Tópicos do dia – 02/02/2012

10:56:32
Alteração na Lei seca
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, revelou que o governo quer alterar a Lei Seca a fim de processar os motoristas alcoolizados que se negam a fazer o teste do bafômetro.

“Nós temos uma boa lei, mas há uma falha que precisamos corrigir. De acordo com a Constituição, ninguém pode ser obrigado a produzir provas contra si próprio, o que faz com que o teste do bafômetro para medir a dosagem de álcool no sangue seja burlado se a pessoa se recusar a fazer”, explicou o ministro.

Segundo ele, o objetivo é fazer com que “todas as provas admitidas pelo Direito possam ser usadas contra o infrator, como testemunhas e filmagens por câmeras de segurança, de modo que a lógica da Lei Seca seja invertida e o próprio acusado passe a ter o interesse de se submeter ao teste para escapar da cadeia”.

Desta forma, o ministro afirmou que já começou a articular com o Congresso a alteração da lei.

Cardozo pretende ainda incluir um aumento no valor da multa para pessoas que forem detidas alcoolizadas no volante, além de punições mais severas que não necessitam comprovar a presença de álcool no sangue.

11:16:56
Angela Merkel irá à China.
Vamos esperar que a imprensa alemão cobre da chanceler alemão declarações condenando a DITADURA CHINESA, e exija respeito aos Direitos Humanos e libertação dos presos políticos.
Ou Hu Jintao é diferente dos genocidas Castros?

16:34:20
O MEC vai gastar cerca de R$ 110 milhões na compra de tablets.
Os tablets serão usados em sala de aula, mesmo sem ter produzido um estudo definitivo sobre o uso pedagógico dos aparelhos. Uma licitação para a aquisição de 900 mil aparelhos teve início na semana passada.
A pasta afirmou que o desenvolvimento do método pedagógico vai acontecer na prática, após a aquisição das máquinas. Elas serão usadas na formação de núcleos, como parte de um plano piloto, em que professores e alunos trabalharão com os tablets para depois disseminarem o aprendizado.
A pesquisadora da UFRGS (Federal do Rio Grande do Sul) Léa Fagundes, coordenadora do programa ministerial no Sul e no Amazonas, afirma ser favorável ao uso do tablet, mas diz que a discussão sobre a compra do aparelho não passou por pedagogos.
Folha de S.Paulo


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Coreia: quem manda é a China.

Os Ditadores Kim Jong iL e Hu Jintao

Não há como saber a verdade na terra desse genocida, que, espero, nem o capeta queira receber nas profundas do inferno. A dinastia de carniceiros norte coreanos vai continuar agora com um filhote de ditador, mas tudo manipulado pelo exército. E não adianta chiar. Nem ONU, Papa, e mais seja lá quem for. Quem manda mesmo ali naquele pardieiro comunista – coisa mais antiga se falar em comunismo, nem o Inácio Arruda o é mais – é a China. E estamos conversados.

Mas é preciso que existam esses maluquetes para justificar a existência imperial – esse, sim governa o mundo – do complexo industrial militar. Os Estados soberanos capitularam ante o capital desde a união de Reagan e Margaret Thatcher.
Afinal graças a essa cambada de insanos é que os gastos com armamentos alcançam a inacreditável cifra de 4 bilhões de dólares/dia. Enquanto isso, a cada dia, 60 mil pessoas morrem de fome ao redor desse mundo, governado por alucinados genocidas. De todas as matizes.
O Editor


Os EUA podem reclamar à vontade, mas quem manda na Coreia do Norte é a China. E estamos conversados.

Ditador tem certas prioridades. Por exemplo, o norte-coreano Kim Jong-il, que era chamado de líder, morreu no sábado, mas o fato foi mantido em segredo até a segunda-feira. Certamente o objetivo foi evitar que a população aproveitasse o fim de semana para comemorar, digo, para chorar (lágrimas de crocodilo), pois todo mundo sabe como o velho Jong-il era amado.

Tão amado que está sendo substituído pelo filho Kim Jong-um, que já ganhou apoio da China, os Estados Unidos podem reclamar a vontade, mas estamos conversados. O presidente dos EUA, Barack Obama, ressaltou na segunda-feira seu compromisso com a defesa de seus aliados mais próximos, como o Japão, em tal momento de incertezas. A posição de Obama foi transmitida ao premiê japonês Yoshihiko Noda, em uma conversa por telefone, segundo a Casa Branca.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, expressou preocupação com o futuro da Coreia do Norte. “Estamos extremamente preocupados com o bem-estar do povo norte-coreano”, disse Hillary em um comunicado oficial, acrescentando que os Estados Unidos estão dispostos a ajudar na segurança local.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A chefe da diplomacia americana já havia destacado que desejava melhorar as relações com o povo norte-coreano após a morte do ditador. “Temos um interesse comum em uma transição estável e pacífica na Coreia do Norte, assim como na paz e na estabilidade regional”, afirmou após encontro com o ministro japonês Koichiro Gemba.

