Aplicativo permite revelar fotos do Instagram, Facebook ou álbum do celular

Tecnologia Maquinas fotograficas Blog do MesquitaA empresa é brasileira e realiza entrega das imagens em todo o território nacional.

A startup brasileira 256 Pixels lançou o aplicativo PhotoPost, que permite aos usuários de dispositivos Android e iOS revelarem fotos do Instagram, do Facebook ou do álbum do próprio equipamento.

O app está disponível para download no iTunes e na Google Play.

Funciona da seguinte forma: o usuário importa as fotos que deseja revelar para o aplicativo e seleciona um tipo de pagamento. O pedido também recebe um número e sua entrega pode ser rastreada em tempo real.

O tamanho das fotos também pode ser definido, o usuário pode escolher entre 09×12, 10×15, 13×18 e 10×10, único a permitir revelar fotos no formato de instagram, personalizando ainda mais seu pedido e até presenteando entes queridos e amigos, com o tamanho desejado.

O preço da revelação da foto varia de R$ 0,89 a R$1,49, dependendo da quantidade de imagens reveladas.

A taxa de entrega custa entre R$ 1,65 e $7,35, dependendo da região de entrega das fotos e demora de um a oito dias úteis.

O app revela até 50 fotos e o pagamento é feito via cartão de crédito (Visa, Mastercard, American Express e Diners).[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

De acordo com Luis Soto, sócio-fundador da 256 Pixels, o aplicativo é o primeiro no Brasil a prestar este tipo de serviço com integração às redes sociais e já alcançou 50 mil downloads na App Store.

“Pesquisas revelam que cada pessoa tira, em média, 150 fotografias por ano. Muitas carregam essas fotos no Facebook e Instagram. Outras deixam as fotos apenas no dispositivo móvel. Em um país com 70 milhões de smartphones, vemos, portanto, um mercado bastante promissor e com grande potencial de crescimento, visto que cada vez mais os consumidores aderem às compras online”, diz.

Promoção

O aplicativo para Android teve o lançamento oficial no dia 13 de dezembro. Para comemorar, a 256 Pixels criou uma promoção válida até dia 15 de janeiro. Usando o código “5FREE” na finalização da compra, cinco das fotos escolhidas para revelação saem de graça.
Fonte: IDGNow

Congresso americano debate lei de privacidade

O Congresso americano debateu esta semana sugestões de atualização da lei Children’s Online Private Protection (Coppa), de proteção à privacidade de menores de idade na internet.

Trata-se de um primeiro esforço governamental para atualizar a legislação criada há 12 anos, diante do aumento do uso de aparelhos móveis e aplicativos por crianças.

A Coppa exige consentimento dos pais para certos sites coletarem deliberadamente informações de crianças com menos de 13 anos de idade.

A Comissão Federal de Comércio (FTC, sigla em inglês) recomendou que as empresas primeiro peçam aos pais permissão para coletar informações sobre a geolocalização da criança.

A comissão também alertou que sites devem obter o consentimento dos pais antes de rastrear crianças online por meio de cookies e outras tecnologias.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Pais também devem dar permissão para a coleta de fotos e vídeos que possam identificar seus filhos.

De 2004 a 2009, a quantidade de tempo gasto por crianças online aumentou de sete horas por semana para mais de 11 horas por semana, segundo pesquisa da Nielsen.

Dentre as propostas, a dos deputados democrata Ed Markey e republicano Joe Barton tem como objetivo evitar o rastreamento online de crianças.

Mas algumas empresas já alertaram que ela precisaria, na prática, de um botão que apagasse informações de uma criança – o que seria difícil de fazer na internet.

As propostas vêm em um momento de preocupação crescente sobre privacidade na internet, na medida em que internautas gastam cada vez mais tempo em redes sociais como o Facebook e fazem compras online.

A Apple, por meio de seus aparelhos e da loja virtual iTunes, que vende download de música e vídeos, coleta informação sobre os hábitos e localização dos consumidores.

