#ExposeBillGates – hashtag explode no Twitter enquanto teóricos da conspiração prometem evitar a vacina Covid-19 conectada ao bilionário

“O público está finalmente acordando. Eu nunca gostei desse cara e se você realmente o ouvir falar e assistir às entrevistas dele, saberá que ele não tem nosso melhor interesse em mente “, twittou o autor Peter Vooogd no sábado. Foi um dos muitos tweets vinculados à hashtag #ExposeBillGates, que surgiu de um “dia de ação” planejado – anunciado pelo autor Derrick Broze no mês passado – para expor o bilionário.

Bill Gates fala durante a reunião anual do Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos, Suíça © REUTERS / Arnd Wiegmann

A onipresença de Bill Gates na mídia durante a pandemia de Covid-19 se transformou em uma obsessão em massa com muitos, e os teóricos da conspiração colocaram #ExposeBillGates no Twitter em um “dia de ação” planejado.
A pandemia de coronavírus criou várias especulações em torno do Microsoft Founder sobre seu apoio a medidas estendidas de bloqueio, suas grandes contribuições à Organização Mundial da Saúde e comentários anteriores sobre vacinas.

Outros tweets incluíam um vídeo que denunciava Gates por sua franqueza no Covid-19, apesar de não ser um funcionário eleito, além de seu apoio à extensão de medidas de bloqueio em todo o mundo. Acusações de “controle populacional” também foram distribuídas com base no trabalho de Gates em fornecer vacinas para países mais pobres por meio de sua fundação.

Outros prometeram nunca tomar nenhuma vacina com a qual Gates tenha envolvimento, incluindo a autora conservadora Michelle Malkin.

Alguns usuários de mídia social, no entanto, não levaram a sério as teorias da conspiração e, em vez disso, usaram a hashtag para zombar de Gates.

Embora as teorias da conspiração sobre Gates sejam baseadas mais em conjecturas do que em evidências concretas, elas captaram o público. A empresa de análise de mídia Zignal Labs relatou a teoria da conspiração de que Gates quer implantar microchips de rastreamento nos cidadãos sob o pretexto de parar o Covid-19 foi mencionado nas mídias sociais mais de um milhão de vezes antes de maio.

Uma pesquisa do Yahoo News / YouGov que mostrou cerca de 20% dos participantes acredita que Gates deseja rastrear as informações pessoais das pessoas através de microchips. Para os republicanos, esse número na pesquisa dispara acima de 40%.

Gates negou o desejo de implantar microchips nos cidadãos e chamou os resultados da pesquisa de “preocupantes”, apesar de admitir que um “sistema de dados” em massa acompanhar as informações das pessoas era uma boa idéia para evitar futuras pandemias.

A posição de Gates no mundo só aumentou desde o início da pandemia, o que provavelmente alimenta muitos dos teóricos da conspiração que não confiam nele. Com os EUA apoiando o apoio à Organização Mundial da Saúde, ele deve se tornar o maior colaborador do grupo, fato que preocupa muitos, já que o fundador da Microsoft é um cidadão privado que teoricamente poderia exercer muito poder durante situações globais.

 

 

A vacina potencial contra o coronavírus da Moderna ganha o status de “via rápida” da FDA

Moderna Inc. disse na terça-feira que a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA concedeu a designação “fast track” para sua vacina experimental contra o coronavírus, uma medida que acelera o processo de revisão regulatória.

Garrafas pequenas rotuladas com um adesivo “Vaccine COVID-19” e uma seringa médica são vistas nesta ilustração tirada em 10 de abril de 2020. REUTERS / Dado Ruvic / Ilustração /(Reuters)

Moderna vem correndo para desenvolver uma vacina segura e eficaz contra o novo coronavírus que matou mais de 285.000 pessoas em todo o mundo.

Uma vacina ou tratamento que obtém a designação de “via rápida” é elegível para o status de “revisão prioritária” da agência, sob o qual o FDA pretende tomar uma decisão sobre a aprovação do medicamento dentro de seis meses.

Mais de 100 possíveis vacinas contra COVID-19 estão sendo desenvolvidas, incluindo várias em ensaios clínicos, mas a Organização Mundial da Saúde em abril alertou que uma vacina levaria pelo menos 12 meses.

Moderna espera iniciar um estudo em estágio avançado da vacina no início do verão e diz que há potencial para a aprovação de um pedido de marketing em 2021.

A vacina funciona com a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), que instrui as células do corpo a produzir proteínas específicas para o coronavírus que produzem uma resposta imune.

A abordagem pode ser usada em muitos tipos de tratamentos, mas ainda não foi aprovada para nenhum medicamento.

Fabricantes de medicamentos como Johnson & Johnson e Pfizer Inc, que estão trabalhando com a BioNTech SE da Alemanha, também estão trabalhando para desenvolver vacinas para o novo coronavírus.

