Eleições 2018: Globo faz jogo de Alckmin e Serra e corta asas de Aécio?

Globo faz jogo de Alckmin e Serra e corta asas de Aécio?

AÉCIO E SERRA EM INAUGURAÇÃO DE SALA DE REUNIÕES DO PSDB

Bem, eu imitaria o amigo Paulo Nogueira, do Diario do Centro do Mundo, e parodiaria o general Wellington: quem acredita que a Globo não será mais golpista, acredita em tudo.

Entretanto, a Globo é muito inteligente. Sabe a hora de recuar, de adular, de posar de isenta. Quando Lula ganhou a primeira vez, em 2002, a Globo passou os primeiros meses mais lulista do que qualquer petista, sobretudo porque o presidente passou o primeiro ano fazendo um duro “ajuste fiscal” na economia.

A mídia dá três milhões de pancadas no ferro (PT), e um peteleco suave na fechadura (PSDB).

Denúncia contra o PT vai para o Jornal Nacional, sem direito à defesa.

Denúncia contra o PSDB pode até aparecer às vezes, escondida no miolo de um jornal, mas é abafada na TV e dão mais tempo à defesa do que à acusação.

Dito isso, não me surpreenderia se, com o esvaziamento das marchas golpistas, e a repercussão negativa causada por um bando de retardados pedindo intervenção militar (e até mesmo um doente pedindo, do alto de um carro de som, o fim do sufrágio universal e atacando Montesquieu), a Globo decida recuar do apoio ao impeachment, que é a bandeira de Aécio.

Talvez pegue mal fazê-lo este ano, aos 50 anos da empresa.

Ou não. Talvez a Globo queira comemorar seus 50 anos de golpismo com mais um golpe.

Enfim, o fato é que saiu a notícia de mais uma estrepolia aérea de Aécio Neves.

A análise do 247, de que a Globo está fazendo o jogo de Alkcmin e Serra, que tentam abater Aécio Neves agora para virem como candidatos a presidente em 2018, não me parece absurda.

*

No Brasil 247.

GLOBO DENUNCIA NOVO ESCÂNDALO AÉREO DE AÉCIO

Segundo nota do jornalista Leandro Loyola, da revista Época, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) utilizou gratuitamente aeronaves do governo de Minas Gerais entre 2011 e 2012, com a finalidade de escapar de engarrafamentos; “Ao menos ele não voou até o aeroporto em Cláudio – aquele que foi desapropriado em seu governo nas terras do tio dele”, pontua a nota, escrita com uma ironia que pode ter significados maiores; um deles pode ser o desembarque da Globo do golpismo liderado por Aécio no presente e também de seu projeto presidencial em 2018, ano em que a disputa pela vaga do PSDB se dará entre Geraldo Alckmin, José Serra e Marconi Perillo.

O site da revista Época, das Organizações Globo, publica, neste sábado, uma irônica nota sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Assinada pelo jornalista Leandro Loyola, ela informa que Aécio voou de graça, em aeronaves do governo de Minas, entre 2011 e 2012, para escapar de engarrafamentos.

Leia abaixo a nota que faz menção ao Aeroporto de Cláudio, construído pelo governo mineiro, numa área próxima a uma das fazendas do senador:

Senador Aécio usou helicóptero do governo de Minas para escapar de engarrafamento

O senador tucano Aécio Neves voou em helicópteros do governo de Minas Gerais por cinco vezes para se deslocar em Belo Horizonte e pegou carona num avião – também do governo – para viajar da capital mineira até Brasília. Os passeios começaram logo após Aécio deixar o governo de Minas e se estenderam até 2012. Aécio diz que está tudo dentro da normalidade. Ao menos ele não voou até o aeroporto em Cláudio – aquele que foi desapropriado em seu governo nas terras do tio dele.

