Eleições Municipais 2016 – Aplicativos TSE

Está disponível para download nas lojas da Apple Store e Google Play o aplicativo Candidaturas 2016.

O aplicativo permite que o eleitor tenha acesso às informações dos candidatos que irão concorrer às eleições municipais de outubro e acompanhar a prestação de contas da campanha.

O App. é de fácil manuseio, basta selecionar o estado do candidato e depois a cidade desejada.

Com o aplicativo, o eleitor tem informações dos postulantes aos cargos de prefeitos e vice, além de poder conhecer todos os vereadores.

Também poderá ter acesso às informações pessoais e declaração de bens e dos detalhes do registro da referida candidatura.[ad name=”Retangulos – Direita”]

Todas as informações são obtidas diretamente das bases de dados do Tribunal Superior Eleitoral e atualizada três vezes ao dia, 8h, 14h e 19h.

Ainda, de acordo com o TSE serão lançados, ao todo, 11 aplicativos e já estão disponíveis o Agenda JE (Calendário Eleitoral) e o JE Processos que permite o acompanhamento do trâmite dos processos do Sistema de Acompanhamento Processual e do Processo Judicial Eletrônico.
Fonte: TSE

Aplicativo permite revelar fotos do Instagram, Facebook ou álbum do celular

Tecnologia Maquinas fotograficas Blog do MesquitaA empresa é brasileira e realiza entrega das imagens em todo o território nacional.

A startup brasileira 256 Pixels lançou o aplicativo PhotoPost, que permite aos usuários de dispositivos Android e iOS revelarem fotos do Instagram, do Facebook ou do álbum do próprio equipamento.

O app está disponível para download no iTunes e na Google Play.

Funciona da seguinte forma: o usuário importa as fotos que deseja revelar para o aplicativo e seleciona um tipo de pagamento. O pedido também recebe um número e sua entrega pode ser rastreada em tempo real.

O tamanho das fotos também pode ser definido, o usuário pode escolher entre 09×12, 10×15, 13×18 e 10×10, único a permitir revelar fotos no formato de instagram, personalizando ainda mais seu pedido e até presenteando entes queridos e amigos, com o tamanho desejado.

O preço da revelação da foto varia de R$ 0,89 a R$1,49, dependendo da quantidade de imagens reveladas.

A taxa de entrega custa entre R$ 1,65 e $7,35, dependendo da região de entrega das fotos e demora de um a oito dias úteis.

O app revela até 50 fotos e o pagamento é feito via cartão de crédito (Visa, Mastercard, American Express e Diners).[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

De acordo com Luis Soto, sócio-fundador da 256 Pixels, o aplicativo é o primeiro no Brasil a prestar este tipo de serviço com integração às redes sociais e já alcançou 50 mil downloads na App Store.

“Pesquisas revelam que cada pessoa tira, em média, 150 fotografias por ano. Muitas carregam essas fotos no Facebook e Instagram. Outras deixam as fotos apenas no dispositivo móvel. Em um país com 70 milhões de smartphones, vemos, portanto, um mercado bastante promissor e com grande potencial de crescimento, visto que cada vez mais os consumidores aderem às compras online”, diz.

Promoção

O aplicativo para Android teve o lançamento oficial no dia 13 de dezembro. Para comemorar, a 256 Pixels criou uma promoção válida até dia 15 de janeiro. Usando o código “5FREE” na finalização da compra, cinco das fotos escolhidas para revelação saem de graça.
Fonte: IDGNow

Vírus para Android lucra com envio de SMS para número brasileiro

Penso que se o Google, o desenvolvedor do sistema Androide, ficasse mais atento ao consumidor, e disponibilizasse atualizações mais constantes, esse problema poderia ser minimizado.
José Mesquita – Editor


Pela primeira vez, praga de torpedos é compatível com o Brasil.
Operadoras orientam clientes a comunicar cobranças indevidas.

A fabricante de antivírus Eset está alertando para uma nova praga digital para Android que é capaz de cadastrar o usuário em serviços de SMS “pagos” – torpedos mais caros em que parte da fatura paga vai para um prestador de serviço.

Chamado de “Boxer”, o vírus é compatível com nove países da América Latina, entre eles o Brasil, e está sendo distribuída em aplicativos infectados disponíveis no Google Play, segundo a Eset.

