Publicidade invisível na internet é prática abusiva nas relações de consumo

Não há dúvida: a influência que os consumidores têm sobre os outros é muito maior do que a de qualquer publicitário ou grande empresa.

Lavagem Cerebral,Blog do Mesquita

Essa é a conclusão do experimento promovido pelo publicitário Martin Lindstrom e detalhado no livro “Brandwashed”[1].

Inspirado pelo filme The Joneses[2], Lindstrom patrocinou uma ação publicitária inusitada na Califórnia: uma família mudou-se para um bairro de classe média-alta para promover a venda de bens de consumo aos vizinhos por meio da simples recomendação, mas sem revelar o seu vínculo comercial. As vendas das marcas sugeridas pelos atores cresceram exponencialmente.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Na sociedade pós-industrial, a ampla disseminação da oferta exige que as empresas mantenham fortes vínculos com os consumidores, a fim de viabilizar o escoamento da produção. Exsurge nítida, assim, uma relação simbiótica da sociedade de consumo com a publicidade, que é o primeiro passo para a formação desses vínculos.

É fato que as estratégias publicitárias evoluíram para ganhar amplitude e permitir uma maior interação com os consumidores, especialmente por meio das redes sociais, blogs e páginas na internet. Para ganhar mercado, as marcas passaram a disputar espaço na memória das pessoas (e dentre ostrending topics[3]) por meio de iniciativas inovadoras. A criatividade provou ser uma excelente ferramenta para angariar um pouco da atenção do público-alvo, geralmente dispersa em meio a tantas campanhas.

Todavia, existem limites éticos e jurídicos a balizar as ações de comunicação da oferta. É direito básico do consumidor a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, os métodos comerciais coercitivos ou desleais (art. 6º, IV, Código de Defesa do Consumidor) [4]. Tal disposição ganha especial relevo à luz do artigo 5º, XXXII, da Constituição Federal. Na medida em que a proteção ao consumidor constitui um direito fundamental e um dos princípios da ordem econômica (art. 170, V, CF), ela deve ser assegurada pelo Estado e observada pela iniciativa privada.

É desleal a campanha publicitária que — sem se identificar como uma mensagem patrocinada — envolve o consumidor para impingir-lhe uma oferta. Nos termos do artigo 36 do CDC, “a publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.”  Na sistemática da legislação protetiva, o consumidor não é balizado pelos padrões de homem-médio, pois todo consumidor é vulnerável (e, alguns deles, são hipervulneráveis[5]).

Nesse contexto, entende-se como publicidade invisível toda e qualquer mensagem publicitária que não pode ser identificada pelo consumidor. Com ela, a atenção é atraída para determinada oferta sem que ele perceba estar sendo abordado por uma ação publicitária. O reconhecimento dessa modalidade de comunicação como prática abusiva nas relações de consumo se justifica, principalmente, pela violação ao princípio da identificação da mensagem publicitária. Segundo Lucia Magalhães Dias[6], trata-se de princípio decorrente do próprio dever de transparência e lealdade nas relações de consumo, tema recepcionado pelas mais diversas legislações do mundo.

Inúmeras ações relatadas na obra Brandwashing são eficazes justamente porque omitem do consumidor a sua essência: não se revelam como comunicações patrocinadas. A atriz que fez amizades com as vizinhas para incitar o consumo de determinados bens ganha poder de persuasão porque nós, natural e instintivamente, confiamos mais nas pessoas que conhecemos. E se a publicidade é invisível, não é possível criar as reservas mentais necessárias sobre a mensagem que está sendo compartilhada: acreditamos que ela é isenta, enquanto, na verdade, é parcial.

Vale lembrar que a Lei 12.965/2014, que instituiu o Marco Civil da Internet, também estabelece dentre os seus fundamentos a defesa do consumidor. Ressaltou-se expressamente que se aplicam as disposições do CDC aos contratos celebrados em meio eletrônico (arts. 2º, V, e 7º, XII). Lamentavelmente, o problema da dissimulação da mensagem publicitária é pandêmico na internet. São incontáveis os exemplos de promoção comercial de produtos e serviços em meio a vídeos, postagens, jogos, reportagens, etc.

Há poucos anos circulou por meio das redes sociais brasileiras o vídeo aparentemente amador de um rapaz que pedia ajuda aos internautas para encontrar uma moça por quem ele teria se apaixonado. O jovem relatou detalhadamente como ocorreu o encontro e alegou ter perdido o papel onde estaria escrito o número de telefone da sua amada. A repercussão do vídeo foi expressiva, gerando comoção de muitas pessoas que tentaram ajuda-lo compartilhando a sua história. Somente quando o terceiro vídeo de série foi divulgado revelou-se que o relato era, na verdade, uma ação de marketingde um novo modelo de um aparelho celular.

A campanha gerou polêmica porque envolveu inúmeros consumidores antes de revelar a sua natureza comercial. O Procon e o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária foram instigados a intervir. A despeito das dezenas de queixas de consumidores, o julgamento pelo Conar resultou no arquivamento sem qualquer sanção porque supostamente se trataria de mero teaser.[7]

De fato, dadas as características e a legítima finalidade do teaser, não seria razoável exigir nele a identificação do anunciante ou do produto anunciado. Entretanto, é imperioso que o teaser seja, desde o primeiro momento, identificável pelo consumidor como uma mensagem de caráter publicitário. Em outras palavras: não é preciso revelar imediatamente o anunciante ou o bem anunciado, mas é fundamental, para a proteção do consumidor, que se revele tratar-se de publicidade.