Os americanos podem se preocupar à vontade, fazer jogo de cena e tudo o mais. Os Estados Unidos alardeiam que a morte do ditador-líder ocorreu em um momento-chave no qual Washington e Pyongyang negociavam a provisão de ajuda humanitária ao regime comunista e tentavam retomar as conversas de seis lados sobre o programa nuclear norte-coreano.

Kim Jong-Il morreu, o país iniciou um período de luto até o dia 28, quando acontecerá o funeral, e só está faltando alguém ter a idéia macabra de mumificá-lo tipo Lenin, para ser eternamente reverenciado. O filho balofo, que é uma espécie de Baby Doc oriental, vai sucedê-lo, sob os auspícios de Beijing. Quem manda na Coreia do Norte é a China. O resto é paisagem, como dizia Erico Veríssimo.
Newton Carlos/Tribuna da Imprensa

Uma retirada sem glória nem honra
Mauro Santayana

Mais uma vez, os Estados Unidos concluem uma guerra sem ganhá-la, ao não conseguir impor sua plena vontade aos agredidos. Os soldados norte-americanos não saem do Iraque como saíram de Saigon, em 30 de abril de 1975, escorraçados pelas tropas de Hanói e pelos vietcongs.

Desta vez, eles primeiro arrasaram o Iraque, durante uma década de bombardeios constantes.O despotismo de Saddam não incomodava antes os Estados Unidos, quando coincidia com o interesse de Washington. Tanto era assim, que os norte-americanos estimularam a guerra contra o Irã, e lhe ofereceram suporte bélico e diplomático, mas seu objetivo era o de debilitar os dois países.

No momento em que — cometendo erro político elementar — Saddam pretendeu restaurar as fronteiras históricas do Iraque, ao invadir o Kueit, Washington encontrou, com o primeiro Bush, o pretexto para a agressão aérea a Bagdad, a criação da chamada zona de exclusão, em que o bombardeio aéreo era indiscriminado, e o bloqueio econômico.

Foram dezenas de milhares de mortos durante os dez anos de ataques aéreos, prévios à invasão. Entre os sobreviventes da agressão, houve milhares de crianças, acometidas de leucemia pela radiação das munições amalgamadas com urânio empobrecido. Assim, ao invadir o país por terra, os americanos encontraram um exército debilitado, parte do território arrasado e um governo na defensiva diplomática.

O pretexto, que os fatos desmoralizaram, era o de que Saddam Hussein dispunha de armas de destruição em massa. Semana passada, o presidente Obama disse que o Iraque é hoje um “país independente, livre e soberano, muito melhor do que era com Saddam”. Saddam, sabem os observadores internacionais, era muito menos obscurantista do que os príncipes da Arábia Saudita.

Seu povo vivia relativamente bem, suas mulheres não eram tratadas com desrespeito e frequentavam a universidade. Algumas ocupavam cargos importantes no governo, na vida acadêmica e nos laboratórios de pesquisas. Havia tolerância religiosa, não obstante a divergência secular entre os sunitas e os xiitas, que ele conseguia administrar, a fim de assegurar a paz interna.

O vice-primeiro-ministro Tarik Aziz era católico, do rito caldeu. País de cultura islâmica, sim, mas talvez o mais aberto de todos eles a outras culturas e costumes. O país se encontrava em pleno desenvolvimento econômico, com grandes obras de infraestrutura, e mantinha excelentes relações com o Brasil, mediante a troca de petróleo por tecnologia e serviços de engenharia, quando começaram os bombardeios.

Depois disso, nos últimos nove anos, a ocupação norte-americana causou a morte de mais de 100 mil civis, 20 mil soldados iraquianos e 4.800 militares invasores, dos quais 4.500 ianques. Milhares e milhares de cidadãos iraquianos ficaram feridos, bem como soldados invasores, a maioria deles mutilados.

As cidades foram arrasadas — mas se dividiram os poços de petróleo entre as empresas dos países que participaram da coligação militar invasora.Hoje não há quem desconheça as verdadeiras razões da guerra, tanto contra o Iraque, quanto contra o Afeganistão: a necessidade do suprimento de petróleo e gás, do Oriente Médio e do Vale do Cáspio, aos Estados Unidos e à Europa Ocidental. Daí a guerra preemptiva e sem limites, declarada pelo segundo Bush, que se dizia chamado por Deus a fim de ir ao Iraque matar Saddam Hussein.

Não só os mortos ficam da agressão ao Iraque. Os americanos saem do país, deixando-o sem energia elétrica suficiente, sem água potável, com 15% de desempregados e, 85% dos que trabalham estão a serviço do governo.

