Hélio Pellegrino – Versos na tarde – 20/07/2013

Alguma coisa Hélio Pellegrino ¹ Alguma coisa resta: um gesto nos tendões da mão engelhada. Uma efusão inacabada na ferrugem da pele-resto. Alguma coisa que é da raça dos minerais, insubornável, além do amargo e do caroável, do que perdura — e do que passa. Alguma coisa inscrita: um grito no fulgor do dedo anular. … Continued

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Hélio Pellegrino – Versos na tarde – 28/04/2013

Momento Hélio Pellegrino ¹ Oh! A resignação das coisas paradas, grávidas de silêncio, reverentes, em sua geometria sem jactância! A placidez das ruas acolchoadas contra a dura cintilação do dia; o recato das árvores, a prece das esquadrias de alumínio ionizado na fachada do edifício em frente! Todas as coisas — em clausura — cumprem … Continued

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Delúbio Soares e a burrice

É malcheiroso o odor que emana dos suntuosos tapetes que se esparramam sobre os pisos palacianos do planalto central dessa pobre e depauperada Taba dos Tupiniquins. De todos os podres poderes. Estamos todos aguardando que espécie de água verterá pela caudalosa cachoeira, que transformou o senador Demóstenes Torres em doença contagiosa, e vai contaminando Marconis, … Continued

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