Na medida em que a prática abusiva da publicidade invisível tem potencial para ludibriar os consumidores, ela pode comprometer até mesmo a aplicação da lei, uma vez que é difícil sua identificação pelos operadores do Direito. Daí a absoluta relevância da preocupação ética: a publicidade invisível deve ser combatida principalmente pelos agentes publicitários, que podem fidelizar a marca e criar vínculos com o consumidor sem violar os seus direitos, protegendo o mercado de consumo e o desenvolvimento do país.[8]

Não é à toa que, durante o XIII Congresso Brasileiro de Direito do Consumidor, promovido pelo Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), foi aprovada, por unanimidade, uma tese independente nos seguintes termos: “A publicidade invisível, entendida como a mensagem publicitária que não é perceptível como tal, constitui prática abusiva nas relações de consumo, ainda que apresentada sob a forma de teaser e/ou divulgada por meio da internet.”[9]
Por Laís Bergstein


[1] LINDSTROM, Martin. Brandwashed: tricks companies use to manipulate our minds and persuade us to buy. Nova York: Crown Publishing, 2011.
[2] Filme dirigido por Derrick Borte, lançado no Brasil em 24 de dezembro de 2010 com o nome “Amor por contrato”.
[3] Trata-se da lista de temas mais comentados por meio da rede social (microblog) Twitter.
[4] MARQUES, Claudia Lima; BENJAMIN, Antonio Herman V.; MIRAGEM, Bruno. Comentários ao Código de Defesa do Consumidor. 3. ed. rev., ampl. e atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. p. 245.
[5] Essa concepção de hipervulnerabilidade ou vulnerabilidade exacerbada é explicada nos escritos de Claudia Lima Marques, Bruno Miragem, Cristiano Heineck Schimitt, Antônio Carlos Efing, Adolfo Mamoru Nishiyama e Roberta Densa, dentre outros.
[6] Mais sobre esse tema: DIAS, Lucia Ancona Lopez de Magalhães.Publicidade e direito. São Paulo: Ed. RT, 2010. p. 65 a 67.
[7] CONAR. Representação nº 174/12. Julgado em Setembro de 2012. Disponível em: <www.conar.org.br> Acesso em: 12 ago. 2016.
[8] EFING, Antonio Carlos; BERGSTEIN, Laís Gomes; GIBRAN, Fernanda Mara. A ilicitude da publicidade invisível sob a perspectiva da ordem jurídica de proteção e defesa do consumidor. São Paulo, Revista de Direito do Consumidor, v. 81. Jan – Mar / 2012. p. 91 – 115.
[9] Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (BRASILCON). Teses Independentes. XIII Congresso Brasileiro de Direito do Consumidor. Disponível em: <http://brasilcon.org.br/xiiicongresso/pagina/teses> Acesso em: 12 ago.2016.

 

Laís Bergstein é advogada, mestre em Direito Econômico e Socioambiental (PUC-PR), doutoranda em Direito do Consumidor e Concorrencial (UFRGS) e associada ao Brasilcon.

Revista Consultor Jurídico

Apple a serviço do Big Brother

Apesar de o CEO da Apple, Tim Cook, sempre reforçar que a empresa não tem interesse em ganhar dinheiro utilizando os dados dos usuários, parece que agora ele tem condições de fazer isso case mude de ideia.

Apple,Tecnologia da Informação,Blog do Mesquita

A companhia registrou uma nova patente nesta quinta-feira (16) sobre um sistema de e-commerce que seria capaz de entregar anúncios de produtos baseados no que o consumidor realmente pode comprar.

Basicamente, o sistema rastrearia o status dos cartões de crédito e débito do usuário e checaria o quanto ele tem de saldo.

Depois, ele enviaria sugestões de produtos com valores dentro do orçamento do consumidor. “Uma vantagem de anúncios segmentados é que apenas produtos que podem ser bancados pelos usuários chegarão a eles”, diz a patente.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O registro propõe que as mercadorias deveriam ser anunciadas somente se tiverem um valor de até 90% do saldo da pessoa, deixando outros 10% no cartão. A patente ainda fala de um serviço de cobrança e pagamento para quem responde a estes anúncios, além de métodos de entrega digitalmente ou fisicamente para quem compra o produto mostrado.

Apesar de a ideia ser inovadora em relação a métodos convencionais (pois hoje as companhias anunciam o que elas querem que os consumidores comprem e não o que eles realmente têm dinheiro para pagar), a Apple não parece querer produzir esse sistema tão cedo, já que ela tem se posicionado repetidas vezes contra o uso de dados de seus clientes para a publicidade.

Durante uma entrevista ao canal norte-americano PBS em setembro do ano passado com o apresentador Charlie Rose, Tim Cook disse se ofender com companhias que vendem dados pessoais de usuários para anunciantes. “Nosso negócio não é baseado em ter informações de pessoas.

Elas não são nosso produto. Se as empresas estão fazendo dinheiro coletando dados de usuários, eu acho que qualquer um tem o direito de ficar preocupado”, disse ele.
Adeline Daniele, de INFO Online

Marketing Digital para pequenos negócios

Economia,Publicidade,Negócios,Marketing Digital, Blog do MesquitaO relacionamento é a melhor estratégia para vender mais através da internet. Já contei muitas das experiências que tive com cases de sucesso em que empresas de variados segmentos do mercado aumentaram a lucratividade dos seus negócios e se tornaram mais competitivas diante da concorrência, apostando em marketing digital.
Por Roberto Soares Costa

Agora venho falar principalmente aos empreendedores de negócios locais como é possível desenvolver o negócio, alcançar novos clientes e aumentar lucros investindo muito pouco em campanhas estratégicas de marketing digital.

Como promover meu negócio na internet e lucrar mais?

No meu artigo anterior compartilhei a experiência que tive ao ajudar um amigo a encontrar o drone que ele havia perdido. Ofereci ajuda, publiquei sobre o equipamento perdido em minha página no Facebook, patrocinei a postagem e com investimento exato de R$ 4,92, alcancei mais de 3 mil visualizações que trouxeram notícia e a entrega do objeto perdido. O reflexo desta ação foi maior do que esperava, depois disso, com a mesma estratégia de anúncio patrocinado e bem direcionado, passei ajudar a encontrar animais de estimação perdidos e promover vendas para pequenos negócios locais.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Com isso, reafirmo que estratégias bem pensadas trazem grandes resultados sem a necessidade de investir grandes cifras. O Facebook dentro deste contexto é um canal a se explorar sem medo de apostar, pois com muito pouco você tem a chance de ganhar muito. E é simples, para isso basta que você tenha dados de acesso à internet no Brasil e conheça seu público.

