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Conheça o jogo inspirado em Pokémon que o Google escondeu no Android

Quem já está no ecossistema Android há algum tempo sabe que a cada nova versão do sistema, o Google esconde uma pequena brincadeirinha ou um joguinho secreto, o popular “easter egg”. No Android 7.0 não é diferente.

A brincadeira envolve colocar um pratinho de comida virtual no seu celular. Depois de algum tempo, um mascote do Android em formato de gato aparece e se junta à sua coleção. Cada gato é diferente, mas é difícil dizer quantas combinações diferentes de felinos existem, mas é possível garantir que há pelo menos 670 deles (porque eu consegui o gato de número 670).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Saiba como funciona:

1. É preciso ativar o easter egg

Isso é feito entrando em Configurações > Sobre o telefone e tocando três vezes rapidamente no item “Versão do Android”. Um grande “N” irá aparecer, simbolizando a versão N do Android. Basta dar um toque rápido e outro longo neste N e um emoji de um gato vai aparecer, ativando o joguinho. Para desligar, basta repetir o processo.Reprodução

2. A área de configurações rápidas passa a ter um prato vazio

Basta exibir a área de configurações rápidas e lá estará o prato vazio. Se ele não estiver lá, você vai precisar editar a posição dos itens na tela para que o prato vazio fique em destaque.

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3. Coloque comida para o gato

Você tem quatro opções: ração, peixe, frango ou uma rosquinha. Para dar comida, basta tocar no prato vazio e selecionar uma das opções.

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4. Espere um pouco

Se você fez tudo certo, dentro de alguns minutos um gatinho vai aparecer. Você pode dar um toque mais longo no prato de comida para ver quais gatos você já encontrou.

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5. Você pode dar diferentes apelidos para seus gatos

Basta tocar em um deles para abrir a opção de alterar nomes.

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Olhar Digital

Inteligência artificial é desafiada a aprender a jogar Minecraft

Projeto da Microsoft quer utilizar game para testar e desenvolver programas inteligentes

Desenvolvedora do Minecraft foi comprada pela Microsoft no ano passado por US$ 2,5 bilhões | Microsoft/Divulgação

Desenvolvedora do Minecraft foi comprada pela Microsoft no ano passado por US$ 2,5 bilhões Microsoft/Divulgação

Para muitos pais pouco familiarizados com o universo dos videogames, o Minecraft é um fenômeno difícil de compreender.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]
Um jogo com gráficos pobres e quadrados e sem um objetivo aparente, mas capaz de hipnotizar crianças e adolescentes que se revezam entre os controles e os milhares de vídeos do game no YouTube, postados por jovens celebridades como o londrinense Rezende Evil.

No entanto, o popular jogo que mistura construção de ambientes com exploração, lembrando uma espécie de “Lego virtual”, tem muito mais a oferecer do que parece aos olhos de estranhos.

A Microsoft anunciou nesta semana um novo projeto, chamado de AIX, em que pesquisadores da empresa vão utilizar o jogo para desenvolver e testar programas de inteligência artificial.

Na prática, o AIX é uma plataforma de desenvolvimento de softwares que os cientistas da empresa vão usar para criar personagens dentro do game que farão o mesmo que um jogador comum: criar construções, explorar os ambientes e combater monstros. A diferença é que esses personagens serão movidos pela inteligência artificial.

O projeto está sendo conduzido por cinco cientistas de computação da Microsoft. A intenção não é programar o personagem para que ele faça ações básicas de forma automática dentro do Minecraft, mas sim treinar a inteligência artificial para que ela aprenda, por si só, como fazer coisas simples dentro do ambiente do jogo, incluindo escalar os blocos ou levantar construções.

Assim, o desafio dos pesquisadores será fazer com que esses personagens se comportem como o avatar comandado por um humano, que dá de cara com o jogo pela primeira vez, sem nem sequer conhecer os comandos.

“Nós estamos tentando programar a inteligência artificial para aprender, em vez de programá-la para fazer tarefas específicas”, diz em nota divulgada pela Microsoft Fernando Diaz, um dos pesquisadores.

