Temer sobe para 53/%. Ddesaprovação

Após entrevista, reprovação de Temer cresce 24,28% e chega a 53,75% nas redes sociais.Renan Calheiros, Michel Temer e Rodrigo Maia em entrevista no domingo

Renan Calheiros, Michel Temer e Rodrigo Maia em entrevista no domingo

Índice de aprovação caiu 18,71%, chegando a 11,08%

Após a coletiva de imprensa, domingo (27) com os presidentes da República, Michel Temer, do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sobre a polêmica envolvendo as denúncias do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, e também após a entrevista do próprio Calero, o índice geral de aprovação de Michel Temer caiu em 18,71%, em comparação ao dia 20 de novembro.

O índice de indecisos reduziu em 18,44% e o índice de reprovação aumentou em 24,28%, com a migração, em sua maioria, de indecisos.

Os dados são da Ripjar.com – empresa que criou uma plataforma de inteligência de dados que analisa, interage e visualiza dados em tempo real na internet.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Academia Nacional de Medicina propõe ação contra decreto da pílula do câncer

O presidente da Academia Nacional de Medicina, professor Francisco Sampaio, propôs nesta quinta-feira (14) em sessão plenária uma ação contra o decreto da presidente Dilma Rousseff, assinado na quarta-feira (13), sobre a pílula do câncer.

Fosfoetanolamina Sintética,Pílula do Câncer,Blog do Mesquita

Cabe ação contra a presidente Dilma Rousseff junto ao Supremo Tribunal Federal por crime de responsabilidade com a saúde pública.

A Academia Nacional de Medicina encaminhou, na quinta-feira (14), uma carta à presidente Dilma na qual alerta para os riscos da “pílula contra o câncer”, a fosfoetanolamina, cuja permissão de uso foi sancionada.

O presidente da ANM, Francisco Sampaio, alertou para os riscos da medicação: “Diversos órgãos e entidades científicas, como Anvisa, USP e a Academia Nacional de Medicina, indicaram que a presidente tinha o dever de vetar este projeto equivocado, que coloca em risco o tratamento correto e, portanto, a saúde dos doentes, além de abrir grave precedente ao controle de medicamentos no Brasil, colocando nosso país em situação de inferioridade científica e de controle sanitário.” [ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Veja a carta:

Excelentíssima Presidente Dilma Rousseff comete equívoco contra saúde, talvez por mal aconselhamento

Hoje, dia 14 de abril de 2016, pedimos a reflexão da Vossa Excelência, Presidente Dilma Rousseff, para que esta data não se torne trágica por contradizer a ciência e a inteligência brasileiras.Contrariando todas as atitudes e manifestações das áreas competentes, foi sancionada pela Senhora Presidente Dilma Rousseff a lei que permite o uso da “pílula do câncer”. A lei, à revelia da Anvisa, permite o uso da fosfoetanolamina por pacientes com câncer, independentemente do tipo celular, órgão afetado e estagio clinico do tumor. 

Diversos órgãos e entidades científicas, como Anvisa, USP e a Academia Nacional de Medicina, indicaram que a presidente tinha o dever de vetar este projeto equivocado, que coloca em risco o tratamento correto e, portanto, a saúde dos doentes, além de abrir grave precedente ao controle de medicamentos no Brasil, colocando nosso país em situação de inferioridade científica e de controle sanitário. 

Lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) através do excelentíssimo senhor presidente, Ricardo Lewandowski, já havia autorizado a Universidade de São Paulo (USP) a interromper o fornecimento da substância fosfoetanolamina sintética a pacientes com câncer. Na sua petição de suspensão de tutela antecipada, a USP afirma que a liberação da substância “cuja eficácia, segurança e qualidade são incertas” coloca em risco a saúde dos pacientes.

A Academia Nacional de Medicina lembra ainda que a USP entrou com processo contra o professor aposentado do Instituto de Química da USP de São Carlos, Gilberto Chierice, que coordenava os estudos sobre a fosfoetanolamina e distribuía as pílulas, num ato típico de exercício ilegal da medicina, pois nem médico é. A USP representou contra o professor aposentado pelos crimes contra a saúde pública e curandeirismo. Além disso, a USP também fechou o laboratório que produzia a “pílula do câncer”. 

Contra todos que cientificamente somos conhecedores da matéria, a senhora Presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos esta lei que agride a nossa comunidade médica e científica e poderá colocar em risco a saúde dos doentes. 

Como presidente da Academia Nacional de Medicina, bicentenária instituição científico cultural mais antiga do Brasil, que reúne e sempre reuniu, com humildade, quase toda a excelência da medicina brasileira, vou propor em assembleia com todos os acadêmicos, o direito, se couber, de nossa entidade ajuizar contra determinação legal que, torno a reafirmar como todos já disseram, ser danosa ao paciente.

