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Flávio Bolsonaro comprou 12 salas com dinheiro frio que não passou por sua conta

O MP-RJ relata o uso de dinheiro vivo, cheques de terceiros e boletos bancários.

Durante dois anos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, desembolsou quase R$ 300 mil na compra de 12 salas comerciais com recursos de origem incerta que sequer passaram por sua conta bancária, segundo aponta investigação do MP-RJ (Ministério Público do Rio). O UOL apurou que a informação consta na denúncia protocolada no Órgão Especial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) contra o senador.

De acordo com os investigadores, os valores usados por Flávio Bolsonaro —à época deputado estadual— entre 2008 e 2009 para dar entrada em 12 salas comerciais e pagar o financiamento desses imóveis não passaram por sua conta bancária. O MP-RJ relata o uso de dinheiro vivo, cheques de terceiros e boletos bancários. As salas ficam no Barra Prime Offices, centro comercial de alto padrão na Barra da Tijuca, área nobre na zona oeste do Rio.

A defesa de Flávio tem reiterado que ele é inocente e feito críticas à denúncia do MP-RJ, dizendo que ela contém “vícios processuais, enganos e erros de cálculo”. Procurada pelo UOL sobre o pagamento das 12 salas comerciais, a defesa não comentou.

Para o MP, o uso frequente de dinheiro vivo é uma forma de ocultar a origem dos recursos, supostamente ilícita. Já as transações com imóveis são apontadas como uma forma de lavagem de dinheiro, integralizando parte do valor desviado ao patrimônio formal de Flávio.

Flávio, sua mulher Fernanda Bolsonaro, o ex-assessor Fabrício Queiroz e mais 14 pessoas foram denunciados por suposta participação em um esquema de corrupção para o desvio de parte dos salários de assessores de seu gabinete na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) —conhecido como rachadinha. O MP-RJ afirma que Flávio comandou uma organização criminosa que nomeou funcionários fantasmas e se apoderou de grande parte dos salários pagos a eles entre 2007 e 2018.

Anotação de corretor de imóveis é nova prova contra Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas

Uma nova prova apresentada na denúncia contra Flávio Bolsonaro pelo Ministério Público do Rio reforça a acusação de que o filho 01 de Bolsonaro fez uso de dinheiro das “rachadinhas” para quitar a compra de apartamentos no Rio. Por meio da quebra de sigilo da nuvem do email do americano Glenn Dillard, os promotores identificaram que ele registrou na agenda de seu celular um encontro para o fechamento do negócio com o casal Bolsonaro.

Entre as anotações de Dillard, que foi o responsável pela venda dos imóveis, os promotores destacam na denúncia a frase “Closing at HSBC”, o que indica, para os investigadores, que eles fecharam o negócio em um agência bancária no centro do Rio.

As investigações já tinham identificado que, no mesmo dia em que a compra dos apartamentos foi registrada em cartório, por R$ 310 mil, Dillard efetuou ainda um depósito de R$ 638 mil em dinheiro vivo em uma agência do HSBC que fica a uma rua do cartório onde foi lavrada a escritura. Para o Ministério Público, o pagamento em espécie feito no momento da escritura foi realizado com dinheiro oriundo do esquema das rachadinhas na Alerj.

Dillard é um dos 17 denunciados no caso, com Flávio e Fernanda Bolsonaro. Em seu depoimento, há três meses, o senador foi questionado se teve algum encontro na agência bancária para fazer o pagamento relativo aos imóveis, mas disse que não se lembrava. Ele também afirmou que não se recordava se a aquisição envolveu dinheiro em espécie.

Ao citar as anotações coletadas no celular do corretor, a denúncia do MP destaca que “todas essas circunstâncias deixam claro que os valores ilícitos foram entregues ao procurador (Dillard) pelo casal Bolsonaro, ou a seu mando, no interior da agência bancária no dia da assinatura das escrituras de compra e venda dos imóveis, e que o dinheiro em espécie foi depositado juntamente com os cheques”.

Flávio Bolsonaro e mulher receberam R$ 295,5 mil em depósitos sem origem conhecida para pagar apartamento na Barra

Flávio foi denunciado como líder da organização criminosa; Defesa do senador alega erros no documento apresentado ao Judiciário e ‘tese acusatória forjada’.