Pragas que enviam torpedos para números “premium” são bastante antigas. Elas já existem há mais de dois anos na plataforma Android, e o primeiro código com essa funcionalidade, o RedBrowser, foi descoberto em 2006. De acordo com a Eset, 22 aplicativos presentes no Google Play estão instalando o “Boxer” nos celulares.

O objetivo do vírus é cadastrar o usuário em serviços de SMS, aumentando a conta do celular. Parte da fatura paga por esses serviços é recebida pelo dono do número SMS, que pode faturar com o golpe. Esses números são fáceis de reconhecer, porque normalmente têm poucos dígitos.

Essas pragas nunca funcionaram no Brasil, porque os números não eram reconhecidos pelas operadoras nacionais. A nova praga, chamada Boxer, descobre a localização e a operadora do celular e usa um número SMS específico, compatível com o país e operadora. Outros países para os quais o vírus dispõe de número para enviar torpedos são: Argentina, Chile, Peru, Panamá, Nicarágua, Honduras, Guatemala e México.

“A maioria dos Trojans SMS só é capaz de afetar determinados países porque os serviços de mensagens pagas variam de acordo com a operadora e o país. A informação obtida sobre o Boxer nos permite afirmar que não só representa um Trojan SMS capaz de afetar usuários da América Latina, como também se trata de uma ameaça com um amplo potencial de propagação e um grande espectro de atuação”, explica Raphael Labaca Castro, coordenador de Educação e Pesquisa da Eset América Latina.

O G1 consultou TIM, Claro, Vivo e Oi sobre como os serviços funcionam no Brasil. Todas as operadoras confirmaram que os serviços disponíveis são aprovados por elas, e orientaram os clientes a entrar em contato com a central de atendimento no caso de cobranças indevidas. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão do governo que regulamenta o setor, também foi procurada. Até a publicação desta reportagem, a agência não havia se pronunciado.

A Eset informou ao G1 o número de SMS usado pelo vírus no Brasil. Pesquisas na internet mostraram diversos internautas reclamando de cobranças indevidas. O número foi informado às operadoras e à Anatel, mas não houve informação a respeito de qualquer providência que será tomada.

Proteção no Android 4.2

Entre as novidades de segurança mais recente versão do Android, a 4.2, está um aviso específico no caso de algum aplicativo tentar enviar um SMS para um número especial que irá gerar cobranças extras na fatura.

No entanto, muitos usuários não se beneficiarão do recurso. De acordo com estatísticas do Google (acesse aqui), 53,9% dos usuários de Android ainda está na versão 2.3, e 25,8% na versão 4.0. Apenas 2,7% estão com a versão 4.1 do Android.
Altieres Rohr – Especial para o G1

Tópicos do dia – 09/05/2012

07:46:03
Google Play venderá livros e músicas para o público brasileiro
Loja virtual do Android deve disponibilizar conteúdo para o Brasil e oferecer opção de pagamento na fatura do celular.

Os usuários brasileiros da loja Google Play poderão comprar a partir dos próximos meses livros e músicas nacionais, de acordo com anúncio feito pelo gerente mundial de produtos móveis do Google, Hugo Barra, durante divulgação de dados sobre o crescimento do Android no Brasil, de acordo com o blog Google Discovery.

A loja Google Play, lançada em março para substituir a Android Market, junta aplicativos, livros, músicas e vídeo para smartphones e tablets com Android. Os arquivos comprados pela loja também podem ser acessados de PCs, como acontece com a iTunes.

Além de adicionar os livros e músicas brasileiras, o Google estuda uma nova forma de facilitar o pagamento do conteúdo pelos usuários brasileiros.

A empresa está negociando com operadoras para incluir o pagamento do que for comprado na loja digital na fatura mensal do celular, eliminando assim a necessidade de um cartão de crédito pelos usuários.

O Android está ganhando mercado rapidamente dentro do Brasil.