No mês passado, Moderna recebeu financiamento de US $ 483 milhões de uma agência do governo dos EUA para acelerar o desenvolvimento da vacina.

Como os hackers estão aproveitando os medos do Coronavírus

Especialistas em segurança dizem que um aumento nos golpes por email vinculados ao coronavírus é o pior que eles já viram em anos.

Os criminosos cibernéticos têm como alvo indivíduos e indústrias, incluindo aeroespacial, transporte, manufatura, hospitalidade, saúde e seguros.

Foram encontrados e-mails de phishing escritos nos idiomas inglês, francês, italiano, japonês e turco.

1. Clique aqui para uma cura

Vítimas à procura de uma cura com detalhes pessoais roubados.

Pesquisadores da empresa de segurança cibernética Proofpoint notaram um e-mail estranho sendo enviado aos clientes em fevereiro. A mensagem supostamente era de um médico misterioso que afirma ter detalhes sobre uma vacina sendo encoberta pelos governos chinês e do Reino Unido.

A empresa diz que as pessoas que clicam no documento em anexo são levadas para uma página da web criada para coletar detalhes de login. Diz que até 200.000 dos e-mails estão sendo enviados por vez.

“Vimos mais de 35 dias consecutivos de campanhas maliciosas de email de coronavírus, com muitos usando o medo de convencer as vítimas a clicar”, diz Sherrod DeGrippo, da equipe de pesquisa e detecção de ameaças da empresa.

A Proofpoint diz que três a quatro variações são lançadas a cada dia.

“É óbvio que essas campanhas estão devolvendo dividendos para os cibercriminosos”, diz DeGrippo.

A melhor maneira de ver para onde o link o levará é passar o cursor do mouse sobre ele para revelar o verdadeiro endereço da web. Se parecer desonesto, não clique.

2. Reembolso de imposto Covid-19

É falso que a HM Revenue and Customs esteja oferecendo um desconto de imposto Covid-19

Pesquisadores da empresa de segurança cibernética Mimecast sinalizaram esse golpe algumas semanas atrás. Na manhã em que o detectaram, viram mais de 200 exemplos em apenas algumas horas.

Se um membro do público clicasse em “acesse seus fundos agora”, ele seria levado a uma página do governo falsa, incentivando-o a inserir todas as informações financeiras e fiscais.

“Não responda a nenhuma comunicação eletrônica em relação ao dinheiro via e-mail”, diz Carl Wearn, chefe de crime eletrônico da Mimecast. “E certamente não clique em nenhum link em nenhuma mensagem relacionada. Não é assim que o HMRC o aconselha sobre um possível reembolso de impostos.”

3. Algumas armadilhas

A Organização Mundial da Saúde está sendo usada indevidamente por muitas campanhas de hackers.

Os hackers que pretendem representar a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmam que um documento em anexo detalha como os receptores podem impedir a propagação da doença.

“Esta pequena medida pode salvá-lo”, afirmam eles.

Mas a Proofpoint diz que o anexo não contém nenhum conselho útil e, em vez disso, infecta os computadores com software malicioso chamado AgentTesla Keylogger.

Isso registra cada pressionamento de tecla e o envia aos atacantes, uma tática que lhes permite monitorar on-line todos os movimentos de suas vítimas.

Para evitar esse golpe, tenha cuidado com os e-mails que alegam ser da OMS, pois provavelmente são falsos. Em vez disso, visite o site oficial ou os canais de mídia social para obter os conselhos mais recentes.

4. O vírus agora está no ar

A linha de assunto diz: Covid-19 – agora no ar, maior transmissão da comunidade.

Os hackers estão usando táticas anti-medo para incentivar cliques e downloads.

Ele foi projetado para parecer com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Ele usa um dos endereços de email legítimos da organização, mas na verdade foi enviado por meio de uma ferramenta de falsificação.

A Cofense, o fornecedor de defesa cibernética, detectou o golpe pela primeira vez e o descreve como um exemplo de hackers “armando o medo e o pânico”.

Ele diz que o link direciona as vítimas para uma página de login falsa da Microsoft, onde as pessoas são incentivadas a digitar seus emails e senhas. Em seguida, as vítimas são redirecionadas para a página real de conselhos do CDC, fazendo com que pareça ainda mais autêntico. Obviamente, os hackers agora têm o controle da conta de email.

Cofense diz que a combinação de uma “falsificação bastante boa” e uma “situação de alto estresse” cria uma armadilha potente.
Uma maneira de se proteger é habilitar a autenticação de dois fatores, para que você precise digitar um código enviado por texto ou fornecido a você, para acessar sua conta de email.