O email do Google, o Gmail, e seu mecanismo de busca e mapas reúnem informações sobre usuários que são usadas para anúncios customizados.

A loja virtual Amazon, que já armazena toneladas de dados de clientes, espera se tornar um grande portal para a mídia digital com a entrada no mercado de tablets.Informações de Cecilia Kang.

Observatório da Imprensa
Tradução de Larriza Thurler (edição: Leticia Nunes)

Apple mudou jeito de ouvir música e usar telefone e computador

Sob o comando de Steve Jobs, morto nesta quarta-feira (5) vítima de câncer, a Apple lançou produtos que mudaram o rumo da tecnologia e de mercados como o de telefonia e de música.

Steve Jobs, foi o fundador da Apple, idolatatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia.

Entenda como os produtos da empresa ajudaram a mudar o mercado e a maneira de nos relacionarmos com o mundo:

Apple I

O que é: Computador pessoal

Quando surgiu: 1977

Por que foi importante: Era relativamente barato para os padrões da época (custava US$ 666,66) e utilizava televisores comuns para exibir informações. Utilizava soluções bastante criativas, desenvolvidas a partir de peças simples pelo sócio de Jobs na Apple, Steve Wozniak.

 

 

Macintosh

O que é: Computador pessoal

Quando surgiu: 1984

Por que foi importante: Foi o primeiro computador que utilizava os conceitos de ambiente gráfico comandada por um mouse a atingir sucesso comercial. Acabou moldando até os rivais, como o PC, padrão da IBM, que passou a utilizar o sistema Windows.

 

 

iPod

O que é: Tocador de música digital

Quando surgiu: 2001

Por que foi importante: Transformou a indústria da música. Fez dos arquivos digitais, como o mp3, o novo padrão, em substituição ao CD. Com ênfase no design, fez dos gadgets um objeto de moda. Ao lado do iTunes, loja virtual da Apple, criou um mercado de músicas digitais. Vendeu mais de 300 milhões de unidades.

 

iPhone

O que é: Smartphone

Quando surgiu: 2007

Por que foi importante: De uso intuitivo, mudou o mercado de celulares inteligentes. Popularizou a internet móvel e revigorou o mercado de programas, agora rebatizados como “aplicativos”. Mudou ainda o mercado de jogos eletrônicos.

 

 

iPad

O que é: Computador em formato de tablet

Quando surgiu: 2010

Por que foi importante: Fez dos tablets, que já existiam há pelo menos uma década, um produto de massa. Revolucionou o conceito de computação portátil, e mudou os planos de fabricantes tradicionais de computadores como HP, Lenovo e Samsung, entre outras.

 

 G1


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Apple põe iPad e iPhone na nuvem, e cria ‘banca de revistas’ virtuais

Aparelhos portáteis terão sincronização sem fio e integração com Twitter.

OS X Lion, iOS 5 e novo iCloud são destaque de evento da Apple nos EUA.

Steve Jobs, da Apple, durante apresentação em San Francisco na WWDC (Foto: Paul Sakuma/AP)

Com a presença de Steve Jobs, afastado da presidência da companhia por motivos de saúde, a Apple apresentou nesta segunda-feira (6) o iCloud, sistema que permite sincronizar fotos, vídeos, músicas e informações entre diversos aparelhos pela internet, e seus novos sistemas operacionais, o OS X 10.7 Lion (para computadores Mac) e o iOS 5, para iPad e iPhone.

Com o iCloud, a Apple finalmente entra em um jogo que já tem em campo as rivais e gigantes Google e Microsoft, a chamada computação na nuvem.

O sistema, gratuito, permite o armazenamento de arquivos como músicas compradas no iTunes, livros e documentos de texto diretamente em servidores da Apple.

O usuário poderá, então, sincronizar estas informações com qualquer aparelho.

