Tópicos do dia – 08/11/2011

08:37:39
Ministro Lupi inova.
Ao invés de frito em frigideira está sendo cozido em uma Panella.

08:49:40
Médico de Michael Jackson sai algemado do Tribunal.
Já aqui, na taba dos Tupiniquins…
Barrado pelo Ficha Limpa, tucano toma posse no Senado nesta terça
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) toma posse nesta terça-feira, 8. O senador foi impedido de exercer o mandato em razão da Lei da Ficha Limpa, mas na semana passada o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que Cássio poderia voltar ao Senado, já que a lei só pode ser aplicada a partir de 2012.

11:07:44
O médico algemado e a tolerância máxima no Brasil.

Vejo a cena do médico do cantor Michael Jackson, condenado, e já sair algemado para a prisão, sem sequer a sentença ter ainda sido prolatada.

É urgente, no Brasil, um novo Código de Processo Penal, e um novo Código Penal, cuja redação ainda é de 1940, embora com algumas emendas mais recentes.

A tríade, Fato+Valor+Norma, exceções a parte, parece não se aplicar à legislação penal brasileira. No Brasil a legislação penal não acompanha as demandas da realidade de nossa sociedade. Considerem-se também as especificidades da Common Law, USA, e da Civil Law, Brasil.

Que fique claro que em época alguma, em nenhum tipo de regime, o Estado somente se move sob pressão da sociedade. Acontece que é preciso um conceito de tolerância zero – punição rigorosa aos chamdos crimes menos gravosos – para que se possa aplicar sanções aos mais gravosos.

Acontece que a hipocrisia impera nos “indignados” da sociedade brasileira. Vêem um amigo encher a cara e depois sair dirigindo e não tomam nenhuma providência, seja para impedir, seja para denunciá-lo imediatamente à polícia. Fica valendo a máxima cínica: “aos amigos tudo. Aos inimigos a Lei”.

Uma “paradinha rápida” na paralela para apanhar o filho na escola, danifica o tecido social, no aspecto ético e moral, e conseqüentemente na aplicação da norma posta, tanto quanto dólares na cueca. A comparação não é nesse caso somente factual, mas axiológica.

12:06:01
Em defesa das loiras!
O mito foi quebrado…
– Conheço uma maneira de conseguir uns dias de folga – diz o empregado à sua colega loira.
– E como é que vai fazer isso? – diz a loira.
– Vou demonstrar – diz o empregado.

Nisto, ele sobe pela viga e pendura-se de cabeça para baixo no teto.
Nesse momento, o chefe entrou, viu o empregado pendurado no teto e perguntou:
– Que diabo estás aí a fazer?
– Sou uma lâmpada – respondeu o empregado.
– Hummm… Acho que você precisa de uns dias de folga. Vá pra casa..
Ouvindo isto, o homem desceu da viga e dirigiu-se à porta.

A loira preparou-se imediatamente para sair também.
O chefe puxou-a pelo braço e perguntou-lhe:
– Onde você pensa que vai?
– Eu vou pra casa! Não consigo trabalhar no escuro!!!

16:17:03
Berlusconi diz que irá renunciar.
A crise econômica fez o que nem as tenebrosa transações nem os incontáveis escândalos sexuais conseguiram.
O primeiro ministro “Belisconi”  diz que renunciará após implantar as medidas de austeridade necessárias para tirar a Itália do buraco.


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Celebridade boa é celebridade morta

Mais uma contundente crônica do excepcional Ivan Lessa. Junto com Millor Fernandes, os dois únicos egressos do Pasquim que fazem do ofício de escrever um exercício de inteligência.

O Editor


Rica listinha de mortos
Ivan Lessa
Colunista da BBC Brasil

Celebridade boa é celebridade morta. Um ditado popular que acabo de cunhar. Dessas inspirações que batem na gente às vésperas de eleições. Assanhamentos aspiracionais.

Os fatos não me desmentem. Toda a mídia global noticiou o espetacular evento: Michael Jackson é a celebridade morta mais lucrativa. Quem o afirmou, com sua habitual autoridade, foi a revista Forbes, que se ocupa de coisas e causos dos muito ricos. E nós, pobretões ou remediados, queremos saber de tudo.

A Forbes, versão mulher, dita Forbes Woman, ainda recentemente criou manchetes ao noticiar que Monique, digo, Michelle Obama, é a “mulher mais poderosa do mundo”. À frente de presidente alemã, industrial americana, secretária de Estado Hillary Clinton e por aí afora. Bem afora mesmo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O que a faz a mulher mais poderosa do mundo? A revista não entrou em detalhes, porque detalhes não há. Resta o único fato concreto e plausível: Michelle Obama é a mulher mais poderosa do mundo porque dorme com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Ponto.