De acordo com dados do próprio Google, a plataforma teve um crescimento de 400% dentro do país no último ano, e a expectativa da empresa é que o sistema torne-se ainda mais popular entre os brasileiros.
Olhar Digital

07:58:36
Brasil instala Centro de Defesa contra ameaças cibernéticas a partir de junho
O Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), que teve disponível no orçamento de 2012,o valor de R$ 83,7 milhões, está sendo finalizado, no quartel-general do Exército em Brasília, para sua primeira missão, o monitoramento de rede da Rio+20. O evento é um teste para a nova estrutura de defesa cibernética do país, que depois terá pela frente a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. “O Centro de Defesa Cibernética é precursor e pioneiro no tema”, diz o ministro Celso Amorim (Defesa). O Centro tem como objetivo aprofundar o estudo de ameaças cibernéticas, estabelecer a doutrina nacional sobre o tema e aperfeiçoar os meios de defesa contra essas ameaças, inclusive por meio de investimentos em hardware e software. Segundo informações obtidas por este site, o CDCiber promove o intercâmbio de informações entre as três Forças e realiza exercícios de simulação no campo cibernético.

08:22:39
Nada como um dia após o outro.
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, achava que tinha escapado de depor na CPI do Cachoeira.
Como se sabe, Gurgel recusou um convite para falar do caso na CPI.
Disse estar impedido de prestar depoimento na comissão porque não pode se tornar testemunha no processo.

Ocorre que ninguém ficou satisfeito com a desculpa.

E hoje, com apoio do Palácio do Planalto, os deputados e senadores governistas da CPI do Cachoeira farão nova ofensiva na tentativa de levar o procurador a prestar depoimento na investigação parlamentar.
E desta vez há integrantes da comissão estão prontos para convocá-lo, o que deve ocorrer em breve.
Nos bastidores, ministros e petistas questionam o fato de Roberto Gurgel não ter aberto nenhum procedimento contra o senador Demóstenes Torres em 2009, ano em que recebeu o inquérito da operação Vegas da Polícia Federal.
O fato é que o procurador não fez a denúncia nem pediu novas diligências à PF para elucidar a participação do senador.
A operação Monte Carlo, que desmantelou o esquema Cachoeira no início deste ano e prendeu 34 envolvidos, é justamente um desdobramento da Vegas.
Segundo a Folha apurou, a operação conta com o aval do governo que, assim como o PT, reprova a conduta do procurador.
Gurgel alegou à CPI que em 2009 não havia elementos suficientes para levar o caso adiante.

E saiu buscando apoio de parlamentares da oposição para tentar barrar a pressão da bancada governista.
Ainda segundo a Folha, o procurador-geral teme o que classifica como estratégia do PT de usar a CPI como instrumento para tentar constrangê-lo.
Seria uma retaliação contra a atuação dele no processo do mensalão, que deve ser julgado neste ano pelo Supremo Tribunal Federal.
A assessoria técnica da CPI explica que, mesmo que convocado, Gurgel pode recorrer ao Supremo para não ter de comparecer à comissão. Traduzindo tudo isso: Gurgel tem de se assumir como procurador e se tornar independente. É isso que o país necessita dele. Mas não tem o perfil para fazer a coisa certa.
Já inocentou Palocci, pode inocentar qualquer um.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

12:32:59
Depoimento de delegado da PF na CPI complica situação de Gurgel
Jaílton de Carvalho e André de Souza, O Globo
O depoimento do delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Souza complicou a situação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel (foto abaixo). Pelo menos dois parlamentares que integram a CPI e não são da base governista mudaram de opinião em relação ao procurador depois de ouvir o delegado.
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deixaram a reunião da comissão defendendo a convocação de Gurgel.

– Ele (Gurgel) está sem defesa. Não há argumento: ele estava com a bomba atômica na mão (relatório contra Demóstenes) e nada fez – disse Lorenzoni.
Randolfe Rodrigues deve apresentar nesta quarta-feira um requerimento para convidar a subprocuradora Cláudia Sampaio para se explicar à CPI.
Ela recebeu o relatório da Operação Vegas em setembro de 2009 e não tomou nenhuma providência. Se as explicações da subprocuradora não forem satisfatórias, Randolfe entende que cabe ao procurador-geral se esclarecer perante à CPI.
– Ele disse que a Vegas não tinha elementos para impedir a abertura de inquérito (contra Demóstenes), mas no pedido que ele fez depois ao STF, ele usou 16 itens da operação.


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