O iCloud será liberado com a chegada do iOS 5, e os usuários vão receber, gratuitamente, 5 GB para armazenamento de dados.

Será possível ainda comprar mais espaço caso seja necessário.

Para os produtos da chamada “era pós-PC”, como iPhones, iPads e iPod Touches, a Apple vai disponibilizar novas funções no outono do hemisfério norte, entre setembro e dezembro.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Destaque para a integração com o Twitter e o novo sistema de notificações, avisos instantânos que aparecem na tela do aparelho quando o usuário recebe mensagens de texto, e-mails ou contatos em redes sociais, por exemplo.

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Veja imagens da conferência para desenvolvedores da Apple

O iOS 5 traz ainda o iMessage, programa para troca de mensagens pela internet para usuários da plataforma. Trata-se da resposta da Apple ao BBM, o BlackBerry Messenger, que oferece funcionalidade semelhante para donos de telefones da fabricante canadense.

Também não será mais necessário ligar o aparelho a um computador para fazer upgrades no programa.

Agora, eles serão feitos diretamente no iPhone ou iPad, basta estar conectado à internet. Já a sincronização com o PC ou Mac passará a ser feita sem fios, via wi-fi. O upgrade para o iOS 5 é gratuito.

Já o upgrade para Mac OS X Lion, compatível com Macbooks e iMacs, vai custar US$ 30 e será feito on-line, pela loja virtual de aplicativos da Apple. O novo sistema operacional estará disponível a partir de julho.

Nuvem carregada

Com o iCloud, aguardado sistema de armazenamento de informações na chamada “nuvem” da internet, a Apple permitirá salvar arquivos como fotos, vídeos e músicas do iTunes em seus servidores centrais.

Estas informações poderão ser compartilhadas com os diversos aparelhos do usuário que rodem o sistema operacional iOS, como iPad e iPhone. Desenvolvedores poderão testar o sistema a partir desta segunda-feira (6).

Já os usuários comuns receberão o iCloud na atualização para o iOS 5, marcada para o outono do hemisfério norte, entre setembro de dezembro de 2011.

Músicas compradas na loja iTunes estarão sempre disponíveis para download, armazenadas nos servidores da Apple.

Por US$ 25 por ano, também será possível acessar na nuvem músicas que você tenha copiado diretamente de um CD ou baixado de outros serviços na rede.

Pelo sistema “iTunes Match”, será possível relacionar os arquivos MP3 de seu computador com as músicas disponíveis nos servidores da Apple.

Caso um disco ou uma música não sejam encontrados, o usuário poderá, então, fazer o upload do arquivo para o sistema na nuvem.

Será possível ainda manter sua biblioteca de livros do iBook sincronizada com a nuvem.

Documentos criados no iWork, suíte de aplicativos da Apple que concorre com o Microsoft Office, poderão também ser armazenados na rede.

Desta forma, estarão sempre atualizados, não importa qual aparelho o usuário utilize para acessá-los. “Há dez anos trabalhamos neste sistema”, afirmou Steve Jobs durante a apresentação.

A companhia anunciou também o fim do MobileMe. A rede, que custava US$ 100 ao ano e permitia a sincronização virtual de contatos e calendários, passa a ter suas funções distribuídas gratuitamente e integradas ao novo iCloud.

O sistema servirá ainda como plataforma de armazenamento de dados para computadores, e será compatível com PCs e Macs.

Nas máquinas da Apple, por exemplo, ele será integrado diretamente ao aplicativo iPhoto, permitindo que o usuário tenha acesso a todas as fotos tiradas nos últimos 30 dias. De novo, a função iguala a Apple a um serviço já oferecido pelo Google, dono do Picasa.

Tablets e portáteis

O sistema operacional para aparelhos portáteis chega à quinta versão com mais de 200 milhões de aparelhos compatíveis já vendidos. Em 3 anos, a Apple já repassou mais de US$ 2,5 bilhões aos desenvolvedores responsáveis pelos mais de 450 mil aplicativos disponíveis para download na loja virtual App Store.