Assim caminha a Humanidade. Não se abana mais com a célebre Revista do Rádio, conforme queria Nelson Rodrigues, mas com a revista Forbes, versão para homens e versão para mulheres, como banheiros lá no fundo do restaurante, sempre à esquerda da caixa e pouco antes da cozinha.

Queremos saber dos ricos. Que são muito diferentes da gente. Exatamente como disse e escreveu Scott Fitzgerald, o que lhe mereceu uma boa gozada por parte do sacana do Ernest Hemingway, que comentou, “São diferentes, sim. Têm mais dinheiro.” Hemingway não entendia nada de rico e nem de dinheiro. Talvez por isso mesmo tenho botado a espingarda na boca e apertado o gatilho alguns depois de mexer com o pobre do Fitzgerald.

Abro de novo, e como a moçoila do Nelson Rodrigues, me abano depois de ler a principal manchete. Lá está, em furo de repórter rico: “Michael Jackson é a celebridade morta mais lucrativa.” No miolo do texto, os dados relevantes. Só este ano o astro, que tão cedo se apagou deixando-nos numa noite artística, poetizo para melhor poder digerir o malogrado fato, teve um faturamento de produtos que levantou, para seus herdeiros e gestores de seu legado, perto de US$ 275 milhões.

A Forbes, que sabe das coisas, não nos deixa em dúvida: essa cifra já supera os lucros de Madonna, Jay-Z e Lady Gaga juntos. E prossegue fuçando figurativamente as contas bancárias e carteiras de notas de outros mortos célebres (falar nisso: quem é e o que quer Jay-Z?).

Lá estão, devidamente listados, Elvis Presley, em segundo lugar, que bateu as botinas em 1977. Logo depois – vejam que estranho – um escritor: J.R.R. Tolkien (1892-1973, aquele da trilogia O Senhor dos Anéis, que levantou uma nota de 50 milhões de dólares, que, não é nada não é nada, dá ao menos para quem ficou com seus direitos autorais se assenhorar não só de anéis como de bijuterias várias, inclusive um bom número desses relógios Rolex que vivem tentando me vender pela internet.

Em quarto lugar, outro que não cantava nem sacudia as cadeiras: Charles Schulz (1922-2000), aquele cara sensacional que bolava e desenhava a tira que já foi batizada por nós de Minduim, e que vocês conhecem muito bem – a turma do Charlie Brown, da Lucy e daquele cachorro genial, o Snoopy.

Depois, um músico, ou como tal tido, John Lennon, que tinha mania de parar na rua para autografar LP de fã aloprado armado. Deixando o mundo da música, mas sempre no mundo dos mortos, segue-se Yves Saint Laurent, estilista que já era, em todos os sentidos. Ou seja, liderava a lista até ano passado, quando grande parte de seu espólio foi vendida por US$ 350 milhões. Agora, babau, mon cher Yves. Vai, ou fica, com Deus.

Nosso bom e grande Ziraldo não foi chamado para os trabalhos, uma vez que tem a desvantagem de ainda estar vivo. Fica para outro ano.

Encerro os trabalhos por aqui, já que uma voz, lá no fundo, me sussurra o lugar-comum que o dinheiro é a raiz de todos os males, ao mesmo tempo que outra voz insiste em me lembrar que a inveja matou Caim. Dissonâncias a que todos estamos sujeitos graças a essa sempiterna guerra dos cifrões.

Michael Jackson – Vídeo inédito do comercial da Pespi

A revista americana Us publicou em seu site nesta quarta-feira (15) um vídeo inédito mostrando cenas do acidente que o cantor Michael Jackson sofreu durante as gravações de um comercial da Pepsi em janeiro de 1984. Na ocasião, Jackson sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau na face e perdeu parte do cabelo quando efeitos pirotécnicos explodiram antes do previsto.

Fotos do vídeos:
Fotos-Michael-Jackson-comercial-da-pepsi-cabelo-queimado

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Este acidente tem sido citado como o início do vício de Michael Jackson em analgésicos, que pode ter causado sua morte.

O vídeo contém imagens vistas pela primeira vez pelo público (algumas das cenas podem chocar).

Fonte Saiu no Jornal

Gravadoras e imprensa usam Michael Jackson para tentar ganhar tempo na crise de modelos de negócio

A morte do cantor Michael Jackson uniu a indústria fonográfica e a imprensa do mundo inteiro num frenético esforço de dar sobrevida a um mito para alavancar vendas e adiar por mais alguns meses o confronto com a dura realidade da falência de dois modelos de negócio que a inovação tecnológica tornou obsoletos.

Esta união de esforços mostrou como as gravadoras, em especial a Sony, detentora dos direitos musicais de Michael Jackson, estão dispostas a sugar até a última gota o potencial de vendas de astros e mitos do showbiz mundial. A Sony vendeu 750 milhões de álbuns (long play e CDs) do cantor desde 1982.

