Coronavírus: Apple e Google se unem para o rastreamento Covid-19

A Apple e o Google estão desenvolvendo tecnologia para alertar as pessoas se entraram recentemente em contato com outras pessoas infectadas com coronavírus.

Eles esperam ajudar inicialmente aplicativos de rastreamento de contatos de terceiros a executarem com eficiência.

Mas, em última análise, eles pretendem acabar com a necessidade de baixar aplicativos dedicados, para incentivar a prática.

As duas empresas acreditam que sua abordagem – projetada para manter os usuários, cuja participação seria voluntária e anônima – aborda questões de privacidade. Seu método de rastreamento de contatos funcionaria usando os sinais Bluetooth de um smartphone para determinar a quem o proprietário esteve recentemente por tempo suficiente para estabelecer um risco de contágio. Se uma dessas pessoas testasse positivo mais tarde para o vírus Covid-19, um aviso seria enviado ao proprietário original do aparelho.

Nenhum dado de localização GPS ou informações pessoais seriam gravados.

“Privacidade, transparência e consentimento são de extrema importância nesse esforço e esperamos desenvolver essa funcionalidade em consulta com as partes interessadas”, disseram Apple e Google em comunicado conjunto.

“Publicaremos abertamente informações sobre nosso trabalho para que outras pessoas analisem.”

O presidente Trump disse que seu governo precisava de tempo para considerar o desenvolvimento.

“É muito interessante, mas muitas pessoas se preocupam com isso em termos de liberdade de uma pessoa”, disse ele durante uma entrevista coletiva na Casa Branca.

“Vamos dar … uma olhada muito forte e informaremos em breve.”

O supervisor de proteção de dados da União Européia pareceu mais positivo, dizendo: “A iniciativa exigirá uma avaliação mais aprofundada, no entanto, após uma rápida olhada, parece marcar as caixas certas em relação à escolha do usuário, proteção de dados por projeto e interoperabilidade pan-européia”.

Mas outros observaram que o sucesso do empreendimento pode depender da obtenção de pessoas suficientes testadas.

Apple é o desenvolvedor do iOS. Google é a empresa por trás do Android. Os dois sistemas operacionais alimentam a grande maioria dos smartphones em uso.

Alguns países – incluindo Cingapura, Israel, Coréia do Sul e Polônia – já estão usando aparelhos celulares para emitir alertas de contágio por coronavírus.Tecnologia,Internet,Redes,Computadores,Blog do Mesquita,Informática

Outras autoridades de saúde – incluindo o Reino Unido, França e Alemanha – estão trabalhando em iniciativas próprias. E alguns governos municipais nos EUA estão prestes a adotar um aplicativo de terceiros.

Os dois gigantes da tecnologia visam trazer coerência a tudo isso, permitindo que os aplicativos de terceiros existentes sejam atualizados para incluir sua solução.

Isso tornaria os aplicativos interoperáveis, para que o rastreamento de contatos continuasse a funcionar à medida que as pessoas viajassem para o exterior e entrassem em contato com pessoas usando uma ferramenta diferente.

A Apple e o Google estão trabalhando no esforço há cerca de duas semanas, mas não revelaram seus planos externamente até sexta-feira.

Se for bem-sucedido, o esquema poderá ajudar os países a relaxar os bloqueios e as restrições nas fronteiras.

Correspondências por telefone
As empresas pretendem lançar um bloco de construção de software – conhecido como API (interface de programação de aplicativos) – até meados de maio.

Isso permitiria que os aplicativos de outras pessoas fossem executados na mesma base.Ciência,EUA,China,Tecnologia,Computação Quântica

Os registros das identificações digitais envolvidas seriam armazenados em servidores remotos, mas as empresas dizem que elas não poderiam ser usadas para desmascarar a verdadeira identidade de um indivíduo específico.

Além disso, o processo de correspondência de contatos ocorreria nos telefones e não centralmente.

Isso permitiria que alguém soubesse que deveria entrar em quarentena, sem que ninguém mais fosse notificado.

As duas empresas divulgaram detalhes das especificações de criptografia que planejam usar para proteger a privacidade e detalhes do papel que o Bluetooth desempenhará.

Eles esperam que isso convença os ativistas de que sua abordagem pode ser confiável.

