Rio, as chuvas e os farsantes Sérgio Cabral e Eduardo Paes

Política Blog do MesquitaPuxa! Estou surpreso!

Assisto noticiário sobre chuvas torrenciais no Rio de Janeiro, provocando alagamentos, deslizamento de encostas e soterramento de casas e pessoas. Os (des)governos do Serginho “Guardanapo” Cabralzinho, e do Eduardinho “Empresas no Panamá” Paes – esse foi o maior dedão acusatório ns CPI do mensalão. Lembram? – certamente foram tomados de surpresa, pois parece que essa é a primeira vez que chove no Rio.

Assim os (in)competentes pulhas tomarão as providências para que tal calamidade não mais se repita no próximo ano.

Né não?


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A marcha da insensatez – Veneza, afunda

Praça de São Marcos, Veneza – 01 de dezembro de 2008
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Catástrofe em Santa Catarina. FAB monta operação de guerra

FAB monta operação de guerra; 100 mil tiveram contato com água contaminada

A maior operação aérea da Defesa Civil na história do Brasil se tornou uma operação de guerra, que tem como QG uma das salas do Aeroporto Internacional de Navegantes, onde há mapas afixados com cartas aeronáuticas, quadros com missões a serem cumpridas por pilotos e tripulantes de 12 instituições estaduais e federais, incluindo Exército e Aeronáutica. Entre domingo (23) e sábado (29), foram cumpridas 459 missões, em um total de 375 horas de vôo. Agora denominada Operação Santa Catarina, a estratégia de resgate às vítimas dos soterramentos e das enchentes no Vale de Itajaí também é, segundo o Comando Aeronáutica, a maior operação aérea deflagrada no País em todos os tempos. Na América Latina, só perde para a Guerra das Malvinas, em 1982, entre Argentina e Reino Unido.

Mais de uma semana depois do início das chuvas, a FAB acredita que terá de enfrentar uma situação de “calamidade na saúde pública”, uma vez que mais de 100 mil pessoas, segundo a Superintendência de Hospitais Públicos de Santa Catarina, tiveram contato com água contaminada. “Dá um frio na espinha não saber o que vamos encontrar aqui a partir de agora”, diz o capitão farmacêutico Cidcley Samia, que ajudava ontem a montar um dos módulos do Hospital de Campanha (Hcamp), que será aberto hoje às 8 horas. “Ninguém sabe quando essa tragédia vai acabar.”

Outro problema é o ainda difícil processo de resgate, por causa das chuvas e dos deslizamentos. Ontem, mais duas pessoas morreram soterradas no Morro do Baú, num deslizamento que levou outras nove pessoas. Os técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo sobrevoaram pela manhã o Vale do Itajaí e pediram para que a Defesa Civil e o Exército evacuassem e lacrassem imediatamente uma área de 20 quilômetros quadrados do Morro, uma localidade encravada entre dois vales que ainda sofre com quedas de barreira diárias. E ainda há vítimas que – ao ouvirem os helicópteros e sentirem a possibilidade de serem retiradas de perto de suas propriedades – fogem das equipes de socorro.

Oficialmente, a Defesa Civil registrava ontem 114 mortos, 27.410 desabrigados e 51.297 desalojados, além de 19 desaparecidos. E a chegada de uma frente fria nesta madrugada deve trazer mais chuva. Em novembro, foram registrados 919,5 milímetros de chuva, quando o normal para todo o mês é 110,4 ml. A Defesa Civil agora pede que as doações sejam feitas em dinheiro, pela falta de espaço para armazenar produtos.

do Estado de São Paulo – Por Rodrigo Brancatelli e Júlio Castro