Toda a história dos Estados Unidos — ao lado de méritos fantásticos de seu povo — foi construída no afã da conquista e da morte. Desde a ocupação da Nova Inglaterra, não só os índios conheceram a sua fúria expansionista: na guerra contra o México, o país vencido perdeu a metade do território pátrio, o que corresponde a quase um terço do atual espaço norte-americano no continente. Uma das desgraças da vitória americana foi a ruptura do Compromisso do Missouri, com a ampliação do escravagismo aos novos territórios, que seria — pouco mais de dez anos depois — uma das causas do grande confronto interno, entre o Sul e o Norte, a Guerra da Secessão.

Lincoln, que a enfrentou, havia sido, em 1847, um dos poucos a se opor ao conflito contra o México. A partir de então, a ânsia imperialista dos Estados Unidos não teve limites. Suas elites dirigentes e seus governantes, salvo alguns poucos homens lúcidos, moveram-se convencidos de que cabia a Washington dominar o mundo. Ainda se movem nessa fanática determinação.

Agora, saem do Iraque e anunciam que deixarão também o Afeganistão, no ano que vem. Mas, ao mesmo tempo, dentro da doutrina Bush da guerra sem fim, preparam-se para nova agressão genocida contra o Irã. Os Estados Unidos nunca conheceram a presença de invasores estrangeiros. Sua guerra da independência se fez contra tropas britânicas, que não eram invasoras, mas sim ocupantes da metrópole na colônia. As poucas incursões mexicanas na fronteira, de tão frágeis, não contam.

Mas há uma força que cresce, e que não poderão derrotar: a do próprio povo norte-americano, cansado de suportar o imperialismo interno de seus banqueiros e das poucas famílias bilionárias que se nutrem da desigualdade. O povo, mais do que tudo, se sente exaurido do tributo de sangue que, a cada geração, é obrigado a oferecer, nas guerras sem glória, contra povos inermes e quase sempre pacíficos, em nome disso ou daquilo, mas sempre provocadas pelos interesses dos saqueadores das riquezas alheias.

A situação tomou rumo novo, a partir dos anos 80, como apontou, em artigo publicado ontem por El Pais, o biólogo e filósofo catalão Federico Mayor Zaragoza, ex-ministro da Educação de seu país e, durante 12 anos, diretor-geral da Unesco. A aliança de interesses entre Reagan e Margareth Thatcher significou a capitulação do Estado diante do mercado, e se iniciou a era do verdadeiro terror, com 4 bilhões de dólares gastos a cada dia, em armamentos e outras despesas militares, e, a cada dia, 60 mil pessoas mortas de fome no mundo.

Mayor lembra a que levou o novo credo das elites, que Celso Furtado chamou de “fundamentalismo mercantil”: a melancólica erosão da ONU e sua substituição por grupos plutocráticos, como o grupo dos 7, dos 8 e, agora, sob a pressão dos emergentes, dos 20. E na pátria da nova fé nas “razões do mercado”, os Estados Unidos, há hoje 20 milhões de desempregados, 40 milhões de novos pobres e 50 milhões de pessoas sem qualquer seguro de saúde.

A Europa assediada e perplexa, com a falência de suas instituições políticas, está presa na armadilha do euro, que não tem como concorrer com o dólar nem com o yuan, porque yuan e o dólar são emitidos de acordo com a necessidade dos Estados Unidos e da China. Disso conseguiu escapar a Inglaterra, que mantém a sua moeda própria.

Os Estados Unidos, se não houver a reação, esperada, de seu povo, se preparam para manter o terror no mundo, mediante suas armas eletrônicas de alcance global, entre elas os aviões não tripulados. Seu destino, se assim ocorrer, será o do atirador solitário, que se compraz em assassinar os inocentes à distância, até que alguém consiga, com o mesmo método, abatê-lo. E não faltam os que se preparam para isso.
blog do Mauro Santayana

Tópicos do dia – 22/12/2011

08:43:20
Coreia: quem manda é a China.
Não há como saber a verdade na terra desse genocida, que, espero nem o demo queira receber nas profundas do inferno. A dinastia de carniceiros norte coreanos vai continuar agora com um filhote de ditador, mas tudo manipulado pelo exército. E não adianta chiar. Nem ONU, Papa, e mais seja lá quem for. Quem manda mesmo ali naquele pardieiro comunista – coisa mais antiga se falar em comunismo, nem o Inácio Arruda o é mais – é a China. E estamos conversados.

Mas é preciso que existam esses maluquetes para justificar a existência imperial – esse, sim governa o mundo – do complexo industrial militar. Os Estados soberanos capitularam ante o capital desde a união de Reagan e Margaret Thatcher.

Afinal graças a essa cambada de insanos é que os gastos com armamentos alcançam a inacreditável cifra de 4 bilhões de dólares/dia. Enquanto isso, a cada dia, 60 mil pessoas morrem de fome ao redor desse mundo, governado por alucinados genocidas. De todas as matizes.