A Apple e o Google dizem que outro benefício de sua solução é que os desenvolvedores não arriscariam que as versões iOS e Android de seus aplicativos se tornassem incompatíveis devido a uma atualização de buggy.

Além disso, eles acreditam que seria menos oneroso para a vida útil da bateria do que os atuais sistemas de rastreamento de contatos.

Nenhum aplicativo necessário
A segunda fase da iniciativa envolve a criação de recursos de rastreamento de contato nos sistemas operacionais iOS e Android. Os usuários poderiam ativar e desativar o recurso novamente sem precisar baixar um aplicativo.

Aplicativos de terceiros aprovados ainda poderão interagir com o recurso, se desejado.

A instalação seria entregue por meio de uma futura atualização de software do sistema. Mas as empresas ainda não disseram quando isso aconteceria.

“Esta é uma solução mais robusta”, dizem eles, sugerindo que haveria uma adoção mais ampla se os usuários não precisassem baixar software adicional para si mesmos.Celular,Tecnologia,Economia,Blog do Mesquita

Ele também fornece às empresas a capacidade de desativar facilmente o rastreamento em uma base regional quando a pandemia terminar.

Embora a Apple e o Google esperem que outras pessoas vejam os benefícios de adotar sua abordagem, isso não é garantido.

Um esforço independente – a iniciativa de rastreamento de proximidade de preservação de privacidade pan-europeia (PEPP-PT) – revelou sua própria tentativa de fornecer uma solução centrada na privacidade em 1º de abril.

Cerca de 130 tecnólogos e cientistas estão envolvidos e o grupo já fez contato com vários governos europeus.

A guerra dos robôs se trava na Wikipédia

Até 4,7 milhões das mudanças da enciclopédia digital são feitas por programas de computador

Captura de tela da página inicial da Wikipédia em seu 15º aniversário.Captura de tela da página inicial da Wikipédia em seu 15º aniversário.

Cada vez são mais os sites da web que incorporam bots, robôs que são programas de computador que se comportam como humanos, para executar tarefas como responder perguntas dos usuários, fazer publicidade ou abrir contas de e-mail. Mas, apesar dos esforços e de seu uso generalizado, ainda estão muito longe de atuar na rede como se fossem uma pessoa. Essa é a conclusão à qual chegou um grupo de engenheiros do Instituto Alan Turing do Reino Unido, que estudou o comportamento desses robôs na Wikipédia e descobriu que até 4,7 milhões das edições dos artigos são correções que os robôs estão fazendo constantemente entre si, caindo em um tipo de edição interminável nada produtiva.

Captura de tela de uma das edições realizada por um bot.
Captura de tela de uma das edições realizada por um bot. WIKIPEDIA

Os robôs que trabalham na Wikipédia são responsáveis por tarefas que podem ser tediosas para as pessoas, como identificar e desfazer casos de vandalismo, adicionar links, verificar a ortografia e cuidar da concordância sintática das orações. O problema surge quando as edições que eles fazem estão condicionadas pelo país e idioma em que foram programados e são influenciadas por alguns aspectos culturais. Por exemplo, algumas dessas reversões são feitas para mudar Palestina por território palestino ou Golfo Pérsico para Golfo Árabe e assim com vários milhões de conceitos que não coincidem nas diferentes regiões do mundo.

Também estão programados para revisar as mudanças feitas cada certo tempo, o que ajuda a aparição de confrontos com outros robôs que fazem exatamente o mesmo e se corrigem entre si quando veem que sua última edição voltou a ser modificada. Nas mudanças que fazem as pessoas não acontecem esse tipo de conflito porque os usuários da Wikipédia raramente voltam a verificar se os dados que corrigiram estão atualizados.

Uma das curiosidades que mostra o estudo é que o número de edições depende do idioma do texto. Os escritos em alemão são os menos modificados, com uma média de 24 por entrada. No lado oposto estão os artigos em português, que acumulam até 185 reversões por artigo. De acordo com especialistas, uma das possíveis soluções para essas intermináveis batalhas é que a Wikipédia permita o uso de robôs cooperativos que podem gerir os desentendimentos e permitir que as tarefas possam ser cumpridas de forma eficiente.

O estudo mostra que os robôs podem trabalhar de forma completamente imprevisível. “O mundo on-line se tornou um ecossistema de robôs e, no entanto, nosso conhecimento sobre como interagem esses agentes automatizados é muito pobre”, reconhece Taha Yasseri, uma das responsáveis pela pesquisa.