Ferramenta

A intenção da Microsoft – que comprou a desenvolvedora do Minecraft ano passado por US$ 2,5 bilhões – é passar a disponibilizar a plataforma AIX para outros pesquisadores e cientistas de instituições públicas e privadas ao redor do mundo.

A previsão é que nos próximos meses a AIX comece a ser disponibilizada por meio de uma licença com código aberto – o que permite a desenvolvedores fazer suas próprias alterações e incrementos.

“O Minecraft é a plataforma perfeita para este tipo de pesquisa porque oferece um mundo muito aberto”, relata a desenvolvedora da Microsoft e responsável pela AIX, Ktja Hofmann. “Você pode fazer um modo de sobrevivência, fazer ‘batalhas de construções’ com seus amigos, pode dar cursos, implementar seus games próprios. Isto é realmente excitante para inteligência artificial porque permite a nós criar games que vão além da capacidade atual”, completa.
Rafael Waltrick

O olho do Grande Irmão: Pokémon Go é máquina de coleta de dados”, alerta especialista

Aplicativo armazena informações “exatas e detalhadas” sobre cada movimento do usuário e pode condicionar o comportamento do consumidor, afirma comissária alemã para privacidade.

Screenshot de tela com um monstro do aplicativo Pokémon Go

A comissária para a privacidade no estado alemão de Schleswig-Holstein, Marit Hansen, lançou um alerta sobre o Pokémon Go. Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt publicada nesta sexta-feira (05/08), Hansen afirmou que o jogo armazena dados “exatos e detalhados” de cada movimento dos usuários pelas ruas.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“É uma máquina gigante de coleta de dados”, disse, acrescentando que o aplicativo de realidade aumentada, além de espionar, também pode condicionar o comportamento do consumidor.

A Niantic, empresa baseada na Califórnia e que ajudou a desenvolver o jogo, não buscou apenas acesso a câmeras e microfones, mas também disponibilizou uma ferramenta de marketing para “deliberadamente orientar” os usuários do jogo aos chamados “Pokestops” em estabelecimentos comerciais, afirmou Hansen.

A especialista em política de privacidade apontou também para a falta de controles legais, repetindo diversas advertências recentes sobre o aplicativo feitas em Nova York, na Austrália e nos Emirados Árabes Unidos.

“Como o jogo utiliza um provedor de fora da Europa, não temos o apoio jurídico para agir”, disse Hansen, referindo-se às disputas entre União Europeia (UE) e os EUA sobre a transferência de dados transatlânticos e a cooperação da Niantic com o Google Maps.

No mês passado, a Federação das Associações Alemãs de Consumidores (VZBV, na sigla em alemão) disse que contestou 15 cláusulas dos termos de uso e privacidade da Niantic, dando à empresa americana até 9 de agosto para responder. Caso a Niantic não se pronuncie, a VZBV advertiu levar o caso a um tribunal.

“Era do controle total”

O editor-adjunto do Handelsblatt, Thomas Tuma, disse em seu editorial desta sexta-feira: “Pokémon Go é o ponto de partida para uma nova era de controle total.” Em apenas três semanas, 75 milhões de pessoas baixaram o aplicativo – “todas sem terem sido forçadas ou mostrado resistência”, disse Tuma.

“Fisgados, porque é inicialmente gratuito, temos de pagar mais do que nunca com os nossos dados”, incluindo nossas listas de amigos, acrescentou Tuma.

O jogo, lançado no Brasil na noite desta quarta-feira, envolve diversos problemas graves, alerta o editor, porque todos os “monstrinhos são os cavalos de Troia com os quais a indústria da internet abre o caminho para nossas cabeças e nossas carteiras”. “Nós, os usuários, estamos sendo explorados”, disse. “Os que estão sendo capturados somos nós mesmos.”

Campo fértil para criminosos

Na segunda-feira, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, ordenou que o departamento correcional proibisse que os cerca de três mil criminosos sexuais do estado usassem o Pokémon Go.

Uma das ferramentas do jogo, que permite aos usuários colocar iscas para atrair jogadores a locais específicos, possui o potencial de ser usada por “predadores” em busca de crianças, afirmou Cuomo. Em seu site, a Niantic diz que os usuário não podem ter menos de 13 anos de idade para jogar seus jogos.

