Fatos & Fotos – 02/03/2021


Depufede Artur Lira, Presidente da Câmara dos Depufedes. Quem olha assim pensa ser um primor de integridade e honradez. Né? Não é não! Olhem a ficha do pareceiro do cancro presidencial:
Crimes contra a honra; Réu de 106Mil de propina na CBTU; Crime contra a Administração Pública; Lavagem de dinheiro; formação de quadrilha; Réu em três ações por corrupção ativa. Um primor de homem público.


Design – Mesa de Trabalho


O “machão”, hahaha, correu com a sela. Ou como se diz no nordeste quando o burro não aguenta levar a carga no lombo; “p**dou na rabichola”.
Temendo rejeição, Bolsonaro desiste de pronunciamento nesta terça
Jair Bolsonaro não chegou a gravar seu pronunciamento em cadeia nacional, que iria ao ar na noite desta terça-feira (2) embora os equipamentos já estivessem posicionados.


Um militar entrou pra política aproveitando a revolta da população com a economia, desemprego, corrupção, crise, para impor suas ideias preconceituosas, homofóbicas e racistas, exaltando o patriotismo, a religião e Deus. Ele se chamava Adolph Hitler. Já pensou que fosse outro né?


Sisley – Landscape – s/d s/t


Isso é inegável! A mansão comprada por Flávio Bolsonaro para cumprir a prisão domiciliar – se é que algum dia haverá – é digna de milicianos corruptos.



View of Roofs




Nova promotora que investiga Flávio Bolsonaro é madrinha de casamento da advogada de… Flávio Bolsonaro



Flavio Bolsonaro é investigado na caso das rachadinhas, todos os indícios apontando pra lavagem de dinheiro pesada com compra de imóveis e loja de chocolate, aí o que o bonito faz? Compra uma mansão de 6 milhões em brasilia. O fera aparentemente além de picareta é burro.


Foto do dia

Tublr



A mansão “Rachadinha” de R$6Milhões que #Flávio “Bost*naro” comprou em Brasília. Terá suite reservada para o #Queiroz?
Fruta que partiu! Perderam qualquer nocção de pudor que porventura chegaram a ter algum dia. Há que tirar esses cancros do poder! Seja como for!


Arquitetura – Escada

Fatos & Fotos – 01/03/2021

Bolsonaro arruma pretextos para desviar a atenção crucial, que é a vacinação e o apoio aos Estados para manter os leitos de UTI. Pazuello mente em rede nacional descaradamente e cai em contradição com o que ele mesmo disse. Isso não é um governo, é uma organização criminosa.


Johannes Vermeer
Dutch Baroque Era Painter, 1632-1675
Vista de Delf – 1659-1660
Oil on canvas, 96.5 × 117.5 cm
Royal Picture Gallery Mauritshuis


No Brasil de governante (e gangue) idiotas, livro é luxo, arma é essencial e a ignorância é obrigatória.


Lembrando que o desaparecimento dos três meninos em Belford Roxo, Rio de Janeiro, completou dois meses sem informações.
Três crianças negras da periferia desaparecidas, sem deixar vestígios, e praticamente não se fala mais nisso.
Se fossem três crianças brancas num bairro nobre, o Brasil estaria parado.


Arquitetura – Portas & Janelas-França


O Brasil é governado por um cemitério humano. E todas as muitas mortes cometidas pela milícia da familícia no Rio de Janeiro não chegam perto do genocídio que está no comandando no Brasil, onde morre uma pessoa por minuto por Covid19 há mais de mês.


Designer – CadeiraRosa Weber manda o Genocida II, a Missão, bancar UTIs no Maranhão, São Paulo e Bahia. Pançuello vai balançar a pança e mugir.


Um ano depois o Brasil continua naufragando. O vírus segue no comando, enquanto o Governo Federal lava as mãos para os estados. Segundo a Folha de São Paulo o governo não executou 80 bilhões, enquanto a pandemia chega a seu pior momento. Desse dinheiro, R$ 24,3 bilhões para vacina, não foi usado. O Cancro Presidencial precisa ser detido.


New York Times diz que Moro corrompeu o sistema judicial e é responsável direto pelo caos que o Brasil vive hoje


Sergio Cerchi – “Don Quijote” s/d s/t


As pessoas estao mergulhadas em pardoxos perigosos…misturam Deus com armas, trabalho com morte, presidente com mitologia. É preocupante demais…


Bolsonaro precisa ser detido. Seu projeto é o caos, um país em choque, o golpe de Estado que o livraria da cadeia. Está vencendo. Estamos apáticos, divididos, acuados, iludidos com uma mágica eleitoral que não está no horizonte. Bolsonaro precisa ser detido. De qualquer maneira.