5. Doe aqui para ajudar na luta

O CDC não está pedindo doações no Bitcoin

Este exemplo foi relatado aos especialistas em malware Kaspersky. O e-mail falso do CDC pede doações para desenvolver uma vacina e solicita pagamentos no Bitcoin de criptomoeda.

A premissa é obviamente ridícula, mas o endereço de e-mail e a assinatura parecem convincentes.

No geral, a Kaspersky diz que detectou mais 513 arquivos diferentes com coronavírus em seus títulos, que contêm malware.

“Esperamos que os números cresçam, é claro, à medida que o vírus real continua a se espalhar”, diz David Emm, principal pesquisador de segurança da empresa.

Ciências,Blog do Mesquita 00

Surto de coronavírus é uma pandemia ‘em tudo, menos no nome’, diz especialista

Preocupante a possibilidade de uma Pandemia pelo Coronavirus.

Milão,Itália – Turistas em frente a Catedral de Milão -Foto: Andreas Solaro / AFP

A Organização Mundial da Saúde acredita que o vírus ainda pode ser contido, embora o CoronaVirus já esteja na Itália e no Irã.

A Organização Mundial da Saúde minimizou os temores de uma pandemia de coronavírus que varre o mundo, apesar de surtos sérios e sérios na Itália e no Irã, mas alguns especialistas disseram acreditar que agora é inevitável.

“Usar a palavra pandemia agora não se encaixa nos fatos, mas certamente pode causar medo”, disse o diretor geral da OMS, dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, em um briefing.

Ainda não estamos lá, disse Tedros. “O que vemos são epidemias em diferentes partes do mundo, afetando diferentes países de diferentes maneiras”.

O vice-ministro da Saúde do Irã tem resultados positivos

A palavra pandemia é usada para descrever uma doença grave que está se espalhando de maneira descontrolada pelo mundo. A China, ele apontou, parecia ter contido. A equipe internacional enviada pela OMS, que está prestes a relatar sua descoberta.

O mais preocupante é a chegada do coronavírus na Itália e no Irã sem aviso prévio, presumivelmente espalhado por pessoas que eram portadoras assintomáticas. A Itália agora tem 219 casos e sete pessoas morreram. Os números no Irã são contestados, mas alguns relatos alegam que houve 50 mortes na cidade de Qom, que é um local de peregrinação.

Um turista usando uma máscara facial visita o Coliseu em Roma, Itália, em 24 de fevereiro. Fotografia: Antonio Masiello / Getty Images

Outros especialistas disseram que é difícil acreditar que o Covid-19 agora não se espalhe pelo mundo.

“Agora consideramos que isso é uma pandemia, com exceção do nome, e é apenas uma questão de tempo até que a Organização Mundial da Saúde comece a usar o termo em suas comunicações”, disse Bharat Pankhania, da Faculdade de Medicina da Universidade de Exeter.

“Isso nos dá foco e nos diz que o vírus agora está aparecendo em outros países e transmitindo para longe da China. No entanto, isso não muda nossa abordagem no monitoramento do surto. No Reino Unido, não há necessidade de avançar em direção a estratégias de mitigação, pois até agora nossas políticas de contenção estão funcionando. Temos apenas 13 casos, e eles são contidos e controlados. Espero que continuemos com essa estratégia de contenção enquanto for bem-sucedida. “

Congo:Especialistas prevêem que o covid-19 se espalhará mais amplamente

Os países pobres são especialmente vulneráveis

“Existem tantas crises no Congo.”

Gervais Folefack, que coordena os programas de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) na República Democrática do Congo, domina a arte do eufemismo. O país foi destruído pela guerra e corrupção. “O tempo todo estamos respondendo a crises”, diz Folefack. Ele lista os mais recentes: Ebola, sarampo, cólera.

Para eles, ele pode ter que adicionar a covid-19, uma doença respiratória originada na China. Aqueles que precisariam responder a uma onda de casos cobertos por 19 anos já estão ocupados com o surto de Ebola que começou em 2018. “Estamos tentando nos preparar”, continua o Dr. Folefack, mas simplesmente não há tempo suficiente.

Até o momento, 99% dos casos confirmados do novo coronavírus estão na China. Dos 1.000 casos estranhos fora da China continental, mais da metade esteve no Diamond Princess, um navio de cruzeiro ancorado no Japão; o restante está espalhado por 27 países, principalmente na Ásia.

O Covid-19 se espalhou rapidamente na China, apesar do governo bloquear cidades inteiras por semanas. Os esforços da China, juntamente com as restrições de viagem que muitos países impuseram a seus cidadãos, retardaram o progresso do vírus. Mas muitos especialistas temem que isso se torne inevitavelmente uma pandemia. As autoridades de saúde estão tentando freneticamente se preparar.