08:51:29
O grande livro da impunidade e o CNJ
Com a liminar que tira do CNJ o poder de punir malfeitos de juízes, o ministro Marco Aurélio Mello pode estar escrevendo seu nome na história do Judiciário como aquele que, mesmo involuntariamente, ajudou a manter a impunidade de alguns colegas. Lamentável!

09:22:59
Da série: “a estupidez é eterna”!
Nove anos, quase cinco mil americanos e mais de 100 mil civis iraquianos mortos e nenhuma arma de destruição em massa encontrada. Procura-se agora pos capachos do genocida Bush. Fora outra época e o texano cínico estaria em Nuremberg. No banco dos réus, “of course”!

09:36:36
Brasil: da série “o tamanho do buraco!”
Líder do PSDB na Câmara paga motorista com verba pública
O deputado federal Duarte Nogueira (SP), líder do PSDB na Câmara, paga com dinheiro público um motorista particular que atende a seus filhos no interior paulista.
José Paulo Alves Ferreira, conhecido como Paulo Pedra, é desde julho contratado como secretário parlamentar pelo gabinete do deputado tucano, com salário que pode chegar a R$ 1.900,00, a depender de gratificações.
O expediente é cumprido em Ribeirão Preto, base eleitoral de Nogueira e onde moram os filhos. O deputado confirmou que o motorista atende a seus filhos, mas só “fora do horário comercial” e quando o parlamentar não está na cidade. Ele afirmou “não ver nada demais nisso”.
Folha de São Paulo

09:47:03
A chamada grande imprensa, acabou.
O que eles estão alimentando com o “mutismo venal”, é a ‘não notícia’ que alimenta as redes sociais que não têm o rabo preso a grupos econômicos nem políticos. Anotem aí: no máximo em 5 anos a maioria dos jornais dos USA estará extinta.
Aqui haverá de demorar um pouco mais em virtude do ainda limitado acesso a Internet.

14:44:18
E o Chávez, hein? Quem diria. Acabou em Irajá?
Pois não é que o doidivanas do Caribe, prendeu e deportou para Colômbia e EUA dois traficantes colombianos procurados por estes países. A quimio terá transformado o antiamericanismo do bolivariano caudilho?


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Um plano para 2012: ler sobre a China

Henry Kissinger dá uma aula de história, expõe um tesouro de lembranças e mostra os perigos à frente.

Quando chega o fim do ano surgem os projetos: emagrecer, fazer exercícios, segurar as compras. Para 2012 algumas pessoas podem acrescentar outro: entender o que está acontecendo com a China.

Quem gosta de opinar sobre assuntos internacionais e acha que não precisa, pode fazer um teste: liste cinco cidades chinesas e cinco políticos chineses vivos.

Tratando-se da segunda economia do mundo e do maior parceiro comercial do Brasil, vale a pena. O problema é como começar.

Na primeira confusão entre Guangzhou e Fuzhou, ou entre Hu Jintao (o atual presidente) e Xi Jinping (seu provável sucessor), a pessoa desiste. É duro, mas, visto da China, o Brasil, onde Rousseff é Dilma e Guido é Mantega, também não é fácil.

Para quem quiser remediar a lacuna, o livro “Sobre a China”, do ex-secretário de Estado americano Henry Kissinger, é um bom remédio. Na realidade, são três livros num volume. O primeiro é um passeio pela história e cultura do Império do Meio. Ensina coisas assim: “Os chineses nunca produziram um mito de criação cósmica.

Para eles, o universo foi criado por eles”. Essa civilização que se vê como o centro do mundo passou por 150 anos de humilhações, com fomes e guerras que consumiram 100 milhões de pessoas. Quem tiver saído dessa parte confundindo Zeng Guofan com Wei Yuan, não deve se preocupar. No século 20 ficará mais à vontade.

O segundo livro conta a essência da virada ocorrida nos anos 70, quando Mao Zedong aproximou-se do Ocidente. Como Kissinger foi um personagem relevante nesse jogo, sua narrativa é rica, até quando reconhece seus erros, produzidos pela ignorância. Por exemplo: como os vietcongs jamais se renderiam, eram invencíveis e Mao falava sério quando dizia que não tinha medo de uma guerra nuclear.

A terceira parte de “Sobre a China” é a mais valiosa. Kissinger, que fez mais de 50 viagens a Pequim, constrói um cenário no qual a incompreensão do Ocidente e o nacionalismo chinês serão fatores de futuras tensões. Quando o companheiro Obama vai à Ásia acertar alianças estratégicas e militares, sabe que estimula o receio do Império do Meio de se ver cercado pelos “demônios estrangeiros”.

Ao final do livro, como um mandarim, Kissinger lembra a situação europeia de 1907, quando um diplomata inglês fez um trabalho sobre as relações com a Alemanha. Nessa época, os dois países eram grandes parceiros comerciais, e tudo o que o kaiser fazia era visto em Londres como uma ameaça estratégica.

