A crise no Rio, os porcalhões responsáveis e os guardanapos

Os responsáveis pela crise no Rio de Janeiro, que fez com que o governador em exercício decretasse estado de calamidade pública – o que já repercute na imprensa internacional -, são aqueles porcalhões que se sujaram dos pés à cabeça em uma festa milhardária no exterior, e tiveram que lavar a cabeça com guardanapo, enquanto riam e gargalhavam do sofrimento do povo fluminense.

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Em entrevista, o governador destacou que se o Estado do Rio de Janeiro fosse uma empresa, iria ser fechada. Mas, e o povo, como fica com isso?

O jornal inglês The Guardian deu destaque na noite desta sexta-feira (17) ao decreto de calamidade pública, destacando que a medida ajuda a engrossar a lista de outros problemas que o país já precisava enfrentar, como impeachment da presidente Dilma, Zika, investigações sobre corrupção e dificuldades econômicas.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“A maior preocupação para os 500 mil visitantes esperados para os Jogos é o corte no orçamento da segurança pública, o que contribui para os problemas enfrentados pela ‘pacificação’ de favelas e para um ressurgimento de crimes violentos. Isto em meio a advertências de que terroristas teriam o evento como alvo”, diz o jornal inglês.

>> ‘The Guardian’: Calamidade pública no Rio é embaraço para anfitrião da Olimpíada

Entre os personagens daquela festa milhardária estava o antigo secretário da Fazenda do Estado, que foi ministro da Fazenda no governo Dilma e hoje engana o mundo ao dirigir organismo internacional na área financeira. Outros que estavam ali enganam empresários, se empregando em suas empresas, talvez para fazer lobby de cobrança. E outro, da área de saúde, deve estar enganando ou tentando também com lobby para receber o que, quando secretário, ficou devendo a essas empresas.

Em agosto de 2010, Sérgio Cabral já dizia: “Ganhamos as Olimpíadas, que parecia um sonho impossível. Estamos mudando o Rio”. Ele tinha razão, ele já sabia que o Rio ia quebrar, mas na mão de outros. Mais tarde, em novembro do mesmo ano, Cabral declarou: “Ganhamos as Olimpíadas de 2016 não foi para termos 21 dias de alta cobertura de segurança dos convidados. Ganhamos para dar à população do Rio.”

E o povo, como fica?

É obrigado a assistir a tudo isso calado.

O próprio decreto fala em necessidade de atender às áreas de segurança, saúde e educação, basicamente.

Na segurança pública, o cidadão é assaltado e morto.

Na saúde, o enfermo tem como expectativa a morte. O acidentado no trânsito e o pobre doente em casa, se necessitarem do Samu, vão morrer, na ausência de ambulâncias, médicos e remédios.

Na educação, o aluno do colégio público, como não pode estudar, corre o risco da delinquência ou da sobrevivência sofrida.

Os servidores não recebem seus salários.

E La Nave Va…

E a Justiça não dará a esses senhores nem uma ‘tornozeleirinha’. Eles, os responsáveis por questões desde a queda de helicópteros com crianças mortas até o superfaturamento de empresas terceirizadas de todas as áreas, que não recebem do governo estadual mas também não reclamam, o que indica que os contratos firmados devem ter sido bem vantajosos para os envolvidos.

E o povo, como fica?

Depois que eles financiaram a Olimpíada, o povo se limita a trafegar por vias engarrafas, correndo o risco de perderem o emprego, os que ainda têm um, por não conseguirem chegar aos locais de trabalho na hora certa.

E o povo, como fica?

Os cientistas políticos e os sociólogos fazem suas previsões sobre o que pode vir a acontecer com esse povo. Eles concluem, por exemplo, que os policiais que vão para as ruas para tentar defender o estado e as famílias saem de casa conscientes de que suas próprias famílias podem perder o provedor. Os criminosos estão mais armados. Já a família precisaria esperar dois ou seis meses para receber os proventos do policial que morreu.

E o povo, como fica?

Enquanto o Brasil sofre, eles já providenciaram suas passagens e passaportes para viverem nas residências que devem ter no exterior.
JB

Tópicos do dia – 10/02/2012

08:08:27
Brasil: da série “perguntar não ofende”!
Alguém pode me esplicar como uma pessoa se torna especialista em evolução de escola de samba, seja lá que abstração seja essa, e se torna jurado de$$e negócio de 90 minutos, que só é animado – aliás tem uma charge magistral do não menos magistral Henfil sobre a extensão métrica dessa euforia – quando frente a uma camêra da TV?

08:31:24
Brasil: da série”O tamanho do buraco”!
Graxa na Câmara: Os sapatos dos nossos parlamentares devem brilhar mais que as barrigas inchadas e verminadas das nossas crianças famintas… Acredite se quiser…
O presidente da Câmara Federal, o triste deputado Marco Maia (PT-RS), quer todos os parlametares, assessores e funcionários da casa de sapatos reluzentes. Acaba de abrir uma licitação para contratar serviços de engraxataria no prédio, num total de R$ 3.135.000,00 milhões por 12 meses, o que dá R$ 261.000,00 mil por mês ou, ainda, R$ 8.700,00 mil por dia.
A custos da iniciativa privada, são mais de 3.000 pares de sapatos engraxados diariamente.