Francisco J.B. Sampaio

Presidente

Tópicos do dia – 06/05/2012

07:53:17
Socialismo à moda de Ipanema
Chico Buarque vai receber uma ajuda financeira indireta do Ministério da Cultura, comandado pela irmã Ana de Hollanda. O empurrão financeiro vai ajudá-lo a vender livros no mercado asiático.

Que maravilha viver retoricamente o socialismo moreno ipanemense.
Aliás, até hoje não entendi por que esse tão ardoroso “fanzoco” do Fidel Castro preferiu comprar um partamento em uma das regiões mais caras e elitistas, Avenue Foch à parte, da decadente capitalista Paris – Marais – podendo fazê-lo na efervescente, desenvolvida e socialista praia de Varedero em Cuba.
PS. Continuo posicionamentos divergentes políticos à parte, admirando e considerando Chico Buarque como um dos 10 maiores compositores da MPB de todo os tempos. “Sabiá”, parceria com Tom Jobim é uma peça sifônica da mais alta qualidade poética e musical. Mas, tem sempre um, mas né?, ele não precisaria incorporar à sua discografia a monocórdica e primária “A Banda”, que ao lado da não menos pueril “Pra não dizer que não falei de flores”, do Vandré, reputo como as duas mais chatas canções da MPB.

07:54:14
Bolsa Família: diminui número de famílias assistidas
Desde a criação do Bolsa Família, no fim de 2003, até setembro deste ano, 5,856 milhões de famílias deixaram de receber as transferências de renda do governo federal. Os motivos para a saída do programa são os mais variados, mas cerca de 40% dos ex-beneficiários fazem parte de núcleos familiares que aumentaram sua renda per capita e não se enquadram mais na atual faixa de pagamento do benefício, destinado a grupos com renda mensal de até R$ 70 por pessoa ou rendimento individual mensal na faixa que vai de R$ 70 a R$ 140.

Outras dezenas de razões justificam o cancelamento da transferência no período, como por exemplo o não cumprimento de condicionalidades na área de educação e saúde (117 mil famílias), revisão cadastral não concluída (613,1 mil famílias) e até mesmo decisão judicial (20 mil famílias).

Nas contas do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o estoque de famílias que tiveram as transferências canceladas por aumento de renda per capita é de 2,227 milhões nos últimos oito anos. Esse universo é composto principalmente por pessoas dentro do grupo que foram beneficiadas pela atual política de valorização do salário mínimo. Ao conseguir um trabalho formal elas podem ser identificadas pelos gestores municipais ou a partir da base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. Além disso, também se destacam pequenos empreendedores que montaram negócios e quem foi alcançado pela aposentadoria rural ou pelo Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), que pagam um salário mínimo para ex-trabalhadores rurais, idosos e deficientes.
Por Luciano Máximo | VALOR

11:25:46
Após deixar prisão, Cacciola estuda propostas de emprego
O ex-banqueiro ítalo-brasileiro Salvatore Alberto Cacciola, de 68 anos, revelou que está se “adaptando à liberdade” e estuda propostas de emprego no Brasil e na Itália um mês após conseguir a extinção completa de sua pena na Justiça do Rio.

Mesmo livre da punição de 13 anos de prisão, ele não pode atuar pelos próximos dez anos em atividades sob a área de fiscalização do Banco Central (BC), por condenação da própria autoridade monetária. As informações foram publicadas no jornal O Globo .

Cacciola foi preso sob a acusação de ter cometido gestão fraudulenta no Banco Marka. Juntamente com o banco FonteCindam, o Marka sofreu grandes prejuízos com a desvalorização do real ante ao dólar em 1999 e recorreu ao Banco Central (BC).

A operação de socorro do BC aos dois bancos, no valor de R$ 1,5 bilhão, foi considerada irregular pela Justiça. Condenado por gestão fraudulenta e peculato (desvio de dinheiro público), chegou a ser preso provisoriamente, mas, depois de conseguir um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), fugiu para a Itália. Em 2007, foi preso no Principado de Mônaco e, posteriormente, extraditado para o Brasil.
Jornal do Brasil

14:26:30
Au revoir Sarkozy: Hollande eleito Presidente da França.
Harris Interactive: 53% Hollande – 47% Sarkozy
Sofres: 53% Hollande – 47% Sarkozy
Opinion Way: 52,5% Hollande – 47,5 % Sarkozy
CSA: 52,5% Hollande – 47,5 % Sarkozy

22:07:49
Dilma e o fantasma da Delta
Guilherme Fiuza

Dilma Rousseff pediu a sua assessoria um pente-fino nos contratos da construtora Delta com o governo federal. A presidente da República quer saber se há irregularidade em alguma dessas obras. O Brasil assiste embevecido a mais uma cartada moralizadora da gerente. Mas o ideal seria ela pedir a sua assessoria, antes do pente-fino, uns óculos de grau. Se Dilma não enxergou o que a Delta andou fazendo com seu governo, está correndo perigo: pode tropeçar a qualquer momento num desses sacos de dinheiro que atravessam seu caminho, rumo às obras superfaturadas do PAC.