As contas do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e da mulher dele, a dentista Fernanda Bolsonaro, receberam, entre abril de 2014 e agosto de 2018, R$ 295,5 mil em dinheiro vivo, por meio de 146 depósitos “sem origem conhecida”, para pagar parcelas de um apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

O Ministério Público do Rio apontou a informação na denúncia, a que o Globo teve acesso, oferecida ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio. O documento reúne o resultado da investigação sobre o esquema de “rachadinhas” no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Flávio foi denunciado como líder da organização criminosa e ainda por peculato, lavagem de dinheiro. Procurada, a defesa do senador afirmou em nota que não comentaria detalhes do caso, mas qualificou a denúncia como “insustentável”. Outras 16 pessoas, entre elas seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, apontado como operador do esquema, também foram denunciadas pelo MP.

Flávio e Fernanda adquiriram, em maio de 2014, o imóvel localizado na Avenida Lúcio Costa, em frente à praia da Barra. Os dois residiram no apartamento com as duas filhas antes de se mudarem para Brasília, em 2018, quando Flávio foi eleito para o Senado. A pouco mais de 600 metros do prédio, está localizado o condomínio Vivendas da Barra, onde morava Jair Bolsonaro e onde reside até hoje o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), irmão de Flávio.

Os depósitos em questão foram identificados na quebra de sigilo bancário do senador e da mulher dele e, segundo a denúncia, “não encontram lastro em valores sacados nas contas do casal” e, portanto, “não provêm de suas fontes lícitas de renda, mas sim dos valores desviados da Alerj pelos ‘assessores fantasmas’, por intermédio de operadores financeiros”. Entre eles, o MP cita Queiroz, que integrou a equipe de Flávio, entre 2007 e 2018, enquanto ele exercia o mandato de deputado estadual pelo Rio.

De acordo com o MP, o imóvel, com valor declarado na compra de R$ 2,55 milhões, foi quitado por meio de cheques, transferências e um financiamento bancário. A conta de Fernanda foi utilizada para pagar um sinal de R$ 50 mil, antes da compra do apartamento, e a de Flávio para abater, posteriormente, as parcelas de um crédito imobiliário de cerca de R$ 1 milhão. Ambas as contas, segundo o MP, foram irrigadas com valores de procedência desconhecida, depositados em dinheiro vivo e de forma fracionada.

A denúncia afirma que, conforme registrado nos extratos, “a conta bancária do denunciado Flávio Nantes Bolsonaro recebeu 141 (cento e quarenta e um) depósitos de dinheiro vivo em valores fracionados que somados representam o ingresso de R$ 275.500,00 em seu patrimônio sem origem conhecida”, entre os dias 12 de junho de 2014 e 09 de agosto de 2018 .

O sinal pago por Fernanda pelo apartamento, em abril de 2014, também foi precedido por aportes na conta dela. A mulher de Flávio recebeu cinco depósitos fracionados que somaram R$ 20 mil, em 22 de abril daquele ano. Quinze dias depois, em 7 de maio, um cheque de R$ 50 mil foi descontado, referente à entrada do apartamento paga ao comprador do apartamento na Barra, David de Macedo Neto. De acordo com o MP, a mulher de Flávio não tinha lastro para arcar com valor e, por isso, precisou do aporte. A finalidade seria, segundo o MP, “ocultar a origem dos recursos”.

*Com informações de O Globo

Clique Aqui>> Um olhar fora da bolha: Fatos & Fotos 16/07/2020

Boa noite.
Manhã
Guilherme Pavarin

amanheceu na minha esquina
um tanque pixado com flores
e mortalhas sobre o canhão

vizinhos posaram para selfies
homens montaram seus filhos
repórteres alisaram ferrugem

geométrico e tetânico
ele foi ficando jardim
dentadura de pneus

ao lado ergueu-se uma praça
com trânsito, louvores e pipocas
de domingo a domingo

todos à espera dos cuidados
do motorista que lá estacionou
para menos dia

num brecha de nossa vigília
botar outro tanque, mais novo
em seu lugar

Ilustração de Oleg Denisenko

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Su Xinping – s/t 2013

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Nas plagas dos Tapuias, com cacique representando a direita-jeca-sertaneja-petencostalibão, a Novilíngua ou novafala, penetra sem K&Y.

