Oito estados concentram 77,8% das riquezas nacionais

Fica cada vez mais patente a necessidade de um pacto federativo.

Por que será que o potencial da região amazônica não entra nessa estatística? As riquezas concentradas na região superam em muito o pré-sal.

Dados irrefutáveis mostram a imensa quantidade de minérios que temos no Pará, Amazonas e Amapá. Naquela região há minerais,líquidos, plantas, folhas, madeiras e muitas outras riquezas exploradíssimas pelos ladrões do Brasil.

Se é para dividir royalties para os estados produtores, como se discute agora, por que não discutir o quanto que o Pará (e a região amazônica como um todo)é rico?

O general Augusto Heleno, quando comandou a Amazônia, disse que a política brasileira para a região era um caos.
Foi afastado!

José Mesquita – Editor


Oito estados concentram 77,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2010, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]
Apesar do aumento da participação das regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste no PIB, os estados da região Sudeste continuam concentrando mais da metade (55,4%) das riquezas do país.

“Acredito que mudar os cinco primeiros estados no ranking do PIB é muito difícil porque a diferença para os colocados seguintes é muito grande”, disse o gerente de Contas Nacionais do IBGE, Frederico Cunha, sobre a estrutura do PIB nacional em 2010.

De acordo com dados divulgados hoje pelo IBGE, os estados com maior participação percentual no PIB do país são São Paulo (33,1%), Rio de Janeiro (10,8%), Minas Gerais (9,3%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4%) e Distrito Federal (4%).

Já os estados com menor participação se concentram no Norte e Nordeste. São eles, Rio Grande do Norte (0,9%), Paraíba (0,8%), Alagoas (0,7%), Sergipe (0,6%), Rondônia (0,6%), Piauí (0,6%), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e, por fim, Roraima (0,2%). Os nove estados restantes somam 16,9% do PIB, com participações que variam entre 2,6% e 1,2%.
Isabela Vieira/Agência Brasil