No escuro e sem dinheiro, Venezuela adota novo fuso horário

Para poupar energia, governo Maduro manda adiantar os relógios 30 minutos. Diante do avanço da oposição, mudança pode simbolizar o início do fim do socialismo bolivariano.

Há anos venezuelanos têm que conviver com apagõesHá anos venezuelanos têm que conviver com apagões

“Estou cheio de esperança, os sinais apontam em direção a mudanças”, diz Leopoldo López numa mensagem lida por sua mãe, Antonieta Mendonza, durante manifestação pública em Caracas.

O referendo para revogação do mandato do presidente Nicolás Maduro é o caminho para sair da crise”, prossegue o líder oposicionista mais conhecido da Venezuela – o mais tardar desde sua controversa prisão em fevereiro de 2014.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Nos últimos dias, mais de 1,5 milhão de venezuelanos apoiaram um abaixo-assinado reivindicando o referendo revogatório.

López também participou com sua assinatura graças a Antonieta, que contrabandeou a lista para dentro e para fora do presídio onde seu filho é mantido.

Nos próximos dias, as listas de assinaturas serão avaliadas pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Caso o parecer seja positivo, poderá ser realizada uma votação sobre a eventual deposição de Maduro.

Depois de mais essa vitória da oposição, que já vencera as eleições parlamentares em dezembro de 2015, os relógios batem diferente na Venezuela – e não só politicamente, mas também literalmente, pois o país adiantou os relógios 30 minutos na madrugada deste domingo (01/05).

A decisão, anunciada em meados de abril, faz parte de um pacote de medidas para fazer frente à escassez de eletricidade.

Venezuela à beira do colapso econômico

O tempo corre contra a Revolução Bolivariana proclamada pelo carismático Hugo Chávez, ao ser eleito presidente em dezembro 1998. Pois, 17 anos depois, o país com as maiores reservas de petróleo do mundo se encontra à beira do abismo econômico e político.

“O aquário que tem sido o regime venezuelano nestes anos pode se assemelhar a um ‘show de horrores'”, escreve o comentarista Isaac Nahón Serfaty na edição para a América Latina do jornal espanhol El País.

“O país tem assistido a um espetáculo de governo em que se degradam as instituições, não se respeitam as leis, faz-se apologia do crime, os governantes se contradizem, falam mal e ocasionalmente expressam uma ignorância e um nível de incompetência aterradores.”

Serfaty está entre os 1,5 milhão de venezuelanos que deixaram o país desde que o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) assumiu o poder. O perito em comunicações renunciou a seu posto na católica Universidade Andrés Bello, em Caracas, e leciona atualmente na Universidade de Ottawa, no Canadá.

O “show de horrores” chavista transformou o dia a dia dos 30 milhões que permaneceram num verdadeiro cenário da desgraça, prossegue Serfaty. Sua “lista de calamidades”, manifestando uma “degradação social acelerada”, inclui “linchamentos, saques, delinquência desbragada, roubos de fundos públicos, contrabando, mercado negro, falta de medicamentos e alimentos, filas intermináveis para obter produtos básicos”.

Esta revolução ficará escrita na lixeira da história, diz cartaz de manifestante anti-Maduro“Esta revolução ficará escrita na lixeira da história”, diz cartaz de manifestante anti-Maduro

Sem dinheiro para imprimir dinheiro

A carência é generalizada no país sul-americano, já que todos os produtos necessários têm que ser importados do exterior. Contudo, desde a queda dos preços do petróleo a crise se agravou sensivelmente. No momento, Caracas não dispõe mais de divisas suficientes para assegurar o abastecimento básico da população.

Futuramente os venezuelanos vão ter de abrir mão até mesmo de sua tão estimada cerveja. Na sexta-feira passada a maior cervejaria do país, a Empresas Polar, suspendeu a produção. Num comunicado público, ela culpa o Banco Central por não liberar divisas para a importação do malte de cevada.

Uma carta de meados de abril vazada para a imprensa demonstra a gravidade da situação: nela, a impressora de cédulas inglesa De La Rue cobra do Banco Central venezuelano 71 milhões de dólares em contas atrasadas.

A demanda por numerário na Venezuela é tremenda: com uma taxa de inflação estimada em 700% para este ano, o país enfrenta a maior desvalorização monetária do mundo. E agora passará também a ser a primeira nação do mundo que não tem dinheiro para imprimir dinheiro.