Paulo Jegues, ops!, ato falho, Guedes faz mega pedalada fiscal e a imprensa – imprensa? Hahaha – chama de ‘drible’. Hahaha.
Pelo menos R$ 55 bilhões em despesas fora do limite estabelecido pelo teto de gastos. A pedalada fiscal do ministro Paulo Guedes, deve se repetir nos próximos anos.
Impeachment? “Cês taun” delirando é? Hahaha.
A distopia do Estado de Exceção é um assombro!

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Uma coisa o Tenebroso está fazendo certo. A cloroquina é jujuba para o virus da covid-19. Ela é ineficaz tal e qual.

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Não estudou história, excelência?

Mourão disse que retirar 3.500 garimpeiros da terra Yanomami é “complexo”. Há 23 anos, sem tecnologia, o Ibama e a PF retiraram 8.000 garimpeiros da terra Nambikwara Sararéi. Nos anos 90, a PF retirou milhares de garimpeiros dos Yanomami. É impressionante o desconhecimento do Brasil nesse (des)governo ancorado nas trevas Idade Média! O senhor vice-presidente seria aprovado no ENEM?

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Da série: “Fique Em Casa”
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Soberano

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“Você queimará no inferno!”: O caso do professor condenado por ensinar a teoria de Darwin. Há 95 anos, o professor de biologia John Thomas Scopes foi preso e acusado de ter ensinado “uma teoria que nega a história da Criação Divina do Homem, conforme explicado na Bíblia“. Três dias depois, Scopes estava na prisão e o banco da acusado estava esperando por ele no Tribunal do Tenessee, USA.
Qualquer semelhança com o Bananil das trevas, não é mera coincidência.

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Cerâmica de Greet Ketelaers

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Brasil da série: “A vida como não devria ser”, ou “O Brasil é um Estado em estado terminal”!
À esquerda, o miliciano Queiroz. À direita, uma mãe amamentando filho na prisão e através das grades da incesatez. Esta, é a justiça brasileira. Uma porcaria! Quem tem padrinho forte, não morre pagão.

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E o Trofeu Febeapá do dia vai para o secretário do Ministério da Morte, ops!, ato falho – Saúde do desgoverno do langanhento;
“Brasil é um grande exemplo de combate à covid-19”

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Pintura de Carl Fredrik Hill
Villa at Seine, Fontainebleau – 1877

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O Brasil tem hoje apenas dois países aliados: Estados Unidos e Israel. Pelo menos, assim são considerados por nosso dejeto presidencial. Todas as outras importantes parcerias foram arruinadas por uma diplomacia vergonhosa, baseada em ofensas, infâmias e deboches.

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Só para lembrar que foi aqui que o Osmar Terra disse que o Brasil tinha chegado no pico da pandemia.

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Monalisas

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Paulo da Costa Domingos Quarentena – Poesia

É um ribeiro, uma harpa
com penugem sobre corolas
que despertam par’a Lua.
Um mar gigante com arca,
uma metrópole flutuante,
quarentena de aventura
Eu sozinho, mestre, perplexo
ante a ciência que me deste
do compasso, pétala e agulha.
Paulo da Costa Domingos, Ilícito, Averno, 2020

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Ontem foi uma mulher de 51 anos; hoje, um motoboy. Ambos negros. Agredidos e humilhados pela milícia de João Doria. Qualquer projeto político que se preze tem que ter uma agenda de combate radical ao racismo. Ou isso ou uma guerra civil represada há séculos.

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Flávio Bolsonaro,Senador,Brasil,Milícias,Corrupção,Queiroz,PSL,Blog do Mesquita

Flávio Bolsonaro autorizou irmã de milicianos a assinar cheques de sua campanha ao Senado

Flávio Bolsonaro,Senador,Brasil,Milícias,Corrupção,Queiroz,PSL,Blog do MesquitaEx-funcionária de Flávio Bolsonaro na Alerj faturou R$ 55 mil durante a campanha eleitoral.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Flávio Bolsonaro (PSL), autorizou sua ex-funcionária Valdenice de Oliveira Meliga – irmã de dois milicianos presos, os gêmeos Alan e Alex Rodrigues Oliveira – a assinar em seu nome cheques de despesas da campanha vitoriosa ao Senado. Reportagem da revista IstoÉ deste fim de semana exibe dois desses cheques: um de R$ 3,5 mil e outro R$ 5 mil.