Yasseri fala de todo um ecossistema e não exagera: um estudo de 2009 estimou que naquele ano os robôs geraram 24% de todos os tuites publicados; uma empresa de análise de audiências descobriu que 54% dos anúncios exibidos entre 2012 e 2013 foram vistos por robôs em vez de seres humanos; e, segundo uma empresa de segurança da web, os robôs realizaram 48,5% das visitas aos sites de 2015.

O número de incidências causadas por esses programas de computador aumentou de maneira constante nos últimos anos, indicando, de acordo com os pesquisadores, que seus criadores não estão fazendo o suficiente para melhorá-los ou que não conseguiram identificar os problemas que geram.

Alguns conflitos, como os da Wikipédia, podem ser considerados inócuos. Outros são mais problemáticos e virais, como o que aconteceu no Twitter em março deste ano, quando a Microsoft precisou retirar um dos seus robôs por tuitar mensagens com conteúdo racista, sexista e xenófobo. Tinha sido programado para responder perguntas e estabelecer conversas com os mais jovens da web e aprendeu com eles esse comportamento.se tornou um ecossistema de robôs e, no entanto, nosso conhecimento sobre como interagem é muito pobre”

Apesar das falhas e da falta de eficiência demonstrada em muitas ocasiões, os robôs são ainda uma opção muito útil em tarefas de conversação. O exemplo mais claro é Siri, a assistente da Apple que resolve as dúvidas do usuário através de mensagens de voz. Mas também há outros casos, como o criado por um estudante da Universidade de Stanford, que está programado para ajudar as pessoas a recorrer das multas de estacionamento. Em um ano conseguiu cancelar 160.000 multas e já funciona em Londres e Nova York.
Victoria Nadal/ElPais

Notificação do Facebook pode roubar seus dados através de vírus

Tecnologia Vírus Blog do Mesquita 01Saiba como se proteger desse novo tipo de ataque hacker

Hackers estão usando notificações de Facebook para levar usuários a baixar um vírus que deixa os dados pessoais vulneráveis, de acordo com empresas especializadas em segurança.

A notificação aparece normalmente, através do nome de um amigo da rede social, mas redireciona o usuário à página de download de um suposto plugin de Google Chrome.

A infecção acontece quando a vítima realiza o download desse aplicativo.

Caso abra a notificação via mobile, a pessoa é redirecionada a uma página de download de apps que não é a oficial do iOS ou do Android ou instruída a preencher cadastros.

Além de tornar vulneráveis os dados pessoais, esse malware permite que os hackers obtenham acesso à conta da pessoa infectada e passem a enviar a mesma notificação aos amigos do primeiro.
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Como se tornar invisível no WhatsApp e outros truques ‘nível especialista’

Se não dá pra sumir, saiba como evitar que vejam o horário da sua última conexão, a sua foto de perfil…

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 01 O WhastApp é o aplicativo mais usado no Brasil: 9 em cada 10 brasileiros conectados à internet usam a ferramenta de comunicação, segundo recente pesquisa do Conecta, do Instituto Ibope. O aplicativo se tornou um meio de comunicação empregado por boa parte do mundo.

É tanta gente que às vezes isso pode causar problemas: a quantidade de mensagens (especialmente geradas em grupos), assim como a informação pessoal que o aplicativo oferece sobre o usuário — como a hora de última conexão ou o temido duplo tique azul —, eventualmente faz do WhatsApp mais um problema do que uma solução.

Para aquelas ocasiões em que você preferia não estar no aplicativo, ou pelo menos ser incomodado o mínimo possível, existem alguns truques para se tornar quase invisível ou, que remédio, não ficar tão exposto ao bombardeio de mensagens. E, para quem por alguma razão não puder parar de usá-lo, outra rodada de dicas para não acabar puxando os cabelos.

Truques para ficar ‘invisível’ no WhatsApp

1. Elimine o horário da sua última conexão

Para que ninguém possa fofocar sobre quando foi a última vez que você olhou o aplicativo antes de ir para a cama, siga os seguintes passos tanto no Android como no iOS para iPhone: entre no menu do WhatsApp, selecione ajuste>conta>privacidade>visto por último. Nesse menu você pode escolher quem consegue ver a hora da conexão — se todo mundo (inclusive pessoas que não estiverem na sua agenda, mas tiverem o seu número de telefone), só os seus contatos ou ninguém. Ao escolher ninguém, você tampouco poderá ver a hora de conexão dos seus contatos.

