FaceBook e notícias falsas

Snopes, FactCheck e Politifact: os sites que ajudarão o Facebook a detectar notícias falsas.

Mark Zuckerberg em Barcelona, no passado mês de fevereiro
Mark Zuckerberg em Barcelona, no passado mês de fevereiro CORDON PRESS

Iniciativa para evitar a divulgação de farsas conta com a participação de agências brasileiras

O Facebook se associou a veículos especializados na confirmação de notícias para evitar a presença de notícias falsas na rede social. O processo seguirá dois passos, como explica a revista Wired: de um lado, os usuários poderão marcar as notícias como falsas para que uma equipe do Facebook revise se estas publicações procedem de veículos reais ou de sites que tentam dar a impressão de sê-lo (por exemplo, bbc.co em vez de bbc.com).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Caso a notícia proceda de um veículo real, mas o conteúdo seja posto em dúvida, o Facebook remeterá a informação a veículos que comprovarão se se trata ou não de uma notícia falsa. Caso pelo menos dois desses veículos duvidem da veracidade da informação, as histórias aparecerão marcadas como “questionadas”. Poderão continuar sendo compartilhadas, mas terão menor presença na página principal de cada usuário.

No momento, a empresa se associou a cinco veículos, todos membros da Poynter’s International Fact Checking Network. São eles Snopes, FactCheck.org e Politifact, além da ABC News e da agência de notícias AP. Não se descarta a incorporação de mais veículos ao projeto, o que além disso permitiria corroborar notícias publicadas em outros idiomas além do inglês. Falamos aqui dos três primeiros, nem tão conhecidos, e da rede Poynter.

O código ético da Poynter

Poynter é uma associação criada em setembro de 2015 que reúne entidades que se dedicam a comparar a veracidade de notícias e declarações. Conta com um código de princípios ao qual seus membros aderem. Este código inclui o compromisso de transparência das fontes, metodologia e organização, além da aplicação dessas comprovações independentemente do viés ideológico do protagonista ou da publicação.

Mais de 40 veículos de todo o mundo assinaram esse código. Além dos já mencionados, estão líderes como Observador, de Portugal, Full Fact, do Reino Unido, as agências brasileiras Lupa e Truco, e El Objetivo da rede espanhola de TV La Sexta.

Snopes, desmentindo farsas desde 1995

Snopes continua investigando farsas e lendas urbanas desde 1995, quando David Mikkelson abriu a página. Desde então se tornou uma referência, a ponto de, quando começou a polêmica sobre se a farsa tinha influído nas eleições norte-americanas, a revista The Atlantic já se perguntou se o Facebook deveria comprar o Snopes. Não chegaram a isso ainda. O Snopes contava em 2015 com 15 funcionários, como explicou seu fundador em uma entrevista publicada no Washington Post. Também explicou que o Facebook já usava seus desmentidos “para determinar quem não deveria ter muito alcance orgânico”. E acrescentava que os rumores têm sucesso porque “se referem a algo que as pessoas já acreditam ou confirmam algo que as pessoas querem acreditar”.

A capa do Snopes.A capa do Snopes.
Barbara Binowski, responsável pelos conteúdos do Snopes, afirmou no site Backchannel que “a maioria das notícias falsas são incrivelmente fáceis de desmentir porque, obviamente, são lixo”. É muito mais difícil corrigir informação errada de meios de comunicação tradicionais.

No momento, Snopes reúne em seu site algumas notícias divulgadas recentemente e colocadas em dúvida: Fisher Price lançou um brinquedo para crianças que é o balcão de um bar (falso), Trump disse que cortará a Seguridade Social norte-americana (falso, até o momento), uma mulher sem teto conseguiu viver de graça durante oito anos na Trump Tower (falso) e um menino doente morreu nos braços de um homem vestido de Papai Noel (sem comprovação).

Politifact, um site vencedor do Pulitzer

Politifact é um site fundado em 2007, de propriedade do jornal da Flórida Tampa Bay Times. Dedica-se a confirmar a veracidade das afirmações de políticos e analistas, medindo-as com seu Truth-O-Meter (algo como um “verdadômetro”). Também escolhe uma “mentira do ano”. A de 2016 é, exatamente, o conjunto de notícias falsas que levou o Facebook a tomar medidas (por exemplo: que Hillary Clinton estaria envolvida em uma rede de pederastia sediado em uma pizzaria). Em 2015 ganhou a campanha eleitoral de Donald Trump e em 2014, os exageros sobre o ebola.

Snopes, FactCheck e Politifact: os sites que ajudarão o Facebook a detectar notícias falsas
 Politifact levou um Prêmio Pulitzer em 2009 por sua cobertura da campanha presidencial de 2008, na qual analisou mais de 750 declarações políticas. O site conta com dez funcionários, dirigidos por Angie Drobnic Holan. Em sua home page nos deparamos com o desmentido de um tuíte de Donald Trump e a confirmação (parcial) de outras declarações do presidente eleito sobre os elevados impostos a empresas nos Estados Unidos. O site também inclui históricos de veracidade: segundo o Politifact, 69% das afirmações de Trump examinadas são falsas em sua maior parte, totalmente falsas ou embustes ridículos. Para comparar, no caso de Clinton a porcentagem é de 26%.