No total, usuários já baixaram mais de 14 bilhões de programas.

A maior novidade é que agora iPads, iPhones e iPod Touches poderão funcionar independentes de um computador tradicional. Até hoje, é necessário sincronizar o aparelho a um PC ou Mac para fazer atualizações do sistema operacional e de programas baixados pelo usuário. Agora, os aparelhos poderão fazer esse upgrade sozinhos.

O iOS 5 terá 200 novas funções para usuários e mais de 1.500 para programadores. O vice-presidente Scott Forstall, responsável pelo desenvolvimento do iOS, mostrou o novo sistema de notificações, que passa a ficar “empilhado” na tela até que o usuário as dispense.

“O sistema atual era falho”, admitiu Forstall. O executivo mostrou um novo segmento da loja de aplicativos e conteúdo voltado apenas para publicações como jornais e revistas.

O “News Stand” servirá para reunir aplicativos de notícias que até agora estavam espalhados pela App Store. O programa funcionará como o iBooks, para livros eletrônicos, reunindo em uma “prateleira eletrônica” revistas e jornais comprados pelo usuário.

O novo sistema operacional também será integrado diretamente ao Twitter. Isso significa que agora é possível, por exemplo, tirar uma foto com o aplicativo básico da Apple e enviá-la para a rede social sem precisar trocar de programa.

Até agora, era necessário baixar um software especial para integrar a câmera ao Twitter, ou tirar a foto e depois postá-la manualmente pelo programa da rede social.

Outra mudança na câmera é a possibilidade de usar botões físicos do aparelho para tirar fotos, sem a necessidade de tocar na tela.

Usuários de iPhone, por exemplo, poderão usar o botão de aumentar o volume para acionar o “obturador” e fazer a foto. Cortar e girar imagens já feitas também será possível sem a necessidade de usar aplicativos especiais.

Usuários de iPads, iPhones e IPod Touches ganharão também um novo sistema de mensagens instantâneas, o iMessage. Com ele, é possível conversar com contatos que possuam aparelhos compatíveis com iOS pela internet.

As conversas serão ligadas ao cadastro do usuário na rede da Apple, ou seja: é possível começar uma discussão no iPhone e passar depois para o iPad, e vice-versa.

Leão

O vice-presidente de marketing da Apple, Phil Schiller, foi o responsável pela apresentação das novas funções do OS X Lion. De acordo com Schiller, as vendas de Macbooks e iMacs, computadores da Apple, tiveram crescimento maior que a dos PCs – movidos a Windows e Linux – consistentemente nos últimos 5 anos. “A indústria do PC quer copiar a Apple”, brincou.

O Lion traz, segundo a Apple, 250 novas funcionalidades em relação à versão 10.6, batizada de Snow Leopard.

Destaque para os novos comandos por gestos, a capacidade de mostrar aplicativos em tela cheia – uma das principais deficiências do Mac na comparação com o Windows – e uma nova interface para acessar programas que “empresta” elementos do sistema do iPhone e do iPad.

O Lion também muda a forma de lidar com o ato de salvar documentos. Agora, todo arquivo será salvo automaticamente a cada alteração, e será possível reverter a um estado anterior caso o usuário prefira cancelar as mudanças feitas no documento.

O Mail, software para troca de mensagens, também foi refeito, e passará a exibir sequências de mensagens em forma de “conversas”, semelhante ao padrão já utilizado pelo Gmail.

O novo sistema trará ainda uma versão avançada da loja virtual de aplicativos Mac App Store, introduzida há 6 meses pela Apple. Ela funciona nos mesmos moldes da App Store para iPhone e iPad, permitindo baixar e instalar aplicativos mais facilmente, sem a necessidade de seguir processos de instalação.

Agora, será possível comprar novas funcionalidades para os programas já instalados, modalidade que a Apple chama de “in-app purchases”.