Como todos sabem, até porque Lula cansou de avisar, Dilma é a mãe do PAC. Por uma dessas coincidências da vida, a Delta é a empreiteira campeã do PAC. Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), as irregularidades nas obras tocadas pela Delta vêm desde 2007. A mãe do PAC teve pelo menos cinco anos para enxergar com quem seu filho estava se metendo. E a Delta era a principal companhia do menino, andando com ele Brasil afora num variado roteiro de traquinagens. Mas as mães de hoje em dia são muito ocupadas, não têm tempo para as crianças.
Felizmente, sempre tem uma babá, uma vizinha, uma amiga atenta para abrir os olhos dessas mães distraídas. Dilma teve essa sorte, em setembro de 2010. A CGU, que vive controlando a vida alheia – uma espécie de bisbilhoteira do bem –, deu o serviço completo: contou a Dilma e Lula (a mãe e o padrasto) que o PAC vinha sendo desencaminhado pela Delta.

Superfaturamento, fraudes em licitações, pagamento de propinas e variadas modalidades de desvio de dinheiro público – inclusive com criminosa adulteração de materiais em obras de infraestrutura – estavam entre as molecagens da empreiteira com o filho prodígio da então candidata a presidente.

De posse do relatório da CGU, expondo a farra da Delta nas obras do PAC, o que fez Dilma Rousseff? Eleita presidente, assinou mais 31 contratos com a Delta.

Talvez seja bom explicar de novo, para os leitores distraídos como a mãe do PAC: depois da comunicação à administração federal sobre as irregularidades da Delta, a empreiteira recebeu quase R$ 1 bilhão do governo Dilma. Agora, a presidente anuncia publicamente que passará um pente-fino nesses contratos, e a plateia aplaude a faxina. Não só aplaude, como dá novo recorde de aprovação a esse mesmo governo Dilma (64% no Datafolha), destacando o quesito moralização. Infelizmente, pente-fino não pega conto do vigário.

A presidente corre o risco de tropeçar de repente num saco de dinheiro que atravessa o governo rumo ao PAC
Mas o show tem de continuar. E, já que o público está gostando, a presidente se espalha no picadeiro. Depois da farra da Delta, que teve seu filé-mignon no famigerado Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Dilma diz que quer saber se a faxina no órgão favoreceu Carlinhos Cachoeira.

Tradução: depois de ter de demitir apadrinhados de seus aliados porque a imprensa revelou suas negociatas, Dilma quer ver se ainda dá para convencer a plateia de que o escândalo foi plantado pelo bicheiro. É claro que dá: se Lula repete por aí que o mensalão não existiu (e não foi internado por causa disso), por que não buzinar a versão de que o caso Dnit foi uma criação de Cachoeira?

Pelo que revelam as escutas telefônicas da Polícia Federal, o bicheiro operava com a Delta na corrupção de agentes públicos. Dilma e o PT são candidatos a vítimas desse esquema – daí Lula ter forçado a CPI do Cachoeira. O problema na montagem dessa literatura é que a Delta, mesmo depois da revelação do esquema e da prisão do bicheiro, continua recebendo dinheiro do governo Dilma – R$ 133 milhões só em 2012, e através do Dnit…

A atribulada mãe do PAC não notou a Delta, não percebeu Cachoeira, engordou o milionário esquema deles no Dnit durante anos por pura distração – e agora vai moralizar tudo isso com seu pente-fino mágico. Na próxima rodada das pesquisas de opinião, o vigilante povo brasileiro saberá reconhecer mais essa faxina da mulher destemida, dando-lhe novo recorde de aprovação.

Nesse ritmo, a CPI do Cachoeira acabará concluindo que até o escândalo do mensalão foi provocado pelo bicheiro (essa tese já existe). E Dilma conquistará para o PT o monopólio da inocência.
(Fonte: revista Época)


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Popularidade de Dilma evidencia o progressivo desprezo dos brasileiros pela política

Ensinam as boas lógicas sociológicas e antropológicas que não se deve manter um relacionamento demasiadamente íntimo nem com os centros de decisão política nem com os centros formadores de opinião pública. Isso evita que a proximidade, seja com o príncipe, seja com a massa, comprometa o balizamento da análise.
José Mesquita – Editor


Segundo pesquisa CNI/Ibope recentemente divulgada, a aprovação pessoal da presidente (aqueles que acham o jeito Dilma de governar “ótimo” ou “bom”) subiu cinco pontos percentuais desde dezembro, de 72% para 77%.