E a imprensa mergulhou de cabeça na notícia-espetáculo transformando em atualidade e voyeurismo aquilo que na verdade é essencialmente uma operação de marketing para valorizar o produto Michael Jackson. Não está em questão a produção musical e nem o gênero pop, mas o uso comercial que foi feito de ambos.

Michael Jackson é um caso único não tanto pela sua carreira e pelo gênero que criou mas sim pelo fato de ser o último grande fenômeno musical em escala planetária. Mesmo morto, não há nenhum outro interprete capaz de conseguir uma audiência global como ele.

O mito Michael foi construído na época áurea da indústria fonográfica mundial. Está associado diretamente a um modelo de negócios onde a produção musical estava concentrada nas mãos das gravadoras que controlavam o mercado de forma oligopólica.

A morte do chamado “rei do pop” é um duríssimo golpe para as gravadoras que ficam sem o seu maior astro e seu maior fiador de receitas recordes. Daí a necessidade de manter o mito contando com a ajuda da imprensa, que também passa por maus momentos e precisa aumentar o faturamento.

Trata-se, portanto, de uma aliança de conveniência, que está recorrendo ao que há de pior no jornalismo de variedades quando procura atrair público abrindo espaços para todos aqueles que querem fazer marketing pessoal contando segredos da vida do cantor.

Está valendo tudo neste esforço para prolongar o mais possível a permanência de Michael nas manchetes da imprensa e nos programas de televisão. Os jornais sensacionalistas são cúmplices e parceiros nesta empreitada cujo principal beneficiado é a agonizante indústria fonográfica mundial.

Observatório da Imprensa – Carlos Castilho

Michael Jackson: ingresso pro velório é presente de aniversário

Assisto em noticiário matinal na TV, um nefelibata nos Estados Unidos comemorando ter sido sorteado com ingresso para assistir (?) o funeral do cantor Michael Jackson.

O ruminante informa eufórico ante as câmeras e microfones, que dará o ingresso para a sua (dele) filha como presente de aniversário.

Argh!

Michael Jackson e o fascínio com as celebridades

Coluna semanal do ombudsman da Folha de São Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva, sobre celebridades.

“O fascínio com a celebridade se manifestou na cobertura do show da morte de Michael Jackson. A Folha deu mais espaço e destaque a ele do que os jornais americanos. A obsessão pela celebridade parece estar se tornando marca registrada deste jornal, que em princípio é de referência.

A Folha está antenada com o seu tempo. No magistral livro de Richard Sennett, “O Declínio do Homem Público”, o autor descreve como a sociedade ocidental ao longo dos séculos 19 e 20 foi se deixando dominar pelo narcisismo desregrado que privatizou definitivamente a existência social. E Sennett escreveu seu trabalho há 30 anos, antes dos facebooks e blogs.

Metódica e documentadamente, Sennett mostra como a incivilidade tomou conta das relações sociais a ponto de só o que é pessoal, individual, referente aos sentimentos íntimos (especialmente os das estrelas) interessar.

No mundo contemporâneo, a aprovação ou a censura se dirigem aos atores, não às ações. “O que importa não é tanto o que a pessoa fez, mas como ela se sente a respeito.”

Em todas as esferas. Na política, por exemplo, “o líder carismático moderno destroi qualquer distanciamento entre os seus próprios sentimentos e impulsos e aqueles de sua plateia e, desse modo, concentrando os seus seguidores nas motivações que são dele, desvia-os da possibilidade de que o meçam pelos seus atos”.

A mídia eletrônica, ensina Sennett, insufla esse ânimo coletivo que exige dos famosos um “strip-tease psíquico” público permanente (no caso de Michael Jackson, chega até o túmulo). E o faz porque a sociedade assim deseja.

O jornalismo impresso deveria ser um contraponto de civilidade. É uma pena que esta Folha pareça se recusar a exercê-lo”.

Michael Jackson além de um nariz aquilino

Além do nariz

Certa vez fizeram uma homenagem ao boxeador Joe Louis, na época o negro mais famoso do mundo, e alguém terminou um discurso dizendo que ele era um orgulho para sua raça — a raça humana. Muitos anos depois um cômico diria a mesma coisa de Michael Jackson, mas com uma maldade final. Ele era um orgulho para sua raça — fosse ela qual fosse!

Michael apagara todos os traços da sua raça original do rosto e o resultado não se parecia com nenhum grupo étnico conhecido. Nunca ficou muito claro, sem trocadilho, que rosto ele queria ter. Diziam que seu ideal de beleza era a Diana Ross, uma prototípica negra com feições brancas, mas ele não se contentou em ter seu nariz afilado e seus lábios finos. Continuou branqueando e esculpindo o próprio rosto até transformá-lo na máscara grotesca de um ser indefinível. Talvez procurasse ser de uma raça além da humana.