FactCheck.org, de comprovar campanhas de televisão a seguir as redes sociais

FactCheck.org é um projeto do centro de estudos Annenberg da Universidade da Pensilvânia. Desde 2003, o site tenta confirmar a veracidade das declarações de líderes políticos, prestando atenção especial às campanhas eleitorais. Da mesma forma, desmente notícias que se tornaram virais, como por exemplo que Hillary Clinton ganhou apenas em 57 dos 3.141 condados (ganhou em pelo menos em 487). Na capa do FactCheck.org também encontramos um artigo sobre os exageros de Trump e outro dedicado às mentiras em relação ao fracking.

O veículo conta com 8 pessoas. O diretor do site, Eugene Kiely, garantiu que “estão encantados de trabalhar com o Facebook para ajudar a combater as notícias falsas na medida do possível”, para então lembrar que “contamos com recursos limitados e nosso objetivo principal é corroborar as afirmações feitas por políticos”.

A editora, Lori Robertson, explicou em uma entrevista recente à rede de televisão CBC que não é tão fácil mudar a opinião das pessoas, mesmo que fatos contrastados sejam apresentados: “Depende se as opiniões dessas pessoas estão muito arraigadas”. Cabe lembrar que, em 2015, 29% dos norte-americanos (e 43% dos republicanos) continuavam pensado que Obama é muçulmano.

Snopes, FactCheck e Politifact: os sites que ajudarão o Facebook a detectar notícias falsas

Robertson acrescentou que “antes nos concentrávamos nos anúncios televisivos, mas fomos ampliando nosso alcance e agora falamos também do que se diz em comícios, tuítes, publicações do Facebook…”. Mas não acredita que vivamos na era da pós-verdade: “O aumento de visitas a nosso site demonstra que muita gente continua se preocupando com o que é certo”.

Quem faz o fact check dos fact-checkers?

Esses veículos também estão sujeitos a crítica. São muitos, sobretudo de origem conservadora, que os acusam de ter seus próprios vieses. Ou seja, não é que Trump minta mais do que Clinton, o que ocorre é que o Politifact investiga mais a direita.

É indiscutível que todos temos vieses. Inclusive a própria escolha de que notícias ou declarações se quer confirmar e quais não estariam influenciadas por essas preferências. Mas também é fácil aceitar que esses fact-checkers fazem seu trabalho de forma honesta: basta olhar seu arquivo para comprovar que, no mínimo, têm a intenção de tratar todos os temas sem partidarismo.

Por exemplo, continuando com o Politifact, podemos mencionar seu Obameter, que avalia se o atual presidente norte-americano cumpriu as 510 promessas que fez em sua campanha eleitoral em 2012. Cumpriu 47% das promessas e mais 27% de projetos parcialmente obtidos.

E o que é mais importante: além de sua vontade de se manter à margem de partidarismos, esses veículos explicam seus métodos e citam fontes, e por isso o leitor tem pelo menos a possibilidade de verificar se é verdade que uma notícia é falsa. Os sites superpartidários ou de farsas não podem dizer o mesmo.

De fato, assim que o acordo foi publicado, o site nacionalista e racista Breitbart publicou artigos tentando desqualificar o trabalho desses veículos. Por exemplo, afirma em sua home page que o “Facebook contratou fact-checkers de esquerda como orientação do pensamento”. Tendo em conta os conteúdos desse site, não é de se estranhar que estejam preocupados.
ElPais

Notícias falsas: Como reconhecê-las antes de partilhar

Um passo a passo de checagem para não disseminar mentiras pelas redes sociais

Ron Burgundy’ (Will Ferrell) é que dava notícias confiáveis.
Ron Burgundy’ (Will Ferrell) é que dava notícias confiáveis.

As notícias falsas não são nenhuma novidade, mas nas últimas semanas falou-se muito sobre elas. Segundo alguns veículos de comunicação, esses boatos poderiam ter influenciado os resultados das eleições norte-americanas.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Embora a afirmação seja discutível, é fato que a campanha foi muito polarizada e teve, além disso, um elevado componente emocional: poucas vezes os candidatos geraram sentimentos tão confrontados como Donald Trump e Hillary Clinton, o que teria contribuído para que as notícias fossem ainda mais comentadas e compartilhadas. As autênticas e as falsas.

Os sites que teriam criado e distribuído essas mentiras teriam agido por motivação política, mas também econômica: essas matérias chamam a nossa atenção por serem mais sensacionalistas (exemplo: Clinton vendeu armas ao Estado Islâmico) e, além disso, como a notícia é inventada, o título não precisa competir com os de outros veículos sobre o mesmo tema.

Identificar uma notícia falsa nem sempre é fácil. Em caso de dúvida, estes são seis sintomas que deveriam pelo menos nos fazer suspeitar.

1. A notícia é boa demais para ser verdade. Em abril circulou uma citação de Dom Quixote que parecia se adequar com perfeição àquilo que alguns pensam sobre o partido espanhol Podemos. Falava inclusive de marionetes e cavalgadas, como se Cervantes tivesse antevisto a polêmica do último 6 de janeiro. Obviamente, tratava-se de uma falsa citação.

Também parecia quase perfeita a história de uma caçadora que posava com um leão que havia abatido e que, em plena gravação do vídeo, era atacada por outro leão, no que parecia um ato de justiça animal. Era, na verdade, parte de um experimento.

