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Estudantes criam caixa-preta veicular integrada a smartphone

WITBox: caixa-preta veicular registra dados e ajudará a desvendar causas de acidentes

WITBox, caixa-preta veicular

Um grupo de estudantes de Joinville criou uma caixa-preta veicular que registra todos os dados do carro para que seja possível detectar as causas de acidentes de trânsito. Ainda em fase de protótipo, o aparelho é chamado de WITBox e ele se conecta a um aplicativo para smartphones por Wi-Fi para exibir as informações sobre o veículo.

O estudante Lucas Casagrande, de 24 anos, conta que teve a ideia do projeto por conta de um triste episódio de sua vida. “Aos 15 anos, meu primo faleceu em um acidente de carro no qual eu também estava.

Até hoje os investigadores não descobriram o motivo. Eu estava dormindo e as testemunhas contaram historias diferentes”, disse Casagrande.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Junto a ele na SOCIESC, que faz parte da Anima Educação (que conta, ainda, com a HSM, referência em educação executiva), trabalham na iniciativa os estudantes de Engenharia da Computação e Sistemas da Informação Alexandre Viebrantz (26) e Eduardo Garcia (18), bem como o professor orientador Paulo Manseira.

O foco do produto, segundo Casagrande, é o mercado de seguros, pois esse segmento está mais envolvido com acidentes de trânsito do que as montadoras, que poderiam ser outro alvo do seu futuro negócio.

“Ele pode se tornar um produto de inteligência para as seguradoras”, disse o estudante, que considera até que o preço do seguro de veículos pode ser alterado com base nesses dados.

Nessa caixa preta veicular ficam registrados a velocidade de deslocamento, sua geolocalização, o estado dos freios, as rotações do motor, possíveis erros detectados pelo computador de bordo (a luzinha do óleo acesa, por exemplo), bem como um trecho do percurso gravado em vídeo.

Como o vazamento dessas informações podem ferir a privacidade dos motoristas, o tráfego de dados via rede é codificado (criptografado), explica Casagrande. Dessa maneira, somente o app do dono do carro com o login correto pode interpretar os dados do WITBox.

A única restrição de compatibilidade do produto criado pelos estudantes é a presença da porta OBDII no veículo. Apesar desse conector veicular ter sido padronizado no Brasil em 2010, o grupo recomenda que os carros sejam ano 2012.

Nesta semana, os jovens se apresentam no campeonato de inovação Imagine Cup, em São Paulo, que é realizado pela Microsoft.

Se vencerem a etapa brasileira do concurso, Casagrande, Viebrantz e Garcia irão competir em Seattle (EUA) pela taça mundial.

Ainda não há uma previsão exata de quando o WITBox será um produto para o consumidor final, mas Casagrande diz ter a expectativa de oferecê-lo ao mercado dentro de dois anos.
Lucas Agrela/Exame

Invenções Insólitas

Depois implicam com os lusitanos, né? Óculos com funil pra pingar colírio?
Pelo nível das inutilidades o cara termina ministro ou aspone de político brasileiro.

Invenções,Mundo Estranho,Mundo Bizarro,Despertador a prova de dorminhoco

O japonês Kenji Kawakami, fundador da Sociedade Internacional de Chindogu (cuja palavra é traduzida por ‘ferramentas estranhas’), mostra em Tóquio seus novos inventos, alguns considerados bizarros: óculos com funis concebidos para facilitar o uso de colírios, engenhoca na cabeça que fornece lenços higiênicos e também um despertador dotado com pinos pontiagudos para evitar que um dorminhoco consiga desligá-lo. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP Photo)


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Invenções idiotas – Câncer enxuto

Robert L. Stern, presidente da Zeus Corp, claro que só podia ser nos Estados Unidos, inventou(sic), em 1954, essa coisa aí com guarda chuva pra não molhar o cigarro.

Mundo Estranho Invenções Idiotas Cigarrilha com guarda chuva


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Design – o tatu é a inspiração contra roubo de motocicletas

O designer espanhol Marc Graells Ballvé, inspirou-se na carapaça do tatu para criar este engenhoso, e belo, sistema anti-furto para motonetas.

Marc Graells Ballvé,Protect 486,Design,Veículos,Motocicletas,Sistemas ati-furtoClique na imagem para ampliar

A belezura batizada de Protect 486, é somente um protótipo conceitual e não está disponível para comercialização.

Marc Graells Ballvé,Protect 486,Design,Veículos,Motocicletas,Sistemas ati-furtoClique na imagem para ampliar

O criativo designer remete cadeados, correntes e outras tralhas ao lixo dos sistemas contra roubo. Com um simples puxão, a carapaça protege o veículo tal e qual fosse uma armadura medieval.

