Saudades da Panair

Lockheed Constellation L-049
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Constellation Connie ou apenas Constellation, foi um avião quadrimotor a pistão, construído pela americana Lockheed entre 1943 e 1958, em Burbank. Foram construídos ao todo 856 aparelhos em 4 modelos, todos com o mesmo design característico cuja forma de golfinho possui tripla empenagem. Foi um avião muito usado no transporte de passageiros e como avião de transporte militar. Foi o avião presidencial de Dwight D. Eisenhower, presidente dos Estados Unidos.
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Fórmula UM – Memórias – Silverstone Grand Prix

Froilan Gonzalez, Ferrari 375 – Silverstone, GranPrix, 1951Memória,História,Esportes,F1,Formula UM,Silverstone,GranPrix,Blog do Mesquita,Froilan Gonzalez, Ferrari 375,1951

Manzon, Gordini, 6 Cilindros – Silverstone, GranPrix, 1952
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Peter Collins – Silverstone, GranPrix, Wins, 1958
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Damon & Graham Hill – Silverstone, GranPrix, 1965Memória,História,Esportes,F1,Formula UM,Silverstone,GranPrix,Blog do Mesquita,Damon & Graham Hill,1965

John Surtees, Honda RA273E V12 – Silverstone, GranPrix, 1966
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Colin Chapman & Jim Clark – Lotus 49 – Silverstone, GranPrix, 1967
Colin Chapman walks besides Jim Clark's new Lotus Ford-Cosworth 49 in pits, Dutch Grand Prix, Zandvoort, 1967

Graham Hill – Silverstone, GranPrix, 1967Memória,História,Esportes,F1,Formula UM,Silverstone,GranPrix,Blog do Mesquita,Graham Hill,1967

Dan Gurney & Fraçoius Cevert – Silverstone, GranPrix, 1970
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Francois Cevert & Ronnie Peterson – Silverstone, GranPrix, 1970
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Carlos Reuteman, Lotus 80, Teste – Silverstone, GranPrix, 1970
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Clay Regazzoni, Ferrari 312B2 – Silverstone,Grand Prix, 1971Esportes,Fórmula um,Silverstone,Grand Prix,Clay Regazzoni, Ferrari 312B2, 1971,Blog do Mesquita

Emerson Fitipaldi, Lotus 72E – Silverstone, GranPrix, 1973
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Peter Revson – Silverstone, GranPrix, 1973
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José Carlos Pace “Moco”, Brabham BT45 – Silverstone, GranPrix, 1976
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Niki Lauda, Ferrari 312 T2 – Silverstone, GranPrix, 1976
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Michele Alboreto, Tyrrell 010 – Silverstone, GranPrix, 1983 Memória,História,Esportes,F1,Formula UM,Silverstone,GranPrix,Blog do Mesquita,Michele Alboreto,1983 Benetton Team Tyrrell 010

Nigel Mansell & Ayrton Senna – Silverstone,GranPrix, 1987
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Ayrton Senna, Lotus 99T – Silverstone, GranPrix, 1987Memória,História,Esportes,F1,Formula UM,Silverstone,GranPrix,Blog do Mesquita,Ayrton Senna,Lotus 99T,1987 02

Mauricio Gugelmin, March 881 Jud – Silverstone,GranPrix, 1988Memória,História,Esportes,F1,Formula UM,Silverstone,GranPrix,Blog do Mesquita,Mauricio Gugelmin,March 881 Jud,1988

Silverstone, GranPrix, 1988
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Nelson Piquet, Lotus 101 Jud – Silverstone, GranPrix, 1889
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Nigel Mansell & Ayrton Senna – Silverstone, GranPrix, 1991
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Felipe Massa, Ferrari F138 – Silverstone, GranPrix, 2007
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Rubens Barrichello, Brown – Silverstone, GranPrix, 2009
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Neurociência: Lembranças apagadas pelo Alzheimer podem ser recuperadas

Experiência com ratos resgata sua memória perdida com rajadas de luz no cérebro.

Uma rata com um implante optogenético.
Uma rata com um implante optogenético.
Existem poucas coisas mais tristes na vida do que comprovar que sua mãe não se lembra quem é você. Por volta de 47 milhões de pessoas, multidão do tamanho da população da Espanha, sofrem de demência no mundo.

E o Mal de Alzheimer, caracterizado pela deterioração da memória e do intelecto, está por trás de 70% dos casos.

Um novo estudo oferece agora um pouco de esperança aos pacientes e suas famílias. Seus resultados sugerem que, pelo menos nas primeiras etapas do Alzheimer, as recordações não desapareceram dos cérebros dos afetados. Continuam ali. Sua mãe doente tem arquivada na cabeça sua data de aniversário, o problema é o sistema de acesso à memória.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Os autores do estudo, liderados pelo prêmio Nobel Susumu Tonegawa, realizaram uma experiência ousada. Pegaram dois grupos de ratos – um são e outro modificado geneticamente para sofrer as primeiras fases do Alzheimer – e os colocaram em um habitáculo cujo solo soltava descargas elétricas de acordo com a programação dos pesquisadores. Todos os roedores mostraram sintomas de medo quando eram recolocados na mesma câmara uma hora depois. Mas quando repetiam a ação dias depois, somente os ratos sãos mostravam temor. Os roedores com Alzheimer haviam se esquecido dos choques.

