FHC é protegido pelo PT para não comparecer a comissão no congresso

O fato é: houve compra de votos de deputados para votarem a favor da reeleição que permitiu a extensão do mandarinato de FHC. A confissão foi feita ao MP pelo deputado Ronivon Santiago.

Mais uma vez os podres habitantes da sarjeta se unem para esconder a sujeira, tal e qual foi feito no acordão para sepultar a CPI do Cachoeira. Só o calendário Maia talvez tenha explicações para tal proteção a FHC, assim como foi feito em relação ao jornalista da revistinha semanal.

PT e PSDB são siameses. Chafurdam em lama comum.
José Mesquita – Editor


PT do Senado quer livrar FHC de ‘convite’ tramado por Tatto, líder do PT na Câmara

 
PT X PT: Walter Pinheiro sobre convite a FHC: ‘A Comissão é de Inteligência, mas agiu com burrice’

Ao emboscar Fernando Henrique Cardoso na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), desagradou até os seus companheiros de partido. Por iniciativa de Tatto, aprovou-se na quarta-feira (12) requerimento para que FHC se explique no Congresso.

Em conversa com o blog, Walter Pinheiro (BA), líder do PT no Senado, censurou: “A comissão traz a inteligência no nome, mas agiu com burrice.” Pinheiro se articula com outros líderes governistas –à frente Renan Calheiros (AL), do PMDB— para  “repor as coisas nos seus lugares”.

Como assim? “Esse ato tem que ser revogado.”


Tatto armou a tocaia contra FHC em reação a um surto convocatório que contagiou a oposição.

Embalados pelo Rosegate e pelo depoimento de Marcos Valério à Procuradoria, PSDB, DEM e PPS semearam requerimentos em diversas comissões. Desejam arrastar para o Legislativo qualquer personagem – de Rosemary a Valério— com potencial para constranger Lula e o petismo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Na mesma quarta-feira em que Tatto pegou em lanças, a infantaria governista sustou um pedido de convocação de Marcos Valério na comissão de Justiça do Senado. Na própria comissão de inteligência, havia três “convites” tóxicos do PSDB –um deles endereçado a Rosemary Noronha, a Rose.

Para mandar Rose ao arquivo e pendurar FHC nas manchetes, Tatto aliou-se ao presidente da comissão, o senador Fernando Collor (PTB-AL). O petista apoiou um requerimento de Collor para que também o procurador-geral da República Roberto Gurgel preste esclarecimentos ao colegiado da pseudo-inteligência.

“Se eles querem guerra, vão ter”, declarou Tatto após a aprovação do “convite” para que FHC discorra na comissão sobre a “lista de Furnas” –um documento que associa políticos tucanos e assemelhados a um ‘caixa dois’ supostamente fornido com verbas desviadas da estatal elétrica em 2002. A própria Polícia Federal já atestou a falsidade desse papelório.

Na opinião de Walter Pinheiro, endossada pela maioria da bancada do PT no Senado, o companheiro Tatto, com seu estilo belicoso, acaba por referendar o “vale-tudo” que o PT critica na oposição. Pinheiro invoca duas razões para desfazer o que a falta de tato fez:

1. A comissão mista de inteligência do Congresso foi criada junto com o Sistema Brasileiro de Inteligência –Lei 9.883, de 1999. De acordo com o artigo sexto dessa lei, cabe à comissão fiscalizar a execução da Política Nacional de Inteligência pelos órgãos que integram o sistema, entre eles a Abin. “Convocar ex-presidente não é papel dessa comissão”, diz Pinheiro.

2. “Presidentes e ex-presidentes da República não estão acima de nenhum outro cidadão”, afirma o líder do PT no Senado. “Estão sujeitos a sofrer investigações. Mas o ordenamento jurídico do país prevê instâncias adequadas para isso. Se Lula ou Fernando Henrique tiverem que prestar qualquer tipo de esclarecimento, não creio que as comissões do Senado e da Câmara sejam os locais adequados. Não sou delegado nem procurador, sou senador.”

Membro da Comissão de Inteligência, Renan Calheiros não compareceu à reunião em que FHC e Gurgel foram enviados à grelha. Ele concorda com Pinheiro quanto à conveniência de rever os atos. “Não é o foro adequado”, diz Renan. Falta definir como fazer. Uma alternativa é marcar outra reunião da comissão e submeter os requerimentos a novas votações que convertam convites em “desconvites”.

Na prática, o gesto tem valor apenas simbólico. Na condição de “convidados” FHC e Gurgel não são obrigados a comparecer à comissão. Ambos, a propósito, já sinalizaram que não têm mesmo a intenção de dar as caras. Até por isso, diz Walter Pinheiro, o “desconvite” seria politicamente relevante. “Não podemos permitir que fique a impressão de que a atividade política virou uma birra inconsequente”, diz o companheiro de Jilmar Tatto.
blog Josias de Souza 

Tópicos do dia – 02/06/2012

10:47:45
Ex-diretor do DNIT acusa Serra de caixa 2 e diz que pediu doações em nome do PT
Em uma longa entrevista à revista Istoé, o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antonio Pagot, denunciou o que seria o submundo das eleições presidenciais de 2010. Ele afirmou que a campanha do tucano José Serra teria sido financiada por recursos desviados da obra do Rodoanel, em São Paulo, e que teria sido aconselhado por lideranças petistas a procurar empreiteiras para conseguir doações à candidatura de Dilma Rousseff.

