Marina Silva – O mutismo conveniente e omisso

Cadê a rainha das selvas, a candidata melancia – verde por fora vermelho por dentro?

[ad name=”Retangulo – Anuncios – Esquerda”]Os 20.000.000 de votos não são capazes de tira marina Silva de cima do muro?
Marina é muito mais PT do que a própria Dilma, que no Rio Grande do Sul era do PDT e apenas filiou-se ao PT quando foi convidada para ser ministra.

Marina é uma obscurantista secular que se acha uma divindade, uma enviada de Deus, acima do bem e do mal, superior aos reles mortais.
Agora, a verde fingi-se de morta enquanto o país pega fogo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Caso Renan x STF

Ministra Rosa Weber vota pelo conhecimento da ADPF movida pelo partido Rede Sustentabilidade. A ministra fundamentou o voto argüindo pressupostos e constitucionais teleológico.

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Ministro Fux também acompanha o relator Ministro Facchini. Marco Aurélio vota pelo acolhimento da ação.
Celso de Melo também acolhe a ação.

Ps. Como esperado o Toffoli, argh, pediu vistas no processo. Assim sentará sobre o processo até que o mandato do Renan na presidência do Senado tenha sido concluído.

FrankTremer abre “champã”.
Minha nossa! E as panelas?

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Dona Marina Silva e a política melância

“Nova política” da Rede Sustentabilidade tem alianças com DEM, PSDB e PMDB

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Criado sob o lema de uma “nova política”, a Rede Sustentabilidade fará alianças com partidos que vão da esquerda à direita nas eleições municipais de outubro.

Levantamento da Folha de S.Paulo deste domingo (14) mostra que DEM, PSDB, PMDB e Psol são algumas das siglas que terão apoio ou apoiarão candidatos próprios do partido de Marina Silva.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Em sua estreia em eleições, a Rede terá candidatos próprios em 11 capitais brasileiras. Em algumas das demais capitais, o partido de Marina fez alianças bem heterodoxas.

É o caso do prefeito de Macapá, Clécio Luís, um dos nomes mais competitivos da Rede e que disputa a reeleição com o apoio do DEM, PSDB, PCdoB e apoio informal do Psol e do PCB.

Senador Aécio Neves (PSDB) recebeu apoio de Marina Silva no segundo turno das eleições presidenciais Senador Aécio Neves (PSDB) recebeu apoio de Marina Silva no segundo turno das eleições presidenciais.

A Rede vai apoiar, também, candidatos do PSB. A aliança não é nova, já que Marina integrou a aliança que teve Eduardo Campos (PSB) como cabeça de chapa e, após a morte trágica do ex-governador de Pernambuco, assumiu a candidatura na eleição presidencial de 2014. Em duas outras capitais – Porto Alegre e Curitiba

Visto por cientistas políticos e especialistas no cenário nacional como o partido mais fisiológico e menos ideológico do espectro de mais de 30 legendas, o PMDB vai receber apoio da Rede Sustentabilidade em pelo menos duas capitais.

Até o momento, candidatos peemedebistas são apoiados pelos integrantes do partido de Marina Silva em Porto Alegre e em Curitiba.

À reportagem do jornal, o porta-voz nacional da Rede, afirma que o partido aposta na “indignação com o sistema político” e que a ordem é firmar alianças “programáticas”: “A ‘nova política’ está para além do rótulo do que é um partido”, argumenta o representante da Rede Sustentabilidade.

Eduardo Cunha: Rede quer antecipar votação do processo contra cunha

Deputado Molon vai apresentar requerimento para Cunha ser cassado em 24 horas

Política: Rede pede ao Supremo afastamento de Cunha

O partido de Marina Silva, Rede Sustentabilidade, protocolou no STF nesta terça-feira uma ação que pede o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara.

Por sorteio, a petição foi à mesa do ministro Marco Aurélio Mello, que será o relator.

Argumenta-se na ação que Cunha, já acomodado pelo STF no banco dos réus em processo da Lava Jato, não pode permanecer na linha de sucessão da República. Com o provável afastamento de Dilma Rousseff e a consequente ascensão do vice Michel Temer, Cunha passará a ser o número 2 da República, substituto eventual do presidente da República.

A legenda de Marina sustenta que um réu em ação penal não pode ser mantido em posição que o habilite a assumir a Presidência.

Pede-se ao Supremo que aplique, por analogia, o artigo 86 da Constituição, que anota em seu primeiro parágrafo:
“…o presidente ficará suspenso de suas funções: nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”.

Argumenta-se que a limitação imposta aos réus se aplciaria a todas as pessoas que, por força da Constituição, são passíveis de assumir a Presidência.

Na linha de sucessão, quem vem depois de Cunha é o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Ele responde a nada menos que 12 inquéritos no STF, 11 relacionados à Lava Jato e um da Operação Zelotes.

Renan também carrega sobre os ombros uma denúncia que a Procuradoria-Geral da República protocolou no STF há mais de três anos.

Nela, o senador é acusado de custear com verbas de uma empreiteira despesas de um filho que teve fora do casamento.

Porém, diferentemente do que sucedeu com Cunha, a denúncia contra Renan ainda não julgada pela Suprema Corte. Assim, o multi-investigado Renan não pode, por ora, ser chamado de réu.

Parlamentares de seis partidos —PSOL, PT, Rede, PCdoB, PDT e PPS— entregarão nesta terça ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, uma carta na qual pedem pressa na decisão sobre Cunha.

Além da ação da legenda Rede, há no Supremo um pedido de afastamento de Cunha do seu mandato de deputado.

Foi formulado em dezembro de 2015 pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot.

A fundamentação é outra.

Alegou-se que Cunha usa o poder político para obstruir e prejudicar investigações.
Josias de Souza