Mozilla Firefox, WordPress, Windows Vista e forças ocultas

Nem mesmo invocando os poderes de “Graiscol”, tenho conseguido editar normalmente o blog.

À moda de Jânio Quadros, forças ocultas se uniram em um complô comandado pelo Windows Vista 64, o browser Mozilla Firefox e o WordPress, para atazanar a vida do editor do blog.

Tal “distrupiço” tecnológico me persegue há 15 dias.

Tenho enviado sinais de fumaça — à moda dos índios de filmes hollywoodianos — , e mensagens sonoras via tambor — à moda dos pigmeus que assessoram o Fantasma — para a mãe Dinah, irmã Jurema e até ao Lair Ribeiro, na esperança de uma solução. Meu desencanto é tamanho que estou quase chegando as raias da insanidade e pedir ajuda aos mágicos poderes do Paulo Coelho.

Em pagamento pela solução do problema, prometo até, vejam só, ler um comentário inteirinho do Arnaldo Jabor e assistir, na íntegra, a transmissão de qualquer evento narrado pelo Galvão Bueno. Se tais sacrifícios não forem suficientes, farei uma promessa para assistir, do começo ao fim, o dominguinho do Faustinho.

Enquanto não encontro um exorcista versado em bits e bytes capaz de fazer voltar à normalidade o computador desse escriba, vou pedindo paciência à “meia dúzia de três ou quatro” leitores que me honram com as suas (deles) audiências.

O editor

PS. Sou capaz até de, num ato de desvairo eletrônico, concordar com aqueles mais desavisados que acreditam que o Diogo Mainardi não é um bufão egresso dos canais venezianos para a radiosa Ipanema, com o intuito de incorporar os espírito facistóide do irascível Paulo Francis.

Senado constroi prisão no subsolo do plenário

Brasil: da série “Mãe Dinah”!

Estarão suas (deles) ex-celências laborando em causa própria? Caso sim, é bom caprichar no conforto e nas mordomias, pois é bem possível que o xilindró venha a “abrigar” alguns ilustres personagens que hoje têm acento nos andares superiores.

Operários constroem xilindró nos porões do Senado

Senado,Prisão,XilindróFoto: Lula Marques/Folha

Situado no subsolo do Senado, o setor de Polícia Legislativa passa por reformas.

Autorizada em dezembro do ano passado, a obra custará à Viúva R$ 569.445.

Um pedaço do orçamento (R$ 8 mil) terá destinação, por assim dizer, inusitada.

Vai financiar a instalação de um xilindró nos porões do prédio de Niemeyer (foto).

Deve-se a descoberta aos repórteres Adriano Ceolim e Andreza Matais, da Folha.

Ouvido, o diretor da polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo, explicou:

“Nós não tínhamos um local adequado para manter alguém enquanto fazemos um procedimento jurídico antes de transferir para a Polícia Civil ou Federal”.

Pedro Ricardo acrescentou: “Aqui nós temos que funcionar efetivamente como uma delegacia”.

Chamado oficialmente de “sala de custódia”, o calabouço terá grades e portão.

Do lado de dentro, haverá um banco de cimento para acomodar os delinquentes presos nas dependências do Senado.

Ao tomar assento na presidência da Casa, José Sarney prometera podar os gastos.

Proibira novas obras. Por sorte, a reforma da Polícia Legislativa já havia sido deflagrada.

O diabo é que o xilindró mede escassos 8.97 m2. São dimensões incompatíveis com o tamanho das malfeitorias que vicejam ao redor.

É um problema que o futuro diretor de calabouço do Senado, ainda por nomear, terá de resolver.

PS.: O primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI) mandou sustar a construção do calabouço do Senado. Quer obter informações que lhe permitam avaliar se a obra é mesmo necessária. Pena.

do blog Josias de Souza

Karl Marx era melhor que Nostradamus

Que centúrias que nada!

Nostradamus, Mãe Dinah, Irmã Jurema, Pai Ambrósio, como videntes e advinhos, não dão nem pro começo diante do velho, e sempre atual, Karl Marx.

Olha só o que o barbudo alemão escreveu em 1867 no célebre “O Capital”:

“Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado”.

A bola de cristal, quer dizer, os neurônios do filósofo do socialismo, deviam ser mesmo de alta resolução.