08:39:14
Líder baderneiro da greve da polícia na Bahia é do PSDB
Ora vejam só. O líder dos policiais bahianos que comandou a invasão à Assembléia Legislativa, em salvador, e teve conversas telefônicas gravadas, nas quais conclama a outros policiais que queimem ônibus e obstruam rodovias, é filiado ao PSDB. Ao PSDB.
Se o baderneiro fosse do PT, o FaceBook estaria ardendo nas chamas da indiganção, ao invés de tão silente como se encontra, o Jornal Nacional e a Veja estariam dando ataques de histerismos. Esse tipo de comportamento parcial, é que me irrita e me tira qualquer resquício de respeito às essas omissões, e às drogas desses partidos.
Todos os porcarias desses partidos são habitantes da mesma sarjeta. Só mudam as siglas.

08:58:02
Violência nos estádios e programa no rádio
Tem um programa de rádio, em Fortaleza, sobre futebol, “singelamente” nominado de Trem Bala. O apresentador, com um voz horrosa, ao mesmo tempo que prega a paz nos estádios, começa o programa com essa sutileza de um elefante em uma loja de louças: “esse é o trem bala que não não para nem a pau e nem a bala”.
Ps. Cacófato incluso.

09:09:41
Brasil: da série “perguntar não ofende!”
Até Zé Bêdêu – o derradeiro abestado crédulo da Pç. do Ferreira, em Fortaleza – sabe que o narcotráfico e o crime organizado – caça níqueis e prostituição – financiam o desfile das escolas de samba. Aliás, a maioria dos “presidentes das escolas”, está na cadeia ou respondendo a processos penais e cíveis. Os cariocas, que fazem passeatas pela paz, e abraços simbólicos contra a violência na Lagoa Rodrigue de Freitas, irão boicotar os desfiles das tais agremiações das “comunidades”? Ou feito delilóides partícipes dessa opereta bufa, lotarão as arquibancadas do Brizolista sambódromo, e se quedarão feito ‘voyers’ anestesiados ante o desfile de pelancas siliconadas na tv do plim plim?

12:59:24
Brasil: da série “perguntar não ofende!” Escola de Samba, cariocas e as passeatas pela paz.
Até Zé Bêdêu – o derradeiro abestado crédulo da Pç. do Ferreira, em Fortaleza – sabe que o narcotráfico e o crime organizado – caça níqueis e prostituição – financiam o desfile das escolas de samba. Aliás, a maioria dos “presidentes das escolas”, está na cadeia ou respondendo a processos penais e cíveis. Os cariocas, que fazem passeatas pela paz, e abraços simbólicos contra a violência na Lagoa Rodrigue de Freitas, irão boicotar os desfiles das tais agremiações das “comunidades”?
Ou feito delilóides partícipes dessa opereta bufa, lotarão as arquibancadas do Brizolista sambódromo, e se quedarão feito ‘voyers’ anestesiados ante o desfile de pelancas siliconadas na tv do plim plim?
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Criminalidade diminui em S. Paulo durante a greve da Polícia Civil

Brasil: da série “só dói quando eu rio”!

Greve da Polícia Civil diminui dados de criminalidade em São Paulo

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo divulgou nesta sexta-feira as estatísticas de criminalidade no terceiro trimestre deste ano, que registrou queda de 4,8 % em relação ao mesmo período do ano passado. A secretaria relacionou a diminuição do número de determinadas ocorrências à greve dos policiais civis, iniciada em 16 de setembro.

O terceiro trimestre de 2008 registrou um aumento de 11% no tráfico de drogas em comparação ao mesmo período do ano passado, mas teve uma queda em relação ao segundo trimestre deste ano, com a diminuição da atividade policial. Durante a paralisação dos policiais civis, houve uma queda de 19% no número de registros.

O número de furtos caiu em comparação ao segundo trimestre deste ano, mas teve um aumento de 4% em relação ao terceiro trimestre de 2007.

Segundo a secretaria, o índice de criminalidade está em queda desde 1999. A pasta afirma que os índices de criminalidade crescem quando o desemprego é maior.

O número de homicídios dolosos (com intenção) diminuiu e alcançou o índice de 10,3 por 100 mil habitantes. O objetivo do governo é atingir o índice de dez homicídios por 100 mil habitantes, considerado um nível de países desenvolvidos aceitado pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Neste terceiro trimestre, o número de homicídios culposos (sem intenção de matar) continua na frente dos homicídios dolosos, com 1.240 casos contra 1.107, comparado ao mesmo trimestre de 2007. Foram registradas 55 ocorrências a menos do que no segundo trimestre de 2008.

Do dia 1º de janeiro a 30 de setembro foram registrados 3.199 casos de homicídios dolosos, contra 3.654 no mesmo período de 2007.

De acordo com os números divulgados, o roubo de veículos também registrou queda. Nos três primeiros trimestres de 2007 foram 50.778 casos, contra 44.502 neste ano –uma redução de 12%. Também houve redução do número de seqüestros –em relação ao mesmo trimestre do ano passado foi de 63,33%. A média de seqüestros dos anos de 2003 a 2007 era de 25 a 30 casos, e a média deste trimestre é de 12.

O número de roubos de cargas subiu para 1.721 casos e aumentou em relação ao segundo trimestre de 2008 e ao terceiro trimestre de 2007.

da Folha OnlineTatiana Santiago