De acordo com números do Banco Mundial 51,6% da população brasileira usa internet. Com estes dados e alguns outros números demográficos é possível desenvolver uma campanha barata e extremamente assertiva. Este número é muito importante para a segmentação das suas campanhas e vai ajudar você a definir periodicidade, impressões e o investimento que você precisa realizar para alcançar a sua audiência.

Identifique o seu público e comunique-se com ele

Comunicação significa “dizer algo a alguém” e ser “entendido”. Conhecendo seu público você pode segmentar sua oferta. Segmentando de forma correta é possível através de um percentual da população economicamente ativa expor uma marca, produto ou serviço a toda a população de uma cidade ou região.

Quando o cliente busca a oferta, estamos trabalhando com marketing de intenção. Ele precisa, ele busca. Quando induzimos, trabalhamos com marketing de indução, exposição. É sempre mais fácil vender para quem precisa e por isso a comunicação deve ser diferente para cada tipo de público. Em ambas as situações é perfeitamente possível conquistar atenção, visibilidade e atrair consumidores através de links patrocinados no Google ou facebook .

Propaganda espontânea é resposta de uma boa estratégia

Além das estratégias patrocinadas a autoridade do seu cliente é tão importante para o seu negócio quanto você é para os seus amigos. Você quer que ele fale bem de você e traga os seus amigos? Existem técnicas simples e muito baratas pra isso. Você pode fazer com que o seu cliente trabalhe para você e isso pode ser feito de uma forma natural, divertida, simples, barata e muito eficiente, ampliando assim o potencial das suas ações de marketing.

Exemplo de investimento em Facebook – Divulgação nas imediações

Em uma cidade de 300.000 habitantes, levando em consideração o Facebook, e um público de 20 a 30 anos masculino, considerando que 51% da população utiliza a internet diariamente é possível garantir que com um investimento inferior a R$ 100,00 seja possível atingir todos os internautas ativos  neste raio de ação. Você leva uma oferta que atenda a necessidade deste público, entrega naturalmente o que ele está buscando e se a experiência dele com o seu “produto” for satisfatória  naturalmente ele vai participar da ação.

Segmentar para conquistar

Esta estratégia de segmentação serve  tanto para objetivos sociais quanto comerciais, faz com que seja fácil encontrar animais e bens perdidos, expor produtos e serviços com qualidade e menor custo.

Se você tem um negócio local invista na estratégia e na identificação do seu cliente. Nas  redes sociais a propaganda se propaga naturalmente, basta direcionar para o público certo. Se você tem uma oferta aderente às necessidades do seu público, anuncie, a resposta é rápida.

Quer saber mais sobre marketing digital e conhecer estratégias de segmentação, aprender a definir valor a ser investido em uma campanha, número de Impressões e estratégias para que seu cliente trabalhe para você?

Para ler mais dicas acompanhe o site: www.osempreendedores.com.br  e a minha página no Facebook: www.facebook.com/robertoscosta.

Anúncios no Facebook alavancam negócios locais

Economia,Negócio,Internet, Marketing Digital,Blog do MesquitaTodo mundo sabe que propaganda é a “alma” do negócio, não é? E que quem não é visto não é lembrado, concorda? Então, não importa o tamanho do seu negócio ele tem que ser visto e lembrado, seja para vender o mínimo ou o máximo da sua capacidade.

Quem investe em publicidade sai na frente, pois consegue alcançar mais visibilidade para o seu empreendimento, seja ele físico ou virtual. No caso de lojas ou negócios online é fundamental ser estratégico para ganhar espaço e audiência nos seus canais, pois a competição é enorme e quem investe mais, ganha mais. Quando digo investe, não estou me referindo somente a dinheiro, mas sim investimento em estratégia, tempo de planejamento e criatividade.

É claro que, em um ambiente onde gatos e leopardos disputam o mesmo território é preciso ser mais estrategista, pois neste ambiente, não é bem a “lei da selva” que funciona. No comércio online não importa se o seu negócio é menor do que o do vizinho, se você for estrategista, pode ser sim altamente competitivo.

Vou dar um exemplo real de como uma boa estratégia pode funcionar bem, seja simplesmente para ganhar visibilidade ou para ampliar as vendas. Recentemente soube que um amigo havia perdido um Drone CX 20 por causa de problemas mecânicos e que já procurava o equipamento há pelo menos uns 20 dias.

Resolvi ajudar e para isso o grande lance era conseguir visibilidade para o fato, sem precisar investir muito, é claro. Então criei um anúncio segmentado no Facebook através da minha página profissional. Fiz uma chamada para o fato, ilustrei com uma imagem interativa e direcionei exatamente para pessoas residentes na localidade onde o Drone foi perdido.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Quer ver a postagem? Acessa minha página neste link: http://on.fb.me/1FmtKyy.

Após 8 horas da publicação, (post com quase 3 mil visualizações e investimento menor do que R$ 5,00), recebi o contato da pessoa que havia encontrado o equipamento. Sucesso! Ajudei um amigo, gastei quase nada e confirmei com esta experiência que os anúncios em redes sociais, quando bem segmentados podem contribuir e muito para ajudar em questões sociais e comerciais para alavancar vendas de serviços e produtos em negócios locais.

Imagine esta estratégia aplicada ao seu comércio. Vamos simular?
Você tem uma loja e tem capacidade de atender a toda comunidade do seu município e arredores, pois tem uma grande produção e uma variedade de produtos que agradam a todos os estilos e atendem a todas as necessidades. Então você pode criar um anúncio no Facebook e segmenta-lo exatamente para as pessoas que podem chegar facilmente até sua loja.

Mas como? Veja aqui um pequeno passo a passo rápido:
1) Crie uma oferta diferenciada. Ofereça um produto exclusivo, um brinde, crie a necessidade, desperte o senso de urgência, motive seu cliente. Seja criativo para que sua oferta realmente atraia o seu público. (Importante: ilustre a oferta com uma imagem bacana)

2) Direcione a sua campanha somente para pessoas que residam no seu munícipio e para aquelas que vivem a um raio de até 50 km, por exemplo. Estas pessoas podem de alguma forma chegar até sua loja, se sua oferta é boa, elas se deslocam.
3) Selecione a faixa etária e o sexo do público que deseja alcançar. Identifique o perfil do seu cliente. A maioria é homem ou mulher? São jovens, de meia idade ou idosos?
4) Invista um valor pequeno para testar o retorno, conforme os resultados forem evoluindo e suas vendas aumentando, você vai investindo mais.