Em 12 de fevereiro, Nancy Messonnier, dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (cdc), disse que os Estados Unidos devem estar preparados para o vírus “ganhar uma posição” no país. Médicos na África do Sul estão em alerta, diz Cheryl Cohen, do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis. Mais de 850 médicos em todas as nove províncias do país foram ensinados a identificar a doença. Quem está enviando máscaras cirúrgicas, aventais e luvas para hospitais em mais de 50 países. Ele está ensinando os profissionais de saúde em toda a África como usá-los para prevenir infecções por covid-19 – e como tratar aqueles que têm a doença.

Um número crescente de países está examinando passageiros nos aeroportos e nas fronteiras em busca de sinais da covid-19. Mas quando um vírus começa a viajar pelo mundo, diz Michael Ryan, o verdadeiro ponto de entrada é uma sala de emergência movimentada ou uma cirurgia médica. No surto de sars de 2003 (síndrome respiratória aguda grave), outro coronavírus que se espalhou para mais de 20 países, cerca de 30% das 8.000 pessoas infectadas eram profissionais de saúde. Muitos, se não a maioria, dos surtos de sars no mundo – de Toronto a Cingapura – começaram em um hospital com um único paciente que havia sido infectado no exterior.

Em países onde os casos de covid-19 ainda são raros, os médicos estão tentando, por enquanto, identificar pacientes suspeitos perguntando àqueles com tosse e febre sobre viagens recentes a países com surtos da doença e testando-os. Nos Estados Unidos, se os pacientes apresentarem resultados negativos para a gripe sazonal, os laboratórios estão começando a testar a covid-19 (o país até agora identificou 29 casos).

Confirmar uma suspeita de infecção em um laboratório pode levar dias. Alguns pequenos países europeus têm apenas um ou dois laboratórios capazes de processar testes covid-19. Todo o suprimento de kits de teste da Europa é enviado dos dois principais laboratórios do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ecdc), a agência de saúde pública da ue. Todo o suprimento da América vem do CDC em Atlanta. Levará vários meses até que os testes comerciais estejam disponíveis.

Esteja preparado
Os EUA estão à frente da maioria dos países no planejamento de tais coisas, diz Hanfling. Desastres como o furacão Katrina – quando muitos pacientes morreram em hospitais que não estavam preparados para o desastre – revelaram a necessidade de se preparar para o pior. A cada ano, o governo federal concede aos estados e hospitais cerca de US $ 1 bilhão especificamente para a preparação para desastres. Isso é mais do que o orçamento nacional de saúde de muitos países africanos.

A experiência recente de outros países pode ajudá-los. Kerala, o único estado da Índia a confirmar casos de covid-19, rapidamente conteve um surto de Nipah, um vírus desagradável, em 2018 e, desde então, reforçou seu sistema de saúde. Uganda reteve a propagação do ebola do vizinho Congo e, no processo, acumulou estoques de roupas de proteção para os profissionais de saúde.

Mas os países pobres seriam particularmente afetados por surtos de cobiços-19. Uganda está acostumado a lidar com doenças transmitidas por sangue, mosquitos ou parasitas. O Covid-19, se vier, poderia se espalhar de forma rápida e imprevisível, o que testaria um sistema de assistência médica sem dinheiro. Ian Clarke, presidente de uma federação de saúde privada com sede em Uganda, teme que as taxas de mortalidade possam ser mais altas na África do que na China, porque muitas pessoas já enfraqueceram o sistema imunológico como resultado de HIV ou nutrição deficiente.

Zika e Olimpíada: Duas visões científicas sobre riscos a atletas e turistas

As dúvidas e apreensões quanto aos riscos que a epidemia de zika – associada à alta nos casos de microcefalia em bebês – pode trazer aos turistas brasileiros e estrangeiros que virão ao Rio para a Olimpíada, em agosto, vêm mobilizando pesquisadores, organizadores dos Jogos e autoridades nos últimos dias. 

Agentes de combate contra o Aedes Aegypti no Rio
Governo federal e Prefeitura do Rio minimizam riscos
Image copyright AP

Afinal, quais são os perigos reais aos visitantes e seus países de origem?

Em conversa com jornalistas estrangeiros nesta sexta, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o governo federal aposta na queda da proliferação do mosquito Aedes agypti em agosto – mês que no ano passado registrou o menor número de casos de dengue, transmitida pelo mesmo vetor.

Além disso, citou medidas de prevenção a serem implementadas durante os Jogos, entre elas a aplicação de R$ 64,5 milhões para reforçar a rede de saúde local. Segundo o ministro, 80% dos imóveis do Rio já foram vistoriados, e o trabalho dos 3 mil agentes de fiscalização continua.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Numa tentativa de dissipar as preocupações, Barros argumenta que a incidência de zika vem caindo. Na primeira semana de maio, exemplificou, foram registrados 2.053 casos em todo o país, número bem inferior aos 16.059 notificados na terceira semana de fevereiro.

