Aviação: (des) conforto ao extremo

Segundo artigo do New York Times, embora a evolução do design e dos materiais utilizados nos assentos dos aviões de carreira permitissem hoje uma maior distância entre as fileiras, o que aconteceu foi o contrário.
Desde 1978, a classe econômica perdeu quase 8 centímetros de espaço entre as suas fileiras.
As cadeiras ficaram mais finas, mas o precioso espaço ganho foi preenchido por mais filas, para desespero dos viajantes.
E se depender de um estudo da Airbus, a classe econômica de hoje seria um luxo do passado.
Nada como ganhar 5 polegadas (cerca de 13 centímetros) utilizando assentos em que o passageiro viaja em pé!

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Olhe essa – VII/06 – Aperto.

Segundo artigo do New York Times, embora a evolução do design e dos materiais utilizados nos assentos dos aviões de carreira permitissem hoje uma maior distância entre as fileiras, o que aconteceu foi o contrário.
Desde 1978, a classe econômica perdeu quase 8 centímetros de espaço entre as suas fileiras.
As cadeiras ficaram mais finas, mas o precioso espaço ganho foi preenchido por mais filas, para desespero dos viajantes.
E se depender de um estudo da Airbus, a classe econômica de hoje seria um luxo do passado.
Nada como ganhar 5 polegadas (cerca de 13 centímetros) utilizando assentos em que o passageiro viaja em pé!

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