G1

Amazon X iTunes: briga de cachorro grande

Amazon lança serviço para armazenamento de música na nuvem e desafia iTunes

A Amazon está lançando um serviço on-line que permite aos clientes armazenar seus arquivos de música e acessá-los remotamente por meio de smartphones e computadores.

A maior varejista da internet saiu na frente, já que as gigantes do segmento Apple e Google ainda desenvolvem serviços semelhantes.

Caso conquiste os usuários, o movimento da Amazon desafiará a supremacia do iTunes, da empresa de Steve Jobs, no setor de música digital.

O Cloud Service da Amazon, anunciado nesta terça-feira, deixa os clientes utilizarem os servidores da varejista, dispensando assim a uso de HDs locais – modelo genericamente chamado de computação na nuvem, do qual a Amazon é um dos líderes.

A Amazon também está lançando o Cloud Player, com o qual os fãs de música podem ouvir, baixar e criar listas de reprodução em qualquer navegador web ou em aparelhos com o sistema operacional Android, da Google.

Em comunicado, o vice-presidente da divisão de filmes e música da Amazon, Bill Carr, disse que o serviço poupará o tempo dos usuários que costumavam salvar músicas em vários aparelhos.

Inicialmente, os clientes terão acesso a 5 gigabytes de armazenamento gratuito.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O custo para armazenamento adicional será de US$ 1 por cada gigabyte. O cliente também pode receber um upgrade de 20 gigabytes com a compra de um álbum completo em MP3 na própria Amazon.

Arquivos de música comprados a partir de agora na Amazon e gravados diretamente no serviço de nuvem não entram na cota de armazenamento.

O serviço suporta os formatos MP3 e AAC, que é o padrão usado pelo iTunes, da Apple.

O Globo

Grupos se especializam em ‘crackear’ programas para celular

‘Tudo é crackeado algum dia’, diz cracker.
Empresas tentam conter a pirataria de apps em smartphones.
Por causa da pirataria, desenvolvedores procuram aumentar a segurança de aplicativos móveis.
(Foto: Felipe Figueiró/LD)

Grupos especializados em piratear aplicativos para dispositivos portáteis, como o PalmOS, agora se concentram nos celulares e, principalmente, nas plataformas dominantes como Symbian (da Nokia), Android (do Google) e iOS (da Apple).

Não há muitos dados sobre a prática, mas desenvolvedores já começaram a criar e incluir tecnologias antipirataria em seus produtos para conter a ação dos “crackers”.[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]

A Flurry, uma empresa especializada em analisar o comportamento de usuários enquanto utilizam softwares em celulares, afirma que entre 5 e 8% dos downloads são piratas.

A Mtiks, uma companhia de software que desenvolve recursos antipirataria para iOS e Android, afirma que 98 dos 100 softwares pagos mais populares no App Store do iTunes foram crackeados e são distribuídos ilegalmente.

O aparecimento de empresas especializadas nessa área como a Mtiks mostram a demanda por tecnologias antipirataria “enlatadas”. No Windows, elas são muito comuns.

A Rovi Corporation, antigamente conhecida como Macrovision, fornece proteção antipirataria para vários games. A tecnologia SafeDisk da Macrovision é incorporada na instalação padrão do Windows desde o Windows XP.

Segundo David Brennan, diretor da empresa que cria a suíte de escritório QuickOffice, a pirataria ocorre em todas as plataformas, mas as medidas para combater a prática variam.

No Symbian, da Nokia, a companhia usa uma tecnologia antipirataria própria. “Já no iOS e no Android, nós usamos as tecnologias das lojas oficiais das plataformas e do sistema operacional”.

“Nosso software é destravado só para um aparelho específico usando um identificador único como um PIN ou o número IMEI”, explica Brennan; o IMEI é uma espécie de número de série do celular para identificá-lo na rede sem fio. Mas essas medidas atraem ainda mais crackers. “Quanto mais sofisticada é a medida que tomamos, parece que há um apelo maior para quebrá-la”, conta o executivo.