O tom irônico da nota pode ter significados maiores. O mais imediato, o desembarque da Globo do projeto golpista de Aécio, que, na última semana, sugeriu três motivos diferentes para eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff (leia mais sobre isso em artigo sobre a coluna de André Singer deste sábado).

Voando de graça, em aeronaves públicas, “para escapar de engarrafamento”, Aécio perde completamente a autoridade moral para falar em impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O recado da Globo também pode ter significados a médio prazo. Um processo de impeachment não interessa nada a três postulantes do PSDB à presidência da República: os governadores Geraldo Alckmin, de São Paulo, e Marconi Perillo, de Goiás, além do senador José Serra (PSDB-SP).

Ao que tudo indica, Aécio foi abatido em pleno voo na trama do impeachment e também em seu projeto presidencial de 2018.

Marconi Perillo do PSDB impõe censura a jornalista

O governador Marconi Perillo, PSDB de Goiás, impôs, via ação judicial, censura à jornalista Lênia Soares.

Censura PSDB Marconi Perillo Blog do Mesquita

O censório tucano não gosta das matérias que a jornalista faz mostrando as conexões do emplumado governado ao bicheiro Carlos Cachoeira.

A decisão judicial de impor multa diária caso a jornalista escreva o nome do governador, é da juíza Luciana Silva.
Fico imaginando o escarcéu que a mídia venal e a revistinha semanal fariam se o censor fosse um governador do PT.


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Álvaro Dias: oito perguntas aguardando respostas

Ao longo da minha existência tenho observado que quase sempre são poucas as exceções às regras.

Quanto mais pregoeira irascível da moralidade se revela uma pessoa, mais próxima da amoralidade ela se encontra.

“Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas! Pois são semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos mortos e de toda a imundícia”. (Bíblia Sagrada, Mateus 23.27).
José Mesquita – Editor


Oito perguntas para o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) sobre o aparecimento de sua fortuna de mais de R$ 16 milhões:

1) Tem cheque da organização de Cachoeira nos R$ 16 milhões da venda das casas, assim como aconteceu com o colega tucano Marconi Perillo? Afinal, por que Álvaro Dias votou contra o indiciamento de Cachoeira na CPI?[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

2) A grilagem de terrenos públicos em Brasília para especulação imobiliária sempre foi caso de polícia no Distrito Federal, principalmente nos governos de Joaquim Roriz, mas também há indícios durante o governo de José Roberto Arruda (o do mensalão do DEM). O senador tucano poderia divulgar a escritura pública de aquisição dos terrenos e a certidão no Registro de Imóveis? Ou o jornalismo investigativo terá que fazer busca nos cartórios?

3) Qual foi a empreiteira que construiu as casas? E por qual valor por metro quadrado?

4) Há lobistas ou corruptores atuantes no Senado entre os compradores das casas? O senador tucano poderia divulgar as escrituras públicas de venda das casas? Ou o jornalismo investigativo terá que fazer busca nos cartórios?

5) O senador tucano oferece seus sigilos bancários e fiscais para averiguação da origem da fortuna superior à R$ 16 milhões?

6) O senador tucano vai pedir para Comissão de Ética e Decoro parlamentar abrir uma investigação sobre si, já que votou no passado pela cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), por um problema de pensão semelhante, porém envolvendo valores muito mais baixos.

7) O senador tucano vai pedir para o Instituto de Criminalística da Polícia Federal fazer uma investigação sobre sua evolução patrimonial, semelhante à que foi solicitada no caso do senador Renan Calheiros?

8) O senador tucano vai pedir para o Procurador Geral da República abrir um inquérito sobre a origem dos R$ 16 milhões, da mesma forma que exigiu no caso do ex-ministro Palocci?
Por Maria Dirce/blog Luis Nassif

CPI do Cachoeira: a vitória da canalha

Leio estarrecido o vergonhoso, imoral, lastimável, corrupto, venal e demais adjetivos qualificativos depreciativos o relatório final da CPMI do Cachoeira.