Artigo em falta: Banco Central de Caracas sem dinheiro para financiar impressão de cédulasArtigo em falta: Banco Central de Caracas sem dinheiro para financiar impressão de cédulas

Escuro simbólico?

A coisa não para por aí: devido à crônica insuficiência de energia, a população agora também ficará no escuro. À medida que os níveis de água no reservatório Simón Bolívar vão caindo perigosamente, o abastecimento de eletricidade está cada vez mais próximo do colapso total.

O resultado são apagões frequentes em todo o país e medidas de racionamento drásticas. Em 10 dos 24 estados venezuelanos a energia é diariamente cortada durante várias horas. O funcionalismo público só funciona dois dias por semana, e às sextas-feiras as escolas suspenderam as aulas.

Rodrigo Blanco Calderón processou a decepção com seu país no romance A noiteRodrigo Blanco Calderón professou a decepção com seu país no romance “A noite”

“Já desde 2010 a energia é racionada. Para mim, isso é o sintoma visível do completo fracasso do assim chamado socialismo bolivariano do século 21”, declarou o autor Rodrigo Blanco Calderón, em entrevista à DW. Num romance significativamente intitulado The night, ele reflete sobre as horas negras de seu país natal.

Para o escritor, os apagões foram provas precoces da leviandade dos governos do ex-presidente Hugo Chávez e de seu sucessor, Nicolás Maduro. “Mas eles sabiam utilizar essa leviandade: desse modo nós, venezuelanos, devíamos ir nos acostumando à economia da precariedade e ao caos”, analisa Calderón.

A Venezuela está no escuro: a adoção de um novo fuso horário neste domingo pouco alterará esse fato. Mas a contagem regressiva para o fim da era do socialismo bolivariano começou. O último a sair nem vai precisar apagar a luz.
DW

Que deu na cabeça de Aécio para se meter na vida dos venezuelanos?

Aécio Neves Blog do MesquitaUma das ideias mais idiotas da política recente brasileira. É uma das ideias mais imbecis dos últimos anos na cena política. Tem a mesma quantidade de tolice da viagem que Kim Kataguiri empreendeu a Brasília para derrubar Dilma.

A diferença é que Kim é mirim, e Aécio já ultrapassou os 50, embora faça força para parecer um garotão.  Cada país que cuide de seus problemas. A direita brasileira é a segunda pior do mundo, no quesito apego a mamatas e privilégios estatais. Só é batida pela direita venezuelana.

Desde que Chávez chegou ao poder – pelos votos – a direita tenta derrubar a nova ordem que nada mais fez que incluir uma vasta porção de venezuelanos relegados à miséria ao longo dos séculos.

Até um golpe foi dado. Durou pouco, e Chávez acabou reconduzido pela reação do povo e de seus antigos companheiros militares.

Neste trabalho de sabotagem contra a inclusão social e contra a democracia, a elite venezuelana tem o amparo permanente dos Estados Unidos.

Era assim com Bush e continuou assim com Obama, de quem se esperavam, em vão, mudanças.

Numa de suas grandes frases, Chávez disse que a diferença entre Bush e Obama era a mesma que existe entre seis e meia dúzia.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Chávez governou para os pobres, e recebeu deles o reconhecimento na forma de um amor irrestrito.

Ele cansou de ganhar eleições, pelo apoio popular. Mesmo quando a oposição, tradicionalmente fragmentada, se uniu com Capriles Chávez, sozinho, bateu os que queriam o retorno da velha ordem.

Doente, ele pediu que os venezuelanos votassem em Maduro caso morresse. Já não era Chávez que enfrentaria a oposição reunida, mas um semidesconhecido indicado por ele, Maduro.

E Maduro venceu, em eleições cuja lisura foi atestada por Jimmy Carter e diversos outros insuspeitos observadores internacionais.

A oposição começou a tramar contra Maduro imediatamente. O primeiro passo foi a acusação, disparatada e cínica, de fraude eleitoral.

E a sabotagem não parou mais.

Querem tirar Maduro? Que vençam nas urnas.

Mas não. A direita venezuelana, como a brasileira, quer atalhos que prescindam de uma coisa chamada voto.

O 1% venezuelano não tem nada a mostrar. Governou por séculos a Venezuela e construiu uma das sociedades mais iníquas do mundo.