Na cidade do Rio, a queda no mesmo período foi de 2.116 para 208 casos.

Mesmo com esse indicativo de queda no número de transmissões, essa polêmica atingiu níveis internacionais.

Especialistas de instituições como as universidades de Oxford, no Reino Unido, Harvard e Yale, ambas nos Estados Unidos, enviaram uma carta à OMS (Organização Mundial de Saúde) dizendo que os Jogos deveriam ser adiados ou transferidos, pois poderiam ajudar a espalhar ainda mais o vírus pelo mundo.

Cientistas brasileiros reagiram, também em carta, a essa hipótese – a OMS, em resposta aos pesquisadores internacionais, também afirmou não ver necessidade de alterar os planos para a Olimpíada.

Para entender melhor os argumentos de cada lado, a BBC Brasil conversou com dois cientistas que participaram da organização das duas cartas. Confira o que eles dizem:

‘Pode haver disseminação rápida do vírus para países pobres, sem sistema de saúde estruturado’ – Arthur Caplan, professor de Bioética e diretor do Departamento de Ética Médica da Universidade de Nova York

Arthur Caplan
Arthur Caplan defende que Jogos sejam cancelados ou transferidos
Image copyright NYU

“A minha maior preocupação é que ainda não entendemos o vírus Zika. Não sabemos quanto tempo ele fica no corpo, ou se estamos lidando com uma cepa nova. Também não compreendemos todas as formas de transmissão ou se ele pode levar à síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia muscular, mas há indícios de que o vírus presente no Brasil seja mais forte.

O vírus já está circulando em 60 países, e tenho quase certeza de que vai se espalhar pela América do Norte e talvez pela Europa durante o verão que se aproxima (no Hemisfério Norte).

Mas há muitos países onde ele ainda não está presente, como Mauritânia, Nepal e Etiópia, que não mantêm um fluxo intenso de turistas para o Brasil, e para os quais a ida de pessoas para a Olimpíada teria mais impacto.

Se você introduzir uma pessoa infectada nesses locais poderia haver a disseminação do vírus de forma muito rápida e intensa, e estamos falando de países pobres da África e da Ásia, sem sistema de saúde estruturado.

Como vão lidar com crianças nascendo com microcefalia? E, mesmo no Brasil, podemos dizer que as famílias de bebês com más-formações estão recebendo toda a assistência de que precisam?

É algo que me preocupa mesmo em países onde não há a presença do mosquito transmissor, já que pode haver a transmissão sexual.

Estou certo de que as autoridades brasileiras e os organizadores estão tentando contornar o problema, e que há o uso de inseticidas e fiscalizações nos locais de competição. Mas eu acho muito otimismo contar tanto com as baixas temperaturas como um fator para a diminuição dos casos. E se fizer calor? O que vão fazer?

Quanto à prevenção, também acho otimista. Sabemos que, apesar de alertar as pessoas para que usem roupas compridas e repelentes, e que façam sexo com camisinha, elas não farão isso, muito menos num clima de festa como uma Olimpíada.

É necessário que haja mais transparência sobre os riscos, para que as pessoas façam decisões mais informadas. A OMS, por exemplo, deveria ser bem mais transparente. Por que não fazem uma reunião aberta, coletiva, convidando cientistas de todo o mundo e também a imprensa internacional?

Mais de 4 mil cientistas de todo o mundo nos escreveram, e a maioria é a favor de adiar os Jogos. Mas é claro que os cientistas brasileiros apoiariam a realização da Olimpíada. Há um grau de nacionalismo, de patriotismo. São cientistas, mas também são brasileiros.

Eu também creio que os organizadores não estejam levando em conta sua responsabilidade legal. Se o Comitê Rio 2016 diz que é seguro para os turistas irem para o Rio, e de alguma forma eles adoecem, ou temos o nascimento de crianças com microcefalia, quem serão os responsáveis? Todos estão sendo otimistas demais, na minha opinião.”

‘É impossível achar que podemos controlar o espalhamento do vírus Zika no mundo cancelando um evento’ – Cláudia Codeço, do Programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Cláudia Codeço
Cláudia Codeço defende a continuidade dos Jogos
Image copyright ACERVO PESSOAL

“Nossa justificativa para que os Jogos sejam mantidos na data planejada se baseia em dois fatos. O primeiro é que nos meses de agosto e setembro as temperaturas no Rio de Janeiro são relativamente baixas, e normalmente a transmissão de doenças pelo Aedes aegypti é muito menor.

Nos últimos cinco anos, encontramos entre 7 a 10 casos de dengue para cada 100 mil habitantes no mês de agosto. E nossas pesquisas na Fiocruz mostram que o mosquito tem capacidade mais baixa de transmissão do Zika, então esperaríamos números ainda menores.