Em Berlim havia o mesmo sentimento em relação aos ingleses. Sete anos depois, começou a Grande Guerra. Kissinger apresenta esse risco com extrema cautela. Seu interesse é mostrar que existe o perigo do “desfecho infeliz”.
Elio Gaspari/Folha de S.Paulo


Twitter: Inglaterra quer censurar redes sociais

Ouço daqui os ruídos de Cromwell, Thomas Moore e Locke, entre outros, revirando-se na tumba com o avanço do Estado Fascista na velha Albion.

Justiça britânica pune com quatro anos de cadeia, jovens que usaram o Twitter para apoiar recentes distúrbios.

Sem emprego, economia em baixa, sem perspectivas à vista o que resta aos jovens senão protestar?

O governo quer autorização para censurar redes sociais.

Igualzinho a Cháves, Fidel, Hu Jintao, Mubarack, Kadafi… Querem tirar o sofá da sala.

Contra a censura. Sempre!

PS. Acusar as redes sociais de indutoras de rebeliões, além de uma estupidez patente do desconhecimento tecnológico, bem como é uma manobra para desviar a atenção da verdade dos fatos.

Já está provado, ver exemplos recentes no Irã, Egito, Líbia e agora na Síria, que tecnologia se combate com tecnologia, e não com polícia.

Dependessem as revoluções das ações das redes sociais a Revolução Francesa de 1789 ainda estaria aos pés da Bastilha.


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Kadafi e sinuca de bico

Assim com o mumificado Mubarack, o genocida Kadafi armou a tenda da hipocrisia nos jardins cínicos das potências ocidentais. Foi preciso que tais nefandas figuras emergissem da sarjeta para que o mundo tomasse conhecimento que existem ditadores do bem, e ditadores do mal.

Essa despudorada classificação varia em função dos interesses econômicos.

Dona Hilária Clinton continua, por seu (dela) turno, a fingir que o maluquete que habita a antiga Núbia chegou ao poder ditatorial somente na semana passada. Antes, ao longo de 40 anos, Kadafi era a cópia beduína de Madre Tereza?

Um carniceiro como o ditador da China, Hu Jintao, é tratado como presidente, e o carcomido Fidel Castro continua sendo um ditador.
Continuam na lista de ‘ditadores do bem’;
os paleolíticos ‘xeiques’ da Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Bashar al-Assad da Síria, um monte de ditadores carniceiro africanos;

na lista de ‘ditadores do mal’:
Hugo Chaves e Armadinejad – esses, vá lá, eleitos em eleições livres e universais – o maluquete da Coreia do Norte Kim Jong-II, Isayas Afewerki da Eritréia, Gurbanguly Berdymuhammedov do Turcomenistão, Islam Karimov do Uzbequistão, Raúl Castro de Cuba, Teodoro Obiang Nguema da Guiné Equatorial, Aleksandr Lukashenko de Belarus, Meles Zenawi da Etiópia, Idriss Déby do Chade, King Mswati III da Suazilândia, Paul Biya de Camarões. Ufa.

Quando eu já concluía que não há vida inteligente na comprometidissima imprensa mundial, eis que me deparo com um texto lavrado por um jornalista com o uso de neurônios em perfeito estado de funcionamento. Salve!
Confira aí abaixo.

O Editor
PS 1. Não esqueçam que até há duas semanas a Líbia fazia parte do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
PS 2. Kadafi foi quem agenciou a prostituta marroquina para o grotesco Silvio “Belisconi”.


Muamar Kadafi colocou o Ocidente em uma sinuca de bico.

De “cachorro louco do Oriente Médio” a parceiro de negócios confiável, o líder líbio parece ter aprendido direitinho as lições de hipocrisia de seus adversários.

Sua reação imediata à resolução do Conselho de Segurança da ONU foi impecável, do ponto de vista tático.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Se o será estrategicamente, esta é outra história ainda a ser contada.

Enquanto era cozinhada a decisão política na Organização das Nações Unidas, Kadafi intensificou seus ataques aos rebeldes, cortando suas linhas de suprimento.

Na prática, estão encurralados em Benghazi, e parece ser difícil para eles ameaçar Trípoli sem assistência mais objetiva externa, como fornecimento de armas.

No meio-tempo, britânicos e franceses desenharam um plano para instalar uma zona de exclusão aérea -o que enseja bombardeios.

O cronograma favoreceu o ditador líbio. Independentemente do que vai acontecer, especialmente se fala a verdade, o primeiro movimento do jogo foi dele.

Ao dizer “Ok, ONU, eu aceito o cessar-fogo”, Muamar Kadafi esteriliza diplomaticamente os ataques e ganha tempo.

A secretária de Estado Hillary Clinton pode afirmar o que quiser, mas resolução da ONU não diz nada sobre remover o sujeito do poder.

E mesmo que as bombas estejam a cair durante essa leitura ou antes, e Gaddafi venha a ser apeado, novamente ficará a impressão de que o Ocidente manipula as regras a gosto.

Isso porque a resolução da ONU fala em proteção a civis.