Valdenice era lotada no gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), foco da investigação que tem o ex-policial Fabrício Queiroz como suspeito de “movimentações atípicas” de milhões de reais.

“Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem ele deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Eleitoral, para cumprir a tarefa. Mas não só. Aos poucos, Val Meliga revela-se uma personagem que pode ser tornar ‘nitroglicerina pura’ para Flávio Bolsonaro. Ela é uma das pontas de um intrincado novelo que une as duas maiores fragilidades que hoje fustigam o filho do presidente da República e seu partido, o PSL: além do envolvimento com as milícias do Rio de Janeiro, o uso de supostos laranjas e expedientes na campanha para fazer retornar ao partido dinheiro do fundo partidário”, diz trecho da reportagem assinada por Wilson Lima.

A publicação diz que um dos cheques assinados por Valdenice (R$ 5 mil), referente à contabilidade das contas de Flávio, foi destinado à Alê Soluções e Eventos Ltda, empresa de Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira. Ela também era funcionária do gabinete do agora senador na Alerj, com salário de R$ 5,1 mil.

Além disso, Alessandra estava vinculada à liderança do PSL na Alerj, do qual Flávio era o líder titular. Na época da campanha, continua a reportagem, Alessandra atuava como primeira tesoureira do PSL, mas sua empresa não foi contratada apenas para fazer a contabilidade do então candidato.

“Ela, a primeira-tesoureira do PSL, ou seja, a pessoa a quem cabia destinar os recursos, fez, por meio de sua empresa, a contabilidade de 42 campanhas eleitorais do PSL do Rio. Ou seja: cerca de um a cada cinco postulantes a um cargo político pelo PSL do Rio deixou sua contabilidade aos serviços da Alê, empresa de Alessandra, tesoureira do partido. Assim, a responsável por entregar e distribuir os recursos do partido tinha parte do recurso de volta para as contas de uma empresa de sua responsabilidade”, acrescenta a IstoÉ.

A matéria diz ainda que, para atrair candidatos, Alessandra Oliveira oferecia pacote de contabilidade mais barato do que os disponíveis no mercado àquela época. A revista explica que, “normalmente”, a administração das contas de uma campanha eleitoral tem preço fixado em R$ 4 mil por empresas de contabilidade, mas Flávia cobrou R$ 750 de candidaturas “menores”. A tabela de importância seguia os seguintes critérios: R$ 3 mil para candidatos com chances medianas de se eleger; R$ 5 mil para os candidato mais fortes, caso de Flávio Bolsonaro. Ela faturou no “atacado”, acrescenta a publicação, e não no “varejo”, e ao todo embolsou R$ 55 mil com as campanhas.

Área de milícia

“Há outros aspectos estranhos que envolvem a empresa de contabilidade de Alessandra. A Alê Soluções foi constituída em maio de 2007. E, no começo, era somente uma empresa de eventos, como a de Val Meliga. Segundo, porém, o registro junto à Receita Federal, existem dez atividades econômicas secundárias mais tarde incorporadas à empresa. O mais próximo de contabilidade que aparece são ‘Serviços combinados de escritório e apoio administrativo'”, continua a matéria.

“A empresa tem capital social de R$ 60 mil. Para a Receita Federal, a Alê Soluções está localizada na Estrada dos Bandeirantes 11216, na Vargem Pequena. Talvez seja só coincidência, mas a Vargem Pequena, em Jacarepaguá, é uma das áreas cariocas dominadas pelas milícias. Para o Tribunal Regional Eleitoral, no entanto, o endereço anotado é Avenida das Américas número 18000 sala 220 D, no Recreio dos Bandeirantes. Esse é simplesmente o endereço da sede do PSL do Rio”, acrescenta.