2. Elimine o duplo tique azul

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 02Tanto no Android como no iOS, na parte inferior do mesmo menu “privacidade” onde você modifica o item “visto por último”, há uma marcação ativada chamada “confirmações de leitura”.

Se desativá-la, seus contatos deixarão de ver o duplo tique azul quando você ler as mensagens, mas você tampouco receberá essa confirmação quando os outros lerem as suas.

3. Torne a sua foto de perfil visível apenas para os seus contatos

Para evitar que pessoas alheias aos seus contatos possam ver sua foto de perfil, selecione “meus contatos” no item “foto de perfil”, no menu “privacidade”. Se preferir que nem os seus contatos possam vê-la, marque a opção “ninguém”.

4. Interrompa o aplicativo

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 03Um truque muito útil quando você quer evitar receber mensagens e deseja que seus contatos vejam apenas o primeiro tique cinza de “enviado”, mas não o segundo, de “recebido”, sem a necessidade de desinstalar o aplicativo ou desligar o celular, é forçar uma pausa no aplicativo.

Para isso, no Android é preciso ir aos ajustes do próprio celular, chegar ao “administrador de aplicativos” e procurar o WhatsApp. Uma vez ali, apertar o botão de “forçar paralisação”. Você não receberá mensagens nem notificações enquanto não entrar no aplicativo outra vez.

No iOS, é preciso um duplo clique rápido sobre o botão circular do iPhone.

Aparecerão todos os aplicativos abertos em segundo plano; selecione WhatsApp e deslize o dedo de baixo para cima.

5. Aplicativo para ficar invisível

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 04Quem quiser fazer fofoca sobre o horário da última conexão e receber os tiques azuis das suas conversas sem a necessidade de expor os próprios pode usar aplicativos que permitem ler as mensagens sem a necessidade de entrar no aplicativo, do modo que nem a hora de conexão nem o tique azul mudarão.

Um dos mais populares é o Stealth App, embora a versão sem publicidade custe mais do que o próprio WhatsApp.

Truques para não enlouquecer

1. Responda do computador

Se você precisa estar atento ao WhatsApp e não pode ficar com um olho no celular e outro no computador, é possível abrir sua conta do aplicativo pelo site whatsapp.com.

2. Marcar mensagens como não lidas

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 05As últimas versões do WhatsApp se inspiraram no e-mail para incorporar uma nova utilidade: a de marcar mensagens como não lidas.

Se você já tiver lido uma mensagem, mas quiser revê-la depois, mantenha o dedo sobre uma conversa para abrir um minimenu do Android.

Nele, selecione “marcar como não lido”. Atenção: selecionar “não lido” não implica que a pessoa que escreveu a mensagem não verá o tique azul correspondente. Ocorre o mesmo ao eliminar uma conversa: ela será apagada do seu celular, mas não do aparelho da pessoa com quem você estiver conversando.

No caso do iOS, deslize o dedo da esquerda para a direita sobre a conversa já lida e ative a opção de marcá-la como não lida.

3. Evite que os arquivos sejam baixados automaticamente

Sim, as mil felicitações natalinas que você recebeu foram muito divertidas, mas talvez você não ache tanta graça quando receber a conta do celular: por default, o WhatsApp baixa todas as imagens enviadas quando você está conectado à rede de dados da telefonia móvel, mas isso pode ser evitado. No menu de ajustes do Android, selecione chat e chamadas>download automático>conectado a dados móveis, e desative o item “imagens”.

No iOS, o acesso pode ser feito a partir dos “ajustes” do aplicativo, e então “uso de dados”. Surgirá o menu “dowload automático de mídia”. Nele é possível desativar os itens “imagens”, “áudio” e “vídeo”.
Pablo Cantó/ElPais

Apple lança novo iPhone SE e versão menor do iPad Pro

Novo smartphone é menor mas tem processamento igual a do iPhone 6s.
Greg Joswiak, vice-presidente da Apple, mostra o novo iPhone SE. (Foto: Justin Sullivan/France Presse)
Greg Joswiak, vice-presidente da Apple, mostra o novo iPhone SE.
(Foto: Justin Sullivan/France Presse)

Apple também liberou atualização do novo sistema operacional, iOS 9.3.