Marc Graells Ballvé,Protect 486,Design,Veículos,Motocicletas,Sistemas ati-furtoClique na imagem para ampliar


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Tecnologia: energia produzida com turbina eólica montada num balão

A empresa canadense Magenn Power desenvolveu uma solução incomum para gerar energia limpa. Tirando vantagem dos ventos mais constantes a grande altitude, propõe uma turbina montada num balão.

Tecnologia Turbina Eólica em Balão 00

Também designado por Magenn Power Air Rotor System (M.A.R.S.) a proposta da Magenn é de um balão de hélio com um conjunto de pás rotativas que estão colocadas de forma a que o vento as faça rodar em torno do eixo horizontal. Através deste movimento de rotação, os geradores convertem a energia mecânica em elétrica enviando-a para armazenamento nas baterias que estão situadas em terra.

Tecnologia Turbina Eólica em Balão 02

Segundo o autor do projeto, as turbinas convencionais têem a desvantagem de estar fixadas ao solo e, consequentemente, dependentes do vento que passe na sua localização. Esta abordagem propõe que essas limitações sejam ultrapassadas através da elevação do sistema para uma altitude de cerca de 300 metros, onde se beneficiará dos ventos constantes aí existentes. A produção de energia estima-se em cerca de 10 KWatts e está funcional para ventos entre 6km/h e 100Km/h.

Tecnologia Turbina Eólica em Balão 01


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Chilenos desenvolvem ‘bicicleta antirroubo’

Certa vez, quando o chileno Andrés Roi Eggers era criança, roubaram duas bicicletas suas em um mesmo ano. Isso apesar de ele ter usado em ambas as ocasiões um bom cadeado, que foi deixado para trás pelos ladrões. Anos mais tarde, estes casos inspiraram Eggers a criar a primeira bicicleta “antirroubo”.

Bicicleta antirroubo (Yerka Project)

A única maneira de roubar a bicicleta é rompendo seu quadro, o que a inutiliza

Junto com seus amigos Cristóbal Cabello e Juan José Monsalve, que também estudavam Engenharia Civil Industrial na Universidade Adolfo Ibáñez, Eggers idealizou uma bicicleta que também é um cadeado.

“A única maneira de roubá-la é arrebentar seu quadro, o que a inutiliza. Isso desestimula o roubo”, eles explicam no site do projeto.

Os três estudantes já desenvolvem há dois anos a ideia, que surgiu como um trabalho de faculdade em que a proposta era “resolver um problema da sociedade”.

“Decidimos abordar o problema da segurança das bicicletas. Debatemos uma série de ideias, e surgiu a proposta de fazer uma bicicleta-cadeado”, diz Cabello à BBC.

Chamado CliqueYERKA, o projeto ganhou o concurso “Empreendimentos Universitários Inovadores”. O trio agora planeja produzir as cem primeiras unidades até o fim do ano.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Tormento dos ciclistas

Eggers teve suas bicicletas roubadas em Santiago do Chile, mas este problema atormenta ciclistas urbanos de todo o mundo.

“Os ladrões acreditam que roubar bicicletas é um crime de baixo risco e com o qual podem faturar alto”, diz a Polícia de Londres em sua página na internet.

Anualmente, são roubadas cerca de 21 mil bicicletas na capital inglesa.

Nos últimos anos, foram criadas várias inovações para combater estes roubos.

A maioria delas envolve sistemas de rastreamento e localização das bicicletas roubadas por meio de sistemas de GPS e sensores ligados a um smartphone. Já a abordagem dos três estudantes chilenos é única.

“Sabemos que é muito chato levar um cadeado com você a todos os lugares”, dizem eles no site. “Garantir a segurança de nossa bicicleta não leva mais de 20 segundos.”

Desafios de produção

O maior desafio agora será fazer com que a bicicleta tenha um preço acessível. Cabello adianta que o modelo básico provavelmente custará entre US$400 (R$ 895) e US$1 mil (R$ 2.239), dependendo das peças que cada modelo terá.

“Comprar uma bicicleta nova é obviamente mais caro do que comprar um cadeado”, diz Andreas, autor do blog London Cyclist. “Mas esta é uma maneira inovadora de atacar o problema.”

Criadores da bicicleta antirroubo (Yerka Project)

Os criadores da bicicleta antirroubo se conheceram na faculdade de engenharia

A bicicleta-cadeado ainda está em fase de projeto, mas, segundo Cabello, consumidores de diversas partes do mundo já manifestaram interesse em comprá-la.

Por enquanto, seus criadores não tem unidades em estoque para atender aos pedidos.

