Bilhetinho ao Lula à moda do Zé Rodrix e Cartola.

Lula, faça promessa a seu santo de fé, pra encerrar seus dias em uma ‘casa no campo’ de Garanhuns onde você possa tomar sopa com colher, e não, terminar seus dias jogando truco com o Zé Dirceu na prisão.

A OAS poderá construir essa morada, ‘do tamanho ideal pau-a-pique e sapê.’

O triplex que “que não é seu”, ruiu, e o sítio, que também “não é seu”, o MDPCP – Movimento dos Procuradores com Provas – , já o ocupou.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A lista do Palocci, caso não o “Celso Danielem”, haverá de lhe tão somente contemplar ‘carneiros e cabras pastando’.

Ps. A coisa está braba. Até adivinhação já ilumina a mágica revista Veja para publicar uma capa com você estrelando, antes mesmo da delação do ladrão da OAS haver sido feita lhe empurrado ao ‘abismo que cavas-te a teus pés’.

Lava Jato: padre ligado a Gim Argello diz que recebeu dinheiro da OAS

Brasil,Corrupção,Propina,OAS,Petrolão,Gim Argelo,Blog do MesquitaNem padre escapa dos respingos do Petrolão. Deve estar muito difícil a negociação em torno das delações da OAS e Odebrecht, para definir exatamente o que poderá ser revelado. Naturalmente não será toda a verdade que virá à tona. Imaginem se os podres relatados implicarem na cassação de registro de todos os partidos políticos, ou, ao menos, dos mais importantes. A coisa é muito brava. Esses caras estão atolados na lama.

José Mesquita/Editor


Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, padre Moacir Anastácio afirmou que recebeu R$ 350 mil da empreiteira intermediado pelo ex-senador Gim Argelo (PTB) para custear a festa de Pentecostes, em Taguatinga (DF)

Gabriel Jabur/Agência Brasília

O padre Moacir Anastácio, da Paróquia São Pedro, em Taguatinga (DF), afirmou ao juiz Sérgio Moro que recebeu uma doação de R$ 350 mil da OAS intermediada pelo ex-senador Gim Argello (PTB-DF). O dinheiro foi usada para custear a festa de Pentecostes, realizada pela paróquia de Moacir, que fica a cerca de 20km do centro de Brasília. O evento é considerado a maior festa religiosa do centro oeste e chega reunir um milhão de pessoas.De acordo com as investigações da força-tarefa da Operação Lava Jato, o dinheiro doado pela OAS ao religioso tem relação com a CPI da Petrobras, que tinha Gim Argello como vice-presidente. A verba seria parte da propina paga pela empreiteira para que o então senador não convocasse o executivo Leo Pinheiro para depor. Gim está preso desde abril e teve sua delação premiada homologada no mês passado.

Padre Moacir prestou depoimento na sexta-feira (5) em Curitiba porque foi arrolado como testemunha de Valério Neves Campos, ex-assessor de Gim Argello. O religioso relatou que recebeu doações também da Andrade Gutierrez e da Via Engenharia. Segundo ele, esses repasses foram feitos a pedido do ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT).

De acordo com o padre, é comum esse tipo de relação com os financiadores de eventos como Pentecostes – que chega a custar R$ 600 mil. Ele declarou que a festa não é show, e sim uma celebração religiosa. Os custos são bancados por “doação dos fieis, promoções de artigos religiosos e doações de empresários”. Veja abaixo o depoimento do padre a que o Estadão teve acesso.

Receita Federal

Recentemente, o padre Moacir entrou na mira da Receita Federal por ter omitido do fisco veículos e uma fazenda. Conforme dados da Receita Federal, em 2013, o patrimônio do padre era de R$ 3,216 milhões. Em 2014, o valor caiu R$ 2,449 milhões. No ano seguinte, R$ 3,339 milhões. A variação de 2014 para 2015 foi superior a R$ 889 mil.

Gabriel Jabur/Agência Brasília

A defesa alega que o padre é herdeiro de uma família com 18 irmãos e a fazenda a que a Receita se refere é, na verdade, um sítio cuja metade pertence à viúva e a outra parte pertence a todos os filhos – inclusive o religioso. Quanto aos veículos, a defesa explica que se tratam de uma moto e uma caminhonete Hilux ano 2010 que figuraram no nome de Moacir apenas porque sua mãe, Sebastiana de Souza Carvalho, de 89 anos, estava impossibilitada de ir pessoalmente fazer a compra.

Veja a íntegra da nota da defesa do padre sobre os questionamentos da Receita Federal:

“1. O Padre Moacir é herdeiro de ANASTÁCIO JOSE DE CARVALHO, falecido em 24.08.2006, deixando 18 filhos, de 2 (dois) relacionamentos;

2. A suposta Fazenda, nada mais é do que um sítio com aproximadamente 15 hectares., dos quais a viúva detém 50% da área e a outra parte, pertencem aos 18 filhos.