Nos EUA, a mania Pokémon Go levou pessoas a andar em quintais, calçadas, cemitérios e até mesmo em estacionamentos policiais – sempre em busca dos monstros do famosos desenho animadoPokémon.

Nos Emirados Árabes Unidos, há duas semanas, a autoridade de telecomunicações TRA alertou os usuários para não ativarem as câmeras de seus celulares em casa ou em outras áreas privadas. E na Austrália, a polícia comunicou que um casal foi ameaçado com uma arma num parque ao sul de Sydney.
PV/afp/ap/rtr

Tecnologia: Pokémon Go é prenúncio irritante de algo importante

Você já ouviu falar no Pokémon Go, certo? Trata-se do novo jogo extremamente viral, enlouquecedor, invasor de privacidade, extraordinariamente alarmante e metafisicamente desestabilizador para dispositivos móveis feito pela Niantic.

Pokémon GOPokémon GO: o app pode anunciar uma importante mudança tecnológica.

Pode valer US$ 1,8 bilhão ao ano. E pode anunciar uma importante mudança tecnológica.

Conceitualmente, o aplicativo é bastante simples. Olhando por meio de seus telefones, os jogadores podem ver personagens Pokémon sobrepostos ao mundo ao redor deles.

A ideia é “capturar” as criaturas e perseguir diferentes variedades. As crianças adoram isso.

Mas isto não se resume a um jogo: trata-se do uso rudimentar de algo chamado realidade aumentada.

Usando câmeras e sensores, uma RA mais sofisticada pode projetar gráficos gerados por computador no campo de visão de um usuário, normalmente por meio de óculos ou visores especializados.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

É capaz, também, de mostrar o que o usuário está vendo para colaboradores remotos, que podem, por sua vez, manipular quais gráficos são exibidos.

Para a indústria, esta é uma combinação poderosa. Operários estão experimentando capacetes que exibem alertas de segurança e instruções para maquinários.

Engenheiros estão recebendo a ajuda de aparelhos para consertar equipamentos.

Em vez de lerem manuais técnicos, eles podem utilizar headsets que reconhecem o que estão vendo e indicam o que precisa ser feito.

À medida que esses aparelhos evoluírem, os custos cairão, a precisão aumentará, haverá economia de tempo e os ambientes de trabalho se tornarão mais seguros.

É provável que a tecnologia se espalhe. A Lockheed Martin está usando RA para montar aviões de combate. Um dia, ela poderá ser útil em hospitais ou em canteiros de obra.

O sistema de RA da Microsoft, chamado HoloLens, foi enviado a bordo da Estação Espacial Internacional para que o controle de missão possa ajudar com futuros reparos exibindo anotações no campo de visão de um astronauta.

Até mesmo para alguém tecnicamente inepto, a RA poderia simplificar tarefas como montagens de móveis ou trocas de pneus.

Em cada um desses casos, o poder da RA é projetar os dados ilimitados do ciberespaço no mundo físico. Isto dará às pessoas mais informações sobre seu ambiente, novas formas de manipulá-lo e um meio novo e promissor de colaboração.

Em resumo, transformará as pessoas em ciborgues, mas no bom sentido.

Por tudo isso, o Pokémon Go — assim como seu antecessor nas estranhas colisões virtual-físico, o Google Glass — sugere alguns dilemas iminentes.

Como tudo na era digital, o jogo certamente minará a privacidade. Como os anunciantes poderiam fazer uso de um equipamento assim?

E como evitar que todos vagueiem em meio ao trânsito, que sejam roubados ou que caiam de penhascos?

Essas e muitas outras perguntas provavelmente se tornarão mais urgentes quando essa tecnologia emocionante e alarmante decolar.

Até lá, desfrutem desse jogo esquisito, fãs de Pokémon. Vocês estão jogando com o futuro. E isto só vai melhorar daqui para frente.
Da Bloomberg

O que é o Pokémon Go e por que está causando tanto furor no mundo dos games?

O Pokémon Go já foi mais baixado que o Tinder e virou mania nos Estados Unidos, atraindo atração em todo o mundo. Mas o que é esse jogo? A BBC Brasil explica.

