Gilberto Carvalho e ONGS

Gilberto Carvalho? Cascalho! De novo?

A capacidade do PT em se envolver em maracutaias é impressionante.

Esse sujeito patina na lama desde a chegada de Cabral, passando por Celso Daniel e agora na pregação de loas às ONGs, em uma das quais está sendo denunciado de meter a “mãozona” no dinheiro público.

Sai ano, entra ano, e tem sempre alguém do PT e/ou aliado/cúmplice, envolvido em mutretas.

Por que não investigam tais criaturas antes de nomeá-las?


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Dilma, popularidade e balcão de negociatas

Balcão de negociatas Blog do MesquitaA presidente Dilma Rousseff se queixa que é difícil governar em função dos entraves surgidos no congresso.

Mas todo presidente nesse presidencialismo de faz de conta brasileiro, já sabe que será assim. Tudo é  na base do é dando que se recebe.

Com a popularidade que já chegou a ostentar, poderia ter se livrado de Gilberto Carvalho, o nefasto Richelieu herdado do Lula, Ideli ‘Salve-se quem puder’ Salvatti, Vacarezas e outros ruminantes, cuequeiros e demais escudeiros do quadrilheiro Dirceu – quadrilheiro sim, pois condenando por formação de quadrilha – Mercadantes, Mantegas, Serginhos Cabrais, além de umas duas dúzias de ávidos Lobões nas dezenas de ministérios inúteis.

Há que escorraçar os Renans, Sayneys, Collors e outras porcarias que infernizam as vidas dos Tapuias.

Para quem enfrentou a tortura da ditadura militar, e sobreviveu a torturas criminosas, falta, pois ainda há tempo, “peito” para escorraçar essa malta de inúteis sanguessugas; essa corja estacionada no balcão de negociatas que é o Congresso Nacional.


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Gilberto Carvalho: o Tião Gavião do Planalto Central? Ou o Richelieu do PT?

Tião Gavião Blog do MesquitaLeio manchete nos jornais: “Gilberto Carvalho será convocado sobre caso Rose”.

Continuo impressionado com o poder desse cidadão (sic).

Que segredos detém esse Richelieu do Planalto Central e eminência parda do PT? Esse Ricardo III dos corredores planaltinos, para permanecer décadas senhor absoluto dos subterrâneos tanto os dos Yorks como os dos Lancasters?

Que artimanhas elocubra esse Tião Gavião para continuar “imexível”?
E a senhora Rosemary Noronha? Aonde andará?


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Rosemary: secaram as denúncias?

Desânimo no Planalto. Acabou o estoque de denúncias contra Rosemary, a amiga de Lula. E agora, o que fazer?

Realmente, há motivos para desânimo. Não deu certo o esquema criado para “vazar” sucessivas denúncias contra Rosemary Noronha, ex-chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo, estratégia planejada e executada com objetivo de enfraquecer politicamente o ex-presidente Lula e evitar a candidatura dele.

Foi uma decepção. A presidente Dilma Rousseff e a equipe responsável por sua campanha estavam confiantes de que as acusações contra Rosemary teriam forte repercussão popular, desmoralizariam Lula e fariam com que desistisse de voltar a disputar o poder em 2014.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A manobra foi estruturada assim. Primeiro, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoiffmann, que apóia Dilma contra Lula, usou a Controladoria-Geral da União e a Comissão de Ética da Presidência, determinando que fosse feita uma rigorosa sindicância sobre as irregularidades atribuídas a Rosemary.

Depois, o Planalto começou a “vazar” para a imprensa os resultados dessa comissão, utilizando a revista Veja de forma preferencial. A repercussão da primeira denúncia (capa da Veja) foi excelente e o Planalto deu seguimento ao esquema.

REAÇÃO

O que não estava previsto é que os petistas ligados a Lula e que protegem Rosemary deram o troco de imediato, contratando dois experientes advogados, especialistas em improbidade administrativa – Fábio Medina Osório e Aloisio Zimmer.