A Apple anunciou nesta segunda-feira (21) uma versão menor de seu smartphone, o iPhone SE, que possui um chassi de metal semelhante ao iPhone 5s mas com potência de processamento similar ao do iPhone 6s.

Uma nova versão iPad Pro menor, de 9,7 polegadas, também foi apresentada. A empresa liberou ainda a atualização de seu sistema operacional iOS 9.3

Apesar de ter tela de 4 polegadas, o aparelho é equipado com o processador A9, o mesmo dos iPhones 6 e 6S, e com o processador de movimentos M9.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Isso faz do aparelho tão potente quanto o smartphone top de linha, lançado pela Apple em setembro do ano passado.

A câmera traseira possui capacidade de resolução de 12 Megapixels e de registrar imagens panorâmicas de 63 MP. O novo celular também faz vídeos em 4K.

De acordo com Greg Joswiak, vice-presidente da Apple, o iPHone SE é capaz de acessar a internet com 50% mais rapidez que o iPhone 5s.

O preço também é uma das novidades do iPhone SE. Nos Estados Unidos, o aparelho custará US$ 400 (16 GB) e US$ 500 (64 GB).

Ele chega às lojas norte-americanas em 31 de março. Até maio, mais de 100 países receberão o aparelho, segundo a Apple, que não especificou se o Brasil está na lista.

iPad Pro menor

Segundo Joswiak, a empresa vendeu 30 milhões de iPhones com tela de 4 poleadas em 2015. O aparelho que também é sucesso de vendas são os iPads com tela de 9,7 polegadas — venderam 200 milhões de unidades desde que o modelo foi lançado (Veja o vídeo abaixo).

Isso motivou a Apple a lançar o segundo membro da família iPad Pro com tela de 9,7 polegadas, já que o seu antecessor tinha tela de 12,9 polegadas.

Para Phill Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, os consumidores substituirão seus computadores pelo novo iPad. O aparelho possui ainda uma tela que reflete menos e com maior brilho.

Os iPads Pro com tela menor possuem a mesma configuração de vídeo dos iPhones SE.

Nos Estados Unidos, essa versão do iPad Pro custará US$ 600 (32 GB), US$ 750 (128 GB) e US$ 900 (256 GB). As pré-vendas começam em 24 de março, mas as vendas só abrem oficialmente em 31 de março.

Apple Watch

Tim Cook, CEO da Apple, anunciou uma redução no preço do Apple Watch para US$ 300. Um terço das pessoas que compram um Apple Watch trocam suas pulseiras.

Por isso, a Apple lançou uma série de pulseiras feitas de nylon. Segundo Cook, já são mais de 5 mil aplicativos para o Watch e para a tvOS.

A Apple apresentou o CareKit, um conjunto de ferramentas para construir aplicativos que foquem em saúde e bem-estar.

O primeiro a ser criado com ele é um serviço para ajudar pessoas que tenham mal de Parkinson a lidar melhor com as peculiaridades dessa condição.

É possível armazenar informações vitais e compartilhá-las com o médico, para que ele faça uma avaliação à distância.
G1

Google apresenta nova versão do Cardboard, seus óculos de realidade virtual

‘Nosso objetivo com o Cardboard era tornar a realidade virtual acessível a todos’, disse Clay Bavor, do Google Cardboard, durante I/O

Cardboard

Durante seu evento para desenvolvedores Google I/O, o Google apresentou a nova versão de seus óculos de realidade virtual, o Cardboard.

O novo headset possui um design que suporta telefones com telas de 6 polegadas e é mais fácil de montar – em apenas 3 passos.

Clay Bavor, do Google Cardboard, disse durante a apresentação que muitos apps compatíveis com ele foram lançados no Play Store.

“Nosso objetivo com o Cardboard era tornar a realidade virtual acessível a todos”.

Outra novidade anunciada foi o Expedition, um kit com Cardboards para escolas que permite que os professores levem os alunos a viagens para todos os lugares.

As imagens são controladas pelo docente em um tablet. “E ainda é só um pedaço de papelão”, disse ele. O kit de desenvolvimento dos óculos terá suporte para Android e iOS.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Além disso, o Google também anunciou o Jump, produto composto de um conjunto com dezesseis câmeras pequenas, organizadas em um formato próprio, para filmar conteúdo para realidade virtual.