Fica a dica, se o seu negócio é local, aponte suas ofertas diretamente para quem interessa, segmente, gaste pouco e ganhe mais.

Quer saber mais como ganhar dinheiro através da internet? Venha ao meu encontro, no estarei ministrando palestra em evento do Afiliados Brasil que acontece de 28 a 30 de maio, para ajudar quem quer ser empreendedor digital sem precisar investir muito e com possibilidades de ganhar muito $$$.
Por Roberto Soares Costa

Produtos ou Infoprodutos? Amplie seu mix de ofertas online

Economia,Negócio,Internet, Marketing Digital,Blog do MesquitaSaiba como monetizar seu canal digital ampliando a oferta de produtos para o seu público. ¹

Neste artigo vou direto ao ponto para quem é empreendedor online e quer ampliar seu mix de produtos e monetizar através da audiência dos seus canais digitais, alcançando cifras extraordinárias. Tem segredo? Não, as ferramentas estão à disposição, basta acessá-las e utilizá-las a seu favor. Você não precisa investir muito, às vezes nenhum real $, mas sim dedicação e estratégia.

Se você já possui um canal digital com uma boa audiência, já tem 50% do que precisa. A bola da vez são os programas de afiliados e você usa o seu canal para vender produtos ou infoprodutos de outras empresas ou ainda suas próprias produções.

Então vamos lá! Como monetizar através da audiência do seu canal digital?

1ª Dica

Trabalhando com infoprodutos em programas de afiliados. Você pode vender seu mix de ofertas através de plataformas de afiliados como:
Hotmart, Eduzz e Monetizze (conheça https://www.monetizze.com.br/)

Estas plataformas concentram ofertas de produtos digitais e administram as ofertas, vendas e comissões dos infoprodutores e seus afiliados.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Mas o que são infoprodutos?

São literalmente produtos digitais, informação, conhecimento, entretenimento, nada palpável. Como exemplo: e-books, vídeos, músicas, apostilas, cursos, etc. É isso que as pessoas buscam na internet. Então você pode produzir ou afiliar-se a infoprodutores e ofertar estes produtos através do seu canal, adequando as ofertas ao seu público, ganhando em comissões.

No caso de cursos, por exemplo, algumas empresas produzem e vendem cursos com certificação através da internet e estes cursos são desenvolvidos por especialistas, vendidos e consumidos de forma 100% digital, como um infoproduto, porém com preços e comissões bastante reduzidas.

Para quem possui uma audiência voltada ao conhecimento ou então a um nicho relacionado a assuntos específicos vale oferecer cursos baratos através de um ambiente seguro e com material de qualidade.

Exemplos legais: curso de fotografia, curso de unhas decoradas, curso de contabilidade, operação com calculadora 12c, curso de maquiagem, entre outros.

Veja como é fácil se tornar um afiliado e acesse uma das mais conhecidas plataformas de cursos : Cursos 24horas.

Além disso, algumas das plataformas de afiliados como é o caso da Monetizze, permitem criar e armazenar as ofertas em seus servidores. Os afiliados têm acesso às ofertas e ao material de comunicação oferecido pelos infoprodutores que permite a eles trabalharem as ofertas e obterem comissões de acordo com as vendas que forem executadas.

Você também pode atuar como produtor, criando um infoproduto que ensine outras pessoas ou que transmita algum conhecimento específico sobre determinada área. Você cria o infoproduto e vende através da sua audiência, site, blog ou mesmo utilizando redes sociais e ou links patrocinados, através de adwords ou facebook.

No Hotmart existe um curso que ensina algumas dicas de como trabalhar as ofertas disponíveis na plataforma para quem deseja atuar como afiliado. Veja o infoproduto Hotmart Sem segredos e conheça um pouco mais sobre este universo.

2ª Dica

Trabalhando com produtos como calçados, eletroeletrônicos e muitos outros. Grandes marcas como Apple, Submarino, Lojas Americanas, Marisa, Ponto Frio, Extra, Casas Bahia, Centauro, Netshoes e outros grandes fornecem ao mercado acesso aos seus estoques permitindo que seus afiliados divulguem seus produtos e ganhem comissões que variam de 6 a 15%. Trabalhar com marcas renomadas não exige esforço para convencer seu público sobre a qualidade do produto, não é?

Conheça as plataformas: Afilio, Lomadee e Zanox.

3ª Dica

Trabalhe com anúncios: Adsense, Zanox, Sipider AD, Hotwords e UOl Afiliados.
Estes programas são ideais para quem tem uma audiência e não possui uma oferta para eles. O ganho se dá através de anúncios que são exibidos no seu site.

O Google Adsense é o mais conhecido e proporciona a alguns blogueiros mais antigos ganhos que ultrapassam a casa dos 4 dígitos diários. Acredite $$$$.

Algumas empresas, jornais, grandes emissoras de tv e até sites de grandes magazines estão utilizando o Google Adsense como forma de monetizar seus sites através do programa de anúncios do Google.

O curso Segredos do Adsense, de Jonathan Taioba, ensina como criar sua conta, anúncios e até montar um blog para monetizar através do Adsense. O curso proporciona conhecimento para que você alcance ganhos de 100$ por dia, até mais, porém o autor trabalha com este valor como um incentivo a quem esta iniciando na atividade.

O importante de tudo isso é que para monetizar um produto ou serviço na internet é preciso ter audiência e a audiência é obtida através de sites/blogs posicionados em buscadores, redes sociais e links patrocinados seja através Facebook ADS ou no Google Adwords. Como já disse anteriormente, não há segredos, para saber mais sobre:

>Facebook ADS: acesse o curso Remarketing com Foco.

>Google Adwords: assista à palestra online, com 1h de duração e confira as dicas sobre anúncios e conversões.