Às vezes, estas histórias têm origem em piadas, como a frase de Fidel, também falsa, em que dizia que Cuba reataria com os Estados Unidos quando este país tivesse um presidente negro, e o Papa fosse latino-americano. E, não, Castro tampouco disse que só morreria depois de assistir à destruição dos Estados Unidos.

De fato, e numa linha muito similar, muitas vezes são levadas a sério publicações assumidamente satíricas. A intenção de veículos como Sensacionalista e The Onion não é, nem de longe, enganar ninguém, e sim parodiar a atualidade (e seu tratamento jornalístico). Mas se não conhecermos o site, ou, pior, se for difundido em outro veículo sem perceber que se trata de conteúdo humorístico, corremos o risco de nos confundir.

Em geral, é preciso desconfiar de histórias que encaixam de uma forma tão perfeita que parecem pré-fabricadas. Em geral, são mesmo.

2. Não há fontes mencionadas. O melhor do boato do Quixote é que era facilmente comprovável: bastava ir ao site gutenberg.org, procurar a edição online do texto e fazer uma busca do fragmento. Por isso, a maior parte dos boatos e notícias falsas não menciona nenhuma fonte, o que dificulta seu rastreamento.

Por exemplo, um dos boatos mais compartilhados durante as eleições norte-americanas dava conta de que o papa Francisco apoiava Donald Trump. O texto falava de “meios de comunicação”, citava um comunicado sem links e, em algumas versões, chegava inclusive a incorporar declarações de “fontes próximas ao Papa”, mas sem dar nomes.

Também é preciso desconfiar se a fonte é alguma variante do clássico “um amigo de um amigo”. Ou seja, se são citados dados vagos, como “todo mundo conhece alguém que…” ou “já vi muitos casos de gente que…”. No mínimo, é muito possível que o autor esteja extrapolando a partir de casos episódicos, ignorando qualquer outra informação que contrarie sua versão.

Às vezes, atribui-se a declaração a um veículo para lhe dar credibilidade, como ocorreu com a também falsa declaração de Trump de que “os republicanos são os eleitores mais estúpidos”. Pelo menos nesses casos, pode-se recorrer à fonte citada para confirmar ou não a informação.

Como reconhecer uma notícia falsa antes de compartilhá-la com seus amigos
 Se o possível boato for uma foto, pode-se procurar a imagem no Google Images– usando inclusive filtros por data, para evitar o ruído gerado no buscador nos dias em que esse material é notícia. Às vezes, trata-se de fotos publicadas previamente e que nada têm a ver com a suposta notícia. Essa busca também pode ajudar a identificar montagens.

No caso de notícias sobre virais, como vídeos, fotos e outros, é importante que o veículo tenha conversado com o autor da publicação original. Às vezes, trata-se de conteúdo humorístico ou de montagens que podem ser levadas a sério quando tomadas fora de contexto.

3. O resto do site tampouco parece confiável. Se a notícia continua parecendo suspeita, outras três coisas podem ser comprovadas muito facilmente sem sair do site que a publicou:

  • O veículo. Obviamente, os veículos de comunicação convencionais também publicam notícias falsas, mas por engano e ocasionalmente, não de forma sistemática e porque seja parte do seu modelo de negócio, como ocorre em outros casos. Agora, é verdade também que, quando um veículo respeitado comete um erro desse tipo, as consequências são piores, porque em geral se confia mais nessa publicação.
  • Se não conhecemos o veículo, frequentemente basta dar uma olhada na capa para saber se o resto das suas notícias parecem confiáveis, ou se estamos diante de uma publicação satírica ou fanaticamente partidária. Segundo uma reportagem do Buzzfeed, essa última categoria difunde entre 19,1% e 37,7% de notícias falsas, enquanto nos veículos tradicionais analisados (CNN, ABC e Politico) o percentual não chegava a 1%.
  • A URL. Muitas notícias falsas sobre as eleições foram divulgadas por meio de sites que imitavam os endereços de veículos de comunicação, mas que não eram autênticos, como bbc.co em vez de bbc.com. Além disso, nas redes sociais, as contas podem ser identificadas: se aparece o selo azul ao lado do nome no Twitter e no Facebook, pelo menos sabemos que se trata da página oficial da publicação.

4. Não foi publicada em outros veículos. Se uma informação apareceu em outros veículos de comunicação, é menos provável que seja falsa. Obviamente, pode se tratar de uma notícia exclusiva, mas, mesmo nesses casos, é provável que outros veículos a repercutam. Por outro lado, não se pode descartar que o boato se reproduza sem que ninguém tenha tomado o cuidado de tentar confirmar sua veracidade.

No caso de informação política, uma boa ideia pode ser buscá-la também em veículos que tenham uma outra linha editorial. Mas a distorção não é necessariamente apenas da parte do veículo: muitas vezes, nós acreditamos naquilo em que queremos acreditar. É muito fácil questionar os boatos que contradigam as nossas ideias, mas não vemos nenhum inconveniente em dar como certos aqueles que as reforçam.

5. Lembra alguma coisa. Muitas dessas notícias seguem um esquema que já foi utilizado em outras ocasiões. Frequentemente, é possível até mesmo rastrear a origem dessas notícias falsas em lendas urbanas clássicas, como a história de Ricky Martin e a geleia, cuja primeira versão aparece em um relato humorístico dos anos 50.