Logo, adiar o evento faria com que os Jogos ocorressem mais próximos a meses de calor, o que aumentaria os riscos.

O segundo ponto é a tese de que a vinda de turistas ao Brasil espalharia a doença por todo o mundo. Esse argumento se baseia na premissa de que a zika seja uma doença local, e isso não procede. Já temos evidência de transmissão em mais de 60 países, de acordo com a OMS, e então interferir ou cancelar a Olimpíada não vai impedir que a doença siga se espalhando.

Tanta atenção ao Rio pode até distrair o foco com relação ao hemisfério Norte, que se prepara para o verão, onde podem haver mais casos de zika nos próximos meses.

Quanto aos países mais pobres onde o vírus ainda não circula, pela lógica dos cientistas teríamos que interromper todo o fluxo de pessoas do mundo, já que de acordo com uma pesquisa da revista britânica The Economist o número de pessoas vindo ao Rio em agosto equivale a menos de 1% do total de pessoas que viajarão para outros países no mesmo período.

É impossível achar que podemos controlar o espalhamento do vírus Zika no mundo cancelando um evento, e a Olimpíada é como uma gota no oceano neste cenário.

Também acho interessante que aparentemente o Estado americano da Florida já tenha mais de 800 casos, mas ninguém esteja cogitando fechar os parques da Disney.

Quanto à transmissão sexual, nada indica até agora que o vírus seja altamente transmissível sexualmente, tanto que a doença continua restrita a países onde existe o mosquito como vetor da epidemia.

E sobre as recomendações preventivas, creio que caiba a cada um avaliar o seu próprio risco. Não tem como a gente impor às pessoas que elas se protejam. Temos que garantir que elas estejam bem informadas e tomem suas próprias decisões.

Eu diria que apoio a recomendação da OMS, de que mulheres grávidas deveriam evitar contato com esse vírus no Rio ou em qualquer outro lugar.

É extremamente ofensivo imaginar que nós cientistas faríamos qualquer julgamento científico motivado por fatores políticos. Nós não temos esse tipo de interferência em nenhum momento.”

Má qualidade do meio ambiente causa 12,6 milhões de mortes por ano

A OMS calcula que 23% das mortes por ano se devem a ambientes pouco saudáveis.

Em Pequim, moradores aderem ao uso de máscaras.
Em Pequim, moradores aderem ao uso de máscaras. Kevin Frayer (Getty Images)

As más condições ambientais são responsáveis por 12,6 milhões de mortes por ano no planeta, segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) apresentado nesta terça-feira. Isso significa que cerca de 23% das mortes no mundo ocorrem por se “viver ou trabalhar em ambientes poucos saudáveis”.

Os fatores de risco ambientais —como a poluição do ar, da água, do solo, a exposição a produtos químicos, a mudança climática e a radiação ultravioleta— “contribuem para mais de 100 doenças ou traumatismos”, afirma esta organização internacional em seu estudo A prevenção de doenças por meio de ambientes saudáveis.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Trata-se da segunda edição deste relatório, que parte de dados de 2012. O estudo anterior foi realizado há quase uma década. Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Meio Ambiente e Determinantes Sociais da OMS, ressalta que nestes dez anos essa porcentagem de 23% de mortes por causas ambientais não variou.

Mas mudaram os tipos de doenças. “Atualmente, dois terços das mortes são por doenças crônicas, como as cardiovasculares, enfartes, câncer ou doenças respiratórias crônicas”, afirma. De concreto, segundo aponta o estudo, as mortes por doenças não transmissíveis que podem ser atribuídas à contaminação do ar (incluída a exposição à fumaça do tabaco alheio) aumentaram até a cifra de 8,2 milhões”.

Nesta última década, paralelamente, a OMS ressalta que “reduziram-se as mortes devido a doenças infecciosas como diarreia e malária”, que estavam vinculadas à má qualidade da água, do saneamento e da gestão do lixo. Supõe-se que por trás dessa redução está “a melhoria do acesso à água potável e ao saneamento, assim como a imunização, a focos de mosquito tratados com inseticidas e a medicamentos essenciais”, afirma a organização internacional.

A mudança no padrão das mortes causadas por problemas ambientais propõe desafios. “As doenças crônicas são mais custosas para um país”, ressalta Neira ao compará-las com as infecciosas. “Têm um custo altíssimo para a sociedade”, acrescenta.

Epidemia

A responsável da OMS recorda que as doenças crônicas —como as cardiovasculares ou o câncer— se associam a “causas pessoais”, como o sedentarismo ou o fumo. Mas o relatório também destaca que há componentes ambientais, como a má qualidade do ar, a exposição a produtos químicos e a queima de combustíveis fósseis nas casas. “É preciso controlar esses fatores de risco”, recomenda Neira.