Mentiroso do “garaio”! O beato sinistro das Alucinações Exteriores, não sabe do que está falando. O satélite é 100% nacional, começou a ser construído em 2008. O Inpe contratou por licitação internacional uma empresa americana para o lançamento, que subcontratou a Índia. Passou longe do Itamaraty, mais longe ainda de Bolsonaro.



Foto do dia – Fotografia de Marc Ferrez


Até tu, paladino da ética? Pastor Silas Salafraia, é indiciado pela Polícia Federal por ter participado de esquema de corrupção ligado a royalties da mineração.


Mikko Tyllinen – “Sunset”,Aquarela,s/d



Índia – Portas & Janelas – Arquitetura

Ministério da Saúde pressiona Manaus a usar cloroquina contra COVID-19

Método chamado de ‘tratamento precoce’ não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)

Medicamentos sem comprovação científica, como ivermectina cloroquina, estão sendo indicados pelo Ministério da Saúde para o chamado “tratamento precoce” contra o novo coronavírus, mesmo com a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) contestando esse tipo de tratamento. A Prefeitura de Manaus, capital do Amazonas, foi quem recebeu a “indicação”.

A informação é da Folha de São Paulo. A pasta ainda pediu autorização para fiscalizar as Unidades Básicas de Saúde como forma de “encorajar” esse tipo de tratamento.

A ideia da visita, que seria iniciada nesta segunda-feira (12/01), é de “que seja difundido e adotado o tratamento precoce como forma de diminuir o número de internamentos e óbitos decorrentes da doença”.
“Aproveitamos a oportunidade para ressaltar a comprovação científica sobre o papel das medicações antivirais orientadas pelo Ministério da Saúde, tornando, dessa forma, inadmissível, diante da gravidade da situação de saúde em Manaus a não adoção da referida orientação”, continua documento enviado à Prefeitura de Manaus, mesmo sem comprovação de autoridades científicas.
Segundo dados divulgados nessa segunda-feira (11/01) pelo Ministério da Saúde, o Brasil tem 8,13 milhões de casos de COVID-19, com 203,5 mil mortes.

Amazonas está vivendo as consequências das aglomerações em festas de fim de ano, alerta imunologista

Nos últimos 14 dias, o Amazonas viu alta de 72% nas contaminações e 80% nas mortes causadas pela covid-19 no estado.

De acordo com o ministro, entre as iniciativas estão a reorganização do atendimento nos postos de saúde e hospitais, o recrutamento de profissionais de saúde e a abertura de leitos de UTI. Além dessas medidas, informou que haverá envio de equipamentos, insumos e medicamentos. O evento foi realizado no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques.

“Minha posição aqui é de apoio. Eu sou o apoio, vou apoiá-los com minhas equipes, com tudo que vocês precisarem. E com o conhecimento que adquirimos ao longo do último ano”, disse Pazuello.
O ministro participou da entrega de dez leitos de UTI e 118 leitos clínicos no Hospital Universitário Getúlio Vargas, em Manaus.

Para o especialista em bioquímica e imunologia, Marco Antonio Stephano, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), a ajuda do governo federal ao Amazonas é positiva, mas não deve suprir totalmente as necessidades do estado neste momento.

“Não é suficiente porque os casos estão muito mais altos do que isso. Essa alta é uma consequência das festas. Passamos nove dias do fim das festas de Ano Novo e nós estamos vendo os casos subirem”, afirmou à agência de noticias Sputnik Brasil.

Em todo o Amazonas, os hospitais tanto da rede pública quanto da rede privada encontram-se com mais de 90% dos leitos ocupados, sejam normais ou de UTI.

Para Pazuello, o sistema de saúde amazonense precisa focar em diminuir a entrada de outras doenças nos hospitais. “Precisam ser tomadas medidas para diminuir a entrada nos hospitais de outras doenças, acidentes, assaltos e tiroteios. Nós temos que tentar diminuir a entrada [dessas outras doenças], porque a entrada da covid-19 a gente não domina”, disse o ministro.

Segundo Stephano, a fala do ministro é correta e o estado precisa suspender as cirurgias eletivas.