A oposição também não tem interesse que ilustres, mas opacas, personagens fosse ouvidas, pois desmascarariam factoides plantados na mídia pelos tucanos e associados.

Exemplo: por que não houve desdobramentos do alardeado ‘grampo’ telefônico entre o ministro Gilmar Mendes e o cachoeirento Demóstenes Torres?

Teria que ser apurado! Afinal grampear as ligações telefônicas de um ministro do supremo é da maior gravidade. Ou não?

José Mesquita – Editor


O alto preço da covardia

O deputado Odair Cunha, relator da CPI do Cachoeira, é mineiro, mas nunca deve ter ouvido um velho ditado rural: onde passa um boi, passa uma boiada.

Cunha acabou atropelado por sua tibieza, associada à covardia da maioria da bancada petista na Câmara.

Acuado pelas críticas da oposição e, principalmente, pelas ameaças nos editoriais e colunas dos meios de comunicação, irmanados na defesa corporativa de um jornalista metido até o pescoço com o crime organizado, o parlamentar cedeu.[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

E pode pagar mais caro do que imaginava.

Na terça-feira 27, em nome da suposta busca de um consenso que permitisse a aprovação de seu relatório, Cunha aceitou a exclusão do texto das menções e pedidos de indiciamento de jornalistas envolvidos com o esquema.

Dessa forma, o diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, Policarpo Jr., que entre outras solicitou aos arapongas a serviço de Cachoeira grampos ilegais de um parlamentar, não será obrigado a explicar suas relações incomuns e fora de qualquer parâmetro jornalístico com uma quadrilha de malfeitores.

Também sairá imune o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, acusado de prevaricação ao ter engavetado por um longo tempo as investigações contra o ex-senador Demóstenes Torres, um fiel serviçal do bicheiro.

Se imaginava aplacar os ânimos da oposição e de uma parte da bancada governista, o relator se enganou.

Diante do recuo, o PSDB sentiu-se fortalecido e decidiu batalhar pela exclusão do pedido de indiciamento do governador goiano Marconi Perillo, chefe de uma administração na qual Cachoeira tinha livre trânsito e poder desmedido.

E uma porção do PMDB trabalha para que também fique de fora a construtora Delta, maior beneficiária dos serviços da quadrilha. O objetivo é evitar que futuras investigações alcancem Sergio Cabral, governador do Rio de Janeiro e amigo de “baladas” de Fernando Cavendish, dono da empresa.

E há quem no Congresso fale na rejeição total do texto de Cunha, apesar da exclusão de longos trechos do relatório.
Leandro Fortes/Carta Capital

 

CPI do Cachoeira: a farsa anunciada desce o pano

CPI do Cachoeira chega ao final como uma comédia bufa, em que dois personagens são esquecidos: Sergio Cabral e Agnelo Queiroz

Hoje, Dia da Consciência Negra em importantes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, não é feriado em Brasília. Mesmo assim, os membros da CPI de Carlinhos Cachoeira decidiram adiar para quarta-feira a apresentação do relatório final do relator, deputado Odair Cunha (PT-MG). Afinal, ninguém é de ferro e o fim de semana superprolongado acabou falando mais alto.

Sabe-se que o relator irá pedir o indiciamento do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), do governador goiano Marconi Perillo (PSDB) e de alguns prefeitos goianos, por envolvimento com o esquema operado por Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira.

Outros dois governadores envolvidos com o esquema – Sergio Cabral (RJ) e Agnelo Queiroz (DF) – estão de fora do relatório oficial. Mas a CPI, criada para investigar as relações do empresário Carlinhos Cachoeira com políticos, deverá confirmar que a empreiteira Delta, que tem contratos com o governo federal, foi usada para dar aparência legal ao dinheiro do esquema, tudo com o apoio de políticos.