Se você acha que a mídia brasileira é canalha, é porque não viu a venezuelana. Até a mãe de Chávez era constantemente xingada nas redes de tevê da Venezuela.

E é dentro desse quadro tão complicado, de boicote sistemático da plutocracia contra a democracia, que Aécio acha que tem alguma contribuição a dar aos venezuelanos.

É cômico e é trágico ao mesmo tempo.

Aécio, definitivamente, não se enxerga.

Vi, nas redes sociais, reações que contam muito sobre o caso. Várias pessoas perguntaram quanto custaria a viagem aos cofres públicos.

Até o avião da FAB seria utilizado. Pagar passagens com o próprio bolso não faz parte dos hábitos de Aécio.

Terminou em piada, claro.

O jornalista Pedro Alexandre Sanches, no Twitter, pediu a Maduro que aceitasse Aécio na Venezuela.

Para sempre.
Por Paulo Nogueira Batista/DCM

Ahmadinejad: Adivinhe quem não veio para o jantar

Hugo Cháves e Mahmoud Ahmadinejad

Dessa vez não houve carta, telex, e-mail ou telefonema: o presidente Mahmoud Ahmadinejad planejou sua viagem à América Latina, nesta semana, sem sequer consultar o Palácio do Planalto ou o Itamaraty sobre a possibilidade de uma escala em Brasília.

A viagem inclui Venezuela, Equador, Cuba e Nicarágua e se presta a mostrar apoio em tempos de crescente isolamento iraniano.

É palpável o alívio no governo brasileiro por escapar do constrangimento de uma eventual sondagem.

O Brasil tem uma agenda mais modesta a tratar com Teerã.

Por um breve momento, em setembro do ano passado, o Irã chegou a ultrapassar a Rússia como o maior comprador da carne bovina brasileira.

Ao fim do ano, porém, manteve a segunda posição, com compras pouco inferiores a US$ 700 milhões, uma queda de 15% em relação às vendas do ano passado.

Dessa vez não houve carta, telex, e-mail ou telefonema

Curiosamente, porém, quem tem se queixado ao governo brasileiro são os exportadores de frango. Eles terminaram o ano com vendas 9,5% maiores que em 2010, mas afirmam, em conversas reservadas, estarem enfrentando sérias dificuldades para obter licenças de importação no Irã.

O ministro de Relações Exteriores, Antônio Patriota, aproveitou a reunião da Organização Mundial do Comércio, há um mês, em Genebra, para pedir à delegação iraniana explicações sobre o bloqueio ao frango brasileiro, iniciado por volta de setembro. Os iranianos disseram desconhecer o caso e prometeram atender às preocupações brasileiras.

O Irã segue como segundo maior comprador de carne bovina e o maior mercado para o milho do Brasil, produtos teoricamente a salvo das sanções contra o país. No caso do milho, pode se revelar mercado essencial em 2012, com o fim do subsídio nos EUA ao etanol, que traz a ameaça de um derrame do cereal americano no mercado.

A tese de que o veto ao frango seria uma retaliação à atuação menos favorável ao Irã adotada pelo Brasil nas Nações Unidas é levantada no setor privado, mas diplomatas brasileiros dizem ser mais plausível crer que as sanções econômicas contra o Irã têm criado dificuldades cambiais que se refletem nas compras externas do país.

Na importação de produtos iranianos pelo Brasil, esse reflexo é evidente, e é também explicado pela dificuldade em se encontrar bancos dispostos a fazer a operação de crédito, especialmente envolvendo remessas de dinheiro aos iranianos: o Irã caiu vinte posições, para o 85º lugar entre os fornecedores mundiais do Brasil, em 2011.

Em valor, a queda foi de 71%, para apenas US$ 35 milhões, US$ 31,5 milhões dos quais em polímeros para a indústria de plásticos. O segundo item na pauta, que teve queda de 82% nas compras pelo Brasil, são as uvas e passas, das quais o país importou US$ 1,3 milhão no ano passado.

[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]Curiosamente, os iranianos acuados pelas sanções internacionais se revelaram em 2011 um bom mercado para certos produtos industriais brasileiros: as compras de manufaturados do Brasil pelo Irã cresceram quase 150%, puxadas, sem exagero, a trator: foram vendidos US$ 143 milhões em tratores e US$ 31 milhões em chassis para veículos, no ano passado. Milho, açúcar e produtos de soja ainda respondem, porém, pela maior parte das vendas brasileiras ao país.