“Uma vez que as UTIs estão lotadas, você não vai fazer uma cirurgia que pode dar errado e que corre o risco de ter que colocar um paciente em UTI sem ter vaga para ele. Você acaba provocando duas mortes: a da pessoa com covid-19 e a da pessoa que está passando por uma cirurgia eletiva”, explicou.

‘Aplicativo não deve substituir médico’

Durante o evento, o Ministério da Saúde lançou o aplicativo TrateCov, ferramenta que vai implantar um novo método científico para detectar casos de covid-19 nos postos de saúde.

Sem dar muitos detalhes, o governo federal informou que o aplicativo vai utilizar “um protocolo clínico para fazer um diagnóstico rápido da doença”. Manaus será a primeira cidade brasileira a testar o TrateCov.

Stephano alertou que a novidade pode ser uma importante ferramenta para passar informações corretas aos pacientes, mas que não deve substituir a consulta médica.

“Em função dos sintomas que estão sendo apresentados, você pode ter uma perspectiva se deve procurar um médico ou não, mas um aplicativo não substitui um médico”, comentou.

Para o professor da USP, o TrateCov pode ter efeito de tranquilizar um paciente ao passar as informações corretas sobre a doença.

“O aplicativo, o atendimento e as informações tranquilizam o paciente. Isso vale a pena. Você ter com quem entrar em contato, com quem conversar, alguém que vai te passar a informação correta. Existe muita informação falsa, existe muita fake news”, disse.

‘Manaus deve abrir covas coletivas para as vítimas da covid-19’
Entre abril e junho, o maior cemitério público de Manaus teve caixões enterrados, empilhados e em valas comuns por conta do colapso do sistema funerário causado pelo novo coronavírus. Na época, o número de mortes ficou 108% acima da média histórica.

Manaus registrou 130 enterros apenas no último sábado (9). O recorde foi no dia 26 de abril, quando 140 pessoas foram sepultadas.

O imunologista lembrou que muitas estruturas que foram montadas provisoriamente no Amazonas durante o primeiro pico da covid-19 no estado acabaram sendo desmontadas, mas podem ser instaladas novamente.

“Manaus tem condições de abrir covas coletivas como já abriu no passado — começar a fazer isso tudo novamente. O que vai acontecer são enterros rápidos, sem velório, só com a família”, disse.

O prefeito de Manaus (AM), David Almeida (Avante), decretou na semana passada estado de emergência na cidade por 180 dias para tentar conter o aumento do número de casos de covid-19.

Apesar da recente alta no número de sepultamentos, Marco Antonio Stephano acredita que o sistema funerário do estado não vai entrar em colapso total novamente.

“Colapso total [no sistema funerário] eu não acredito que vá acontecer, porque isso consegue ser revertido de uma forma mais rápida. Mas você vai ter que implantar câmaras frigoríficas para manter esses cadáveres, até que seja feita a liberação do corpo, o diagnóstico correto, e tudo isso”, analisou.

O secretário Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) de Manaus, Sabá Reis, em entrevista ao portal G1, afirmou nessa segunda-feira (11) que a cidade não vai ter enterros em valas comuns e anunciou a construção de mais 22 mil lóculos, estruturas verticais popularmente conhecidas como “gavetas”, nos cemitérios da cidade. (com agência Sputnik Brasil)

O plano de Bolsonaro para a vacinação nunca existiu

Governo primeiro mentiu e depois admitiu que não tem plano contra efeitos econômicos e sanitários do coronavírus.

HÉLIO RODAK é um leitor do Intercept. Em maio deste ano, ele procurou o sistema de acesso à informação do governo federal com um pedido simples: uma cópia do plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19. Começava naquele dia uma saga que se estendeu pelos quatro meses seguintes, até culminar com o governo pego na mentira.

Agora, Rodak resolveu dividir o que descobriu com a gente. Seu pedido foi feito, primeiro, à Presidência da República; de lá, foi direcionado à Casa Civil. A primeira resposta do governo Bolsonaro veio no dia 8 de junho: algumas das informações que Rodak pediu seriam “documentos preparatórios”. Assim, não poderiam ser fornecidos – naquele momento, a pandemia já havia matado quase 40 mil brasileiros.