Os novos advogados contra-atacaram, convocando para prestar depoimento uma série de autoridades federais, entre elas o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, muito ligado a Lula e à própria Rosemary.

O Planalto revidou imediatamente, “vazando” ao jornal O Globo a informação de que Carvalho teria organizado a formação de uma comissão alternativa de sindicância no Planalto, para defender Rosemary. Achavam que Carvalho iria pedir exoneração. Mas Lula o proibiu de sair e Dilma não tem coragem de demiti-lo.

VAZAMENTOS PARA O GLOBO

Desde então, a estratégia do Planalto passou a ser “vazar” as matérias exclusivamente para O Globo, na esperança de que a Rede Globo também se interessasse pelas denúncias contra Rosemary e as divulgasse no Jornal Nacional e na GloboNews. Mas isso não aconteceu, e o único interesse do Jornalismo da Rede Globo foi no sentido de entrevistar a própria Rosemary, mas os advogados dela ainda não deram o sinal verde.

Agora, o desânimo reina no Planalto, porque a munição contra Rosemary está completamente esgotada. Não há novas denúncias para “vazar” contra ela. E o ex-presidente Lula aparentemente não dá a mínima para o assunto. Por dentro, ele está revoltado e decepcionado com Dilma Rousseff e sua equipe, mas não demonstra.

Lula não esquece o caso Erenice Guerra, no final de seu governo. Em abril de 2010, por indicação de Dilma, Lula nomeou Erenice para a Casa Civil, mas a nova ministra logo se envolveu numa série de irregularidades, corrupção e tráfico de influência. O então presidente demitiu Erenice, é claro, mas não fez a menor pressão para puni-la, ao passo que Dilma, num caso muito semelhante, agora tenta de todas as formas destruir Rosemary Noronha.

Esta é a situação que hoje agita os bastidores do Planalto e vem sendo divulgada com exclusividade absoluta pela Tribuna da Imprensa. E tudo o que está narrado acima é verdadeiro. São fatos comprovados e inquestionáveis. Não se pode negá-los.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

STF não tem a confiança de metade dos brasileiros

Penso ser qualquer explicação moralmente inexplicável.

Segundo Gilberto Carvalho foi o próprio Luis Fux que se apresentou e que tocou no assunto do julgamento, sem que ele, Carvalho tivesse insinuado nada.

A par disso fica a constatação de que o modo de escolha dos ministros é lamentável — ou, quem sabe, trágica.

O STF é composto e julga politicamente.
José Mesquita – Editor


O julgamento do Mensalão colocou o Supremo nos holofotes. E o que vimos foi desanimador.
Paulo Nogueira ¹

Os brasileiros tiveram um curso intensivo de Supremo em 2012.

Seus integrantes foram alçados a um estrelato inédito pela cobertura dada ao julgamento do Mensalão.

Fomos bombardeados com informações sobre o STF, e tivemos que aprender coisas como “teoria do domínio do fato” e “dosimetria”.

Éramos, até 2012, especialistas em futebol e em economia. Passamos a dominar também o direito: há, em cada um de nós, um juiz.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Perdemos mais que lucramos, no terreno das esperanças, ao descobrir o que é, verdadeiramente, o Supremo. Se já não tínhamos, justificadamente, confiança nos políticos, passamos também a desconfiar dos nossos máximos magistrados.

Não surpreende uma pesquisa recém-saída do Ibope que apontou que metade dos brasileiros não confia no Supremo.

Podia ser diferente?

Não vou entrar no mérito das decisões no julgamento. Fico no terreno das informações objetivas.

Soubemos que Joaquim Barbosa foi escolhido por Lula por ser negro. Soubemos também que ele se insinuou a Frei Betto, num encontro casual em Brasília, para fazer lobby por si mesmo. Descobrimos que é sempre assim, aliás. Os juízes rastejam pelo cargo. Imagino que os melhores entre eles – pelo menos do ponto de vista moral – recusem manobras subterrâneas em que há muito mais de baixa política do que de alto conhecimento.

