Artes Plásticas – XLVI

George Spencer Watson
British, 1869 – 1934
A Study,c. 1930


Charles van Roose,Belgian,1883-1960
Serenade s/d


Nicolas Colombel,Cupide et Psyché s/d


Herbert James Gunn – s/t s/d


Carl Larsson (1853-1919),Suíça.
Summer. Rose and Back


Boris Koustodiev Krassavitsa
Vénus russe,1926


Juan Gris,Portrait de Josette,1916


George C. Ault,American, 1891-1948
The Stairway,1921


Bartolomeo Giuliano
Susa 1825,Milano 1909
Paesaggio marino con fanciulla,1883


Vincent van Gogh
The Old Tower in the Fields,1884


Alexei Jawlensky
Russian, 13/03/1864 – 15/03/941
Red roofs,circa 1907


Escultura de Victor Reye – s/t s/d


Gregorio Sciltian
Armenian 1900/Rome 1985
Betsabé, 1953


Marcel Gromaire
Le Wagon de Métro,1923,
Musée d’Art Moderne, Paris


Paul Gauguin – s/t


Erik Ludvig Henningsen
Danish, 1855-1930,The Morning Ride


Julius LeBlanc Stewart
1855, Philadelphia/1919, Paris
Mujer semidesnuda,1877


Henri-Joseph Harpignies
France, 1819-1916,Moonlit, 1889


René Magritte,Le plagiat,1942


Nick Alm – s/t s/d


Tamara de Lempicka
Portrait de Madame Madame Allan Bott


Constance Mayer
Vénus et lamour endormis caressés et réveillés par les Zéphirs,1806

Artes Plásticas – XLII

Escultura de Benoist Van Borren


Sandro Botticelli
Retrato de Simonetta Vespucci,1490
057 x 042cm


Sebastiano Ricci,1659 – 1734
Hercules and Omphale


Instalação de Ai Weiwei,installed,886
Bienal de Veneza,2013


André Deymonaz ( França 1946)
Somewhere in Provence


Andre Derain
Charing Cross Bridge, London,1906


Serafima Blonska
Pussy Willow Sunday,1900


Ton Dubbeldam
Home in the Heart of the Country – s/d


Os incríveis desenhos hiper-realistas feitos a lápis de Kohei Ohmori


Ex-Libris


René Magritte,The blank signature,1965


Allan Friedlander,Pleasant Heart s/d


Craig UnderhillArtes Plásticas,Cerâmicas,Blog do Mesquita,Craig Underhill


Alexandre Osmyorkin (1892 – 1953)
View from the window on city street ,1930


Escultura de Chris Kircher


Escultura de Joe Brubaker


Andreassen Baade,Norwegian, 1808-1879,
A Norwegian Fjord by Moonlight, 1855


Ivan Shishkin,Grass, 1892


Robert Kirkland Jamieson (1881 – 1950)
s/t s/d

Approach to a Cotswold Village s/d

The Valley of the Clyde s/d

A Sluice on the Windrush s/d

A Cotswold Farm s/d

A Road in Suffolk s/d


Lisa Adams,Revelation, 2015

Artes Plásticas – Pinturas

Rene Magritte,Pandora Box,1951


Edvard Munch – Evening,1888


Eggert Petursson – s/t – s/d


Philippe de Rougemont
“Danseurs dans le vestiaire”,1959


Willism Chase – The Keynote1915

Artes Plásticas – Pinturas

Adelsteen Normann
Noorwegen 1848-1918

Jens Ferdinand Willumsen Holanda, 1863-1958
Café de Provence, 1943

Jules-Schyl
Swedish-1893-1977

Rene-Magritte
A-La-Rencontre-du-Plaisir-Towards-Pleasure,1950
oil-on-canvas-50-x-60-cm

O chapéu, a maçã, o cachimbo: a atualidade de Magritte

Exposição em Frankfurt mostra como surrealista belga elevou formas simples a uma dimensão filosófica, o que o torna bastante atual e um dos elementos prediletos da cultura pop.

Ausstellung Schirn Kunsthalle Frankfurt Magritte (VG Bild-Kunst, Bonn 2017)“A traição das imagens” (“Isto não é um cachimbo”), de 1935, também intitula a exposição

Enquanto uma pintura de Salvador Dalí leva o observador a uma experiência onírica, os quadros de René Magritte possuem sempre um toque intelectual.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Agora os visitantes do espaço de exposições Schirn Kunsthalle, em Frankfurt, poderão observar 70 obras do surrealista belga, entre elas, pinturas bastante conhecidas como O doador feliz ou A traição das imagens, quadro ícone da arte moderna.

Hergé e Magritte: os gênios belgas do século 20

“Com sua inconfundível linguagem visual, René Magritte é um dos artistas mais populares e influentes do século 20”, diz o diretor da Schirn Kunsthalle, Philipp Demandt.

A exposição em Frankfurt destaca a confrontação de Magritte com a filosofia. Seus quadros-palavras giram em torno da relação entre imagem e linguagem: A traição das imagens é o título da mostra, mesmo nome de uma das pinturas mais célebres do surrealista belga (famosa pela frase Ceci n’est pas une pipe ou Isto não é um cachimbo).

Com o confronto entre texto e imagem, Magritte formulou suas dúvidas sobre a representação visual da realidade, questionando fundamentalmente a percepção. Para o pintor, o nível da linguagem sempre foi importante: “Ao completá-la, um título justifica uma imagem.”

Ausstellung Schirn Kunsthalle Frankfurt MagritteFamosos quadros como “O doador feliz”, de 1966, podem ser vistos em Frankfurt

Outras obras do artista questionam a invenção e a definição da pintura. Os métodos quase científicos perseguidos por Magritte mostram que o pintor não era um homem de respostas simples.

E ele nutria suspeitas frente ao realismo simplista. O objetivo declarado dos surrealistas era abalar experiências, pensamentos e visões corriqueiras.

Considerado o principal representante do surrealismo belga, Magritte foi ao encontro dessa pretensão de seus colegas de estilo com uma grande porção de ironia. Ele não dava importância a profecias e visões. Ele não se via, em primeira linha, como um artista, mas como “um ser humano pensante que pinta.” Mais tarde, o pintor belga se ocupou intensamente dos filósofos alemães Hegel e Heidegger e do francês Maurice Merleau-Ponty.

Na cultura pop

Chapéu, maçã, cortina: o imaginário de René Magritte se apresenta, muitas vezes, em formas simples e, por isso, pode ser facilmente reconhecido. Isso fez com que essa linguagem visual se tornasse, posteriormente, um dos elementos prediletos da cultura pop. Algo que é até hoje.

Ausstellung Schirn Kunsthalle Frankfurt MagritteRené Magritte (1898-1967) se achava “um ser humano pensante que pinta”

Na internet, especialmente nas redes sociais, as imagens bem-sucedidas são aquelas facilmente compreensíveis e que podem ser facilmente trabalhadas. Isso também se aplica aos motivos aparentemente simples de Magritte.

Sob a hashtag #renemagritte, encontram-se muitas reproduções. Se isso abre a profundidade filosófica do artista, é outra questão. Quem quiser mergulhar mais profundamente na obra do surrealista belga poderá, até 5 de junho próximo, visitar a exposição A traição das imagens em Frankfurt.
DW