A Casa Civil argumentou que seria preciso aguardar a “edição do ato decisório” para que as informações pudessem ser entregues “devido ao risco de frustrar a própria finalidade em caso de divulgação antecipada”. A resposta ainda incluiu alguns links com ações isoladas e uma notícia sobre a apresentação do programa Pró-Brasil, uma iniciativa “proativa” do governo para reduzir os impactos com foco no período pós-pandemia.

Se você não sabe o que é essa iniciativa “proativa” (adoro gente que se autointitula proativa, como se não fosse mais do que a obrigação do governo pensar em soluções para a população diante da tragédia humanitária que estamos enfrentando), te convido a dar uma olhada no PDF tosco que apresentou a iniciativa. Nenhum detalhe, nenhum planejamento, nada, né? Pois é.

Rodak também não se satisfez e recorreu da primeira negativa no dia 15 de junho. A resposta veio uma semana depois: negado. Mais uma vez, o governo Bolsonaro empilhou links de iniciativas isoladas do comitê de crise e mencionou o proativo Pró-Brasil. Nada do plano nacional. Rodak insistiu. “Aquilo que me foi apresentado não se trata de um plano, mas de uma página de divulgação das ações já realizadas pelo governo”, ele justificou ao entrar com o recurso na segunda instância.

Uma semana depois veio a nova negativa: “a documentação a que se pretende acesso possui restrição especial, de caráter temporário”, justificou a Casa Civil. “Nesse momento é muito importante zelar pela segurança jurídica e pela confiança dos administrados. Assim, a restrição temporária se dá em harmonia com os interesses públicos do Estado em prol de toda a sociedade, como a segurança pública, a celeridade e a economicidade da administração pública”, disse o governo. Enquanto isso, o Brasil acumulava quase 60 mil mortes. A resposta ainda aproveitou para empilhar mais links e mencionar, pela terceira vez, o Pró-Brasil, o PDF proativo do governo.

Esse é um dos quatro slides de apresentação do Pró-Brasil. Plano? Não tem. Só isso aí mesmo.

Rodak, então, recorreu de novo – e, como determina a Lei de Acesso à Informação, a partir desta linha quem arbitra é a Ouvidoria-Geral da União, ligada à Controladoria-Geral da União. Nosso leitor argumentou o que parece óbvio: àquela altura, o Brasil já era o segundo país do mundo com mais mortes pelo novo coronavírus. Qual era a justificativa para que o tal plano continuasse sigiloso?

A resposta veio desta vez, no dia 3 de setembro: o recurso não poderia ser atendido porque… a informação não existe. “Em que pese as justificativas outrora formuladas, cumpre elucidar que não há especificamente um ‘plano nacional utilizado para tratamento dos efeitos econômicos e sanitários causados pela pandemia’ para que dele seja fornecida cópia”, respondeu o governo. Foi só na última instância que o leitor soube, e agora todos sabemos, que simplesmente não há um plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19.

Trocando em miúdos: apesar de ter negado e tentado enrolar, admitiu, por fim, que a informação que o nosso leitor queria – e todos nós – simplesmente não existe.

Trecho do parecer da CGU em que o governo enfim admite sua incompetência.

O governo afirmou que a crise é tratada por “estruturas temporárias e dinâmicas” criadas especificamente para esse fim. Também explicou que cada ministério tem suas próprias ações e programas para lidar com a pandemia – e que, se quisesse, Rodak teria de pedir a cada uma das áreas do governo os planos específicos. Articulação central? Planejamento? Nada.

A própria ouvidoria entendeu que o governo modificou seu argumento ao longo das respostas: primeiro disse que o plano estava em “documentos preparatórios” e depois falou em “restrição especial” até que, enquadrado, assumiu que eles não existem.

Não por acaso, o governo Bolsonaro já é recordista de negativas de acesso à informação: só pouco mais da metade dos pedidos é atendida. É o pior índice desde 2012, quando a lei entrou em vigor. Mas o nosso leitor, que não é jornalista, insistiu e pegou o governo menos transparente da história recente do país no pulo – e achamos que vocês fossem gostar de saber disso.

O Brasil já tem 157 mil mortes por covid-19 e está no quarto lugar no ranking de óbitos proporcionais à população, atrás apenas de Bolívia, Bélgica e Peru. A economia também deve retroceder 5,8% em 2020 – e o Brasil ainda bateu o recorde de desemprego, 13,8%, maior número desde o início da série histórica em 2012. Bolsonaro não salvou vidas e nem empregos. Agora vocês já sabem: o plano para isso nunca existiu.