Os mais afetados pela má qualidade do ambiente são as crianças e as pessoas mais velhas

Em sua opinião, a maioria das medidas têm de ser aplicadas nas cidades. “É preciso melhorar e planejar as cidades”, onde se concentram muitos dos fatores de risco ambientais. Além disso, a especialista recorda que, em 10 anos, calcula-se que “70% da população viverá em cidades”. “É preciso melhorar o transporte e os combustíveis para ter uma economia com menos dióxido de carbono.”

Crianças e idosos

Os mais afetados pela má qualidade do ambiente são as crianças e as pessoas mais velhas. A OMS sustenta que por ano poderiam ser evitadas 1,7 milhão de mortes de menores de cinco anos e 4,9 milhões de adultos entre 50 e 75 anos se a gestão do meio ambiente for melhorada. “As infecções das vias respiratórias inferiores e as doenças diarreicas afetam sobretudo os menores de cinco anos, enquanto que as pessoas mais velhas são as mais afetadas pelas doenças não transmissíveis”, afirma a organização.

Por áreas geográficas, a que mais sofre com a má qualidade ambiental é o Sudeste Asiático, com 3,8 milhões de mortes anuais. Atrás dela está o Pacífico Ocidental (3,5 milhões) e a África (2,2 milhões). Nos últimos lugares estão o Mediterrâneo oriental (854.000) e os Estados Unidos (847.000). Na Europa, segundo a OMS, as más condições ambientais causam 1,4 milhão de mortes por ano.

Doenças

O estudo identifica uma centena de doenças ou traumatismos vinculados às condições ambientais negativas. À frente em relação à mortalidade relacionada ao meio ambiente, estão, segundo a OMS, os “acidentes vasculares cerebrais”, que representam 2,5 milhões de mortes por ano. Atrás deles estão as cardiopatias isquêmicas, com 2,3 milhões. Em terceiro lugar estão os chamados “traumatismos involuntários”, por exemplo, “mortes por acidente de trânsito”, que respondem por 1,7 milhão de mortes anuais, número semelhante ao de vários tipos de câncer.
El País/Manuel Planbelles

Cinco dicas para reduzir o açúcar que consumimos sem perceber

Pense em um quilo de açúcar. Sim, um desses pacotes que compramos no supermercado e com o qual podemos encher o açucareiro várias vezes. Parece muito, não? Mas é a mesma quantidade que um adulto consome, em média, em duas semanas. E os adolescentes ingerem um pouco mais.

Segundo a OMS, o ideal é que o açúcar seja apenas 5% da dieta – e isso inclui aquele presente em alimentos que nem imaginamos

 

Muitos se surpreenderão de que seja tanto. Sabemos em quais alimentos é óbvio que haja açúcar, como chocolates e biscoitos. Mas também há grandes quantidades “escondidas” em outras comidas que não necessariamente são consideradas doces.

A BBC preparou algumas dicas para que você diminua a quantidade de açúcar que consome no seu dia a dia, para assim ter uma vida mais saudável.

1. Qual deve ser o limite diário?

Em março de 2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reduziu sua recomendação de consumo diário de açúcar para uma dieta saudável a 5% do total de calorias ingeridas. O limite máximo é de 10%.

Essa recomendação é um desafio, considerando os hábitos alimentares de hoje em dia. Nos países ocidentais, o açúcar pode representar até 15% da ingestão diária de fontes de energia.

Algumas colheres de molho podem contar a mesma quantidade de açúcar que um donut

No entanto, alguns nutricionistas vão além e recomendam o consumo de menos de 3% na dieta.

Esses limites são para todos os tipos de açúcar contidos nos alimentos, tanto os naturais – os existentes no mel, leite e sucos de fruta, por exemplo – como o açúcar cristal e o refinado, porque o corpo não distingue a diferença entre suas versões naturais e processadas.

Na prática, todos os tipos de açúcar são transformados em glicose e frutose e acabam processados pelo fígado.

2. Quanto é isso em colheres de chá?

Esta é a recomendação da OMS para uma pessoa adulta que consuma aproximadamente 2 mil calorias por dia:

O limite máximo de 10% corresponde a 50 gramas de açúcar por dia, o que corresponde a mais ou menos 12 colheres de chá.

Para seguir o limite considerado ideal, de 5%, é preciso cortar os números acima pela metade.

3. Quanto açúcar há numa lata de refrigerante?

Só uma lata do tamanho convencional, de 330 ml, contém, em açúcares, o equivalente a nove colheres de chá, ou seja, mais que a quantidade ideal recomendada pela OMS.

São 36 gramas em uma lata de refrigerante de cola. A versão light, por sua vez, tem zero açúcar.

