologia flexível, o inédito processador Exynos Cortex-A15 quad-core de 2,0 Ghz e uma nova câmera digital de 13 megapixels, da mesma fabricante do componente do iPhone 5.

Atualizado: Ainda nesta segunda, o suposto modelo de série do aparelho (Samsung GT-I9500), que apareceu em diversos testes de desempenho no ano passado, vazou no site oficial da companhia, dando mais evidências de que seu lançamento do Galaxy S4 deve ocorrer em breve.
Marlon Câmara /Techtudo


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Tecnologia da informação, jornalismo e novas mídias

As novas tecnologias estão empurrando a mídia tradicional para uma profunda reflexão quanto a sua própria sobrevivência.

É patente que a possibilidade de compartilhamento de informação, típica dos meios digitais, numa velocidade que a mídia tradicional não pode acompanhar, acaba com o antes seguro e imutável privilégio de condução da opinião pública.

Agora é fácil para o leitor digital separar o que opinião pública do que é opinião publicada.

Entendo que a capacidade de sobrevivência da mídia tradicional está diretamente ligada à percepção dos desejos desse novo público leitor digital.
José Mesquita – Editor


Jornalismo, tecnologia e ruptura.

Uma reportagem publicada na quinta-feira (13/12), na revista online Business Insider, tenta esclarecer especulações sobre uma nova e até certo ponto surpreendente – para os analistas – ação de investimentos por parte da Apple, a gigante dos aparelhos e aplicativos digitais.

Rompendo um estado de aparente letargia do setor, com alguma acomodação nos esforços de inovação por parte de concorrentes como Samsung e Intel e de outras empresas da nova economia, como Google, Amazon e Microsoft, a companhia criada por Steve Jobs vem promovendo inversões que chamaram a atenção dos observadores da cena tecnológica, mas ainda não produziram mais do que especulações.

Alguns desses analistas começam a apostar em uma nova ruptura no contexto sempre mutante das tecnologias de informação e comunicação. Os artigos distribuídos por agências especializadas não permitem fazer apostas seguras, mas há um elemento comum a todas as análises: será mais um duro golpe contra o setor das indústrias maduras de comunicação.

Drama latino

Nos Estados Unidos, o noticiário sobre negócios digitais já trata de maneira marginal as empresas tradicionais de mídia, colocando-as num nicho semelhante ao do setor de petróleo, uma espécie de museu de curiosidades econômicas. As atenções dos investidores também se deslocaram há muito tempo para o outro lado, de onde brotam os sinais do futuro. Um olhar macroscópico para a realidade do mercado de informação pode produzir reflexões inquietantes.

Essa observação distanciada do dia a dia dos jornais, comparada à dinâmica do mercado de tecnologia, provoca algumas dúvidas sobre a importância daquilo que costumamos tratar como notícia, opinião ou informação jornalística. Como consequência, torna-se inevitável questionar o valor real daquilo que costumamos tratar como produto da imprensa.

Em termos de criação de cultura, por exemplo, já se pode afirmar que o Youtube, uma iniciativa isolada de mídia digital, compete com vantagens com toda a imprensa do mundo. Quanto às informações financeiras, boletins eletrônicos de bancos levam grande vantagem sobre a mídia tradicional e, no ramo do entretenimento, mais vale o Facebook que uma revista semanal.

A tecnologia atropela os mais lentos e a mídia tradicional tem ficado para trás. Se entrarmos no campo da administração, precisaremos de muito tempo e espaço para alinhavar os principais erros desses conglomerados, desde a metade dos anos 1990, quando a internet se tornou uma realidade global.

Apenas para citar alguns, basta lembrar que as empresas tradicionais de comunicação, no Brasil e na América Latina, ignoraram ou adotaram tardia e parcialmente algumas das melhores ferramentas de gestão, como os sistemas de planejamento de qualidade, os estudos de processos e a reengenharia, recursos que foram usados basicamente para cortar empregos e aumentar a carga de trabalho dos jornalistas.

Porém, ainda não é aí que se desenrola o verdadeiro drama da mídia tradicional. Ele tem outros aspectos, alguns mais peculiares da América Latina.

A mídia ainda é relevante?

A propriedade cruzada dos meios de comunicação, a tradição da imprensa nas mãos de empresas familiares, que construíram núcleos de poder simbólico sobre a opinião do público, as vinculações tradicionais dessas famílias com os donos do poder político e econômico, tudo isso, embora deva ser considerado, está se tornando apenas causa marginal no processo de desvalorização dos veículos.

A questão central é que a mídia está se tornando irrelevante. Esse modelo esgotou sua capacidade de formular uma ideia de sociedade moderna e pluralista, deslocando-se do centro de inteligência social na razão proporcional em que a democracia se consolidava formalmente.

Como a imprensa tradicional não contempla os objetivos de uma democracia real, sua função se esgota na formalização de um simulacro de sociedade democrática que se caracteriza pela simulação de instituições funcionais, contexto ao qual ainda falta muito para se tornar de fato e de direito uma democracia social.

Quando a imprensa falha em seu papel de educar para a cidadania, por exemplo, agindo como instrumento de intolerância e preconceito, ela está simplesmente revelando seu verdadeiro caráter: sua origem oligárquica e a natureza oligopolista não admitem avançar além do formalismo no que se refere à democracia.

Resta saber se o jornalismo, como o concebemos até aqui, ainda é relevante.
Por Luciano Martins Costa/Tribuna da Imprensa

Jackie Chan e o Smartphone de R$ 6mil reais do astro

Samsung SCH-W2013: o smartphone do Jackie Chan que custa R$ 6,7 mil
Aparelho tem duas telas sensíveis ao toque e design com flip.P em 23 de Novembro de 2012


Jackie Chan tem um gosto caro, não? (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

Se você achava que os telefones com flip tinham acabado, repense seus conceitos.

A Samsung está apresentando na China o seu smartphone mais caro, com flip e feito para o Jackie Chan.

O aparelho do astro dos filmes de ação poderá custar algo entre R$ 6 e 6,7 mil e conta com duas telas sensíveis ao toque.

Uma de cada lado do corpo do smartphone.

Além de ser absurdamente caro, o Samsung SCH-W2013 acompanha algumas especificações que o classificam como um smartphone com ótimo poder de fogo.

Ele funciona com um processador de quatro núcleos e duas telas Super AMOLED de 3,7 polegadas.

Confira os detalhes disponíveis:

  • Processador quad-core (provavelmente um Exynos 4412) operando a 1,4 GHz
  • Duas telas touch de 3,7 polegadas Super AMOLED
  • 2 GB de RAM
  • 16 GB de armazenamento interno
  • Slot para cartões microSD de até 64 GB
  • Bateria de 1.850 mAh
  • Suporte para duas linhas telefônicas — uma CDMA2000 dual-band e outra GSM tri-band
  • Câmera traseira de 8 MP
  • Android 4.0

O smartphone ainda não tem data certa para começar a ser vendido no mercado chinês, mas contou com um evento de lançamento que arrecadou fundos para a caridade na China.
Por Leonardo Müller/TechMundo