4ª Dica

Invista em conteúdo. Marketing de conteúdo é a solução para melhorar a divulgação dos seus produtos e a criação de uma reputação no ambiente digital. Aprenda sobre marketing de conteúdo assistindo ao vídeo de Rafael Rez, 6 Fatores para o sucesso do conteúdo ou aprenda em Marketing de Conteúdo.

Não perca as palestras do Afiliados Brasil e saiba mais sobre programa de afiliados e comunicação digital.
Direto ao ponto, agora que você sabe tudo que precisa para começar a monetizar seus canais “go up” e boas vendas $$$$!

 

Não sei se recordas, há um tempo atrás lhe enviei diversos artigos do profissional Roberto Soares Costa. Ele voltou a escrever e gostaríamos muito e continuar tendo seu apoio na divulgação dos artigos. É possível?

Programas de Afiliados

Como estruturar profissionalmente seu escritório de negócios digitais

As oportunidades de negócios rentáveis na internet se multiplicam a cada dia. Quem é um empreendedor digital sabe que com estratégias inteligentes você não precisa investir dinheiro para fazer dinheiro e se dedicando ao seu negócio pode conquistar o sucesso $$$ rapidinho.

Em artigos anteriores já falei de algumas formas de gerar lucro através de redes sociais, sites, blogs e e-commerce, todas com alguns pré-requisitos bem relevantes para o sucesso expressivo da estratégia. Agora, venho falar especificamente de um modelo de negócio que já se estabeleceu no mercado internacional e vem se popularizando no Brasil, os programas de afiliados.

Já tem muita gente no Brasil monetizando seus canais através deste modelo de negócio. Sabendo que as maiores fortunas estão ligadas a vendas e ao consumo e não ao setor produtivo e industrial, empreendedores digitais apostam neste sistema de vendas no qual você não precisa se preocupar com estoque, logística, faturamento e cobranças. Através de afiliados você pode trabalhar um grande mix de produtos e serviços, seja no seu blog, site ou nas redes sociais.

Mas o que são os programas de afiliados?

Basicamente os programas de afiliados são parcerias entre sites de vendedores e sites afiliados, aonde o comerciante virtual paga comissão aos seus afiliados toda vez que o site afiliado levar visitantes a ele. De que forma? A parceria pode ser defina pelo número de visitantes que o afiliado leva ao comerciante ou pelo número de visitantes que consomem algum produto ou interagem no site comerciante.

O processo todo acontece de uma maneira muito simples. Se você tem uma fan page ou um perfil no Facebook, um blog ou um site com boa audiência, você pode testar o que estou lhe dizendo afiliando-se. Não custa nada. As Lojas Americanas, Centauro, Dafiti e UOL são algumas das grandes marcas que possuem programas de afiliados.

Imagine que você pode ofertar nos seus canais marcas e produtos de grande aceitação no mercado e, além disso, você pode também criar seus próprios infoprodutos. A coisa não é brincadeira não! Você pode lucrar vendendo moda de grife e de marca renomada. Calçados e acessórios esportivos de quem é referência no mercado, entre muitos outros tipos de produtos, você pode trabalhar com vários nichos. Tudo isso sem abrir uma representada.

Na prática o comissionamento pode se dar de diferentes formas. Aqui vou descrever as duas principais e mais interessantes, as quais são conhecidas pelas siglas CPA e CPC.

O CPC quer dizer Custo por Clique é o modelo mais tradicional de monetizar os canais. Para o seu rendimento só é preciso que o seu visitante clique no anúncio e vá para a página do comerciante. Assim você ganha a cada clique. O rendimento é mais fácil, no entanto menor. Mas de pouquinho em pouquinho você vai enchendo o cofrinho.

O CPA quer dizer Custo por Ação, este modelo se caracteriza pelo comissionamento de acordo com o número de visitantes do seu canal que são levados ao site comerciante e efetivam alguma ação, ou seja, uma compra. Bom para você que faz a oferta e pode lucrar mais e bom para o comerciante que tem o custo a atrelado a venda. Mesmo sendo mais difícil, é a oportunidade de lucrar mais.

Como iniciar um negócio online com programa de afiliados?

Se você já tem um canal interativo (site, blog, redes sociais) e esse canal já têm uma boa audiência, identifique os interesses comuns do público e ligue esta audiência aos produtos. Cadastre-se em sistemas de afiliados e escolha as ofertas que levará ao seu público. Quanto maior o mix de produtos, maior a sua chance de receita.

Depois disso é trabalhar para levar estas ofertas ao número máximo de pessoas, conseguir trafego para o seu canal, usar estratégias de anúncio como banners, listas de e-mails, links patrocinados e outros. Trabalhar a exposição do seu conteúdo de forma orgânica através de redes sociais, virais ou posicionamento em buscas. Bom, esta parte de estratégia para aumentar audiência e trafego no seu canal é tema para outro artigo…em breve por aí!

Como estruturar profissionalmente o seu negócio com programas de afiliados?

Quando você inicia um negócio e acredita que ele será uma das suas fontes de receita ou até mesmo a única e bem robusta, você deve pensar como todo o empreendedor: estruturar seu negócio de forma profissional e preparar-se para a expansão.

Alguns empreendedores começam a lucrar muito cedo e acabam precisando de apoio para formatar seu negócio, criar escala, melhorar lucratividade e legalizar o negócio, deixando de atuar como pessoa física para atuar como pessoa jurídica. Se este for o seu caso, torcemos para que seja, procure orientação profissional e veja como enquadrar seu negócio para poder emitir notas e ficar em dia com a Receita Federal. Pense, você vai ganhar muito dinheiro, precisa justificar!

No mês de maio, serei um dos palestrantes no Congresso Brasileiro de Afiliados, que acontece em São Paulo, nos dias 28, 29 e 30. O tema da minha palestra é justamente esse, vou contar como estruturei meu negócio como empresa, como funciona meu escritório e como fiz a contratação de pessoas para trabalharem comigo.
Vale a pena!

¹Autor: Roberto Soares Costa

A empresa que fatura meio bilhão de reais com ‘iscas’ sedutoras na internet

Matérias do Taboola são chamadas de spam e degradantes, mas recebem 400 milhões de clicks por mês

Credito: reprodução Taboola

Talvez você nunca tenha ouvido falar sobre uma empresa chamada Taboola, mas o que ela faz já pode ter te irritado várias vezes.