Não faz sentido achar que a população estará salva caso a Líbia esteja partida em dois, mas nem por isso há provisões para a eventualidade de o ditador resolver fazer o serviço lentamente.

Se o Ocidente atacar, por meio da França e do Reino Unido, a resolução terá sido interpretada a seu contento e só.

Não que isso seja exatamente inédito.

Se decisões da ONU fossem levadas a sério, hoje haveria dois Estados na antiga Palestina sem oposição árabe e o Iraque nunca teria sido invadido pelos EUA.

Não é o caso de esquecer agendas domésticas: Paris quer se livrar da associação com o dinheiro líbio que teria financiado a campanha de Sarkozy, e Londres prefere esquecer que soltou o terrorista que ajudou a explodir um Jumbo em 1988 sobre seu território a troco de negócios petrolíferos.

Assim, o filme segue, mas a primeira cena acabou roubada pelo velho ditador.

Igor Gielow/Folha de S.Paulo

China inaugura o banco de praça pré-pago

Nada do que acontece na terra dos mandarins surpreende. Sejam hábitos ancestrais, sejam práticas medievais adapatadas ao neo capitalismo do mandarinato comunista do ditador Hu Jintao.

A “inovação” caça-níqueis, aí abaixo, só poderia surgir nas plagas onde os direitos humanos jamais frequentaram o bizarro livro vermelho do camarada Mao. Ou Mau?

O Editor


China instala ‘bancos pré-pagos’ em parque para combater superlotação

Usuários precisaram pagar para poder sentar no banco.
Foto: Reprodução/Daily Telegraph

Chineses copiaram ideia artista alemão Fabian Brunsing.

O parque de Yantai, na província chinesa de Shangdon, copiou a ideia do artista alemão Fabian Brunsing e instalou bancos em que as pessoas precisam pagar para poder sentar.

O banco vem com espécie de pinos pontiagudos que só retraem quando o usuário coloca moedas em uma caixa instalada debaixo do banco, segundo o jornal “Daily Telegraph”.

Os “banco pré-pagos” tinham sido introduzidos na Alemanha como parte de um projeto de Fabian Brunsing.

Os usuários tinham que pagar 50 centavos de euro para poder sentar.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Após algum tempo, os pinos surgiam novamente. Então, os usuários recebiam um aviso 30 segundos antes do tempo expirar.

Brunsing disse que seu projeto era uma critica à privatização dos bens públicos.

Mas, agora, as autoridades do parque de Yantai decidiram instalar bancos similares na tentativa de combater a superlotação no parque.

G1

Internet causa pânico em ditadores, caudilhos e demais pulhas

Como tudo que o homem cria, a internet pode ter um bom ou um mau uso.

No caso dos regimes totalitários, a web se mostra como ferramenta imbatível para driblar a censura impostas pelos ditadores.

Por outro lado a grande rede, no caso do Egito, mostrou a farsa de governos que escondem da população a existência das “ditaduras do bem”, como se ditadura em si necessitasse de adjetivo complementar.

Foi a internet quem comunicou ao mundo que o “presidente” Hosni Mubarak era um ditador.

O ex-homem forte da terra dos Faraós, sabem agora os que eram informados somente pela mídia comprometida e parcial, era tão ditador com Fidel (Cuba), Kadafi (Líbia),Kim Jong-il (Coréia do Norte), Hu Jintao (China) e cia.

Assim, a Internet vem se convertendo na última, e mais poderosa, trincheira da sociedade contra a censura e a desinformação premeditada.

O Editor


Quem tem medo da internet?

A resposta é fácil: qualquer governo totalitário, como Cuba, China e os países árabes, entre outros. Para eles, a única saída é aumentar a censura.

Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

Expressiva e decisiva parcela da motivação da revolta popular no Egito, não há a menor dúvida, foi causada pela internet. Quando o governo Mubarak tirou a rede do ar, sua queda já estava mais do que acertada.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Na Tunísia, ocorreu idêntica situação, e daqui para frente a internet vai influenciar cada vez mais as grandes transformações políticas que o mundo precisa ter.

Basta conferir o que acontece na Matriz, onde tudo começa.

Um estudo do Pew Research Center mostra que nos Estados Unidos a internet é hoje a principal fonte de notícias nacionais e internacionais para as pessoas com idades entre 18 a 29 anos.

Em 2010, 65% das pessoas com menos de 30 anos já usavam a internet como sua primeira fonte para as notícias, quase dobrando dos 34% em 2007.

Ao mesmo tempo, o número dos que consideram a televisão como principal fonte caía de 68% para 52%. Entre os adultos norte-americanos pesquisados, 41% já dizem receber as suas notícias nacionais e internacionais a partir da internet, e eram apenas 17% em 2007. Por fim, a pesquisa indica que a tendência está se espalhando entre outros grupos etários.

Se na “Matrix” as coisas acontecem assim, nas Filiais o mesmo fenômeno vai se repetir, ou melhor, já está se repetindo.