O QuickOffice é um dos softwares mais populares para a utilização de arquivos comuns como documentos Word e planilhas do Excel no celular.

Ele está disponível para várias plataformas.

Em julho, o Google anunciou um serviço unificado de licenciamento para softwares disponíveis no Android Market. Em agosto, o protocolo foi quebrado facilmente. O Google respondeu que parte da culpa era dos desenvolvedores, que usavam o código de exemplo fornecido pela empresa sem alterações. Desenvolvedores devem seguir as instruções para implementar segurança antipirataria em seus produtos.

No iPhone, a App Store também fornece controles semelhantes, mas usuários que fizeram jailbreak em seus iPhones conseguem instalar softwares piratas sem nenhuma dificuldade.

‘Jamais peça dinheiro’

Altieres Rohr/G1 Continue lendo

iPad 2 – Apple poderá apresentar novo tablet em janeiro de 2011

 

As novas caixas de som (Foto: Mac Blog Reprodução)

A segunda versão do tablet da Apple pode vir a público bem antes que poderia ser previsto, segundo uma fonte ligada à fábrica chinesa Foxconn, que produz os aparelhos da empresa californiana.

De acordo com o blog japonês Mac Blog, o novo iPad já estaria sendo produzido para que seu lançamento ocorra ainda no próximo mês, coincidindo com o primeiro aniversário do anúncio do tablet.

A nova edição, no entanto, não conta com as tão aguardadas câmeras, embora novos ajustes pareçam estar sendo feitos.

Uma das novidades é que o case do novo aparelho contaria com espaços para entradas USB e para cartões SD.

As dimensões do aparelho pouco mudam: ele passa a ser 3 mm mais fino que sua versão original. E traria caixas de som embutidas com melhor desempenho que as atuais.

O lançamento em janeiro é estratégico para a Apple, independentemente de ser realizado dentro da feira Macworld – como aconteceu até 2009 – ou não.

Desde o início da década passada, quando Steve Jobs voltou à empresa trazendo o iPod e a loja iTunes para o mercado, a Apple usa uma apresentação de produto no primeiro mês do ano com uma forma de marcar território em relação aos 11 meses seguintes.

Foi neste período que as apresentações de Steve Jobs deixaram de ser apenas uma mera demonstração de produto para assumirem o papel de culto quase religioso.

No lançamento do iPhone em 2007 este formato chegou ao auge, sendo seguido pelo anúncio do Macbook Air em 2008 e pela notória ausência de Jobs em 2009, quando esteve fora da empresa para tratar-se de um câncer.

Sua volta por cima aconteceu há quase um ano, em 27 de janeiro de 2010, quando apresentou o iPad para o planeta e tornou sua empresa ainda mais onipresente.

O lançamento do iPad 2 no início de janeiro não é apenas estratégico: é crucial para a Apple redefinir as fronteiras de um mercado novíssimo que inagurou em 2010: o dos computadores pessoais sem mouse ou teclado.

E, como é de costume, sua opinião sobre o tema pode acelerar ou não o interesse do público por estes dispositivos – como fez antes com o MP3 player e o smartphone.

Alexandre Matias/O Estado de S. Paulo

iPad: a estratégia ousada de Steve Jobs da Apple

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A estratégia alucinada por trás do tablet de Jobs

O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.

Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. Mas trata-se de uma jogada arrojada que vem de uma estratégia alucinada.

Ele, afinal, quer concorrer com a web.

A corrida é pela internet móvel. De um lado do ringue está o Google. A trupe da cidadezinha de Mountain View tem uma vantagem: sua plataforma Android é aberta e portanto serão muitos os smartphones e tablets com o sistema. Os aparelhos podem parecer caros hoje. Mas haverá modelos vendidos a US$ 100 lá por 2013. Telefonia celular sempre avançou muito rápido e com a internet móvel não será diferente.