O Irã passou de 23º a 25º maior mercado para as vendas brasileiras e o detalhamento da pauta de comércio com o país em 2011 mostra que o modesto crescimento de 10% nas exportações esconde oportunidades bem aproveitadas pelas empresas brasileiras.

Como o Irã desperta no mundo emoções bem mais intensas, e problemas bem mais profundos, do que os provocadas por carnes, milho e tratores, o drible de Ahmadinejad no Brasil levanta a curiosidade sobre que fim terá levado a agenda política entre os dois países, que teve seu ponto alto nas negociações promovidas por Brasil e Turquia, de um acordo com Teerã para monitoramento externo de seu programa nuclear.

O acordo, que seguiu fielmente as linhas de um esforço anterior, tentado pelas potências ocidentais e rechaçado em Teerã, hoje é visto por analistas sérios como uma oportunidade perdida para comprometer os iranianos em negociações diplomáticas.

Autoridades em Brasília dizem que essa agenda política poderia ser ressuscitada, ainda que com bem menos entusiasmo do que no governo Lula, caso houvesse algum pedido para participação do Brasil em novas negociações.

De Teerã, há dias, saiu um apelo à intermediação da Turquia, mas os tempos de engajamento com o Brasil parecem realmente passados.

Resta a questão dos direitos humanos, que, pelo jeito, também entraram no ritmo dos despachos cotidianos. Recente recusa da presidente Dilma Rousseff de receber oposicionista iraniana para falar de direitos humanos passou sem reação notável.

Mesmo as almas aflitas com o destino das vítimas da teocracia iraniana, tão ativas por aqui no ano passado, perderam o ímpeto, agora, tão longe do calor das disputas eleitorais no Brasil.
Por Sergio Leo/Valor
E-mail:; sergio.leo@valor.com.br

Tópicos do dia – 03/01/2012

09:39:10
Juro do cartão de crédito no Brasil é mais alto que o cobrado em 6 países
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) divulgou nesta segunda (2) uma pesquisa onde revela que o juro do cartão de crédito no Brasil é mais alto quando comparado com o de cinco países da América do Sul e o México. A soma das taxas dos seis países não chega ao valor médio dos juros cobrados pelas operadoras de cartão de crédito no Brasil.
“As condições econômicas dos países pesquisados, quando confrontadas com as do Brasil, mostram claramente que a taxa média dos juros praticados no Brasil realmente é exagerada; caso fosse a metade, ou seja, de 119% ao ano [equivalente a 6,75% ao mês] ainda seria maior que o dobro da segunda colocada”, diz o estudo.

09:48:41
Localizador do Ipad
Cidadão teve seu carro roubado por dois homens armados, quarta passada, no Centro do Rio. E junto com o veículo, os ladrões levaram o iPad do motorista, que estava embaixo de um dos bancos. Depois, já em casa, acessou a internet e acionou o localizador do iPad. O aplicativo mostrou que o aparelho estava numa esquina de Vigário Geral, Zona Norte carioca. No dia seguinte, a vítima chamou a polícia, que recuperou o iPad e o carro.

21:07:25
Força Aérea dos Estados Unidos compra aviões Tucanos do Brasil
A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou a compra de 20 aviões modelo A-29 Super Tucano fabricados pela Embraer.
Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança, declarou que a empresa tem a expectativa de vender mais outros 35 aviões, atingindo cifra em torno de US$ 950 milhões, inclusos, além dos aviões, peças de reposição, treinamento de mecânicos e pilotos que irão operar as aeronaves.
Por que a USAF comprou os aviões brasileiros?
Por que o Super Tucano é o melhor modelo para treinamento de pilotos fabricado no mundo.
Tanto é assim que o governo dos USA havia impedido, creio que em 2008, a venda desss aviões à força aérea de Hugo Cháves.


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Tópicos do dia – 31/12/2011

08:17:58
MPB em alta: Ithamara Koorax e Vanesa da Matta entre as melhores do mundo.
A revista americana “Down Beat”, especializada em jazz, coloca entre os melhores CDs de 2011, ‘O grande amor’, de Ithamara Koorax; e ‘Bicicletas, bolos e outras alegrias’, de Vanessa da Mata.