Pikachus dançando
Pessoas vestidas de Pikachu, que voltou a ser mania no mundo
Image copyright AFP

Por que as pessoas não param de falar de Pokémon de novo?

Elas estão falando do Pokémon Go, um jogo de realidade aumentada parasmartphones.

Ele usa seu GPS. Você joga andando pelo mundo real e caçando pequenos monstros virtuais como o Pikachu e Jigglypuff em lugares perto da localização do seu telefone e treinando-os para lutar uns contra os outros.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O sucesso vem da mistura de jogo e realidade. Na tela do telefone você vê o mundo real, como na câmera do seu celular, mas habitado por monstrinho do Pokémon.

Os monstrinhos do jogo se tornaram populares pela primeira vez nos anos 1990, quando foram lançados no Game Boy da Nintendo.

O Pokémon já foi jogo de Game Boy e Nintendo DS, desenho animado e é, há muito tempo, um jogo não tecnológico de troca de cartas, mas esta é a primeira vez que se torna um jogo de smartphone.

EPA
O mundo que você vê na tela no Pokémon Go é o mundo que está a seu redor
Image copyright EPA

Aqui está um pequeno dicionário para você começar a entender um pouco mais do Pokémon:

  • Pokemon = pocket monster (monstro de bolso)
  • Pokestop = landmark (ponto de referência)
  • Pokeball = uma bola que você joga para capturar o Pokemon e treiná-lo
  • Academia = local onde os Pokémons lutam uns contra os outros
  • Pikachu = Pokémon mais famoso e ícone da cultura japonesa

E, como ele te obriga a se movimentar para jogar, ele também pode ajudar a queimar algumas calorias:

Grafico

Como posso jogar?

O Pokémon Go já pode ser baixado pela App Store (iPhone) e Google Play (Android) em diversos países, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.

No Brasil, ainda não há data oficial de lançamento. A Niantic, desenvolvedora do jogo e ligada ao Google, havia decidido adiar o lançamento em outros países porque, com tanto usuários, o game estava tendo problemas.

Mas nesta semana a empresa retomou a expansão do aplicativo, tornando-o disponível na Europa. Isso pode significar que o game estará disponível para brasileiros em breve.

O jogo pode ser baixado de graça, mas assim como muitos aplicativos gratuitos, há coisas para comprar com dinheiro de verdade quando você já está jogando.

Irmãos jogando no telefonePessoas estão indo para locais que não frequntavam antes atrás de Pokemons
Image copyright AP

Qual foi a coisa mais estranha que aconteceu com alguém jogando?

Hmm, pergunta difícil.

Um mulher americana encontrou um corpo enquanto procurava um Pokémon em um rio perto da sua casa. A polícia disse que o homem havia morrido há menos de 24 horas.

Quatro pessoas foram presas após usar o jogo para atrair participantes para locais remotos e roubá-los a mão armada. Em resposta, os criados do Pokémon Go disseram que as pessoas devem “jogar com amigos quando forem para lugares novos e desconhecidos” e “lembrar de se manter em segurança e alerta todo o tempo”.

MugshotsPolícia do Missouri publicou fotos de suspeitos de roubar usando o Pokémon Go

O grupo homofóbico Westboro Baptist Church, nos Estados Unidos, é uma das locações das academias no jogo, e jogadores colocaram uma Pokemon “Crefairy”, que é rosa, chamada “Amor é amor” lá. O grupo – o mesmo que faz protestos homofóbicos em enterros de gays – respondeu com uma série de posts nas redes sociais chamando o Pokémon de sodomita.

Também há muitos relatos de pessoas caindo e se machucando porque não prestam atenção no que está a sua frente ao jogar.

Devo me preocupar com minha privacidade?

Algumas pessoas disseram que, como o jogo funciona em tempo, se você está perto de outro jogador no game você provavelmente consegue vê-los na vida real.

Quando você se inscreve no jogo, você permite que a Niantic Labs use sua localização e a compartilha pelo app.

É a mesma coisa que todos os aplicativos de redes sociais pedem, mas no Facebook, Twitter e afins você pode desligar esta função, enquanto se você fizer isso no Pokémon Go você não consegue jogar o jogo direito.