“Pílula de emagrecimento controversa varre o Reino Unido”, “15 inconvenientes de ser mulher”, “Nove pessoas que você não vai acreditar que existem”, “Perigo! Não assista isso com sua mulher!”. Se você já viu qualquer dessas chamadas ‘pulando’ em cima de você na internet, conhece bem o trabalho da empresa.

A Taboola é uma das principais fornecedoras de reportagens patrocinadas em sites de notícias e fofocas.

Quando você chega à parte inferior das páginas, há fotos e links para três, seis ou oito histórias externas, geralmente sob os títulos “Mais histórias da internet” ou “Você pode gostar”.

Na maioria das vezes os títulos que tentam fazer você clicar não são muito intelectuais, e as fotos que os acompanham costumam mostrar celebridades ou mulheres de biquíni (ou ambos).

Críticos têm descrito o conteúdo da Taboola (e seus rivais) como “spam”, “click-isca”, “degradante”, “representando uma corrida para o fundo do poço” e outros termos depreciativos.

No entanto, 400 milhões de pessoas no mundo clicam nos links da Taboola a cada mês, e o negócio, fundado em 2007, agora tem um faturamento de US$ 250 milhões (aproximadamente R$ 610 milhões) por ano.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Histórias populares

A Taboola, que é essencialmente uma empresa de publicidade digital hi-tech, foi criada em Israel por Adam Singolda, que havia trabalhado por quase sete anos como um oficial em uma unidade de criptografia de elite das Forças de Defesa de Israel (IDF).

Apesar de a tecnologia usada pela empresa ser sofisticada, o modelo de negócios da Taboola é simples. Sites de notícias não têm que pagar para usar seus links e recebem uma parcela da receita de publicidade que a Taboola ganha do anunciante por trás de cada história promovida.

Para muitos grupos de jornais que estão observando as vendas de jornais de papel despencarem, a Taboola proporciona uma nova fonte de receita digital, ajudando a sustentar seus sites.

Taboola
Sites de notícia não pagam para usar conteúdo e recebem parte da verba publicitária

Mas por que o conteúdo da Taboola é tão irritante?

Singolda, de 32 anos, presidente-executivo da empresa, brinca que somos os únicos culpados.

“O problema é que, para cada pessoa que odeia uma matéria, muitas outras adoram e clicam nela”, diz ele.

“Então nós registramos como uma história popular e deixamos em cima, para que mais pessoas possam vê-la. Se ninguém tivesse clicado nela, ou tuitado sobre isso, teríamos removido o link.”

Ele acrescenta: “Um jornalista uma vez reclamou que sempre via histórias sobre [a estrela de reality show] Kim Kardashian no Taboola. Então eu perguntei se ele já havia clicado nelas, e ele disse que sim. Respondi: ‘Então por que está reclamando comigo?”

No entanto, a Taboola parece ter considerado a crítica, pois há um ano introduziu uma ferramenta para permitir que as pessoas removam de suas páginas histórias que não gostam.

E, contanto que um leitor de um site de notícias em particular não remova os cookies que reconhecem quem acessa o site, o software da Taboola vai lembrar suas preferências.

Então, se alguém clicar uma vez para remover um link de uma reportagem sobre Kim Kardashian, esta deve ser a última vez que eles a veem via Taboola.

Singolda insiste que o software da empresa está ficando cada vez mais sofisticado na forma de proporcionar às pessoas o conteúdo adicional que elas podem querer.

Se alguém lê muitas matérias sobre vinho, a Taboola tentará fornecer matérias patrocinados relacionadas a vinho.

Liderança do Exército

Embora Singolda tenha tido a ideia para o Taboola após deixar o Exército, ele diz que o serviço militar desempenhou um papel vital, pois lhe deu formação e experiência gerencial.

Programador talentoso e menino prodígio em matemática desde criança, foi escolhido para o programa de treinamento de informática do IDF assim que iniciou seu serviço militar obrigatório. Depois, se formou como melhor aluno da turma na classe de treinamento para oficiais.

Credito: Taboola
Com 32 anos, Adam Singolda comanda empresa com presença mundial

Com 20 anos, liderava uma equipe de soldados que fazem trabalho de criptografia – aquele que permite, por exemplo, que um general israelense use o celular de forma segura.

“Não havia dinheiro no mundo que você pudesse pagar para ter essa experiência”, diz ele.

“Eu aprendi como liderar uma equipe e o que fazer para que todos trabalhassem juntos. E, como era o Exército, eu não poderia dar a ninguém qualquer recompensa financeira. A única maneira de levar as pessoas a fazer coisas era inspirá-los.”

O Exército também permitiu que Singolda conhecesse pessoas que foram com ele para o Taboola.

Ele teve a ideia para a empresa após deixar o Exército, quando morava com seus pais.

Conseguiu o apoio de um “investidor anjo” e, com alguns funcionários e nenhum volume de negócios por quatro anos, desenvolveu o software antes mesmo de o Taboola ser lançado para os clientes.

Hoje ele tem 200 funcionários e seu conteúdo é usado por sites de notícias famosos como o USA Today e o Huffington Post.

Embora a sede da Taboola seja em Nova York, a empresa tem um grande escritório em Tel Aviv. É uma entre muitas empresas de alta tecnologia sediadas em Israel.

Singolda diz que Israel é tão forte em tecnologia por inúmeras razões, incluindo a formação que o serviço militar proporciona e a cultura empreendedora do país.

E, embora alguns funcionários do Taboola sejam reservistas das FDI chamados para servir durante o recente conflito em Gaza, Singolda diz que a empresa não foi afetada.

Em vez disso, a Taboola está tentando agora uma novo investimento multimilionário, pois pretende se expandir para todo o mundo – com ou sem Kim Kardashian.
Will Smale – Repórter de Negócios da BBC

Internet. Como aparecer bem nas ferramentas de buscas

Redes Sociais Marketing Blog do MesquitaÉ sabido, e pesquisas apuradas indicam isso, que 95% das pessoas chegam pela primeira vez a um site através das ferramentas de buscas (Google,Yahoo, Bing).