É o maior índice registrado desde março do ano passado, quando a primeira pesquisa sobre seu governo foi divulgada.

Sua popularidade é recorde após um ano de mandato, superando a todos seus antecessores neste período de gestão, incluindo seu mentor político, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ou seja, nem mesmo o tsunami de corrupção que varreu o governo no ano passado, causando a demissão de sete ministros (Antonio Palocci/Casa Civil; Alfredo Nascimento/Transportes; Wagner Rossi/Agricultura; Pedro Novais/Turismo; Orlando Silva/Esporte, Carlos Lupi/Trabalho e Mario Negromonte/Cidades), foi capaz de diminuir a popularidade da presidente, que na verdade nada fez para demiti-los, preferindo esperar que caíssem de podres.

Agora, a presidente Dilma tem dois ministros “pendurados”, como se diz na gíria do basquete, quando o jogador fica próximo de ser expulso: Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, e Fernando Bezerra, da Integração.

Apesar das gravíssimas acusações contra os dois ministros, Dilma Rouseff finge que não é com ela e segue em frente, sem demonstrar a menor intenção de afastá-los.

E sua popularidade aumenta, ao invés de diminuir.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Alguém poderá justificar o resultado da pesquisa citando James Carville, ex-assessor de Bill Clinton que garantiu seu lugar no panteão das citações universais ao cunhar a frase “É a economia, estúpido!”, escrita num quadro de avisos da bem-sucedida campanha do presidente dos EUA à reeleição.

No caso do Brasil, esse lance da “economia, estúpido” parece não ser o motivo principal da popularidade de Dilma, que inclusive tem mais prestígio do que o governo, vejam só que dado interessante.

A situação evidencia também o progressivo desprezo dos brasileiros pela política e pelos poderes constituídos, porque outras pesquisas de opinião indicam que as pessoas não confiam mais nos três poderes, muito pelo contrário.

Hoje em dia, cá entre nós, as pessoas nem mesmo conseguem se indignar com a corrupção. Acham que todos os políticos são iguais. Esta é a nossa verdade.

Já comentamos aqui que o Brasil se tornou um país politicamente insípido, incolor e inodoro, com uma juventude que só pensa em imitar os mais velhos e se dar bem, a qualquer custo.

O quadro é este, com as honrosas exceções de sempre, que apenas confirmam a regra.

No Congresso, por exemplo, destaque para os deputados Reguffe e Carlos Sampaio, entre outros.

No Senado, citemos Cristovam Buarque, Pedro Simon, Eduardo Suplicy, entre outros.

Poderemos perguntar insistentemente: “Que país é esse, Francelino Pereira?”

Mas ele não responderá, porque ninguém sabe. É um país ao mesmo tempo disforme e extraordinário, pois consegue se desenvolver, apesar dos governantes.

Como dizia o antigo ditado, o Brasil cresce à noite, enquanto os políticos estão dormindo e não conseguem atrapalhar.

É um paradoxo ambulante.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

Tópicos do dia – 25/01/2012

08:41:14
Hackers ameaçam atacar Facebook
Um suposto membro do grupo Anonymous diz que pretende atacar o Facebook. Um vídeo foi publicado no YouTube pelo usuário “AnonymousVoice777” e traz o que seria uma mensagem do grupo sobre como hackers simpatizantes podem participar da “Operação Blecaute Global”, identificada pela tralha #OpGlobalBlackout no Twitter. A ofensiva foi marcada para este sábado, dia 28 de janeiro, por volta de meia-noite nos Estados Unidos, madrugada aqui no Brasil. “Embora o Facebook tenha 60 mil servidores, é possível derrubá-lo”, diz o narrador do vídeo, que pede a seus colaboradores que “não tenham medo”, pois é “a chance mais recente” de uma ação global contra a rede social.
Informação do jornal O Globo.

09:09:47
“Vado a M@#$A” Battisti.
Cesare Battisti faz negócios, e turismo, às nossas custas.
De uma maneira ou de outra, o seu, o meu, o nosso sofrido dinheirinho, finda “pingando umas merrecas” em algum inútil sindicato. Agrora leiam essa:
Assim é fácil!
O Sindicato dos Petroleiros-RJ bancou a viagem de Cesare Battisti ao Fórum Social Temático, em Porto Alegre (RS), onde ontem o terrorista vendeu seu livro. Nem a editora nem ele coçaram o bolso. Só o nosso.
coluna Claudio Humberto

13:09:55
Alô alô dona Dilma!
A carta da blogueira Yoani Sáchez – hiper-ultra censurada pelos decrépitos ditadores de Cuba, Raul e Fidel – solicitando à presidente Dilma sua (dela) interferência para obter autorização para poder vir ao Brasil receber um prêmio, continua no fundo de alguma gaveta planaltina. Até agora, ‘necas de pitibiriba’ de resposta da dama da faxina na Taba dos Tupiniquins.