O dinheiro não traz a felicidade (manda buscar, disse um cínico). Mas há séculos se usa a riqueza para tentar vencer tudo que traz a infelicidade: a feiura, a raça indesejada e outras consequências da fatalidade genética, e o maior inimigo da nossa vaidade, a passagem do tempo.

As múmias e todos os elaborados arranjos fúnebres para garantir a eternidade dos faraós existiam para combater esta grande injustiça: de nada adiantavam seu poder e sua fortuna se os faraós se degradavam e acabavam como qualquer servo.

Não houve rei ou rico da Idade Média que não investisse na alquimia, que era a ciência de alterar a Natureza das pedras e dos homens, ou pelo menos dos homens que podiam pagar. Hoje existe uma indústria de cosméticos e mágicas rejuvenescedoras que movimenta bilhões e cujo objetivo final é o mesmo dos sacerdotes do Antigo Egito, nos embalsamar contra os estragos do tempo e nos garantir a vida eterna — enquanto dure. Michael Jackson também não achou justo ser rico e poderoso como um faraó e não poder alterar não apenas seu nariz como seu destino.

Martin Luther King resgatou a autoestima dos negros americanos com uma frase, mas Michael Jackson não concordou que black era beautiful. No fim nem se contentou em ser branco, como não se conformou em envelhecer como qualquer um. Foi um grande artista e a comoção causada pela sua morte prematura é compreensível.

Mas Michael Jackson foi, antes de mais nada, um trágico herói da insubmissão à vida.

Luiz Fernando Veríssimo – O Globo

Michael Jackson sofre parada cardíaca. Algumas agências de notícias informam que o cantor teria morrido

Atualização: Confirmada a morte de Michael Jackson

Agências noticiam que Michael Jackson morreu.

O cantor Michael Jackson morreu na tarde desta quinta-feira em Los Angeles, segundo agência Reuters e o site “TMZ“. Em comunicado distribuído às 18:53

Emoutro comunicado do site TMZ às 19:21, o cantor Michael Jackson, de 50 anos, sofreu uma parada cardíaca na tarde desta quinta-feira. Ele foi levado para o hospital da Universidade de Los Angeles. O astro teria recebido massagem cardíaca para reanimação.

Uma equipe médica teria sido chamada pelo 911 para a casa de Michael Jackson em Beverly Hills, às 12h21m (hora local, 16h21m de Brasília). Ele não estaria respirando quando os paramédicos chegaram ao local, conforme informações da agência Reuters.

O pai do cantor disse ao site TMZ, por telefone, que Jackson “não está nada bem”. Outro parente não identificado informou que o estado de saúde do cantor é “muito ruim”. Os irmãos do astro estão se dirigindo para o hospital da UCLA.

O Globo

Problemas financeiros levam Michael Jackson a leiloar objetos para pagar dívidas

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É, o rei da música Pop Internacional, que foi o único cantor a vender mais cópias de discos, no Álbum “Thriller“, agora tem que vender os seus objetos pessoais para pagar dívidas. Que fim melancólico!

Alguns dos objetos mais conhecidos de Michael Jackson irão a leilão, no dia 22 de abril nos Estados Unidos, na esperança de arrecadar cerca de US$ 3 milhões para pagar dívidas do Rei do Pop.

Entre os itens estão o famoso par de luvas usado pelo cantor em 1983 no clipe do hit “Billie Jean“, figurinos de shows, jóias, um luxuoso ônibus usado em suas turnês, além de pinturas, esculturas, prêmios e jogos de fliperama.

Espera-se que as luvas, completamente cobertas de cristais Swarovski, sejam arrematadas por US$ 19 mil. Os portões do rancho Neverland também vão a leilão para tentar arrecadar entre US$ 20 mil e US$ 30 mil, assim como a jaqueta preta usada pelo cantor em 1984, quando colocou seu nome na calçada da fama de Hollywood. O objeto mais caro do leilão é um Rolls Royce customizado para Jackson em 1999, estimado entre US$ 140 mil e US$ 160 mil.

O leilão, que acontecerá no hotel Beverly Hilton, em Los Angeles, vai durar quatro dias. De acordo com os organizadores do evento, será uma rara oportunidade para os fãs terem contato com o mundo de Michael Jackson.

Fã poderão dar lances pessoalmente ou pela internet, e o leilão será transmitido ao vivo pelo canal de TV americano Auction Network.

Apesar de seus problemas finaneiros, o Rei do Pop, de 50 anos, vai doar parte do que for arrecadado para a instituição de caridade MusiCares, que ajuda músicos necessitados.

Os problemas financeiros de Michael Jackson começaram em 2003, depois de ter sido acusado de molestar sexualmente um menino.

da Folha