4. Quanto de açúcar há ‘escondido’ em alimentos não considerados doces?

As bebidas que mais contém açúcar são (da maior quantidade para a menor): milkshakes, refrigerantes, água com sabor de frutas, energéticos e sucos de fruta artificiais. Essas bebidas não nos deixam tão satisfeitos como comidas sólidas que não são doces, mas têm o mesmo número de calorias.

Um suco de laranja de 150 ml contém 12,9 gramas de açúcar, equivalente a 3 colheres (de chá) de açúcar.

A recomendação para as crianças é a de consumir água ou leite (sem açúcar) em vez de refrescos e sucos de fruta com adição de açúcar.

O álcool também é um problema: segundo dados de uma pesquisa feita no Reino Unido entre 2008 e 2012, 10% do total de açúcar consumido pelos adultos vêm de bebidas alcoólicas.

Em segundo lugar vêm os molhos: molho barbecue, ketchup ou molho agridoce… todos têm açúcar. Algumas colheres de molho podem contar a mesma quantidade de açúcar que um donut.

Por sua vez, um iogurte de fruta de 125 gramas contém 15,9 gramas de açúcar. A mesma quantidade de iogurte natural tem 11,6 gramas, segundo a Public Health England.

E alguns produtos light ou diet também não são necessariamente são seguros, porque, para potencializar o sabor, os fabricantes compensa o baixo teor de gordura acrescentando mais açúcar.

5. Como calcular o quanto de açúcar há em algum produto?

Essa pode ser uma tarefa confusa porque, nos rótulos, o açúcar pode aparecer sob diferentes nomes.

Mas quase todos eles terminam em “ose”: glicose, frutose, sacarose, lactose, maltose, xarope de milho, que contém frutose concentrada.

Entretanto, um bom jeito de calcular o açúcar presente é se concentrar no item “Carboidratos (dos quais açúcares)”.

Em geral, se há mais de 15 gramas de açúcar por 100 gramas, é considerado um produto com alto teor de açúcar.

Se for 5 gramas por cada 100 gramas, é um produto com baixo teor de açúcar.
Com informações da BBC

Design – Vestuário

Máscaras para prevenção contra a H1N1 – Gripe Suína

Diversos Estúdios foram convidados para criar máscaras contra a gripe suína.

O Estúdio Samira Boon criou uma proposta prática com um fecho que permite abrir para ingestão de comida.

Máscara geisha também do Estúdio Samira Boon

Digo Brands propõe uma máscara anti-porco pelo módico preço de US$100.

Um elegante bigode frisado é outra proposta da Digo.

A designer Sherry Sirof optou pela feminilidade e elegância.


A designer Irina Blok, foi mais longe que a Digo na proposta do bigode e acrescentou uma generosa barba.


Organização Mundial da Saúde prepara guerra ao alcoolismo

A notícia é tão boa que merece um brinde. Vem da Organização Mundial da Saúde. A entidade prepara uma declaração de guerra ao consumo de bebidas alcoólicas. A coisa vai funcionar nos mesmos moldes do que foi feito em relação ao tabaco.

No momento, a OMS coleciona, sem alarde, um feiche de dados técnicos. Faz consultas nos cinco continentes: América, Europa, Ásia, África e Oceania.

Deu-se no Brasil, no início do mês, a reunião para a coleta relativa às Américas. Veio gente de 26 países -do Sul, do Norte, da América Central e do Caribe. Vladimir Pozniak, coordenador do sóbrio projeto da OMS, explicou:

“Solicitamos o apoio do Brasil, por ser um país que tem mostrado um claro compromisso da saúde pública com o tema”.

Até janeiro de 2010 a OMS levará à mesa um documento preliminar.O mapa da guerra vai a debate na Assembléia Mundial de Saúde. Reúne os ministros da Saúde de 190 países com assento na ONU. O encontro está marcado para maio do ano que vem. O drama do consumo excessivo de bebida alcoólica é planetário.

Responde por 6% das mortes no mundo. Contribui para tonificar um leque de doenças crônicas.

Entre elas: hipertensão, diabetes, cirrose hepática e câncer. Está na gênese dos acidentes de trânsito e de trabalho.

Envenena também as estatísticas de violência doméstica e urbana.

No Brasil, estudos disponíveis nos arquivos da pasta da Saúde indicam:

Nada menos que 11% dos brasileiros entre 12 e 65 anos são dependentes.

A dependência é a forma mais grave de transtorno associado ao consumo de bebidas.

Como se vê, há razões de sobra para a declaração de guerra esboçada pela OMS.

Há pessoas que só bebem em ocasiões especiais.

Mas há outras que consideram especiais todas as ocasiões em que bebem.

Assim, erga-se um brinde à OMS: tim-tim!

blog Josias de Souza