13:40:10
Brasil: da série “perguntar não ofende”!
Ouço noticiário – rádio CBN – que o Ministério da Saúde faz questionário junto ao sofrido paciente – bote paciente nisso – Tupiniquim, visando saber a sua (dele) opinião quanto à qualidade (?) (mais uma figura de retórica) do atendimento no SUS.
1. Precisa aplicar questionário?
2. Que tal o ministro procurar atendimento em um hospital do SUS disfarçado de povo?

15:03:54
Foxconn recebe isenção fiscal
A Foxconn foi habilitada nesta quarta (25) a receber incentivos fiscais do governo para fabricar iPads no Brasil. A portaria interministerial foi publicada no Diário Oficial da União. O governo afirmou que a fabricante tem interesse em produzir o tablet da Apple. Os incentivos envolvem a isenção dos impostos como IPI, PIS e Cofins. A portaria foi assinada pelos ministros Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e pelo então ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que, desde terça, está no comando do Ministério da Educação.
Informações do Estadão.


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Eleições 2010, a queda de Serra nas pesquisas e Bill Clinton: ‘é a economia, idiota!’

O mais danoso na era FHC foi o descaso do governo do sociólogo que se mostrava indiferente quanto às reservas em moeda forte. Do ponto de vista da teoria macroeconômica Fernando Henrique e equipe, a par de uma visão primária, acadêmica e contábil, colocaram a economia brasileira é uma situação de grande vulnerabilidade quando surgiu a crise asiática.
O Editor


Os analistas políticos dedicam-se agora a buscar as razões para o surpreendente mau desempenho do candidato da oposição, José Serra, nas pesquisas de intenção de voto.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

As avaliações se sucedem. Focam a demora fatal do candidato na formação de alianças, especialmente nos Estados; ou, então, o menosprezo inicial dedicado à candidatura de Dilma Rousseff, considerada “o poste” à espera de transferência de votos do chefe; os sucessivos descarrilamentos na escolha do vice; a excessiva centralização das decisões de campanha; e, até mesmo, os seguidos atrasos no atendimento a compromissos que deixam os outros esperando horas a fio.

Essas razões e outras mais da mesma natureza não ajudam a empurrar o candidato. No entanto, é preciso encontrar explicação mais satisfatória em outro departamento, principalmente no comportamento da economia e seus efeitos sobre a vida do eleitor.

O presidente Lula fez lá suas bobagens, mas nenhuma chegou a ser tão grande a ponto de comprometer irremediavelmente o desempenho da economia. Depois do vacilo que proveio dos tempos em que o PT pregava “a ruPTura com o modelo neoliberal praticado por FHC”e após as denúncias insistentes da “herança maldita”, o governo Lula se dedicou a manter e, até mesmo, a incrementar o tripé que construiu o edifício econômico pós Plano Real: observância (até 2008) do superávit primário de 3,8% do PIB; sistema de metas de inflação e câmbio flutuante.

O aprofundamento da previsibilidade da economia que daí proveio desembocou no relativo controle da inflação, na valorização do poder aquisitivo do trabalhador, na expansão da massa salarial, no avanço do crédito e do consumo, no aumento do investimento, na redução da economia informal, no crescimento do emprego e no desenvolvimento de políticas de assistência social.

As pessoas mais simples não conseguem recompor todas as relações de causa e efeito, mas mantêm a percepção de que a vida melhorou. Essa sensação de um presente confortável e de um futuro provavelmente melhor é compartilhada por todas as camadas de poder aquisitivo e se reflete positivamente para o governo nas manifestações de intenção de voto.

Em 1992, quando disputou com o então presidente George Bush (pai) a Presidência da República dos Estados Unidos, o candidato do Partido Democrata, Bill Clinton, adotou um slogan intrigante engendrado pelos seus marqueteiros: “É a economia, idiota!” Foi a frase que, na época, sintetizou o desconforto geral com o desempenho sofrível da economia e de seu impacto sobre a vida do cidadão comum americano.

Por motivos opostos, a atual campanha eleitoral do Brasil começa produzindo efeito semelhante. É a população que espontaneamente manifesta sua relativa satisfação com os resultados da política econômica adotada desde os tempos da administração Fernando Henrique. E esse parece ser o fator mais importante que até aqui vinha sendo ignorado pela oposição.