E esse sucesso estrondoso do jogo?

O game é um sucesso mesmo.

Ele acrescentou mais de US$ 7 bilhões de valor a Nintendo devido à subida das ações da empresa desde seu lançamento.

O jogo parece estar fazendo sucesso em dois mercados – os adolescentes que estão jogando pela primeira vez e as pessoas com cerca de 30 anos que lembram da febre pela primeira vez e estão curtindo uma nostalgia.

Pokemon
O Pikachu era assim quando apareceu na TV pela primeira vez, em 1997
Image copyrightAP

O Pokémon Go já foi instalado em 5,16% de todos os smartphones com sistema Android nos EUA, de acordo com o site SimilarWeb. É quase o dobro do Tinder – e espera-se que, em breve, o app supere o Twitter em usuários ativos.

Grafico

Nos últimos 30 dias, o termo Pokémon Go foi buscado no Google quase tantas vezes quanto “Brexit”, a saída do Reino Unido da União Europeia.

Até a pornografia, que sempre é muito buscada na internet, foi superada pelo interesse no app.

Grafico

Design – Estudantes brasileiro usam game Tetris como inspiração para mobiliário

Estudantes brasileiros usam ‘Tetris‘ para mobiliar casas de gamers. Móveis inspirados no jogo clássico têm diferentes cores e formatos. Projeto da Universidade Federal do Paraná foi criado para concurso.

Se o projeto se concretizar, é possível que uma linha de móveis criada por dois universitários brasileiros invada futuramente as casas dos gamers.

Isso porque Diego Silvério, 23, e Helder Filipov, 21, se inspiraram no jogo “Tetris” para desenvolver peças modulares e coloridas usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos.

Peças modulares poderão ser usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos.

Os estudantes de design da Universidade Federal do Paraná criaram o projeto para um concurso realizado em 2007 e têm a intenção de tirá-lo do papel, assim que encontrarem parceiros. “A ideia surgiu como uma brincadeira. ‘Tetris’ é um jogo bem conhecido, que jogávamos quando crianças”, afirmou Silvério ao G1. Segundo ele, os móveis são conceituais, mas não deixam de lado a funcionalidade.



Móveis inspirados no jogo clássico têm diferentes cores e formatos.
Projeto ainda não saiu do computador; estudantes buscam parceiros para produzir os móveis.

Juliana Carpanez –  do G1


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Empresa do game “Mortal Kombat” recorre à lei de falências

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A crise chegado também no mundo dos entretenimentos

A empresa de norte-americana de desenvolvimento em jogos Midway Games, responsável pelo famoso jogo “Mortal Kombat“, entrou com um pedido de concordata na quinta-feira (12). A empresa afirmou que, ao final do mês de setembro de 2008, tinha dívidas de US$ 281 milhões, enquanto seus ativos somavam US$ 167,5 milhões.

O pedido se baseou no capítulo 11 da lei de falências dos EUA, que permite que uma firma em dificuldades financeiras inicie uma reestruturação sob supervisão de um juiz –o equivalente americano da concordata.

A recorrência à lei de falências vai contra o sucesso do lançamento do game “Mortal Kombat vs. DC Universe”, cujas vendas ficaram entre 2 milhões de cópias desde o lançamento no ano passado. O número, segundo o jornal “Los Angeles Times”, é a melhor marca da série de jogos de luta.

Vídeo do Game “Mortal Kombat vs. DC Universe”

Apesar disso, é provável que não seja o fim da empresa, que já havia passado por problemas semelhantes há alguns anos, e que recorreu ao pedido de ajuda de investidores e à corporação de entretenimento National Amusements, em um total de US$ 240 milhões para quitar os débitos.

Analistas disseram que é improvável que a empresa encerre suas atividades. A concordata significa a interrupção momentânea da cobrança dos credores, disse Michael Patcher, um analista da seguradora Wedbush Morgan.

A Midway emprega 550 pessoas em estúdios de desenvolvimento localizados em San Diego, Chicago e Seattle, nos EUA. Também há um escritório na Inglaterra.

da Folha