08:19:35
Brasil: da série “o tamanho do buraco”
O aposentado Geraldo Moreira, de 84 anos, cardiopata, há 41 anos, aguarda resposta da justiça de ação que move contra o Banco do Brasil.O processo desse cidadão brasileiro – desrespeitado em seus direitos de ser humano e constitucionais – há 15 anos vegeta na 19ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.Geraldo Moreira está enviando uma reclamação à ministra Eliana Calmon, do CNJ.

18:29:15
Força Aérea dos Estados Unidos compra aviões Tucanos do Brasil.
A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou a compra de 20 aviões modelo A-29 Super Tucano fabricados pela Embraer.
Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança, declarou que a empresa tem a expectativa de vender mais outros 35 aviões, atingindo cifra em torno de US$ 950 milhões, inclusos, além dos aviões, peças de reposição, treinamento de mecânicos e pilotos que irão operar as aeronaves.
Por que a USAF comprou os aviões brasileiros?
Por que o Super Tucano é o melhor modelo para treinamento de pilotos fabricado no mundo.
Tanto é assim que o governo dos USA havia impedido, creio que em 2008, a venda desss aviões à força aérea de Hugo Cháves.


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Tópicos do dia – 30/12/2011

09:16:20
Chavez , complôs e o câncer.
O presidente Cháves deve ter tido os neurônios seriamente comprometidos pela quimioterapia.
A última do bolivariano doidivanas foi declarar que os Estados Unidos desenvolveram uma tecnologia capaz de provocar câncer em governantes de esquerda. Bem, tudo é possível, contudo…
Mas, e tem sempre um mas, a própria CIA já confessou que em épocas passadas tentou aplicar um produto para fazer cair a barba do ditador Fidel Castro.
Tudo muito hilário se não fosse trágico.


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Tópicos do dia – 13/11/2011

08:00:59
Projeto permite cancelamento de contratos pela internet
O Projeto de Lei 1593/11, da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), estabelece para o consumidor o direito de cancelar sua adesão a contrato de fornecimento de produtos ou serviços pela internet de forma imediata.
A proposta abrange os contratos de planos de saúde, cartões de crédito, TV a cabo e telefonia.
Segundo o texto, o fornecedor deve arcar com o ônus de oferecer os procedimentos de segurança que garantam a correta identificação das partes.
Além disso, ele estabelece o prazo de 120 dias, contados da sua publicação, para a lei entrar em vigor.

08:04:41
PSDB com Dilma
O PSDB vai votar a favor da prorrogação da DRU no Senado, como pediu o governo.
“Temos o dever de aprovar a DRU pela coerência, já que foi criada pelo FHC”, diz à coluna o senador Cássio Cunha (PB).

08:09:34
Chaves tem 6 meses de vida
Segundo o jornal The Miami Herald, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, os médicos deram seis meses de vida ao caudilho das Caraíbas. A fonte, segundo o jornal é o ex-embaixador dos EUA na OEA Roger Noriega.

12:15:17
Lula interpreta Shakespeare.
Calma! Não peçam os sais nem se belisquem.
Bia Lula da Silva, 16 anos, neta do ex-presidente, fará sua estréia como atriz na peça “A Megera domada”, de Shakespeare, no Teatro João Caetano, no Rio.

12:28:56
Tá tudo em casa.
Leio na Folha de S.Paulo:
“Rui Falcão, o presidente do PT, defende Lupi e Agnelo”.
Né não?

13:18:16
Até tu, Brutus? Quer dizer, Ophir?

Presidente da OAB é acusado de receber R$ 1,5 mi em salário ilegal
Elvira Lobato, Folha de S.Paulo
Ação pede retorno de licença remunerada paga pelo Pará por 13 anos
O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, é acusado de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará.
A ação civil pública foi proposta na semana passada por dois advogados paraenses em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção.
Um dos autores da ação, Eduardo Imbiriba de Castro, é conselheiro da seccional. Segundo os acusadores, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado há 13 anos -o que não seria permitido pela legislação estadual-, mas advoga para clientes privados e empresas estatais.
Eles querem que Cavalcante devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somariam cerca de R$ 1,5 milhão. Cavalcante é procurador do Estado do Pará.
De acordo com os autores da ação, ele tirou a primeira licença remunerada em fevereiro de 1998 para ser vice-presidente da OAB-PA.