Serra também não perdia oportunidade para proclamar que estava tudo errado na economia: é o sucateamento da indústria, o câmbio fora do lugar e os juros escorchantes impostos por um Banco Central com perfil de “Santa Sé”. Fica mesmo difícil mudar esse discurso e sustentar que basta que ele chegue ao governo para tudo melhorar.

Celso Ming/O Estado SP

Eleições 2010: Campanha de Serra errou na estratégia

Algumas das mais vistosas plumas tucanas fazem diante da situação atual – embora reconheçam que o jogo poderá virar – a seguinte pergunta: porque os tucanato paulista insistiu na candidatura Serra, quando o próprio Serra comentava, intramuros, não acreditar que teria chances na disputa eleitoral para a presidência da república. Para muitos, a única chance contra a candidatura da favorita de Lula, seria contrapor a de Aécio Neves, que oxigenaria a imagem do PSDB. Outro fator na argumentação de cardeais tucanos, foi ter preferido a comparação de biografias Serra X Dilma para evitar o confronto FHC X Lula, que, segundo alguns estrategistas vencidos, seria muito mais favorável a Serra. A soberba de Sérgio Guerra e cia., poderá custar caro ao PSDB.
Valerá a máxima de um dos personagens de Shakespeare de que “tudo o que começa errado terminará errado?”
O Editor


Estratégia de campanha de Serra deu ‘100%’ errado

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Todos os planos que José Serra traçara para sucessão de 2010 deram errado. Em consequência, o presidenciável tucano chega à fase do horário eleitoral gratuito, último estágio da campanha, em situação de absoluta desvantagem.

No pior cenário esboçado pelo tucanato, previa-se que Serra iria à propaganda de televisão empatado nas pesquisas com Dilma Rousseff. Deu-se algo mais dramático.

Todos os institutos acomodam Serra atrás de sua principal antagonista. No Datafolha, o fosso é de oito pontos. Vai abaixo um inventário dos equívocos que distanciaram a prancheta do comitê de Serra dos fatos:

1. Chapa puro-sangue: Serra estava convicto de que Aécio Neves aceitaria compor com ele uma chapa só de tucanos. Em privado, dizia que as negativas de Aécio não sobreviveriam a abril. Aceitaria a vice quando deixasse o governo de Minas. Erro.

2. PMDB: O tucanato tentou atrair o PMDB para a coligação de Serra. Nos subterrâneos, chegou-se a levar à mesa a posição de vice. Desde o início, a chance de acordo era vista como remota. Mas o PSDB fizera uma aposta: dividido, o PMDB não entregaria o seu tempo de TV a Dilma. Equívoco.

3. Ciro Gomes: O QG de Serra achava que Ciro levaria sua candidatura presidencial às últimas consequências. Numa fase em que Serra ainda frequentava as pesquisas com dianteira de cerca de 30 pontos, o tucanato idealizou um cenário de sonho.

Candidato, Ciro polarizaria com Dilma a disputa pelo segundo lugar, dividindo o eleitorado simpático ao governo. Mais um malogro.

4. Marina Silva: Serra empenhou-se para pôr de pé, no Rio, a aliança de seus apoiadores (PSDB, DEM e PPS) com o PV de Fernando Gabeira. Imaginou-se que, tonificado, Gabeira iria à disputa pelo governo fluminense com chances de êxito. E o palanque dele roubaria votos de Dilma para Serra e Marina.

Deu chabu. Empurrado por Lula, Cabral é, hoje, candidato a um triunfo de primeiro turno. A vantagem de Dilma cresce no Estado. E Marina subtrai votos de Serra.

5. Sul e Sudeste: O miolo da tática de Serra consistia em abrir boa frente sobre Dilma nessas duas regiões. Sob reserva, Luiz Gonzales, o marqueteiro de Serra, dizia: O Nordeste é importante, mas nossas cidadelas são o Sul e o Sudeste.

Acrescentava: Não podemos perder de muito Nordeste. E temos de ganhar muito bem no Sul e Sudeste. As duas premissas fizeram água. Ampliou-se a vantagem de Dilma no Nordeste. E ela já prevalece sobre Serra também no Sudeste.

Há 20 dias, Serra batia Dilma em São Paulo e era batido por ela no Rio. Em Minas, a situação era de equilíbrio. Hoje, informa o Datafolha, a vantagem de Dilma (41%) ampliou-se em dez pontos no Rio. Serra (25%) enxerga Marina (15%) no retrovisor.

Em Minas, Dilma saltou de 35% para 41%. E Serra deslizou de 38% para 34%. Em São Paulo, o tucano ainda lidera, mas sua vantagem sofreu uma erosão de sete pontos. Resta, por ora, a “cidadela” do Sul, insuficiente para compensar o Nordeste. Pior: Dilma fareja os calcanhares de Serra também nesse pedaço do mapa.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, a vantagem de Serra caiu, em 20 dias, de 12 pontos para oito. No Paraná, encurtou-se de 15 pontos para sete.