Segundo Pagot, o ex-diretor da empreiteira Dersa, Paulo Preto, pediu um aditivo de R$ 260 milhões para o trecho sul do Rodoanel, obra de infraestrutura na Grande São Paulo, a pedido de líderes tucanos. Para o ex-diretor do DNIT, o dinheiro era para grandes decanos do PSDB:
“Veio procurador de empreiteira me avisar: ‘Você tem que se prevenir, tem 8% entrando lá.’ Era 60% para o Serra, 20% para o Kassab e 20% para o Alckmin”, dispara.

Ele ainda afirmou categoricamente que o desvio de verbas da obra para o caixa 2 da campanha de José Serra era amplamente conhecido nos meios empresariais.

“Todos os empreiteiros do Brasil sabiam que o Rodoanel financiava a campanha do Serra”.

Tesoureiro do PT pediu para arrecadar recursos, garante Pagot

As denúncias de Luiz Antonio Pagot respingam também na campanha da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, o então tesoureiro da campanha petista, o deputado José De Filippi (SP), teria o pedido para procurar empreiteiras de grande e médio porte, a fim de arrecadar doações legais para o partido, usando sua influência enquanto diretor de um órgão que administra bilhões em obras públicas.

“Cada um doou o que quis. Algumas enviavam cópia do boleto para mim e eu remetia para o Filippi. Outras diziam ‘depositamos’”.

Pagot apontou, com base na lista de doadores de campanha do PT, 15 empresas que teriam sido cooptadas por ele: Carioca Engenharia, Concremat, Construcap, Barbosa Mello, Ferreira Guedes, Triunfo, CR Almeida, Egesa, Fidens, Trier, Via Engenharia, Central do Brasil, Lorentz, Sath Construções e STE Engenharia.

Questionado sobre a moralidade de um administrador público procurar empresas para conseguir doações de campanha, ele respondeu com agressividade:

“Ora, qual agente público, ministro que nunca fez isso em época de eleição? Essa porra toda que você tá vendo aí é culpa do financiamento de campanha”, questiona.

CPMI do Cachoeira: “Muitos têm medo do que eu posso contar”

Pagot adota um discurso desafiador quando a CPMI que investiga os tentáculos da quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira entra em pauta. O ex-diretor do DNIT se coloca à disposição da comissão, mas desdenha de seus participantes:

“Duvido que me chamem. Muitos ali têm medo do que posso contar”, argumenta.
Jornal do Brasil

11:20:55
Começou o arrego econômico. China e Índia desaceleram.
De Adam Smith a Keynnes, de Ricardo a Krugman, o mais elementar estudioso de economia sabia ser impossível um país, China, crescer a descomunais 10% ao ano. A ‘debacle’ viria mais cedo ou mais tarde. Na capitalista – há,há,há – China, 400 milhões vivem em guetos capitalistas – a maioria operários reduzidos a condições análogas as de escravos – enquanto 900 milhões de outros chineses vivem ainda a era do neolítico.
1. A China é campeã mundial de acidentes do trabalho
2. Os operários industriais trabalham jornadas esticadas e ganham o equivalente a US$ 400 ou US$ 500 mensais (e até menos), enquanto no Japão, EUA e União Europeia ganham mais de US$ 3 mil. Gerentes e técnicos de alta especialização – raros e bem pagos – recebem cerca de US$ 2.500 por mês (média), quando no mundo desenvolvido ganham acima de US$ 5 mil mensais.
3. Mesmo esse descompanso salarial está apavorando as multinacionais, que, acreditem, consideram que tais níveis salarias estão onerando o custo de produção, e já estão migrando para Tailandia, Vietnã e Bangladesh onde o salário médio de um operário industrial é de US$ 280 mensais (média), chegando no Vietnã a irrisórios US$ 100.
4. Capital não tem pátria nem compromisso com bem estar e desenvolvimento de nenhum país.
José Mesquita – Editor

15:24:06
Brasil: da série “A vida como não deveria ser”.
Perguntado como seu constituinte, Carlos Cachoeira, com todos os bens bloqueados pela justiça iria pagar seus (dele) milionários honorários – R$15 milhões de reais – o probo advogado Márcio Thomás Bastos deu a seguinte, e singela, explicação: “… em casos assim, amigos costumam liquidar a fatura”.
Ah é, é?

16:28:44
Brasil: da série “A vida como não deveria ser”
Na Veja que circula nesse FS: “PT orienta deputados a atacar ministros na CPI do Cachoeira”.
O documento teria sido preparado por petistas com o objetivo de coordenar ações dos companheiros que integram a CPI mista do Cachoeira.
Na lista de alvos:
Gilmar Mendes, e Roberto Gurgel, procurador-geral da República.
De acordo com a matéria da revista são ainda alvos preferenciais: oposicionistas, a imprensa e membros do Judiciário que, de alguma maneira, possar ter ou venham a ter alguma participação para que o mensalão seja julgado no STF. Para Gilmar Mendes estariam reservardos os seguintes assuntos: ‘O processo da Celg no STF’, ‘Satiagraha’, Fundos de Pensão, Protógenes’, ‘Filha de Gilmar Mendes’ e ‘Viagem a Berlim’.
O chefe, quer dizer, o líder do PT na Câmara Federal, deputado Jilmar Tatto, evidentemente, nega tudo.


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