Podemos lembrar, também, a carta falsa do prefeito de Zaragoza explicando que não proibiria a carne de porco nos restaurantes das escolas a pesar dos pedidos dos muçulmanos, um boato que já havia circulado na França e na Bélgica. Algo semelhante aconteceu com as histórias que diziam que o Facebook passaria a ser pago, assim como as correntes que ameaçavam com o fechamento do Messenger e do Hotmail. Em outras histórias, como a da suposta “camisinha armadilha”, encontramos analogias com mitos de várias culturas (a vagina dentada).

6. O Snopes a desmentiu antes. Este conselho aparece no final, mas bem poderia ser a primeira coisa a fazer. Este site é a principal ferramenta na hora de confirmar ou desmentir um boato, pelo menos em língua inglesa. Para mencionar alguns exemplos recentes, a origem do Black Friday não está na venda de escravos e Donald Trump não ganhou no voto popular, apesar do que disseram algumas notícias falsas. Há também alguns casos clássicos, como o das galinhas de quatro coxas da Kentucky Fried Chicken. O site também contém um banco de dados com os veículos que divulgam notícias falsas.

Logicamente, uma notícia pode ser autêntica e também engraçada. Ou pode seguir um esquema que lembre o de outras grandes histórias. Ou pode ser publicada em um veículo do qual não sabemos nada. Por vezes acontece de a realidade acabar imitando as lendas urbanas. Muitas boas atraem a atenção justamente por esses motivos. Mas quando vários desses indicadores aparecem juntos, convém no mínimo desconfiar.

Face Book no banco dos réus

Batalha contra notícias falsas leva Facebook ao banco dos réus

A batalha contra as informações falsas, que podem ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump, se agrava nos Estados Unidos e exerce uma pressão particularmente forte sobre o Facebook, apesar de Twitter e Google também estarem sob escrutínio.

O Google e o Facebook tomaram medidas na semana passada para reduzir os investimentos publicitários nas páginas de notícias falsas.

Mas algumas pessoa querem mais: exigem que se considere o Facebook como uma empresa midiática com responsabilidade editorial, uma denominação que a rede social até agora se recusa a incorporar.

“Eles estão no mesmo negócio que a maioria dos meios de comunicação, os quais geram audiência e utilizam isso para vender publicidade”, considera Gabriel Kahn, um ex-jornalista que dá aulas na Universidade da Califórnia do Sul.

De acordo com Kahn, ao se apresentar como uma plataforma “neutra”, o Facebook “permite que o ecossistema midiático se contamine” com notícias falsas.

Margaret Sullivan, com um coluna dedicada aos meios de comunicação no Washington Post, sugeriu que o Facebook “deveria contratar um editor-chefe de alto nível e dá-lo os recursos, poder e equipe para tomar decisões editoriais sólidas”.

Elad Gil, um empresário do setor tecnológico, acredita que para uma empresa com a experiência técnica do Facebook não deveria ser tão difícil determinar se um artigo é enganoso.

“Surpreendentemente, um grupo de estudantes de Princeton foi capaz de criar com muita rapidez um classificador de informações falsas durante uma hackathon (maratona de hackers) de 36 horas”, uma competência entre programadores, assinalou Gil em uma publicação em seu blog.

“Juízes da verdade”

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, se comprometeu a intensificar os esforços para eliminar as notícias falsas, com uma “detecção reforçada”, tornando mais simples o procedimento para que os usuários alertem sobre elas e uma “verificação por terceiros”, como por exemplo “organizações respeitadas de checagem de fatos”.

Entretanto, Zuckerberg pediu prudência.

“Os problemas são complexos, tanto técnica como filosoficamente”, argumentou na semana passada em uma mensagem publicada na rede. “Acreditamos em dar voz às pessoas. (…) Não queremos ser os juízes da verdade”.

Dan Kennedy, professor de Jornalismo na Universidade do Nordeste, considera que é importante distinguir entre os sites “pega-clique”, que foram descobertos na Macedônia e apenas buscam ganhar dinheiro com informações sensacionalistas falsas, e portais de notícias com motivações políticas.

“Penso que o Facebook poderia fazer muitas coisas para lutar contra as informações falsas e acredito que isso seja algo que todos concordam, mas se tratam de atacar os sites com motivações ideológicas, inevitavelmente serão presas das guerras culturais”, adverte.

Classificar ou censurar?

Em um contexto de crescente desconfiança do público com os meios de comunicação do establishment, qualquer tentativa de filtrar as vozes divergentes poderia “levar a uma volta de velhas polêmicas sobre a parcialidade dos meios”, acrescentou Kennedy.

Scott Shackleford, editor da revista Reason, considera difícil traçar uma linha entre o que foi filtrado da informação falsa e da censura de conteúdo com motivações ideológicas: “Se o Facebook tomar a decisão de censurar as ‘notícias falsas’, inclinaria a balança a favor dos mais ‘poderosos’ meios tradicionais”.

Em um blog, Jeff Jarvis, professor de Jornalismo na Universidade de Nova York, e John Borthwick, empresário, consideraram que a solução deve passar por uma maior cooperação entre o setor tecnológico e o dos meios de comunicação para ajudar os usuários a avaliarem a credibilidade dos conteúdos.

“Não acreditamos que corresponda às plataformas julgar o que é verdadeiro ou falso (…) como censores de tudo”, escreveram. Mas “é necessário que deem mais informação aos usuários e é necessário que os meios os ajudem”.