6. Plebiscito: Lula urdira uma eleição baseada na comparação do governo dele com a era FHC. Serra e seu time de marketing deram de ombros. Como antídoto, decidiram promover um confronto de biografias: a de Serra contra a de Dilma.

Entre todos os equívocos, esse talvez tenha sido o mais crasso. Ignorou-se uma evidência. Do alto de sua popularidade lunar, Lula tornou-se o eixo da campanha. Tudo gira ao redor dele.

Lula transferiu votos para Dilma em proporção nunca antes vista na história desse país.

7. Debates e entrevistas: Em sua penúltima aposta, o grão-tucanato previra que Serra, por experiente, daria um baile em Dilma nos confrontos diretos. Não deu.

Reza a cartilha dos marqueteiros que, nesse tipo de embate, o candidato que vai bem não ganha votos. Porém, o contendor que dá vexame sujeita-se à perda de eleitores. Para o PSDB, o vexame de Dilma era certo como o nascer do Sol a cada manhã.

No primeiro debate, promovido pela TV Bandeirantes, o escorregão não veio. Na entrevista ao “Jornal Nacional”, também não. Serra houve-se bem nos dois eventos. Porém, ao esquivar-se do desastre, Dilma como que ombreou-se com ele.

8. Propaganda eletrônica: Começa nesta terça (17) a publicidade eleitoral no rádio e na TV. O comitê tucano vai à sua última aposta. No vídeo, insistir na exposição da biografia do candidato. Serra será vendido como gestor experiente.

Vai-se esgrimir a tese de que Serra –ex-secretário de Estado, ex-deputado, ex-senador, ministros duas vezes, ex-prefeito e ex-governador— está mais apto do que Dilma para continuar o que Lula fez de bom e avançar no que resta por fazer.

Até aqui, o discurso não colou. Na propaganda adversária, o próprio Lula se encarregará de dizer que a herdeira dele é Dilma, não Serra. A julgar pelas pesquisas, o eleitor parece mais propenso a dar crédito ao dono do testamento.

blog Josias de Souza

Lixo Eletrônico e responsabilidade social

A rápida evolução tecnológica faz com que seja exponencial o aumento do descarte de produtos eletrônicos. Sabidamente os componentes de computadores, televisores, celulares e demais equipamentos eletroeletrônicos, carregam nas entranhas metais com alto teor de contaminação. Desde chumbo e mercúrio, passando por plásticos e compostos químicos com altos teores de toxidade. Esses equipamentos, descartados em lixões, oferecem risco para a saúde humana e para o meio ambiente.

No Brasil algumas iniciativas tentam resolver o problema. A mais exitosa é a da Universidade de São Paulo (USP), através do Centro de Computação Eletrônica. A unidade inaugurou, recentemente, um Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir) na Cidade Universitária. Para isso, um galpão de 400 m² foi adaptado para carga e descarga, depósito para categorização, triagem, destinação e adequação do material.
O Editor


A verdadeira revolução social em curso aumenta a responsabilidade com o lixo eletrônico

O fantasma do sucesso

*ANGELA CARDOSO, CRISTINA MARTINS SILVA e ALEX LUIZ PEREIRA – O GLOBO

O Brasil está passando por uma verdadeira revolução social. As perspectivas de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) na faixa de 7% neste ano se refletem numa população com melhores condições de vida e maiores chances de consumo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Um dos grandes destaques desse processo é o acesso das classes mais baixas a equipamentos eletroeletrônicos.

Com crédito farto e dinheiro no bolso, as famílias da classe C estão indo às compras. Computadores, celulares e televisores de plasma e LCD estão entre os sonhos de consumo que começam a ser realizados por uma parcela da população que, até bem pouco tempo atrás, estava alijada do consumo desses bens.

No que se refere aos computadores, em particular, os números por trás dessa realidade são grandiosos.

Estimativas da consultoria IDC indicam que, em 2009, foram vendidas cerca de 11 milhões de unidades, incluindo desde desktops até os modernos netbooks.

Para este ano, a previsão é que sejam mais 12,8 milhões colocados no mercado, ou um crescimento de quase 16%. Com isso, a evolução da presença do computador nas residências deve acelerar.

Hoje, ainda há muito espaço para crescimento nesse quesito, como mostram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): em 2008, apenas 31,2% dos domicílios brasileiros possuíam computadores. Apesar de baixa, é uma fatia muito superior aos 26,5% registrados no ano anterior.

Essa evolução indica uma importante melhoria da qualidade de vida da população de uma maneira geral.