E então sobram os que ficaram expostos aos brasileiros em 2012.

Luiz Fux, ainda mais que JB, é o símbolo maior disso. Num acesso confessional difícil de entender à luz da razão, uma vez que ele se autodesmoralizou pela eternidade, Fux contou a uma jornalista da Folha sua peregrinação pelo cargo. Não omitiu sequer o detalhe patético do choro ao receber a boa notícia.

Reconheceu que procurou José Dirceu mesmo sabendo que teria que julgá-lo, num conflito de interesse sinistro. Um candidato ao Supremo batendo súplice à porta do mensaleiro-mor, que ele logo definiria como “chefe de quadrilha”? Todas as acusações contra Dirceu já eram de amplo conhecimento público. Mesmo assim, Fux foi atrás dele.

Agora, o ministro Gilberto de Carvalho acrescenta mais um dado à biografia  não exatamente inspiradora de Fux. Carvalho disse na tevê ao jornalista Kennedy Alencar que, em sua campanha pela vaga, Fux garantiu que absolveria os acusados por não haver provas. Segundo Carvalho, Fux afirmou que estudara bem o caso.

Se sua indicação derivou disso, não é, evidentemente, um momento glorioso para a administração que o nomeou. Seria aquele caso clássico que Tancredo Neves definia como uma esperteza tão grande que come o esperto.

Mas é ainda pior para Fux.

O perfil de personalidade que emerge das informações sobre ele mostram um caráter frágil, titubeante, vaidoso, um homem cuja ambição leva a atos que, à luz do sol, provocariam engulhos.

O Supremo é um embaraço para o Brasil. Não dá para fugir desse veredito doído, ainda que você concorde com as punições e considere que o PT pagou o justo preço por ter feito coisas que não deveria, já que uma de suas bandeiras era elevar a ética na política.

Como transformar o STF numa instituição respeitável, e acreditada pelos brasileiros, é uma das tarefas mais espinhosas para o futuro do país. Para citar a grande frase de Wellington, quem acredita que esse trabalho será feito por homens como JB e Fux acredita em  tudo.
blog diário do centro do mundo
¹ Paulo Nogueira é jornalista e está vivendo em Londres. Antes de migrar para o jornalismo digital e dirigir o site Diário do Centro do Mundo foi editor assistente da Veja, editor da Veja São Paulo, diretor de redação da Exame, diretor superintendente da Editora Abril e diretor editorial da Editora Globo.

Gilberto Carvalho e o ministro Fux

Quanto mais Gilberto Carvalho mexe, mais fede.

Sem querer querendo, o ministro Gilberto Carvalho, Secretário-Geral da Presidência da República, mesmo discordando das posições do STF, traz informações interessantes:

– Teve contato com o ministro Fux. O ministro, inicialmente disse que o processo do mensalão “não tinha prova nenhuma” e que “tomaria uma posição muito clara”.

– Ministro Fux pediu apoio para ser indicado ao STF. Isto não é novo: até mesmo os petistas buscam apoio para indicações. Se o pretendente não fizer isto, não terá chance: está é a prática!

Antes da indicação, Fux tinha informações parciais. Após nomeação, conhecendo integralmente o processo, decidiu com mais clareza e convicção. A partir dai, Fux torna-se alvo de petistas insatisfeitos, com suas posições e votos.

O roteiro mostra, de um lado a busca de apoios (ministro Fux) e de outro a espera de retribuição: absolvição dos réus. Fizeram uma aposta no ministro?

As declarações de Gilberto Carvalho, permitem vislumbrar outro possível crime: apoiado, indicado e nomeado, o ministro deveria retribuir com votos favoráveis aos réus?

O ministro Gilberto reafirma o uso do “caixa dois” – defende seu partido acusando outros de agirem da mesma forma. Ainda fora do governo, queriam abrir processos e CPIs contra todos. Agora, com a estrutura às mãos, deixam tudo de lado. Por que será?