Leréia é a bola da vez, porque também está sendo investigado pelo Supremo e pela corregedoria da Câmara dos Deputados por suas relações com Cachoeira, o que pode levar a abertura de processo de cassação de mandato. Segundo informa Andreza Matais, da Folha de S. Paulo, Leréia será acusado pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva, advocacia administrativa, tráfico de influência, formação de quadrilha, violação do sigilo funcional e crime contra a ordem tributária, vejam que se trata de um parlamentar de múltiplas qualidades.

Relatório Paralelo

Diante da omissão e da leniência do relator Odair Cunha (PT-MG), um grupo de parlamentares independentes resolveu apresentar um relatório paralelo, pedindo simultaneamente à Procuradoria-Geral que investigue as relações entre o presidente da Delta, Fernando Cavendish e os governadores Sérgio Cabral e Agnelo Queiróz.

Os parlamentares independentes pretendem uma fiscalização minuciosa nas obras realizadas pela construtora no estado do Rio de Janeiro, não apenas em contratos assinados com os Executivos governado por Cabral e, eventualmente, por Eduardo Paes e outros prefeitos, mas também do que foi contratado pelo Judiciário quando presidido por Luiz Zveiter e Manoel Alberto Rebêlo dos Santos. Querem investigar também o governador Agnelo Queiroz, que tem sofrido graves acusações que acabam caindo no esquecimento.

É louvável a atuação desse grupo, que inclui os senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Pedro Taques (PDT-MT) e Pedro Simon (PMDB-RS) e os deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Anthony Garotinho (PR-RJ) e Miro Teixeira (PDT-RJ). Mas já sabe que, no final, quem pagará mesmo o pato será o próprio Cachoeira, que é uma espécie de Marcos Valério em versão goiana.

A Procuradoria-Geral da República está pedindo 80 anos de prisão para Cachoeira, o dobro da pena que Valério poderá pegar.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

Tópicos do dia – 03/09/2012

08:56:25
‘A imprensa nunca deu bola para o mensalão mineiro’, diz Joaquim Barbosa

O ministro Joaquim Barbosa, relator do “mensalão do PT” no STF (Supremo Tribunal Federal), segue atento ao “mensalão mineiro”, que envolve líderes do PSDB. Ele pretende deter-se em providências que levem à rápida localização de testemunha considerada chave nas investigações e que tomou chá de sumiço em Minas Gerais.

Barbosa, que defendeu o desmembramento nos dois casos e foi voto vencido, acredita que o risco de prescrição no “mensalão mineiro” é até maior do que havia no “mensalão do PT”. E diz a interlocutores que, se no caso petista tudo quase sempre foi aprovado por unanimidade no STF, no mineiro as dificuldades foram maiores.

Ele também questiona a imprensa. Quando procurado por repórteres para falar do processo contra petistas, provoca, ao fim da entrevista: “E sobre o outro, vocês não vão perguntar nada?”. Recebe como resposta “sorrisos amarelos”. “A imprensa nunca deu bola para o ‘mensalão mineiro'”, diz ele.
Mônica Bérgamo/Folha Online

10:16:11
Brasil: da série “a vida como não deveria ser”. Propaganda Eleitoral nas eleições 2012

Assistindo a propaganda política de candidatos a prefeito, constado, por parte dos ilustres, o reconhecimento de suas (deles) insignificâncias. Nenhum se apresenta por si só. Sempre há a fala de “referendum”, ou simplesmente a imagem de certificação de dependência, do “padrinho” ou assemelhados.
Ps. Todos prometendo espelhinhos e miçangas.

10:36:53
Ministro Joaquim Barbosa diz que não está empolgado com a notoriedade e que os políticos o odeiam por isso.

Digo eu!
Claro que está empolgado. Não estivesse não generalizaria. Aí, o tempo do verbo, mesmo no futuro condicional, é emblematicamente denunciador do que há dormitando sob a fogueira das vaidades.
Ps. Como já firmei aqui: Tenho muito medo, mas muito mesmo, quando o povo incensa heróis de um súbito e um único ato. Como vêm, vão. E fica o vazio até que a mídia, ou o capital, aliás, ambos, por siameses, fabriquem outro.