O Jump foi projetado com dezesseis câmeras organizadas em um formato próprio para filmar conteúdo para realidade virtual

“Se você quer capturar algo assim, há apenas algumas poucas câmeras disponíveis no mercado capazes de fazer isso, e elas são limitadas”, disse Bavor. Para isso, o Google fez uma parceria com a GoPro, que venderá um conjunto de 16 câmeras “Jump-Ready”.

Sobre a montagem do kit, Bavor disse que o Google utiliza o material bruto da câmera, que tem a iluminação e o contraste ajustados, e seus algoritmos fazem o alinhamento tridimensional, no caso de imagens embaçadas.

Segundo ele, todos poderão montar um conjunto Jump, pois as instruções estarão disponíveis ainda no verão norte-americano (inverno por aqui).

Para assistir a isso tudo, o YouTube ganhará suporte ao Jump. Será possível assistir a conteúdo de realidade virtual na boa e velha plataforma de vídeos. “Estou muito animado para saber o que vocês criarão”, disse Bavor.
Fonte:Karen Carneti/INFO Online

Microsoft cria app para edição de vídeos no Android e Windows Phone

A Microsoft anunciou a sua primeira tecnologia de vídeo Hyperlapse, projetada para estabilizar vídeos tremidos. O app será lançado para Android, Windows Phone e para PC.

A Microsoft anunciou a sua primeira tecnologia de vídeo Hyperlapse, projetada para estabilizar vídeos tremidos.

O app será lançado para Android, Windows Phone e para PC.

O Microsoft Hyperlapse pode processar qualquer vídeo e criar um lapso de tempo constante.

A principal diferença em relação ao recurso similar do Instagram é que você não precisa filmar um vídeo diretamente pelo aplicativo, permitindo que capturas feitas em outros momentos possam ser editadas.

A Microsoft está usando um algoritmo de software para estabilizar a metragem, isso significa que ela vai processar a imagem em vez de usar dados giroscópicos ou acelerômetro como o Hyperlapse do Instagram faz.

A solução da Microsoft Hyperlapse também usa reconhecimento de imagem para estabilizar o vídeo no rosto de alguém, ao contrário do equivalente do Instagram.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Enquanto as versões móveis vão criar lapsos de tempo e vídeos básicos, o Hyperlapse para Windows possui uma edição poderosa.

Há duas opções para o processamento de vídeos: uma configuração padrão otimizada para processamento mais rápido e menos movimento de câmera, e um modo avançado otimizado para filmagens de câmeras de ação como uma GoPro.

Reprodução

O aplicativo é simples e permite o controle dos resultados de velocidade e resolução facilmente. A velocidade de processamento dependerá em grande parte do quão rápido o seu PC é, mas no app móvel levará alguns segundos.

No geral, é um bom complemento para quem é entusiasta ao ar livre e quer capturar um vídeo suave a partir de qualquer câmera.

Uma versão de avaliação gratuita do Hyperlapse Pro estará disponível hoje. A Microsoft planeja lançar uma versão paga mais para frente, mas não está claro como o preço será definido.

A empresa também está oferecendo uma versão em nuvem do Hyperlapse voltada para desenvolvedores, que pretende integrar a tecnologia em sites e aplicativos.

Via Microsoft.

Aplicativo permite revelar fotos do Instagram, Facebook ou álbum do celular

Tecnologia Maquinas fotograficas Blog do MesquitaA empresa é brasileira e realiza entrega das imagens em todo o território nacional.

A startup brasileira 256 Pixels lançou o aplicativo PhotoPost, que permite aos usuários de dispositivos Android e iOS revelarem fotos do Instagram, do Facebook ou do álbum do próprio equipamento.

O app está disponível para download no iTunes e na Google Play.

Funciona da seguinte forma: o usuário importa as fotos que deseja revelar para o aplicativo e seleciona um tipo de pagamento. O pedido também recebe um número e sua entrega pode ser rastreada em tempo real.

O tamanho das fotos também pode ser definido, o usuário pode escolher entre 09×12, 10×15, 13×18 e 10×10, único a permitir revelar fotos no formato de instagram, personalizando ainda mais seu pedido e até presenteando entes queridos e amigos, com o tamanho desejado.

O preço da revelação da foto varia de R$ 0,89 a R$1,49, dependendo da quantidade de imagens reveladas.