Quanto ao financiamento público de campanha, mais desculpas e justificativas frágeis.

Na política, corruptos, corruptores, pessoas sem ética e sem caráter, agem à luz do dia, usando recursos de qualquer origem! Nas campanhas, com os recursos públicos farão o mesmo, principalmente considerando a proposta que defendem.
Antonio Carlos Fallavena/Tribuna da Imprensa

Mensalão: Marcos Valério pagou despesas pessoais de Lula

A diferença entre o Lula e o Collor é que este último não tinha a blindagem dos banqueiros.

Essa história já está cansando, sempre a mesma coisa. Marcos Valério – não esqueçam, começou o mensalão lá na campanha do Azeredo do PSDB – em vez de contar os detalhes, fica soltando pedacinhos.

Porque esse cara não falou isso antes? Será ameaça e/ou chantagem? Até agora nem as micro revelações ou a possível chantagem surtiram efeito.
José Mesquita – Editor
Ps. Será que pagou despesas da Rosemary também?


Valério diz que pagou despesas pessoais de Lula, segundo jornal

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza disse, em depoimento prestado em 24 de setembro à Procuradoria-Geral da República, que o esquema do mensalão ajudou a bancar despesas pessoais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003. A informação é da edição desta terça-feira do jornal “O Estado de S. Paulo”.

O depoimento foi dado após o empresário ter sido condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

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Segundo a reportagem, os recursos foram depositados na conta da empresa do ex-assessor da Presidência Freud Godoy.

O empresário, segundo o jornal, afirma ainda que o ex-presidente Lula deu aval para os empréstimos que serviriam de pagamentos a deputados da base aliada. Isso teria ocorrido em reunião no Palácio do Planalto com a presença do ex-ministro José Dirceu e do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Marcelo Prates – 2.dez.2011/Hoje em Dia/Folhapress
Marcos Valério, quando foi preso em dezembro de 2011
Marcos Valério, quando foi preso em dezembro de 2011

Dirceu teria dito que Delúbio, quando negociava, falava em seu nome e no de Lula. Procurado pelo jornal, o advogado de Dirceu negou a acusação.

Em setembro passado, Marcos Valério havia procurado o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmando ter novas informações a apresentar sobre o caso do mensalão.

De acordo com o que a Folha apurou, um depoimento do empresário mineiro foi prestado na ocasião às procuradoras Raquel Branquinho e Cláudia Sampaio – esta última mulher de Gurgel.

Uma possível estratégia de Valério seria buscar, com eventuais novas informações, a sua inclusão no programa de proteção a testemunhas, o que, na prática, poderia reduzir a sua pena no julgamento do Supremo. A redução da pena não evitaria sua condenação, mas, por exemplo, poderia livrá-lo do regime fechado na prisão.

O empresário foi condenado a mais de 40 anos por formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Como a soma supera oito anos, o empresário deve cumprir parte da pena em regime fechado.

No mesmo depoimento, Valério teria dito que os R$ 4 milhões pedidos por seus advogados para defendê-lo no processo foram pagos pelo PT. Segundo ele, essa foi a única “contrapartida” por sua participação no mensalão.

Ameaças

No fim de setembro, o Supremo Tribunal Federal recebeu um fax, assinado pela defesa do empresário Marcos Valério, pedindo para ser ouvido e relatando correr risco de vida.

Ao receber o recado, o presidente da corte, ministro Carlos Ayres Britto, determinou sigilo e encaminhou o documento ao relator do caso, Joaquim Barbosa.

O STF confirmou ter recebido a mensagem, mas não divulgou o conteúdo, quem assinou, nem mesmo em que data a mensagem chegou.

Valério teria dito, em seu depoimento à Procuradoria-Geral, que o diretor do Instituto Lula e amigo do ex- presidente, Paulo Okamotto, teria o ameaçado de morte, caso ele “contasse o que sabia”. Segundo o empresário, Okamotto o teria procurado por ordem de Lula.