Também sugerem às plataformas na internet que contratem jornalistas para “dar um sentido de responsabilidade pública a suas empresas” e “explicar o Jornalismo aos técnicos e a tecnologia aos jornalistas”.
Com dados da Exame.com

Mito ou verdade? 10 alertas sobre computadores que circulam na internet

Retirar o pendrive sem ejetá-lo estraga o computador? O computador pode explodir se ficar sob o sol? Macs são à prova de vírus?

Essas e outras dúvidas surgem constantemente na internet e usuários encontram diversos argumentos na rede que podem não estar corretos. Abaixo você confere a verdade sobre algumas histórias relacionadas ao universo de computadores e notebooks.

Computador no sol

Reprodução

É comum encontrar quem questione se a exposição direta do computador ao sol pode danificar algum componente. A claridade não interfere no funcionamento do computador, mas o calor em temperaturas altas pode contribuir com o superaquecimento de peças quando a máquina estiver rodando programas e jogos pesados, por exemplo.

Retirada do pendrive

Reprodução

Retirar o pendrive sem configurar o computador para ejetá-lo com segurança pode sim danificar as saídas USB e também o utensílio de armazenamento. Isso acontece porque a corrente elétrica que passa do computador para o pendrive é cortada abruptamente quando a retirada é feita de forma incorreta. Assim, em casos raros, há a chance de queimar o dispositivo. O mesmo vale para HDs externos.

HD cheio e computador lento

Reprodução

Ao ter um computador com mais de 80% do seu espaço interno ocupado, ele pode apresentar lentidão para a execução de tarefas comuns. O motivo para isso deve-se ao fato de que a máquina precisa dedicar mais memória RAM para fazer a leitura de todos os softwares e arquivos presentes.

Protetores de tela descartáveis

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Nos monitores antigos que não utilizavam telas LED ou LCD, uma das funções dos protetores de tela era atualizar as imagens do computador quando ele não estivesse sendo usado para que o aparelho não fosse danificado ao exibir uma mesma imagem durante muito tempo. Com o avanço da tecnologia, essa função tornou-se desnecessária. Além disso, a melhor dica é programar o monitor para entrar em modo de repouso quando não houver atividade durante alguns minutos, assim economiza-se energia elétrica.

Imãs perigosos

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O magnetismo emitido pelos imãs pode danificar algumas peças que podem ser atraídas pelo objeto e, dessa forma, se deslocarem, desencaixarem ou quebrarem. O HD, por exemplo, é suscetível a esse tipo de dano. Isso, no entanto, só acontece se o objeto tive poder de magnetismo forte ou estiver bem próximo do dispositivo. Imãs de geladeiram não são tão ameaçadores nesse caso.

Espaço desnecessário

Reprodução

Ao contrário do que é difundido em fóruns e sites, o monitor não precisa da mesma área de ventilação de outras peças do computador. No entanto, isso pode variar de acordo com o modelo. A maioria dos produtos atuais pode ser encaixada na parede com suportes simples e dispensa espaço extra.

Consumo de energia

Reprodução

Se você deixa seu computador ativado durante semanas para evitar que ele precise ser ligado e desligado todos dias com a intenção de economizar energia, saiba que você está fazendo tudo errado. Além de gerar maior desgaste aos componentes que estão em funcionamento constante, o computador consome energia elétrica ao ficar ligado. O ato de ligar e desligar não gera grande consumo de energia que justifique a prática.

Celulares próximos

Reprodução

Além de alguns barulhos que caixas de som antigas podem fazer graças a interceptação das ondas de rádio dos celulares, os aparelhos telefônicos são inofensivos à saúde de computadores e notebooks.

Bateria descarregada

Reprodução

Não há motivos para deixar a bateria do notebook descarregar completamente antes de ligar o notebook a uma fonte de energia elétrica. Esse procedimento, inclusive, pode encurtar a vida útil do componente. O mesmo vale para baterias de celular e tablets que utilizam ion-lítio.

Macs com vírus

Reprodução

Não há qualquer indício que aponte para a inexistência de softwares maliciosos para computadores da Apple. Há até mesmo programas de proteção aos computadores da marca e também formas de descobrir se a máquina está infectada com algum malware.
Rodrigo Loureiro/Olhar Digital

Deep Web, O Segredo “Oculto” da Internet

Deep Web, O Segredo “Oculto” da Internet

Será mais uma lenda, “hoax” da web?
Deep Web (também conhecido como Deepnet, Darknet, Undernet ou invisible net) é o nome dado aos sites e comunidades virtuais que não são encontrados por mecanismos de busca convencionais, ou seja, não estão na superfície da internet.

 

Cuidado ao clicar nos links contidos na matéria. Podem ser vírus.

Simplificando melhor, sites que não são achados no Google, e só conseguem ser encontrados por meios avançados de busca ou por sistema de encriptação avançados.

Usando de metatags especificas é possível ocultar um site ou fórum de buscadores. As maiorias dos Deep Sites não usam endereços comuns e muitas vezes não usam o formato HTML, o que dificulta muito sua busca. Por incrível que pareça, a Deep Web parece ser maior do que a surface da web. O pesquisador americano Michael Bergman, uma das maiores autoridades no assunto, diz acreditar que a Deep Web é cerca de 500 vezes maior do que a internet que temos acesso. A questão é, o que a Deep Web pode esconder?