Fica patente que para que o site de sua empresa ou seu blog sejam acessados, eles precisam aparecer na primeira página das buscas.

E é aí que entram os profissionais especializados em otimizar a programação dos sites.
O Editor


Sites devem ser formulados para figurar em mecanismos de busca.

Um dos grandes desafios das pequenas e médias empresas é colocar seus sites em evidência nos mecanismos de busca.

Figurar entre os primeiros links que sites como o Google mostram em uma busca pode ser a diferença para aumentar as vendas.

Segundo levantamento da consultoria WBI Brasil, feito neste ano com 4.431 pessoas, 64% dos internautas clicam somente nos três primeiros resultados ao pesquisar produtos e serviços.

“Só os que fazem uso correto de títulos e descrições ganham visibilidade nas páginas do Google ou do Yahoo!”, aponta Paulo Floriano, consultor da TerraForum, especializada em portais corporativos.

Por falta de conhecimento técnico, o representante da loja de artigos esportivos Gorilaz Paintball, Douglas Wilhelm, 22, não nomeou, no endereço virtual da empresa, os produtos vendidos pela companhia. “Isso impediu que os internautas nos localizassem por palavras-chave”, avalia.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Wilhelm só reverteu o problema ao contratar um otimizador, profissional que interfere na arquitetura de sites a fim de melhorar sua posição nas pesquisas on-line. “Saltamos da quinta para a primeira página do Google e registramos um aumento de 20% nas vendas.”

Há dez anos, Luis Fornasiari, 42, batizou sua empresa de ADL Traduções, para que figurasse no início das listas telefônicas, que são organizadas em ordem alfabética. Ele também se diz satisfeito com os resultados da otimização feita em sua página da internet.

“Após chegarmos ao terceiro lugar na busca de páginas brasileiras do Google [pela palavra-chave “traduções’], a procura por nossos serviços duplicou”, relata o empresário.

Soluções

Empresas de marketing e profissionais autônomos oferecem pacotes variados para colocar páginas virtuais no topo das buscas. É preciso, no entanto, pesquisar preços.

O especialista em otimização Ruy Miranda cobra no mínimo R$ 200 para aprimorar detalhes básicos, enquanto Anlipolmar Centivilli, dono da consultoria OSC Internet, informa que a liderança nas pesquisas pode custar R$ 20 mil por ano.

“Faço cálculos para atender a centenas de critérios que demonstrem aos bancos de dados que o site tem conteúdo útil e idôneo e, portanto, merece estar na frente dos concorrentes”, explica Miranda.

Segundo Floriano, da TerraForum, quanto mais links a página receber de outros endereços, melhor será a sua hierarquia em buscadores.

Para o consultor, o ideal é que a empresa faça o planejamento da colocação nas pesquisas antes mesmo de criar o seu site. “Imagens e vídeos devem ser bem descritos, e o conteúdo, facilmente localizável.”
Folha de São Paulo – Taís Laporta

Tópicos do dia – 20/07/2012

07:47:05
TCU diz agora que contrato de Valério usado em caso do mensalão é regular.

Baseado em parecer da ministra Ana Arraes, Tribunal de Contas conclui que não houve problemas no acordo anual de R$ 153 milhões entre agência DNA e o Banco do Brasil.
O Tribunal de Contas da União considerou regular o contrato milionário da empresa de publicidade DNA, de Marcos Valério Fernandes de Souza, com o Banco do Brasil. O contrato é uma das bases da acusação da Procuradoria-Geral da República contra o empresário mineiro no julgamento do mensalão, marcado para agosto. Leia mais aqui
Marta Salomon/O Estado de S. Paulo

09:12:09
Marketing Digital: Nokia faz pegadinha no YouTube.

A Nokia está fazendo quase tudo para recuperar sua posição na venda de celulares no Brasil. Uma ação de marketing bombou no YouTube até a empresa lançar um anúncio no Facebook e aí todo mundo descobrir que havia caído numa pegadinha.
O rapaz pede ajuda aos internautas para reencontrar uma moça que conheceu na balada, mas havia perdido o telefone dela. O personagem diz que não acreditava em amor à primeira vista. Depois da pegadinha, quem vai acreditar?
Veja o vídeo aqui

09:40:02
Liga de Defesa da Internet projeta ‘catsinal’ nos EUA.

Organização pretende internet aberta e melhor. ‘Catsinal’ foi projetado em pontos de San Francisco, na Califórnia.
A Liga de Defesa da Internet, formada por diversas organizações e pessoas, criou seu “catsinal” – alusão ao “batsinal” inventado pelo herói Batman. A imagem foi projetada em San Francisco, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (19).
Veja imagens e matéria do G1 aqui

09:48:51
Logotipo do Google homenageia Santos Dumont, que completaria 139 anos hoje.


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Pinterest: Uma nova plataforma de marketing

De mansinho o Pinterest vai ganhando cena no Brasil.

Um número crescente de empresas estão aproveitando a plataforma para atingir novos públicos, aumentar o tráfego de visitas em seus sites e gerar leads ou vendas de varejo. E adivinhem? Está funcionando, os resultados estão aparecendo.

Criada em março de 2010, nos EUA, a rede social já está despontando também no Brasil como uma das plataformas mais quentes para marketing B2C.

O Pinterest se apresenta como um mural virtual no qual os usuários, chamados “pinners” compartilham seus interesses através de imagens, vídeos, infográficos, separados por categorias como moda, gastronomia, arquitetura, fotografia, música, entre outras. Os “pins” como são chamados os posts, são transformados em quadros temáticos, os “pinboards”, que podem ser nomeados pelo usuário, como quiserem.

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses, e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards.

Como fez, por exemplo, a construtora e incorporadora paulista Gafisa, que criou pindbords relacionados à arquitetura, casa e decoração, incluindo nos pins imagens dos seus “produtos”, apartamentos decorados dos seus próprios empreendimentos imobiliários.

Clique na imagem para ampliar

Os pinboards funcionam como catálogos de produtos, porém sem referências ou preços, dando liberdade e atraindo o interesse dos consumidores apenas pelo que eles representam como imagem.