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FHC diz que coração do PT bate por Cháves

Mais uma desastrada contribuição do “sociólogo” para desandar mais ainda a campanha de Serra. O bocão não se conforma com o ostracismo. Faz qualquer negócio para aparecer. Nem que seja como papagaio de pirata nos ombros carregado de Serra. O PSDB não consegue colocar rédeas em FHC, que comprovadamente tira votos de Serra.
Argh!
O Editor


O Coração do PT de Lula bate por Chávez’, diz FHC[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A despeito dos êxitos que traz enganchados à biografia, FHC é um tanto mal-amado pelo PSDB. Na campanha, é mantido no almoxarifado, longe da vritrine.

No Brasil, a voz do ex-presidente soa não nos palanques, mas nos artigos mensais que leva às páginas. No exterior, em palestras e entrevistas.

Neste domingo (15), FHC se fez ouvir numa entrevista a jornal chileno. A certa altura falou do fascínio que o companheiro Hugo Chávez exerce pelos colegas latinos.

Insinuou que, Chávez, um falso esquerdista, é mais amado do que deveria. No caso do governo brasileiro, segundo ele, o sentimento se confunde com o “medo”.

No dizer de FHC, a gestão Lula se esquiva, por exemplo, de exigir que Chávez cumpra os compromissos que assumiu ao aderir ao Mercosul.

Acha que o governo Lula “tem uma indefinição a respeito dos valores que devem ser defendidos”.

Acrescenta: “O coração do Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence Lula, bate por Chávez”.

blog Josias de Souza

Venezuela: empresas brasileiras temem calote de Cháves

Pois é Tupiniquins. O maluquete das Caraíbas começa a colher os resultados da política “bolivariana” que empurrou goela abaixo da Venezuela.
O coronel megalomaníaco está empurrando a Venezuela para o fundo poço. Que não é o do petróleo. Ao contrário! Cháves conseguiu a proeza de ser o único país exportador de petróleo que não tem dólares para que os empresários venezuelanos possam importar matéria prima para suas empresas funcionarem.
Agora, as empresas brasileiras foram para lá por livre e espontânea vontade. Se não fizeram análise de risco agora não podem reclamar. A velha máxima de “quanto maior o lucro maior o risco”, continua valendo.
O Editor
PS. A maioria dos investimentos de empresas brasileiras na Venezuela foi feita com financiamento do BNDES. Se o Cháves der o ‘cano’, adivinhem quem irá pagar a conta?


‘Risco Chávez’ assusta firmas do Brasil na Venezuela

É dura a vida das empresas estrangeiras que se aventuram a investir em países autocráticos.

Tome-se o exemplo da Venezuela. Ali, os investidores de toda parte, inclusive os do Brasil, são assediados pelo “risco Chávez”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Convivem com o atraso nos pagamentos e com a aprovação repentina de leis que mudam as regras do jogo com a partida em andamento.

Como dinheiro é bicho medroso, procura logo a rota de fuga ais próxima.

A brasileira Braskem fechara com a estatal venezuelana Pequiven parcerias para a abertura de duas companhias. Coisa de US$ 3,5 bilhões.

Uma, a Propilsur, foi adiada por um ano. Outra, a Polimérica, teve o investimento podado à metade.

Das três dezenas de pessoas que a Brasken deslocara para a Venezuela, restarão cinco. Parte dos executivos já está voltando para o Brasil.

Grandes logomarcas brasileiras do mundo das obras convive com a perspectiva de um calote companheiro. Entre elas a Odebrecht, a Andrade Gutierrez e a Camargo Correa.

A Assembléia Nacional venezuelana, Casa em que Hugo Chávez manda e, sobretudo, desmanda, acaba de aprovar uma nova lei de “Contratações”.

Entre outras excentricidades, autoriza o governo a confiscar máquinas e se apossar de canteiros de obras que, a seu juízo, estejam atrasadas.

Para entrar em vigor, a lei ainda precisa ser votada em segundo turno. Não há dúvidas quanto à aprovação.

A notícia vem à luz num dia em que Lula se encontra em Caracas. Foi tratar do conflito Venezuela X Colômbia.

A capacidade de Chávez de produzir encrencas é ilimitada. A personalidade do companheiro é 100% constituída de alucinações.

blog Josias de Souza