A taxa de entrega custa entre R$ 1,65 e $7,35, dependendo da região de entrega das fotos e demora de um a oito dias úteis.

O app revela até 50 fotos e o pagamento é feito via cartão de crédito (Visa, Mastercard, American Express e Diners).[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

De acordo com Luis Soto, sócio-fundador da 256 Pixels, o aplicativo é o primeiro no Brasil a prestar este tipo de serviço com integração às redes sociais e já alcançou 50 mil downloads na App Store.

“Pesquisas revelam que cada pessoa tira, em média, 150 fotografias por ano. Muitas carregam essas fotos no Facebook e Instagram. Outras deixam as fotos apenas no dispositivo móvel. Em um país com 70 milhões de smartphones, vemos, portanto, um mercado bastante promissor e com grande potencial de crescimento, visto que cada vez mais os consumidores aderem às compras online”, diz.

Promoção

O aplicativo para Android teve o lançamento oficial no dia 13 de dezembro. Para comemorar, a 256 Pixels criou uma promoção válida até dia 15 de janeiro. Usando o código “5FREE” na finalização da compra, cinco das fotos escolhidas para revelação saem de graça.
Fonte: IDGNow

Smartphones e a escolha do sistema operacional

Escolha do sistema operacional é vital na compra de um smartphone.
Durante um almoço, Felipe (o sobrenome ele prefere omitir), 31, percebeu que uma amiga tinha um iPhone. O estudante de educação física da Unicamp, então, perguntou: “Esse iPhone tem Android?”.

A dúvida parece piada para quem acompanha tecnologia de perto, mas é uma indicação do crescimento da importância do sistema operacional na escolha de um celular e das dúvidas que isso causa no consumidor.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

ESPECIAL SMARTPHONES
Escolha do sistema operacional é vital na compra
Android
Gigante, Android fica mais bonito e inteligente
Samsung Galaxy Note é smartphone para gigantes
iOS
União de sistema com aparelhos é o trunfo da Apple
Mudanças do iPhone 4S incrementam fórmula antiga
Windows Phone
Interface é o diferencial do Windows Phone
Modelos se distinguem no tamanho e no preço
Symbian
Sistema vira opção para smartphones espartanos
Natimorto, N9 consegue ser o melhor da Nokia
BlackBerry
BlackBerry é rápido e seguro, mas sofre declínio
Torch 9860 quer ser o BlackBerry divertido
Aparelhos
Escolha o seu: 15 opções de R$ 649 a R$ 2.399
Planos
Maior uso de internet 3G puxa oferta de planos

“Para usuários que estão tendo a primeira experiência com um smartphone, o sistema operacional é importante. Mas, na hora da compra, não é o fator que o cliente leva mais em conta”, diz Rodrigo Ayres, gerente de produto da área de celulares da LG.

Ayres explica que, antes de chegar à loja para comprar um smartphone, o consumidor brasileiro pesquisa as especificações técnicas do aparelho, o que pode incluir o sistema operacional. Nas lojas, porém, a aparência do telefone vira o fator determinante.

Hoje em dia, entretanto, smartphones na mesma faixa de preço se equivalem no hardware. Câmera, processador e memória têm diferenças mínimas entre uma marca e outra. Às vezes, até os componentes são dos mesmos fornecedores.

O que faz a diferença é o sistema operacional, o programa central que comanda o aparelho, o cérebro do bicho. Se ele for bom, o aparelho será rápido e fácil de usar. Os principais são o Android, o iOS, o Windows Phone, o Symbian e o BlackBerry OS.

Mais importante, a escolha do sistema operacional determina de onde você vai baixar aplicativos. Cada um desses sistemas é ligado a uma loja virtual, cada uma com suas características próprias.

O Android Market, por exemplo, tem um grande número de programas gratuitos, enquanto a App Store, do iOS, oferece catálogo maior em números absolutos. Nem sempre um mesmo app está disponível em todas as lojas.

A FORÇA DO ROBÔ

No terceiro trimestre deste ano, o Android dominou o universo de smartphones. Adotado por vários fabricantes, o sistema operacional criado pelo Google engoliu 52,5% do mercado global, segundo a consultoria Gartner. No mesmo período de 2010, o número era de 25,3%.

Symbian (16,9%), iOS (15%), BlackBerry OS (11%), Bada (2%) e Windows Phone (1,5%) aparecem em seguida.