Eles planejam produzir as primeiras no Chile e depois terceirizarão a produção para a China ou Taiwan.

Ajustes de design

A bicicleta-cadeado é feita de aço e alumínio e pesa cerca de 13kg. Mas seus inventores esperam torná-la mais leve.

Eles também trabalham para resolver outros pontos problemáticos do design, como suas rodas, que podem ser roubadas no protótipo atual.

“Estamos colaborando com empresas para prendê-las com parafusos especiais que só podem ser removidos com uma chave de fenda especial”, afirma Cabello.

“Mas o objetivo principal sempre foi proteger a parte principal da bicicleta, o seu quadro.”
Fonte BBC

As 5 piores “inovações verdes” já inventadas

Confira ideias e invenções que são loucas demais para salvar o planeta.

O planeta Terra está sofrendo com a poluição é quase todo mundo já sabe disso. Com o objetivo de amenizar ou resolver esse problema, diversos cientistas e inventores começaram uma jornada para salvar o planeta de diversas maneiras — o que é uma atitude muito louvável e está começando a surtir efeito.

Movidos pela mesma meta de ajudar o mundo, algumas pessoas acabaram tendo ideias completamente bizarras, que dificilmente seriam de grande ajuda. No entanto, elas são tão interessantes que vale a pena conhecê-las.

1. Barcos-academias movidos por humanos

As 5 piores
(Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist)

Diversas cidades contam com lagos ou rios dentro do seu território — e, nesses locais, muitas pessoas cuidam do próprio corpo indo para a academia. A proposta dessa ideia é a de juntar esses dois fatores e criar meios de transporte coletivo alternativo que economize combustível.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

As pessoas simplesmente entram na academia — que é uma espécie de barco — e começam a pedalar ou a fazer outros exercícios. Isso gera energia e o veículo vai descendo ou subindo o rio, transportando todo mundo que está dentro dele.

O chato é ter que malhar sempre que você quiser ir até algum lugar.

2. Infectar vacas com bactérias

As 5 piores
(Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist)

Já foi comprovado que a flatulência das vacas emite muito metano — ou seja, a grande concentração de gado ajuda a piorar a condição do nosso planeta. E a solução para esse problema pode chegar de uma maneira bem estranha: dos gases dos cangurus.

Cientistas descobriram que a flatulência do animal símbolo da Austrália é livre de metano, devido a uma bactéria desconhecida. Com isso, eles tiveram a ideia “genial” de infectar todo o gado do planeta para diminuir esses gases poluidores. Eles só não sabem qual microrganismo é esse e como ele afetaria os animais e os humanos.

3. “Ativar” os vulcões

As 5 piores
(Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist)

Em 1991, uma grande erupção do Monte Pinatubo lançou uma quantidade enorme de dióxido de enxofre na atmosfera, o que resultou em um pequeno processo de resfriamento. Por conta disso, alguns estudiosos defendem a ideia de que novas atividades vulcânicas gigantescas podem ajudar a esfriar o nosso planeta.

Agora, só falta saber se vai sobrar gente para ver essa possível melhora…

4. Plantas peludas

As 5 piores
(Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist)

Um pesquisador, chamado Christopher Doughty, descobriu que algumas plantas do deserto são peludas, sendo que essa característica repele os raios infravermelhos — ou seja, mandam o calor embora, ajudando a esfriar o planeta. Dessa forma, surgiu o plano de inserir essa flora em diversas cidades e locais.

Acontece que colocar espécies exóticas em outras regiões pode agredir a natureza de uma maneira sem precedentes. Além disso, este tipo de planta acumula água, o que contribuiria para que houvesse menos chuvas no futuro.

5. Satélites e energia solar

As 5 piores
(Fonte da imagem: Reprodução/WebEcoist)

Com o objetivo de economizar energia, estudiosos japoneses construíram satélites que recolhem energia solar no espaço e a mandam de volta para a terra. A ideia parece ser genial, mas ela tem um grande problema: o feixe de energia pode se perder e fritar algum inocente na rua.

Os cientistas estão trabalhando para resolver esse possível defeito, mas nenhum avanço significativo foi alcançado — o que é uma pena, pois seria muito chato não poder andar pelar ruas sem se proteger.

….

Apesar de essas ideias apresentarem alguns defeitos, diversas pessoas responsáveis e empenhadas estão trabalhando em projetos reais e que podem surtir efeitos muito positivos. No entanto, é importante que cada um faça a sua parte, começando a separar o lixo ou economizando água — afinal de contas, só temos um planeta para usar.
Por Rafael Gazzarrini/TecMundo
Fonte: WebEcoist