É claro que muitos dos sites ocultos podem ser apenas páginas comuns, de grupos específicos que não querem ser incomodados pela grande massa de usuários comuns de internet, mas a Deep Web também é o lar dos criminosos da internet. Hackers trocando vírus, pedófilos compartilhando pornografia infantil, venda de drogas, seitas satânicas, comércio de órgãos, redes de terrorismo. Todos agindo livremente na internet, longe dos olhos dos usuários comuns.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Em 2003 um caso chocou a Alemanha e foi noticia no mundo todo. Um canibal confessou em um tribunal ter matado e comido uma pessoa a pedido da própria vítima. O “Canibal de Rotenburg”, como ficou conhecido, diz ter conhecido a vitima e combinado como tudo seria feito através da internet. Uma investigação da policia levou a uma rede de fóruns de canibalismo escondidos na Deep Net. “Cannibal Cafe”, “Guy Cannibals” e “Torturenet” eram páginas usadas pelos canibais para marcar encontros e selecionar vitimas para a prática de canibalismo.

Acredita-se que um fórum oculto de uma famosa universidade foi o responsavel pela queda do Google na China. Depois, por diversos motivos, o Google afirmou ter sido por ordem do governo Chinês.

Como encontrar Deep Sites:

Antes de sair se caçando links ocultos por aí é importante saber que a Deep Net não é recomendada para usuários comuns. Os riscos de se pegar um vírus, malware ou de acabar vendo coisas “desagradáveis” é incalculável. A maioria dos sites da Deep Web só podem ser acessados com programas e navegadores específicos, como o Freenet ou o Tor, que garantem o anonimato de quem está navegando. Hoje existem ferramentas de busca destinadas a exploração da Deep Net, mas é provável que ela só consiga atingir a primeira camada da rede de sites ocultos. Mas deixo alguns links para quem quer se aventurar no lado obscuro da internet:

Ferramentas de busca de Deep Web:

Site do Freenet (contém link para download do programa):

Tutorial basico de acesso:

Vou explicar de uma maneira simples como navegar em sites Deep. Se você já tentou entrar com navegador normal, percebeu que não dá pra entrar nos sites “.onion”, por isso a primeira coisa a se fazer é baixar o Vidalia que é um programa no qual você pode ligar/desligar, configurar o Tor de modo simples.

Vidalia Bundle :

Com o Vidalia instalado e utilizando o FireFox como navegador padrão, instale o TorButon. Este é um aplicativo para o FireFox, ao instalar aparecerá um Botão ao lado da sua barra de endereço (onde escreve a URL) com um X, clique para Habilitar o Tor, obviamente com o Vidalia instalado e ligado.

TorButton:

Utilizado em versões do FireFox 3.5 ou superior.

Pronto, você já pode entrar em sites onion. Não se preocupe, ao baixar o Vidalia Bundle, vem juntamente o Polipo que é um simes proxy que irá te manter no anonimato enquanto navega, aconselho desabilitar o Java/Flash no FireFox enquanto navega em sites deep, configurar também para nunca salvar histórico/cookies.

Por quê ? Bom, você está entrando em alguns sites de conteúdo impróprio, indecente, politicamente incorreto e é por isso mesmo que estão escondidos, esses sites assim como alguns da surface, são maliciosos e podem instalar spywares/vírus em seu computador, configurando o firefox como foi explicado é uma segurança a mais.

A imagem a seguir representa bem o que é a Deep Web:

Deep Web

Links para fazer o download !

Download do Firefox pelo Baixaki:

Download do Vidalia Bundle no site oficial:

Download do TorButton para Firefox no site oficial:

Central de links da Deep Web acessível sem ter o TOR instalado:

Você também pode usar o Firefox portátil que já vem com o Tor configurado (Tor Browser Bundle) e que pode ser encontrado neste link oficial:

Fonte: http://universoracionalista.org/deep-web-o-segredo-oculto-da-internet/

Facebook: mais um boato alarmista

Facebook: é verdade que todo mundo pode ver as suas publicações se um amigo comenta nelas?
Por Caue Llopem/blog softonic


Não!
O boato que circula pelo Facebook citando uma reportagem do Fantástico para falar sobre a falta de proteção do Facebook é falso. Não é verdade que, se um dos seus contatos curtir um post, isso será publicado no Google ou que qualquer pessoa fora da sua rede poderá vê-lo. Tudo isso trata-se de mais um hoax (trote, em inglês) que virou corrente de internet.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Veja qual é a história por trás deste rumor e confira como definir quem pode ler o que é publicado no teu muro:

O boato

Como é comum neste tipo de aviso-envie-a-todos-os-contatos-para-salvar-o-mundo, existem várias versões do mesmo texto circulando pela rede. Esta é a versão mais recente do boato, que tenta usar a matéria do Fantástico para justificar o hoax:

Bom gente, quem assistiu o Fantástico ontem sabe da falta de proteção no Facebook.

Com as mudanças do Face, agora todos ficam sabendo de coisas de gente que nem estão nos nossos contatos, só porque um contato faz um comentário ou “curte” algo de alguém.