O Pinterest traz a oportunidade de capturar vários insights e hábitos de consumo do público, permitindo que as empresas identifiquem seus alvos e possam fornecer conteúdo estratégico em cada um dos seus pinbords, segmentando suas ofertas.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A parte mais interessante é que nos EUA, o Pinterest já gera mais tráfego que o Twitter, Google +, linkedin, Youtube e MySpace.

De olho nesse potencial, já é bastante usado como loja virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Aqui no Brasil, uma plataforma semelhante ao Pinterest já é bastante utilizada, o Instagram, a qual oferece uma ferramenta poderosa de tratamento de imagem, porém não permite vincular imagens de outros álbuns no seu e tão pouco criar pastas de interesse, no máximo tags para pesquisa.

A evolução do Pinterest no Brasil lembra o estágio inicial de crescimento do Twitter e do Facebook por aqui. Por isso, é bom ficar de olho e embarcar o quanto antes.
Autor: Roberto Soares Costa

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Redes sociais: O sussurro é o grito do século XXI

Se as redes também podem ser uma ameaça em situações de crise, a saída é transformá-las em oportunidade para não deixar o cliente escapar e a crise migrar para a mídia tradicional.

Pensar nas pessoas como clientes e não como consumidores. Criar experiências com o cliente que sejam consistentes através do tempo. Executivos e comunicadores, com a cabeça ainda no século XX, conseguem se comunicar com as pessoas do século XXI? Como administrar as redes sociais, blogs e a notícia online?

Os jornais realmente estão com os dias contados? Ou o próprio jornalismo estaria ameaçado por um novo tipo de produtores de conteúdos? Como integrar a comunicação de empresas globais, num mundo com tantas disparidades sociais e econômicas?

Estas são apenas algumas reflexões suscitadas no 15º Congresso Mega Brasil de Comunicação, realizado em São Paulo, entre 29 e 31 de maio. Cerca de 500 profissionais de comunicação participaram de oito conferências, várias delas por palestrantes convidados do exterior, e 36 palestras de profissionais das mais diferentes áreas de negócio e da comunicação.

O Brasil está na moda. Empresas brasileiras, multinacionais presentes aqui e no exterior, se transformaram em empresas globais na vanguarda do processo de comunicação. Grandes eventos esportivos e a situação econômica do Brasil abrem uma janela de oportunidades para o profissional de comunicação.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Mas, alertam os conferencistas, otiming é hoje. Assim como para os atletas, a preparação de um profissional já deveria ter começado. Não adiantam grandes eventos, se o país não está preparado, não especializou a mão-de-obra e não tem ainda um estudo consistente sobre o legado da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

A relação com os clientes permeou muitas palestras. Mesmo um excelente trabalho de comunicação, não terá efeito se a organização tem uma relação conturbada com os seusstakeholders. As empresas só querem falar. Mas os consumidores querem ser ouvidos. A comunicação para a massa pertence à história. Algumas realidades estão mudando a forma de se relacionar com os clientes: 87% dos consumidores mundiais utilizam o celular e 51% a internet. Como manter práticas ultrapassadas para um mercado com essa realidade? O consumidor espera o engajamento online das empresas. Engajamento é menos propaganda e mais comunicação.

Os palestrantes lembram que 30% da construção de uma marca se dá através da comunicação; 70% vêm do resultado da experiência das pessoas com a marca no dia a dia. Mesmo assim, muitas empresas procuram esconder os números do telefone e o SAC, no site, e confrontam o cliente numa relação de tapas e beijos. Ter um belo site não significa uma organização aberta ao diálogo com o público. É preciso conhecer os competidores, sem esquecer que há lugar para marcas em todos os níveis.

Num mundo em constante transformação e num mercado surpreendente, as empresas devem resistir a seguir a manada. Só porque todo o mundo faz, nem sempre, necessariamente, é bom. Nesse bombardeio de novas mídias, aqui e acolá apareceram alertas de que precisamos também nos desconectar para olhar o mundo ao nosso redor e pensar. A instantaneidade tirou das pessoas a capacidade de pensar. Precisamos também dar uma freada, de vez em quando, e de mais tempo para analisar.

Redes Sociais

As redes sociais foram a vedete dos dois Congressos Mega Brasil anteriores. Este ano, as empresas, principalmente multinacionais, começam a questionar o papel das redes sociais no negócio e desconstroem mitos criados ao redor dessa nova mídia sem caminho de volta. Pesquisa realizada na Europa constatou que 90% dos CEOs têm medo de responder aos clientes. Mas 85% dizem ser importante responder. Por isso, é preciso mais do que ouvir, escutar o cliente. Monitorar as redes e estabelecer relacionamentos. Cada vez mais a experiência de consumo vai ser uma experiência de compartilhamento. “Você é o que você compartilha de idéias e valores”.

Embora muitas empresas globais relutem em entrar nas redes sociais, não podemos perder de vista que 90,8% dos internautas do mundo estão lá, postando, interagindo, participando. No Brasil, 87% dos internautas estão nas redes sociais. Pode ainda ser prematuro afirmar, mas estão acontecendo coisas pelo mundo que nos incomodam pela ousadia e pioneirismo. Se há dois anos, nos Congressos da Mega Brasil, saímos com a certeza de irreversibilidade das redes, agora não basta saber o que elas vão fazer com você. Mas o que você irá fazer e como estamos convivendo com elas.

Sem monitoramento, não é possível estar nas redes. Se as redes também podem ser uma ameaça em situações de crise, a saída é transformá-las em oportunidade para não deixar o cliente escapar e a crise migrar para a mídia tradicional. Utilizar as mesmas armas. Mas prepare-se, porque as mudanças são rápidas. Em 2014, provavelmente 90% do conteúdo da web será em vídeos. Com tanto barulho e tanta coisa acontecendo, ficou o alerta de uma das palestras mais instigantes do 15º Congresso Mega Brasil: “O sussurro é o novo grito do século XXI”.
João José Forni/blog247
Este artigo foi publicado originalmente no site www.comunicacaoecrise.com