Além disso, abre espaço para uma evolução educacional tanto no que se refere ao aprendizado do uso do equipamento (fundamental para o mercado de trabalho) como para o acesso ao conhecimento via a internet.

Mas, apesar de todo esse otimismo, esse crescimento do acesso aos equipamentos de informática também tem um lado extremamente preocupante, que praticamente não tem recebido atenção: milhões de computadores vendidos ao ano também representarão, dentro de quatro a seis anos, os mesmos milhões de equipamentos jogados no lixo.

Os computadores são lixo eletrônico de altíssima periculosidade. Na maioria dos casos, os equipamentos contêm metais pesados que, se descartados de maneira inadequada, contaminam o meio ambiente de forma muito grave. Também contêm, particularmente nas placas do sistema, metais preciosos como ouro e prata. Por último, os demais materiais — como plástico e outros metais — podem voltar à cadeia produtiva, na forma de matéria-prima.

Atualmente, não há uma infraestrutura preparada para gerenciar adequadamente esse lixo. São comuns inclusive casos de empresas ou usuários domésticos que, por ingenuidade ou falta de responsabilidade, simplesmente destinam computadores quebrados ao lixo comum, fadados a apodrecer nos aterros sanitários.

A ausência de fiscalização no processo de coleta de lixo e entrega nos aterros completa o processo.

Alguma esperança para melhorar o quadro foi dada no início deste mês, quando o Congresso Nacional aprovou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O conjunto de normas para regulamentar a gestão do lixo sólido produzido no país prevê que as embalagens e os resíduos de agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (de todos os tipos) e eletroeletrônicos sejam recolhidos pelos fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores .

Sozinha, porém, a nova política não anula os efeitos nocivos que o consumo exagerado pode causar ao meio ambiente. Para reverter esse quadro, é urgente cobrar que, simultaneamente ao otimismo envolvido na expansão das vendas, haja o cumprimento, por parte de toda a cadeia envolvida — incluindo distribuidores e fabricantes — das determinações legais em favor do descarte adequado dos equipamentos.

E, claro, que os volumes entregues nos aterros sejam fiscalizados, garantindo que pelo menos essa contaminação ambiental deixe de acontecer.

ANGELA CARDOSO, CRISTINA MARTINS SILVA e ALEX LUIZ PEREIRA são administradores de empresas.

Eleição presidencial 2010 – Marina Silva sai do PT e deve se filiar ao PV

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Senadora não revelou se irá concorrer à Presidência da República.
Desejo de fazer mais pelo meio ambiente foi motivo da saída.

Militante do Partido dos Trabalhadores há mais de 30 anos, a senadora Marina Silva (AC) anunciou nesta quarta-feira (19) que vai deixar a sigla e deve se filiar ao Partido Verde(PV). A decisão reforça os rumores das últimas semanas de que a senadora trocaria de partido para concorrer à presidência da República em 2010.

Marina anunciou, no entanto, preferiu não revelar se irá concorrer ao Palácio do Planalto pelo novo partido. A possível candidatura de Marina começou a ser debatida no começo deste mês, depois de o PV identificar, por meio de uma pesquisa, a capacidade eleitoral da senadora do Acre.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A senadora saiu do PT por acreditar que nenhum governo, inclusive o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria dado até hoje a devida prioridade à questão ambiental. “Não se trata de colocar o foco no PT ou no governo. Mas é que, simplesmente, é algo que não foi colocado como estratégico por nenhum partido e nenhum governo até agora. Nem no Brasil, nem em outras regiões”, disse em outras ocasiões.

Se decidir ser candidata pelo PV, Marina já terá à disposição pelo menos um pretendente a vice de sua chapa. O ex-ministro da Cultura e cantor Gilberto Gil afirmou nesta terça-feira (18) que poderia aceitar uma possível proposta para disputar as eleições de 2010 como vice de Marina.

Marina pediu demissão do Ministério do Meio Ambiente no ano passado em meio a pressões por causa da demora no licenciamento ambiental de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Na semana passada, a bancada do PT no Senado tentou evitar a saída de Marina do partido, divulgando uma carta aberta com elogios à senadora. “Desejamos sinceramente que a nossa querida companheira Marina Silva permaneça no Partido dos Trabalhadores, sua casa política, e prossiga nessa trajetória coletiva que já conquistou tanto, mas que tem tanto ainda para conquistar,” dizia o texto.

No dia 8 de agosto, em evento que marcou o encerramento das chamadas caravanas do PT em São Paulo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ser “compreensível” o convite feito pelo PV a Marina. O presidente Lula já disse várias vezes que quer Dilma como sua sucessora.

“O PV fez uma avaliação e julgou que a senadora Marina é um nome importante no cenário nacional. É compreensível isso”, disse Dilma na ocasião.

Fonte G1