11:11:37
Cofundador do Pirate Bay é preso no Camboja

Um dos cofundadores do Pirate Bay, site sueco de downloads ilegais, foi detido em Phnom Penh a pedido das autoridades da Suécia, anunciou neste domingo a polícia do Camboja.
O sueco Gottfrid Svartholm Warg foi condenado em 2009 a um ano de prisão, mas não se apresentou para cumprir a pena.
“Não existe tratado de extradição com a Suécia, mas vamos estudar a lei e ver como tratamos este caso”, afirmou o porta-voz da polícia, Kirth Chantarith, antes de explicar que as autoridades suecas devem enviar documentos e informações complementares.
Criado no fim de 2003, o Pirate Bay, que tem mais de 35 milhões de usuários no mundo, permite o download, por meio da tecnologia BitTorrent, de filmes, músicas e jogos.
No fim de 2010, os outros dois cofundadores, Fredrik Neij e Peter Sunde, foram condenados respectivamente a dez e oito meses de prisão e a pagar uma multa de 4,6 milhões de euros (R$ 11,78 milhões).
Neij afirmou recentemente que apresentará um recurso à Corte Europeia de Justiça contra a condenação.
DA FRANCE PRESSE, EM PHNOM PENH (CAMBOJA)

11:46:21
Cachoeira tentou interferir no secretariado de Marconi Perillo
PF: Cachoeira teria tentado barrar indicação de Perillo para secretaria

Novas gravações da Polícia Federal remetidas à CPI do Cachoeira mostram que o contraventor e o ex-vereador de Goiânia, Wladimir Garcez (PSDB), articularam nomeações para o primeiro escalão do governo de Marconi Perillo em Goiás. De acordo com as ligações, o grupo teria tentado barrar a indicação de um promotor de Justiça para a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh). Garcez e a então chefe de gabiente de Perillo, Eliane Pinheiro, articulavam indicação conjunta de um novo nome por parte dos três senadores goianos à época: Demóstenes Torres (ex-DEM), Lúcia Vânia e Cyro Miranda, ambos do PSDB. No entanto, os planos do grupo não prosperaram. Eles foram presos um dia depois na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. Em resposta, a assessoria de imprensa de Perillo disse que “não existe na equipe de governo nen


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Tópicos do dia – 21/08/2012

14:42:10
Eleições 2012: Erundina acusa PT de comprar apoio de Paulo Maluff.

Afirma a deputada Luiza Erundina do PSB de S. Paulo, que o partido dos trabalhadores fez a negociata para garantir maior tempo na propaganda eleitoral — que não é gratuita!Nós, os abestados é que pagamos. Em 8 anos, o horário eleitoral custou R$ 4 bilhões à União, e como a União vive de nossos impostos… —   TV. “Houve barganha: o Maluf exigiu a Secretaria de Habitação, que tem obras, no governo do Geraldo Alckmin em troca do apoio à candidatura do José Serra”, disse. “Como o Alckmin se negou a dar a secretaria, ele veio para o Haddad. A presidenta Dilma deu para o Maluf uma secretaria nacional com mais recursos orçamentários. Foi pago para que o Maluf se coligasse com o PT”, acusou.

16:33:26
PSDB terá voto em separado na CPI do Cachoeira.

Certos de que o relator da CPI mista do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), deverá pedir o indiciamento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), os tucanos já estão preparando voto em separado, com acusações contra os contratos firmados entre o governo federal e a Delta Construções, ligada ao bicheiro. A ordem do partido aos membros da CPI é centrar fogo na Delta a partir desta semana.

CPI da Delta
O PSDB também concentra esforços no cruzamento de dados a fim de tentar descobrir vínculos da Delta com o governo federal.