3. Sensível em querer ajudar a 2 (dois) herdeiros, o Padre Moacir resolveu adquirir os direitos hereditários desses 2 (dois) irmãos, conforme se infere das Escrituras Públicas acima. Assim, além da parte que lhe tocou na herança de 1/36 (um trinta e seis avos), ele adquiriu outros 2/36 (dois trinta e seis avos), passando a deter – em comum com pessoas da sua família – 1/12 (um doze avos) do sítio – equivalente a menos de 8,5% do bem.

4. Essa gleba pertence a família do Padre Moacir desde 1914.

5. Informa, ainda, que os seus ascendentes herdarem de seu bisavô.

6. Logo, a suposta Fazenda não passa de um sítio.

7. O valor da aquisição está descrito nas escrituras, ou seja, algo em torno de R$ 14.000,00.

No mais, o automóvel HILUX ano 2010 e a Moto pertencem a genitora do Padre Moacir – SEBASTIANA DE SOUZA CARVALHO, 89 anos. Apenas figurou no nome dele na época, porque está estava impossibilidade de ir pessoalmente fazer essa compra. Foi adquirido também com recursos de sua mãe. Ele apenas emprestou o nome para comprar.

O Padre Moacir jamais imaginou que pudesse – 6 anos depois, passar por esse constrangimento.

Finalmente, o Padre Moacir tem a acrescentar que todo o seu patrimônio encontra-se declarado no seu imposto de renda.

Lembra, ainda, o Padre Moacir vive de doações e de venda de seus livros. Afinal, são 10 livros lançados ao longo dos seus 20 anos de sacerdócio. Ao contrário do que a matéria dá a entender, seu patrimônio não é grandioso, e foi amealhado de forma paulatina e lícita, por meio do seu trabalho de evangelização e do carinho dos fieis pelos seus escritos que divulgam as lições que segue de religiosidade.

Para fins de esclarecer todo esse mal-entendido, o Padre se coloca à disposição da imprensa e da comunidade para visitar a chácara de sua família – oportunidade em que os presentes poderão refletir sobre o significado das provações na vida de cada cristão e a importância do perdão para a vida no amor que se busca com a fé.

Seu advogado, Wellington Medeiros, cujo telefone profissional é 61 3322-6336, e atende no horário comercial, está à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais.”

Empresa suspeita de ligação com Jucá recebeu R$ 30 milhões de empreiteiras investigadas

Ministério Público Federal constata repasses milionários da Andrade Gutierrez, da OAS e da Mendes Júnior a consultoria indicada pelo peemedebista, segundo executivo da Andrade, para receber propina, revela o Estadão.

Jucá diz que acusações são falsas e nega ter recebido propina

Citada por um ex-executivo da Andrade Gutierrez como empresa utilizada para repassar propina ao senador Romero Jucá (PMDB-RR), a Ibatiba Assessoria, Consultoria e Intermediação de Negócios recebeu R$ 30 milhões de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.

De acordo com O Estado de S.Paulo, o Ministério Público Federal constatou que os repasses foram feitos entre 2010 e 2012 pela própria Andrade Gutierrez, pela Mendes Júnior e pela OAS.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]Ex-diretor de Energia da Andrade, Flávio Barra declarou, em sua delação premiada, que Jucá indicou a consultoria para o repasse da propina. O senador, que foi líder dos governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Lula (PT) e Dilma (PT), é alvo de três inquéritos da Lava Jato.

O presidente interino do PMDB deixou o Ministério do Planejamento, no governo em exercício de Michel Temer, uma semana após ter assumido o cargo após a divulgação de um áudio em que defendia o impeachment de Dilma para “estancar a sangria” das investigações.

Segundo o Estadão, Flávio Barra contou aos procuradores que a Ibatiba operava como uma das empresas de fachada utilizadas para escoar propina paga pela empreiteira em razão da construção da Usina Angra 3, no Rio.

De acordo com a reportagem, o montante movimentado nas contas da Ibatiba foi identificado após a Procuradoria da República solicitar a quebra de sigilo de um grupo de empresas apontadas como de fachada e ligadas à Mendes Júnior.

“Não obstante os vultosos recebimentos, a Ibatiba, no período de 2010 e 2012, não declarou possuir qualquer funcionário e não efetuou qualquer pagamento a contribuintes individuais, sejam pró-labore ou autônomos, conforme se verifica a partir do exame de suas Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)”, assinalam os procuradores em trecho do relatório.

Na avaliação deles, é “manifestamente improvável que a Ibatiba efetivamente tenha prestado os serviços pelos quais foi contratada pelas empreiteiras Mendes Júnior, Andrade Gutierrez e OAS, que motivaram transferências de milhões de reais”.

A defesa de Jucá disse que as afirmações do delator são “falsas” e que o senador jamais teve “intimidade” com pessoas ligadas à Ibatiba.

Leia a íntegra da reportagem no Estadão