“Tem gente no PT que acha que a gente devia matar você”, teria dito Okamotto. Procurada pelo jornal, a assessoria do diretor informou que ele responderá às acusações “quando souber o teor do documento”.

Caso Celso Daniel

Reportagem da revista “Veja” do início de novembro informou que Marcos Valério revelou em depoimento recente ao Ministério Público Federal ter detalhes envolvendo o PT no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em janeiro de 2002.

Segundo a reportagem, Valério disse que o ex-presidente Lula e o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, estavam sendo extorquidos por figuras ligadas ao crime de Santo André.

Ronan Maria Pinto, que é apontado pelo Ministério Público como integrante de um esquema de cobrança de propina na prefeitura, seria um dos suspeitos de chantagear Lula e Carvalho.

A revista diz que Valério foi procurado por petistas para pagar o dinheiro da chantagem, mas que ele teria se recusado. Segundo ele, quem teria ficado com a missão seria um amigo pessoal de Lula, que utilizou um banco não citado no mensalão.
Folha de S.Paulo 

Mensalão: Marcos Valério pode complicar Lula

Confissões de Marcos Valério podem complicar Lula em outros processos

No processo do mensalão, o publicitário Marcos Valério não tem mais possibilidade de ser beneficiado, porque só pode haver delação premiada antes do julgamento.

Isso é óbvio, caso contrário nenhum criminoso pediria esse benefício durante o inquérito, simplesmente esperaria o julgamento e, se fosse condenado, aí sim solicitaria a delação premiada.

“Não pode haver delação premiada com o processo finalizado”, diz o presidente da Associação Nacional de Procuradores da República, Alexandre Camanho, que está participando de um evento num resort de Porto de Galinhas (PE), o 29º Encontro Nacional de Procuradores da República.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

E o procurador-geral Roberto Gurgel acrescenta: “A partir do momento em que o julgamento se iniciou, não seria possível falar em delação premiada, porque ela vem apenas até a fase de conclusão, finalização da instrução criminal, que se encerrou, na verdade, no início do ano passado”.

Como sabe, em setembro Marcos Valério marcou espontaneamente uma audiência com o procurador-geral e fez novos relatos sobre o caso, que incluem menções ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ex-ministro Antonio Palocci.

O quer pode acontecer

Com o novo depoimento de Valério, agora a Procuradoria Geral da República está analisando se abre ou não novo processo para investigar a veracidade dos dados.

A revista Veja, que tem acesso privilegiado a Valério, está publicando em capítulos o teor do novo depoimento dele.

No número que está nas bancas, a revista diz que Lula e Gilberto Carvalho estavam sendo chantageados em função da morte do prefeito petista Celso Daniel, de Santo André, marido do atual ministra Miriam Belchior.

Carvalho era secretário de governo em Santo André.

É possível, portanto, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda venha a ser julgado pelo mensalão, caso haja fortes evidências de que ele era o mandante do esquema de compra de votos, já que não há dúvidas de que era o principal beneficiário.

O que muitos esquecem é o importante processo em andamento na Justiça Federal, em que Lula é acusado de favorecimento ao Banco BMG, um dos participantes do esquema do mensalão.

Nesse caso, o depoimento de Marcos Valério poderá ser decisivo, embora já existam provas robustas contra Lula e o então ministro da Previdência, Amir Lando, que também está sendo processado junto com o ex-presidente.

Lula e Lando (parece dupla sertaneja) não perdem por esperar.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa 

Tópicos do dia – 01/04/2012

09:10:00
Corrupção: aliado do Ministro da Saúde envolvido em suborno

Nesta semana, além da matéria de capa “O mistério renovado do santo sudário”, a revista Veja traz reportagem sobre como a disputa política pelo comando de hospitais federais motivou jogadas sórdidas, envolvendo deputados federais e um aliado fiel do ministro Alexandre Padilha (Saúde).
Como pano de fundo, a velha disputa de espaço entre PT e PMDB. O aliado do ministro é Edson Pereira de Oliveira, que acompanha Padilha há duas décadas.