Pior que está, fica
O PSDB pediu a convocação de Íris Rezende, mas nem toca em Sérgio Cabral. Sem força na CPI, não quer comprar briga com o PMDB.

Acordão
Em reação, o PMDB ameaça convocar governador Simão Jatene (PA), do PSDB, mas quer mesmo é colocar panos quentes na discussão.
coluna Claudio Humberto

16:56:20
Duas questões aguardam votação no Supremo Tribunal Federal (STF): o direito de greve dos policiais civis e o direito do governo de descontar dias parados do salário dos grevistas, ainda sem data marcada.

O primeiro passo para que os assuntos sejam colocados em votação já foi dado, a chamada repercussão geral.
No procedimento, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, manifesta que reconhece a importância do assunto e o coloca na espera para ser julgado.  No caso do direito de greve dos policiais civis, Lewandowski, lembrou que não há regras para a interrupção dos trabalhos da categoria, por isso, a Justiça deve se posicionar sobre o assunto.

“Diante da ausência de norma regulamentadora da matéria, fica demonstrada a relevância política e jurídica do tema”, disse o magistrado, ao decidir colocar o caso em julgamento.
coluna Claudio Humberto

17:50:32
Tasso e Luizianne almoçam juntos no Paço

A prefeita Luizianne Lins almoça nesse momento no Paço Municipal com o ex-senador Tasso Jereissati. A reunião foi acertada quando os dois conversaram ao participar do casamento do filho do dono da Marquise, José Carlos Ponte, em Guaramiranga, dois sábados atrás. Oficialmente, o pretexto é a apresentação, por Tasso, do projeto de expansão do Iguatemi.

O clima entre os dois, que no passado foi de muita turbulência, troca de críticas e confrontos políticos, há algum tempo que parece viver um novo momento. Mais tranquilo. Na segunda quinzena de abril, por exemplo, Tasso e Luizianne sentaram-se lado a lado no Teatro José de Alencar quando do evento organizado pela TV Jangadeiro para marcar sua volta à Rede Bandeirantes de Televisão. Em clima de bons amigos, conversando animadamente.

O almoço de hoje poderia ter acontecido sexta-feira passada, mas terminou adiado por incompatibilidade de agendas. Apesar do esforço, de parte a parte, de dar ao encontro caráter puramente empresarial ou meramente administrativo, é muito difícil que a petista e o tucano não dediquem uma parte do tempo de conversa para o cenário político.

O encontro, impensável quando se projetava a campanha eleitoral de Fortaleza no seu início, já consta entre os fatos mais surpreendentes da política de 2012. Fica a dúvida, que apenas o tempo permitirá uma resposta: será um evento isolado ou haverá desdobramentos?

Vale destacar que desde quando Ciro Gomes deixou o Paço Municipal para assumir o governo do Estado, muito tempo atrás, que Tasso Jereissati lá não pisava. E a responsável pela proeza de levá-lo de volta ao histórico local viria a ser, exatamente, uma das suas adversárias mais implacáveis. Coisas da política.
Guálter George/blog segunda leitura


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Tópicos do dia – 17/08/2012

08:39:04
Ministério da Pesca: sempre é dia de pescaria!

Pesca gastou R$ 37 milhões com produtos que nunca foram entregues.
O Ministério da Pesca gastou R$ 37,4 milhões em máquinas de gelo que não foram entregues pelos fabricantes, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União. O TCU multou nove gestores da pasta por irregularidades nos contratos para a aquisição dos equipamentos. Os geradores deveriam ser instalados em comunidades pesqueiras para a conservação dos pescados. Em 2008, durante a gestão do ex-ministro Altemir Gregolin (PT), a pasta lançou concorrência para a escolha das empresas para o contrato, sem especificar qual a destinação dos aparelhos. A permissão para a compra do material foi dada pelo ex-secretário de Planejamento da Pesca, Karim Bacha, multado em R$ 10 mil pelo TCU. Também foram condenados a pagar o mesmo valor José Claudenor Vermohlen, então subsecretário, e João Dias Machado, à época coordenador-geral da Pesca Artesanal. Outros seis responsáveis, entre eles o ex-secretário-executivo Cleberson Carneiro Zabaski, foram multados em R$ 4 mil.
Informações do Estadão.