A liberdade de informação e expressão (sem dúvida, a maior contribuição dos EUA à evolução da humanidade) agora se volta contra o velho imperialismo norte-americano.

É a internet que facilita a troca de informações e de ideias, semeando o inconformismo contra os regimes totalitários.

E os EUA, ao mesmo tempo em se dizem ardorosos defensores da democracia e dos direitos humanos, na verdade são os grandes protetores da maior parte dos regimes totalitários do mundo, especialmente aqueles que estão instalados em territórios ricos em petróleo ou que possam servir aos interesses econômicos ou políticos dos norte-americanos.

Este é a realidade do mundo em que vivemos.

Quando explodiram as revoltas na Tunísia e no Egito os governos tiraram do ar a internet, mas não adiantou, era tarde demais para estabelecer a censura.

Portanto, agora se sabe, com toda certeza, que a manutenção das ditaduras hoje depende da censura à internet, o que explica as restrições que países como China ou Cuba fazem permanentemente à rede de informações.

Traduzindo a realidade de hoje: para manter seus “protetorados”, ou melhor, suas ditaduras amigas, os Estados Unidos terão de rasgar a fantasia e jogar no lixo a Primeira Emenda, que na “Matrix” só tem serventia para uso interno.

A liberdade de expressão e informação, para os EUA, é um grande perigo externo.

Assim, o governo norte-americano terá de seguir apoiando os regimes autocráticos, que agora só têm uma saída: aumentar cada vez mais a censura à internet, mantendo seus povos na exclusão digital e na contramão da História.

China, Tibet capitalismo e ditadura

Liu Xiaobo ganhador do prêmio Nobel da Paz de 2010

Impressiona a capacidade do capital em mistificar os fatos e distorcer as verdades conforme as conveniências.
É capaz também de subverter adjetivos.
Assim, toda mídia mundial, passa a chamar de “presidente” o ditador da China.
Ah, é também capaz de produz as mais inesperadas e farsescas ironias.

O Presidente Barack Obama, prêmio Nobel da Paz de 2009, vá-se lá saber por quais razões, recebe na Casa Branca, — apregoada como o grande templo da democracia e das liberdades — o dirigente (sic) chinês Hu Jintao, que mantém em prisão domiciliar incomunicável, na China, o chinês Liu Xiaobo ganhador do prêmio Nobel da Paz de 2010.

A direita encastelada acima do Rio Grande, desce o malho no “Paredón” Cubano enquanto cultiva um silêncio de pedra sobre os presos da Base de Guantánamo. Por seu lado, a esquerda de “boutique” canta loas a excelência da medicina da ilha dos Castros e, claro, não abre a ‘boquita boquirrota’ para denunciar a existência de fuzilamentos sumários, censura e presos políticos no paraíso do merengue revolucionário. Fica demonstrado que o relativismo moral é ferramenta muito bem manuseada tanto pela dita esquerda como pela direita, sendo uma praga comum a todos os espectros políticos, desde os tempos burlescos de Robespierre, Danton e cia.
Fazemos qualquer negócio! Né não?
O Editor

PS 1. A Revista norte-americana Parede lista todo ano os 10 piores ditadores do planeta. A lista abaixo é o “ranking” de 2009:

  1. Robert Mugabe, Zimbabwe
  2. Omar al-Bashir, Sudan
  3. Kim Jong-Il, Coréia do Norte
  4. Than Shwe, Mianmar
  5. Rei Abdullah, Arábia Saudita
  6. Hu Jintao, China
  7. Sayyid Ali Khamenei, Irã
  8. Isayas Afewerki, Eritréia
  9. Gurbanguly Berdymuhammedov, Turcomenistão
  10. Muammar al-Kadafi, Líbia

PS 2. Vejam que o longevo Fidel Castro nem “dá para o começo” com essa turma, e Cháves e demais bolivarianos sequer merecem aparecer entre os reservas.

PS 3. É provável que levarei um puxão de orelhas seguido de um “é a economia, estúpido!”


Abandonaram o Tibet
Carlos Chagas/Tribuna da Imprensa

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Vale o preâmbulo de que toda nação tem direito à autodeterminação. Quando submetida ou subjugada por outra, caracteriza-se violência inadmissível, a menos que seu povo careça de condições econômicas, políticas e culturais de governar-se sozinho.

O Tibet, tradicionalmente, forma uma nação, e vem sendo dominado pela China há décadas ou, se quiserem, há séculos. Tem os tibetanos o direito indiscutível de independência.

Só que surge um problema: por que, durante a visita desta semana do presidente chinês, Hu Jintau, a Washington, nem o presidente Barack Obama nem qualquer congressista americano cobraram do ilustre convidado contas por estar a China oprimindo o Tibet? Sumiram, faz algum tempo, no mundo inteiro, as campanhas pela resistência contra o governo de Pequim, em termos da infeliz nação tibetana.