Então peço a gentileza de: (1) Aqui mesmo, logo acima, posicione o mouse sobre a minha foto (sem clicar). (2) Espere até aparecer uma janela e posicione o mouse sobre o ícone “Amigos…” (também sem clicar), depois (3) Desça até “Configurações” e aí sim clique. Vai aparecer uma lista: (4) Clique em “Comentários e opções Curtir” desmarcar esta opção. Assim minhas atividades ficarão restritas aos meus amigos e familiares, não se tornarão domínio público. MUITO GRATO! Se quiser copiar e colar no seu mural para assegurar a sua privacidade, esteja à vontade. Como fiz copiando de um amigo. Obrigada a todos!!!

TODOS MEUS AMIGOS QUE ME FIZEREM ESSA GENTILEZA, POR FAVOR ME AVISEM, POIS ESTAREI TMB FAZENDO O MESMO EM SUA PÁGINA. AGRADEÇO DE CORAÇÃO A TODOS!!!!!!!!!!! ;)

Na verdade, a matéria do Fantástico não tem nada a ver com isso. Ela apenas fala do cuidado que temos que ter ao publicar coisas no nosso muro. Esta é uma versão mais antiga da mesma história:

Pessoal, o Facebook mudou: todos os comentários, os cliques sobre “curtir” serão a partir de agora públicos no Google. Gostaria que fizessem um favorzinho: – passem o cursor por cima do meu nome, esperem que a pequena janela se abra, cliquem sobre “assinado” e retirem a subscrição de “comentários e opções curtir”. Se me pedirem, farei o mesmo, e desta maneira os nossos comentários sobre amigos e família não serão tão divulgados! Obrigada e gostaria que me informassem se o fizerem! Copie esta nota em seu status se quiser que o mínimo de suas informações sejam de domínio público.

De onde surgiu este mito?

A ideia que qualquer pessoa pode ler o que é “curtido” por um amigo no Facebook provavelmente vem da nova barra lateral da rede social. Nela, é possível ver a atividade dos seus amigos em tempo real.

É verdade que, se um amigo comenta em uma foto sua, os amigos dele poderão ver essa ação na barra lateral. Mas isso só acontece se essas pessoas tiverem permissão para ver: ou porque você postou algo como “público” (aberto a todos), ou porque você permitiu que os “amigos de amigos” vejam as atividades do seu muro.

Por exemplo, imagine que você cria um álbum novo de fotos e marca todo o álbum para que apenas os seus amigos possam ver as fotos. Deste modo, mesmo que seus amigos comentem ou apertem o “curtir”, ninguém que não é seu amigo poderá vê-las. Fácil assim.

Para configurar melhor sua privacidade, confira nosso post de como bloquear o mural do Facebook.

A falsa solução sugerida no boato

O rumor aconselha a desmarcar a opção “Comentários e opções Curtir” da pessoa que publicou o boato. A ideia é que, quando você comenta ou curte qualquer coisa no muro do seu amigo, ninguém mais veja esta atividade.

Mas a verdade é que isso faz exatamente o contrário! Este menu que aparece quando você passa o mouse no nome da pessoa apenas controla o tipo de atualização que você quer ver do seu amigo. Ou seja, só serve para você. Ao desmarcar a opção, você deixará de ver os posts que seu amigo curte ou comenta. Sejam eles públicos ou não.

Correntes e spam

Este trote termina do jeito clássico de todas as correntes e falsos boatos que circulam na internet: pedindo para você publicar o aviso no seu muro para que seus amigos vejam e “passem adiante”. Tome cuidado com qualquer mensagem ou e-mail que você receber pedindo para mandar para todos os seus contatos. É melhor confirmar se é verdade primeiro, para não “pagar mico” depois.

Tópicos do dia – 10/09/2012

12:23:51
No Facebook, “aviso de privacidade” é mais um viral enganoso

Nos últimos dias, mais um boato viral começou a se espalhar no Facebook. Dizem que, se você publicar a mensagem abaixo – um “aviso de privacidade” – você protege todos os seus dados na rede social de qualquer pessoa ou entidade, inclusive do governo americano.

Claro que isso não adianta de nada.

Na verdade, este hoax é meio antigo: ele circulava em inglês desde o final de maio. Mas, traduzido para o português, agora ele ganhou força entre brasileiros.

Só que o hoax foi desmentido há meses. O Snopes, conhecido por analisar farsas da web há mais de 15 anos, já deu o seu veredito: o tal “aviso de privacidade” é falso.

Analisando o hoax

Vamos analisar por partes. O texto começa afirmando que o Facebook agora é uma entidade de capital aberto, sem dizer se isso é importante. E não é: “capital aberto” significa apenas que as ações do Facebook são negociadas em bolsa de valores – não muda em nada a política de privacidade.

Depois, o texto sugere que o Facebook pode usar todas as suas informações de forma pública – mas não pode. Nos termos de uso, um dos seus principais direitos é: “você é proprietário de todo o conteúdo e informações que publica no Facebook”. Além disso, na política de privacidade, fica claro que só será público o que você tornar público, mais os seguintes dados: nome; sexo (M/F); nome e ID de usuário; e imagem de perfil e capa.

O Facebook pode não ser dono dos seus dados, mas pode usá-los para diversos fins, que eles detalham na seção “como usamos as informações que recebemos“. Um post no seu perfil não vai mudar isso: ao entrar na rede social, você já concordou com todas as regras.