08:45:47
Ex-tesoureiro de Perillo deve ficar calado durante depoimento em CPI

O ex-tesoureiro da campanha do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), Jayme Rincón, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um habeas corpus para garantir o direito de permanecer em silêncio durante seu depoimento na CPMI do Cachoeira. A audiência está marcada para a próxima quarta (22). Rincón atualmente é presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop). Ele já foi convocado outras duas vezes, mas apresentou atestado médico e não compareceu as sessões. O ex-tesoureiro foi citado em ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal e é acusado de ser sócio da empresa Rental Frota Ltda., que recebeu R$ 600 mil da quadrilha de Cachoeira.


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Tópicos do dia – 15/08/2012

10:18:38
CPMI do Cachoeira ouvirá Pagot dia 28

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), adiou por um dia o depoimento do ex-presidente da Construtora Delta Fernando Cavendish. Ele será ouvido no próximo dia 29. Para o dia 28, foi marcado o depoimento do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot. Os dois depoimentos vêm sendo cobrados por integrantes da CPI. Pagot já havia declarado sua disposição de colaborar com a CPMI. Ele deixou o Dnit em 2011, após denúncias de irregularidades e atribui a pressão pela sua saída ao grupo comandado por Cachoeira, que teria interesse de defender interesses da Delta no órgão. Em entrevistas Pagot disse que era procurado por partidos para captar doações ilegais com empreiteiras para campanhas políticas.

16:32:35
Perillo oferece secretaria em troca de apoio do ex-presidente da Valec.

Em diálogo gravado pela Polícia Federal, governador de Goiás faz oferta a Juquinha
As investigações da Operação Trem Pagador podem complicar ainda mais a situação do governador de Goiás, Marconi Perillo, que já está em apuros para explicar a natureza de suas relações com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Numa das interceptações da Trem Pagador, autorizadas pela Justiça Federal, a Polícia Federal gravou conversas de Perillo com o ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha. Num dos diálogos obtidos pelo GLOBO, Perillo promete dar a Juquinha a Secretaria das Cidades, uma secretaria com muito dinheiro, em troca de apoio político. O governador fez a oferta mesmo sabendo que Juquinha foi afastado da Valec ano passado em meio a denúncias de corrupção na construção da ferrovia Norte Sul. A conversa entre os dois foi interceptada em 28 de junho. Sérgio Cardoso, um auxiliar de Perillo, liga para o ex-presidente da Valec e, depois de rápidos cumprimentos, passa o telefone para o governador.

– Aquele assunto, redondo, resolvido – avisa Perillo.
Juquinha, ainda incrédulo, pede mais mais detalhes.

– Aquele da secretaria da resolvido. Negociado com o PT. Arrumou outro espaço. Semana que vem podemos bater o martelo já – acrescenta o governador. Segundo a PF, o naco de poder negociado era a Secretaria das Cidades, um setor responsável pelo Detran e outros órgãos com orçamentos expressivos. Juquinha, que já era alvo de uma investigação sobre supostos desvios da Valec e crescimento patrimonial incompatível com a renda declarada, fica satisfeito com a oferta.
– Então tá ok – responde o ex-presidente da Valec.

Também satisfeito com o resultado na negociação, Perillo dá carta branca a Juquinha.
– Pode mandar quem você quiser – afirma o governador.