Certas coisas não acontecem de graça. A China incomoda meio mundo, ou mais. Aliás, já incomodava desde 1949, quando Mao Tsetung tomou o poder e estabeleceu o comunismo à moda chinesa, mais duro e inflexível do que outros espalhados pelo planeta.

Mesmo agora admitindo uma espécie de capitalismo singular, ou por causa disso, a China entrou feito faca na manteiga na economia ocidental. Através de suas multinacionais, as grandes potências financeiras aceitaram, até porque tiraram e tiram proveito das mudanças promovidas por Deng Tsiauping.

Afinal, a mão de obra que utilizam em território chinês é infinitamente pior remunerada do que em seus países de origem. Ganham rios de dinheiro, as multinacionais e a China, mas o crescimento econômico e político de nossos antípodas, importa repetir, incomoda e significa um perigo dos diabos para o capitalismo mundial, nas próximas décadas.

Assim… Assim, não interessa mais aos incomodados criar dificuldades e tentar reduzir a influência chinesa no mundo, porque não conseguirão. Passou para o mundo ocidental a oportunidade de desacreditar a China e seu regime. A última tentativa foi quando mais um passo significativo estava prestes a ser dado pelos chineses para ampliar sua presença em todos os continentes, quando da realização das Olimpíadas.

Explicou-se, naqueles idos, a grita por liberdade ao Tibet. Até os vassalos do Dalai-Lama foram para as ruas, em suas principais cidades, protestando contra a dominação chinesa. Mais estranho ainda, em todas as capitais da Europa e adjacências multidões invadiram as embaixadas da China, queimando suas bandeiras e, como por milagre, acenando com milhares de bandeiras do Tibet, costuradas e distribuídas não se sabendo bem por quem.

Corrigindo, soube-se muito bem: pelos artífices da política agora na baixa, antes elaborada nas sombras, nos becos inidentificáveis e nos gabinetes secretos e refrigerados dos antigos donos do poder mundial. Os mesmos que fomentavam rebeliões onde quer que surgissem obstáculos à sua prevalência universal. Pois já surgiram e parecem intransponíveis através da pujança chinesa. Desapareceram não apenas as rebeliões armadas, mas movimentos culturais, religiosos, familiares, sociais e congêneres, como os de apoio ao Tibet.

No passado, agiram com sucesso para derrubar o Muro de Berlim e levar a União Soviética à extinção. Não que aquela nação deixasse de dar motivos para ser relegada ao lixo da História, mas até o falecido Papa João Paulo II integrou-se na conspiração. Tinham feito o mesmo no Chile, na Guatemala, até no Brasil, só para ficarmos nos tempos modernos.

Parece óbvio que não podem mais virar a China de cabeça para baixo, derrotados na tentativa de criar empecilhos ao seu crescimento e à sua influência. Não dá mais para travar e até desmoralizar a nova superpotência. Curva-se o mundo à eficiência e à determinação dos chineses.

Em suma, tem azeitona nessa empada, com a evidente colaboração da mídia internacional. Não se fala mais no Tibet. O mundo mudou, mesmo. E, como sempre, um pouco para melhor, um pouco para pior…

A crise da Grécia é um Tsunami econômico

Lula já foi avisado de que vem Tsunami por aí. A Crise Grega virou Crise Europeia.

Mantega e Meirelles divergem sobre as consequências para o Brasil.

Mas ambos concordam que talvez sejam insuficientes os 700 bilhões de dólares separados para evitar que toda a economia europeia seja contaminada.

O presidente Lula está sendo informado diariamente pela área econômica, inclusive pessoalmente por Mantega e Meirelles sobre a crise que está sufocando a Grécia e já é considerada como a Grande Crise Europeia. Meirelles, mais pessimista, acredita que as medidas até agora adotadas são insuficientes para evitar o Tsunami que se prenuncia.

Para Mantega, mesmo que ocorra um agravamento da crise, suas repercussões no Brasil não seriam imediatas nem catastróficas e lembra que o Brasil contornou a Crise Americana, de setembro de 2008, graças, principalmente, à ampliação do mercado interno.

Lula tem comentado junto a seus auxiliares diretos que não vê saída para a crise que é mundial, enquanto Obama e Hu Jintao (presidente da China) “não sentarem para conversar”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Para o presidente, a crise, na verdade é do dólar que não se sustenta mais como moeda universal de troca e do “engessamento” ( nos últimos 60 anos) das estruturas econômicas e da própria ONU.

Ele acredita, finalmente, que os EUA como maior devedor e consumidor do Planeta e a China como maior credor (a caminho de ser o maior produtor), são os únicos com capacidade efetiva para evitar a expansão da crise até o limite do imprevisível.

No plano interno, o presidente concorda com Mantega. Ele acredita que o Brasil não será fortemente atingido num primeiro momento e insiste na previsão de que o País crescerá mais de 6 % este ano.

Francisco Barreira/blog Fatos Novos