Embora não revele números, Bruno Freitas, analista da consultoria IDC, diz que os dados nacionais acompanham os globais. “O Android tem mais de 50% do mercado brasileiro de smartphones e o iOS, cerca de 10%.”

Segundo a Gartner, entre os fabricantes, o mercado nacional de smartphones ficou dividido entre Nokia (29,4%), Samsung (18,5%), RIM (15,4%), Apple (11,2%), LG (10,1%) e outros (15,4%) -2,3 milhões foram vendidos no terceiro trimestre de 2011.
BRUNO ROMANI/COLABORAÇÃO PARA A FOLHA 

Smartphones: facilitando sua vida

O avanço dos smartphones no mercado fará com que esses aparelhos se tornem, no decorrer de 2012, o campeão de vendas no mercado de celulares.
Atualmente, considerando-se os dados do primeiro semestre, esse segmento já ocupa 43% do mercado, segundo dados da consultoria GFK. A projeção da consultoria indica que até o final de 2012 os smartphone devem superar as venbdas dos aparelhos celulares comuns.
José Mesquita – Editor


Saiba como um smartphone pode facilitar a sua vida.

Eles são rápidos, desfilam telas gigantes, oferecem câmeras respeitáveis e podem guardar muitos arquivos.

O que deixa o seu telefone inteligente, porém, são os aplicativos.

A diferença entre o aparelho apenas fazer ligações e ser uma máquina multiuso são esses pequenos programas, normalmente baixados em lojas virtuais, conhecidos como apps.

Mão na roda
Aplicativos: Seu smartphone pode fazer o que você quiser
Turismo: Viajantes diminuem suas bagagens

Qual vai ser?
Sistemas: Comparação entre Android, iOS e Windows Phone
Modelos: Seleção de smartphones à venda no Brasil

Dicas de uso
Conta telefônica: Aplicativos de mensagem e voz reduzem despesas
Conexão à internet: Controle o tráfego de dados
Baterias: Por que duram tão pouco e como gastar menos energia

Indústria
Tamanho: Consumidor quer tela grande, afirmam fabricantes
Futuro: Apple, Samsung e cientistas buscam baterias mais eficientes

Educação
Alfabetização: Projeto educacional usa aplicativo; leia depoimento

Com eles, o telefone pode se tornar, por exemplo, navegador GPS, roteador, afinador de instrumentos e até auxiliar de preparação física. Se você usa e-mail, navegador de web e redes sociais, provavelmente também faz isso por meio de aplicativos.

Assim, a presença de apps já é um dos principais motivos para quem deseja comprar um smartphone no Brasil. A gigante das telecomunicações Ericsson anunciou uma pesquisa no último dia 17 que mostra essa tendência.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Entre os entrevistados de Brasil, Rússia e Índia, 33% apontaram os aplicativos como razão para ter um celular inteligente. Ficaram atrás apenas do acesso à internet, citado por 43%.

A popularidade dos programas também é refletida nos números das lojas virtuais. A consultoria Gartner estima que, no período que teve início no começo de 2008 e vai até o final de 2014, serão feitos 185 bilhões de downloads de aplicativos. De acordo com a empresa, os apps tiveram receita mundial de US$ 15,1 bilhões só em 2011.

Em março, a Apple, que popularizou o comércio de aplicativos para celulares ao lançar a App Store, em 2008, atingiu a marca de 25 bilhões de downloads. Ela tem um catálogo de 500 mil apps.

Para quem é novo no mundo dos smartphones, vale ficar atento, pois cada loja de aplicativos está atrelada a um sistema operacional.

A App Store só vende para aparelhos com iOS. O Google Play, que tem uma oferta de 450 mil títulos, é para celulares que rodam Android. O Marketplace (70 mil apps), da Microsoft, é voltado para usuários de Windows Phone.

Existem também a BlackBerry App World (60 mil apps), ligada aos telefones da RIM, e a Nokia Store (30 mil apps), para os aparelhos da marca que usam Symbian.

Por outro lado, os aplicativos trazem novos problemas aos usuários. Eles gastam muita bateria dos aparelhos e podem consumir dados de internet rapidinho.

Com o fim dos planos ilimitados das operadoras, o consumidor pode ser surpreendido quando a conta do 3G chegar.
Bruno Romani/Folha.com