Em dezembro, ele deixou o cargo de assessor especial de Padilha alegando razões pessoais, mas a verdade é que caiu por causa da pressão de parlamentares fluminenses. Oliveira poderia ter resistido se não fosse por um detalhe: havia recebido R$200 mil de propina, transferidos em depósitos separados, de emissários de um grupo suspeito de desvios milionários em hospitais do Rio. O suborno foi pago a Edson para que o bando continuasse com um canal aberto junto ao ministério. Os depósitos bancários comprovam que os pagamentos foram feitos em junho de 2011.

Entre os depositantes, estão empregados de uma empresa farmacêutica que recebeu R$3,8 milhões da União desde 2009 – parte deles graças a contratos com hospitais universitários do Rio de Janeiro. Os R$200 mil cobriram uma dívida de campanha de Edson, que havia concorrido nas eleições municipais de 2008. Veja localizou Valsido de Souza, um dos laranjas de Oliveira para receber o pagamento. Ele confirma: “Eu recebi para pagar a dívida de campanha dele”.

09:20:30
Ação entre amigos: projeto de Demóstenes no Senado virou rentável negócio de Cachoeira
Reportagem de Vinicius Sassine, no Correio Braziliense, mostra que uma das principais bandeiras de Demóstenes Torres (DEM-GO) no Senado serviu a um dos ramos de negócio de Carlinhos Cachoeira.

Amigo íntimo do bicheiro/empresário, o senador foi relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do projeto que alterou o Código Penal e a Lei de Execução Penal para permitir o monitoramento eletrônico de presos por meio de pulseiras ou tornozeleiras eletrônicas. Demóstenes incluiu uma emenda no texto que ampliou a possibilidade de uso dos equipamentos.

Diálogo telefônico usado pela Polícia Federal (PF) para a Operação Monte Carlo, obtido pelo Correio, revela que Cachoeira intermediou a compra de 2 mil tornozeleiras eletrônicas, em maio do ano passado: “Carlinhos pede para pegar um negócio em Brasília, 2 mil peças, tornozeleiras de presídios”, cita a PF na transcrição da conversa entre o bicheiro e um funcionário.

Ex-secretário de Segurança Pública e ex-procurador-geral de Justiça em Goiás, Demóstenes é um contumaz defensor do monitoramento eletrônico de detentos com alta periculosidade. Em 2010, pediu apoio aos líderes partidários no Senado para aprovarem o Projeto de Lei nº 175, de 2007, relatado por ele na CCJ. A proposta foi aprovada em maio de 2010 e sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mês seguinte.

09:36:43
Mais um ministro na mira de D. Dilma.
Esquenta a frigideira sob Gilberto ‘Leaks” Carvalho, Secretário Geral da Presidência da República. D. Dilma já está ao pé do fogão.

10:01:35
Brasil: da série “perguntar não ofende”.
Por que o banco do Brasil alega “sigilo” para não revelar as condições de financiamento para a construção do Estádio do Corinthians?

13:10:20
Lei seca. Hospitais econonizam 4,5 milhões de reais.
Apesar da resistência dos pinguços e dos que não conseguem ver além dos próprio interesses, desde a vigência da leiseca, os ganhos sociais, materiais e principalmente de vidas, vais demonstrando a importência monumental da medida.
Aos que argumentam que a lei os proíbe de beber, convém lembrar que não está proibido beber. O que está proibido, e sempre esteve, é dirigir alcoolizado. O resto, é bafo!

13:23:51
Brasil: da série “o tamanho do buraco”.
1. 75% dos brasileiros nunca foram a uma biblioteca. Algo em torno de 142.500.00 de Tupiniquins.
2. Isso equivale a 20% da população da Europa, ou como se toda a população da Alemanha e da Itália jamais entrasse em uma biblioteca.
Putz!


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