Neste caso, Juquinha poderia indicar qualquer pessoa para ocupar uma das pastas mais importantes do governo de Goiás. Juquinha concorda mais uma vez e, a partir daí, os dois começam a falar sobre a movimentação política de aliados com vistas as eleições municipais deste ano. Procurado pelo GLOBO, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, encarregado da defesa de Perillo na CPI do Cachoeira, confirmou o diálogo, mas disse que se tratava apenas de uma conversa sobre política.
– Não há nada demais além de uma conversa política. O Juquinha era presidente do PR e o governador estava tentando levar o partido a apoiar o governo – disse Kakay
Jailton de Carvalho/ Globo

16:36:21
Mensalão: ministro Cezar Peluso não antecipará o voto.

O regimento do STF permite a qualquer ministro da corte a antecipação de voto.
O Ministro Cezar Peluso que está a 17 dias da aposentadoria – todo ministro do STF é aposentado compulsoriamente ao completar 70 anos de idade – aparenta não estar preocupado com a contagem do tempo. Seja em dias, horas ou minutos. O ministro parece não ter certeza se haverá tempo para a apresentação de seu voto.
O Ministro já declarou textualmente que não tem “nada pessoal em relação a esse julgamento que me faça querer votar ou não votar.” E mais, “não sou dono do tempo”.
Caso o ministro não resolva antecipar o voto já se prevê uma feérica comemoração por parte de alguns réus do mensalão.


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Tópicos do dia – 14/08/2012

09:26:47
Julgamento do Mensalão: “Se fosse o Collor, estaria preso, mas no Lula não pega”.

Um abatido Roberto Jefferson, em seu apartamento, na Barra da Tijuca, fez esse comentário no momento em que seu advogado no caso do mensalão, Luiz Francisco Barbosa, disse que o ex-presidente Lula deveria estar entre os réus.
Apesar da aparente contradição entre a versão que sustentou durante sete anos – a de que Lula era inocente –, Jefferson mantém o discurso de que, em sua opinião, o petista não tinha conhecimento do mensalão.

12:17:44
Não escapa ninguém: Declarada inidônea empresa ligada ao PSDB

Em razão de “ações ilícitas”, a empresa Diana Paoluci S/A foi declarada inidônea pelos Correios e Telégrafos e proibida de participar de novas licitações na estatal. Essa e outras duas, Mercosul Comercial e Capricónio, controlam o milionário negócio de fornecimento de uniformes escolares ao governo paulista, que lhes rendeu mais de R$ 200 milhões, com evidências de superturamento, quando era secretário de Educação Alexandre Schneider, o “vice problema” de José Serra.

Máfia da Mooca
As empresas que monopolizam o fornecimento de uniformes ao governo são conhecidas no mercado como a “máfia da Mooca”.

Investigação
Reportagem de Claudio Dantas Sequeira, para a revista IstoÉ desta semana, revela que a Policia Federal investiga a Máfia da Mooca”.

Gastos elevados
Segundo as investigações, só um contrato com aval de Alexandre Schneider pode ter custado R$ 33,5 milhões a mais ao Estado.

Doações eleitorais
Consulta ao TSE revelou que sócios de empresas da “Máfia da Mooca” fizeram doações expressivas em dinheiro ao PSDB nacional.
coluna Claudio Humberto

15:39:53
Marconi Perillo: STJ autoriza diligências contra o governador de Goiás.

O ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça, autorizou diligências do inquérito para apurar as relações do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), com o empresário Carlinhos Cachoeira. A decisão de Martins atende a solicitação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, baseando-se em gravações telefônicas feitas durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que investigou Cachoeira e esbarrou em suas relações com políticos. Perillo alega que ele pediu a investigação da Procuradoria e reafirma não ter relações com Cachoeira.

16:15:12
Lula mensalão e miragens.

Então fica acertado assim:
As pirâmides do Egito são uma miragem, o homem na Lua é truque que a Nasa encomendou a Hollywood, e o Lula não fazia a menor ideia que existia o mensalão.


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