E, no fim, ele ainda termina com “UCC 1-103 1-308″: isto se refere a um conjunto de leis comerciais nos EUA, que nada têm a ver com privacidade.

Basicamente, se você usa o Facebook, você já concordou com os termos de uso, que incluem a política de privacidade – leia-os aqui e aqui. Mesmo que você esteja realmente paranoico, achando que alguém está espionando você, pare de importunar seus amigos com esse hoax – ele não serve de nada. [Snopes via Slate via CBS News]

O hoax:

O Facebook é agora uma entidade de capital aberto. Recomenda-se a todos os membros que afixem um aviso semelhante a este, ou se preferir pode copiar e colar esta versão. Se não publicar tal declaração pelo menos uma vez, então está indirectamente permitindo o uso público de itens como suas fotos e as informações contidas em suas actualizações de status.

AVISO DE PRIVACIDADE: Aviso – qualquer pessoa e / ou instituição e / ou agente e / ou Agência de qualquer estrutura governamental, incluindo, mas não limitado ao Governo Federal dos Estados Unidos, também usando ou monitorando este site ou qualquer um dos seus sites associados, NÃO tem a minha permissão para utilizar qualquer uma das informações do meu perfil, nem qualquer parte do conteúdo aqui contida, incluindo, mas não limitado às minhas fotos, e / ou os comentários feitos sobre as minhas fotos ou qualquer outra “imagem” de arte publicado no meu perfil.

Você está aqui notificado que está estritamente proibido de revelar, copiar, distribuir, divulgar ou tomar qualquer outra ação contra mim com relação a este perfil e os conteúdos do mesmo. As proibições anteriores também se aplicam a seu empregado, agente de estudante, ou qualquer pessoal sob sua direção ou controle. O conteúdo deste perfil é privado e as informações confidenciais e sigilosas. A violação da minha privacidade pessoal é punível por lei. UCC 1-103 1-308
Fonte:Gizmodo.com.br

16:09:52
Dilma convida o ministro Teori Zavascki, do Superior Tribunal de Justiça para vaga de Peluso no STF

A presidenta Dilma Rousseff convidou nesta segunda (10) o ministro Teori Zavascki, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para ocupar a vaga deixada pelo ministro Cesar Peluzo no Supremo Tribunal Federal (STF). Zavascki tem 64 anos, é professor de direito e tem um considerado nome técnico no STJ. Além disso, foi desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região até 2003, quando chegou ao STJ nomeado pelo ex-presidente Lula. Zavascki passará por uma sabatina no Senado antes de ocupar a cadeira do Supremo. A informação já foi confirmada pelo Palácio do Planalto.

16:14:05
Está tudo dominado: Novo Código Penal e Drogas

Uma das mais conhecidas obscenidades do novo Código Penal é o abrandamento ainda maior da legislação sobre consumo de drogas.
Meca das drogasCom legislação que favorece o uso de drogas, o Brasil virou o segundo maior consumidor de cocaína e o maior de crack, em todo o planeta.
Cinismo ’liberal’
A alegação “liberal” sobre uso de drogas é que a “lei repressiva” não acabou com o problema. Nem com homicídios, assaltos, seqüestros.
coluna Claudio Humberto 


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A Panair ainda estava operando no Brasil até ontem

Não é piada, pegadinha nem ‘hoax’ — nome dado aos boatos que circulam na Internet.

Essas coisas realmente acontecem no Brasil.

Podem crer! Tá lá no blog do Ancelmo Gois.

Nas asas da Panair

Saiu ontem na página 11 no DO, com 45 anos de atraso, despacho da Aeronáutica que revoga a portaria que autorizava a Panair do Brasil a voar.

É que, na burocracia, a finada, “cassada” pelo golpe de 1964, ainda estava viva e podia operar — com rotas, horários preestabelecidos e tudo mais.

Internet – A informação falsa que circula na web.

Europa estuda proibir uso de informação falsa na internet. O objetivo seria facilitar o acesso das autoridades à informação, durante a investigação de crimes ou atos terroristas, mas a medida deve enfrentar oposição.
Associated Press

FRANKFURT – Alguns países europeus estão propondo declarar ilegal o uso de dados falsos na hora de abrir contas de e-mail e registrar websites, uma decisão que poderá ajudar em investigações de pedofilia e terrorismo, mas que poderá encontrar resistência entre os defensores do direito à privacidade.


Os governos holandês e alemão tomam a dianteira na defesa da proposta, elaborando leis que tornarão ilegal o fornecimento de dados falsos a provedores de internet, e obrigarão as empresas telefônicas a guardar registros detalhados sobre o comportamento dos consumidores. O objetivo seria facilitar o acesso das autoridades à informação, durante a investigação de crimes ou atos terroristas.


Mas os europeus valorizam a privacidade, e já se manifestaram contra outras medidas que levariam à estocagem de dados pessoais para fins comerciais ou fiscalização do governo.


“Os povos da Europa têm uma longa história de luta pela liberdade pessoal, e é improvável que aceitem essas regulamentações”, disse o consultor de tecnologia Graham Cluley, do grupo inglês Sophos. “Ninguém discorda que é preciso combater o terrorismo e o crime organizado de modo decisivo, mas introduzir uma vigilância restritiva sobre o público em geral e as empresas de internet, sem as salvaguardas adequadas, parece orwelliano”, afirmou ele.