O Google abre as portas para um mundo que os navegantes já conhecem. É a internet da boa e velha web, aberta como sempre foi.

Do outro lado está a Apple. Promete uma multimídia mirabolante. Há um formato para livros – e o livro texto de medicina permitirá ao estudante vasculhar por dentro do corpo humano com filmes e cores e sons aos quais ele jamais teve acesso.

E um formato para periódicos – o jornal e a revista mantêm a diagramação elegante do papel, mas a ela somam-se a atualização continuada da internet, filmes, galerias de fotos. As vantagens de um e as do outro. Isso, para não falar dos games. Tudo estruturado numa plataforma que já é conhecida. A da dupla iPod e iTunes.

A vantagem do Google virá no preço e no fato de que todos já estão habituados com a web aberta.

Mas que ninguém dispense a Apple – ela também conta com uma vantagem no momento em que a internet fica móvel: os produtores de conteúdo estão do seu lado. Estúdios de cinema, gravadoras, jornais, revistas, editoras, game houses, quem produz conteúdo quer um ambiente já aceito pelo mercado no qual possa vender o que produz.

E, se o melhor conteúdo estiver fora da web aberta, talvez a Apple possa virar esse jogo.

Neste ambiente, Microsoft e RIM, do Blackberry, correm desesperadas atrás. Para não falar da pobre Palm.

Ao decidir concorrer com a web, Steve Jobs faz a segunda coisa mais ousada de sua carreira. A primeira foi o computador pessoal.

Pedro Doria/Estadão

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Olimpíadas – China é campeã na censura

Enquanto a pirotecnia midiática, encantada com a faraônica arquitetura, enganada com a falsa menina cantora e deslumbrada diante da Daslu ditatorial, não consegue olhar além das vitrines, a ditadura do “tio” Mao ganha medalha de lata na arte de censurar.

Contra a censura. Sempre!

China ‘bloqueia’ iTunes por vender música pró-Tibete
Da BBC

Internautas não conseguem download músicas do iTunes
Usuários da iTunes da Apple na China manifestaram preocupação de que seu acesso à loja online tenha sido bloqueado pelo governo chinês depois que um álbum de músicas pró-Tibete mostrado no site se tornou um sucesso.
Internautas dizem que não conseguem download músicas desde segunda-feira, um dia depois que a Fundação Arte pela Paz anunciou o lançamento do álbum. A sucursal da BBC na China confirmou que o site ainda está fora de alcance nesta sexta-feira.

Uma página de crítica do álbum atraiu um intenso debate entre ativistas pró-Tibete e nacionalistas chineses.

Uma porta-voz da Apple disse que a empresa está investigando o problema.

As autoridades em Pequim não comentaram o assunto, mas ativistas alegam que ele está ligado ao recente lançamento de Songs for Tibet (Canções para o Tibete).

Milhões de chineses usam a internet para fins pedagógicos e comerciais, mas em algumas ocasiões o governo tenta bloquear o acesso a sites gerenciados por dissidentes e ativistas pelos direitos humanos e pró-Tibete.

Michael Wohl, produtor executivo da Fundação Arte pela Paz, disse que acredita que o álbum foi a razão para o bloqueio do iTunes, embora não tenha prova disso.

Entre os artistas que contribuíram para o álbum estão Alanis Morissette e Underworld. Ele também inclui um discurso de 15 minutos do Dalai Lama, o líder tibetano no exílio.

iTunes em universidades européias

A tecnologia avança nas universidades européias.
Uma universidade da Irlanda e duas na Inglaterra serão as primeiras a utilizarem o software da Apple, o iTunes no suporte às aulas.

O serviço, que é oferecido gratuitamente pela Apple — várias universidades no Estados Unidos já o utilizam — desembarca agora na Trinity College Dublin University, em Dublin, e nas britânicas College London e  Open University.