A técnica, que requer a abertura do crânio, jamais foi utilizada em seres humanos

A segunda parte do ensaio foi mais sofisticada. Entrou em jogo a optogenética, uma técnica que inserta, mediante vírus, genes de algas sensíveis à luz nos cérebros dos ratos. Uma vez nos neurônios, os genes produzem uma proteína capaz de ativar e desativar cada célula em função de rajadas a laser de luz enviadas pelos pesquisadores. A técnica, que requer a abertura do crânio, jamais foi utilizada em seres humanos.

A equipe de Tonegawa observou a mudança do hipocampo dos ratos, uma das áreas do cérebro relacionadas com a memória. Detectaram ali os engramas envolvidos: as estruturas neuronais que sofrem mudanças bioquímicas durante uma experiência e são reativadas ao relembrá-la. Ao marcar essas células concretas e iluminá-las com rajadas de luz, os ratos com Alzheimer voltaram a se lembrar da descarga elétrica. “O importante disso é que é uma prova de conceito. Mesmo que uma recordação pareça ter se apagado, ainda continua ali. O problema é como recuperá-la”, resume Tonegawa, diretor do centro RIKEN-MIT para a Genética do Circuito Neural, em Cambridge (EUA), em um comunicado.

A recuperação das lembranças dos ratos, entretanto, acabou quando as luzes foram apagadas. Os pesquisadores deram então outro passo. Em condições normais, o medo é gravado mediante o reforço das conexões entre os neurônios do giro denteado e os do córtex entorrinal, outra região do cérebro localizada atrás da têmpora. O grupo de Tonegawa conseguiu esse mesmo efeito com reiterados pulsos de luz lançados de forma muito específica em pontos dessa região cerebral dos roedores com Alzheimer. Os animais recuperaram sua memória a longo prazo até chegar ao mesmo nível dos ratos sãos. Seus resultados foram publicados na quarta-feira na revista Nature.

Mesmo que uma recordação pareça ter se apagado, ainda continua ali. O problema é como recuperá-la

A experiência, entretanto, não funcionou quando os cientistas lançaram rajadas grossas de luz de forma indiscriminada no giro denteado. Só obtiveram sucesso ao dirigir as rajadas aos circuitos neuronais realmente envolvidos na gravação da lembrança no cérebro. Os neurônios iluminados recuperaram a densidade de suas espinhas dendríticas, prolongações associadas à memória cujo número se reduz à medida que o Alzheimer avança.

“Com base nesses resultados, acreditamos que as recordações ainda estão armazenadas no cérebro durante as fases iniciais do Mal de Alzheimer”, frisa o jovem neurocientista Dheeraj Roy, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e principal autor do estudo.

Roy reconhece as limitações de seus resultados, uma vez que a optogenética, muito invasiva, ainda não é autorizada para seu uso em humanos. “No futuro, poderemos tentar a utilização de alguma variante da estimulação cerebral profunda, já que é uma terapia aprovada para vários transtornos, e desenvolver fármacos que possam conseguir resultados semelhantes”, especula. A estimulação cerebral profunda é utilizada para aliviar os sintomas do Parkinson e consiste em um dispositivo implantado cirurgicamente que estimula com eletricidade áreas cerebrais concretas. Sua precisão está bem distante da conseguida com a optogenética.

Será possível então que no futuro uma avó com Alzheimer se lembre do nome de sua filha com a iluminação de seus neurônios? “Com certeza, teoricamente seria possível ativar diretamente os bloqueios neuronais do hipocampo em pacientes com Alzheimer inicial e recuperar suas memórias supostamente perdidas”, diz Roy. “Na prática, todos os pesquisadores da comunidade neurocientífica precisarão trabalhar juntos para conseguir tamanho feito nos seres humanos”, afirma.
Manuel Asende/El País

Fotografia – Memória – Fortaleza

Estação Ferroviária Engenheiro João Felipe¹ na Praça Castro Carreira²
Fortaleza, CE.


Essa foto, logo acima, é de autoria do arquiteto Maurício Cals
¹Engenheiro João Felipe
Nascido em Tauá, Estado do Ceará, em 23 de Março de 1861, o engenheiro João Felipe Pereira foi sucessivamente:
– Ministro das Relações Exteriores do Governo Floriano Peixoto;- Ministro da Viação e Obras no Governo Floriano Peixoto;- Prefeito do então Distrito Federal;- Inspetor das Obras Públicas do Rio de Janeiro;- Diretor dos Correios;- Encarregado da Implantação do Serviço de Abastecimento d’água de Fortaleza;- Professor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro;- Presidente do Clube de Engenharia. Seu nome foi dado a Estação Central da Linha Férrea de Baturité durante o Governo do Presidente José Linhares. A Estrada de Ferro de Baturité posteriormente foi transformada em Rede de Viação Cearense – RVC.

²
Liberal de Castro Carreira

Nasceu em
Aracatí, cidade situada no litoral leste do estado do Ceará, em 24 de Agosto de 1820. Este personagem da história cearense que dá nome a praça da estação, em Fortaleza. Foi médico, senador e financista. Formou-se em medicina no Rio de Janeiro em 1844 e foi o primeiro médico a aplicar anestesia no Estado do Ceará.Faleceu em Fortaleza, Ce, em 12 de Junho de 1903.

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