João Nogueira Jucá: Um herói cearense

Santinho da missa de sétimo dia de João Nogueira Jucá, estudante que se tornou herói ao salvar vidas em incêndio ocorrido na Casa de Saúde César Cals, em 11 de agosto de 1959.setimo-dia-joao-nogueira-jucaincendioheroifortalezamaternidade-cesar-calscearablog-do-mesquita

João Nogueira Jucá, na época com 17 anos, voltava de uma aula de halterofilismo quando passou próximo à Casa de Saúde César Cals e percebeu um incêndio causado pela explosão de um depósito de éter.

O estudante enfrentou o incêndio e tirou o maior número possível de paciente do interior do prédio. Quando estava dentro do hospital retirando mais uma vítima, João Nogueira foi atingido pela explosão de um tubo de éter.

Após 11 dias internado, João Nogueira faleceu juntamente com mais 25 pessoas no incêndio.

Por seu ato de bravura, João Nogueira já foi homenageado várias vezes.

Tornou-se 1º bombeiro honorário do Corpo de Bombeiros do Ceará; membro honorário da Associação dos Ex-alunos do Colégio São João; e patrono da campanha contra a pena de morte no Ceará.

Na praça da Lagoinha há um busto em sua homenagem.

m 2001, o auditório do Colégio Odilon Braveza (sucessor do Colégio São João) recebeu o nome do jovem herói e, em 2002, foi inaugurada a Escola Estadual João Nogueira Jucá.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Eleições 2017: Platão, Rousseau, Marx e o Bode Ioiô

Assisti o último dia de propaganda política – lembrem-se; não é grátis. Nós que pagamos, pois as emissoras abatem o valor da exibição no IR – , espantado, e, compungido, com as apresentações dos diversos candidatos a Prefeito dessa infelicitada Fortaleza.

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Alvíssaras! Estamos salvos!

Os pretendentes à ex-celências – a exemplo das já ficcionais publicidades oficiais que nos bombardeiam, e esbanjam nossos impostos com delícias existenciais que nem a mítica Shangrilá possuía – , também nos acenam, os candidatos, à pantomima de outubro, com o paraíso na taba dos Alencares.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

De educação em padrões Suíços, a hospitais para humilhar Suecos, tudo será
possível. Penso em convencer meus filhos a abandonarem a “paleolítica” vida na Europa, e voltarem a habitar sob os coqueirais que um dia sombrearam o romance entre Ceci
e Peri.

Também eu, com tantos corredores exclusivos, ciclovias e ônibus fabricados pela RollsRoyce, penso seriamente em vender meu prosaico Ford K 2008, e desfrutar da fantástica mobilidade urbana que brotará da canetada do eleito.

Continuo afirmando que não há diferença entre partidos e candidatos. É uma grande, enorme, descomunal ópera bufa. A elite informada e a mídia, que oscila entre o parcial e o venal – saliento aqui, contudo, que não existe lei em nosso ordenamento jurídico que obrigue a nenhum órgão de imprensa ser imparcial – sabem disso.

Assim mantêm essa alternância entre os mesmos, locupletam-se nas concorrências, e esbravejam indignação nos convescotes sociais.

Agora que o PT foi obrigado a largar o osso, em quem irão colocar a culpa? Ou pensam que acabarão os Arrudas, Demóstenes e os Eduardo Azeredos – esse o criador do mensalão mineiro, apeado da presidência do PSDB por primeiro usuário do Marcos Valério? – ou os velhos, novos e novíssimos coronéis? E há um que fala em “faremos uma nova política”!
Hahaha! O cara é apoiado por dois dos atuais “coroneizões”!

Pelo que eu saiba, o bom Samaritano ficou na poeira bíblica. Não os há mais.
Àquela época não havia clonagem. E Irmã Dulce, Madre Tereza e/ou Frei Damião, jamais se dariam ao emporcalhamento.

Mas estou aí para a política.

É da minha natureza enfrentar moinhos, e não, aproveitá-los somente a brisa. Com podem ler constantemente em meus ‘posts’ nos blogs e em redes sociais, “resistir é preciso”. O PT foi apenas a cambada da hora, foi, e é?, – veremos – o espelho do momento. Eu caminho entre farsas, ancestralmente desde o Baile da Ilha Fiscal patrocinado pela família imperial(sic) brasileira à época.

De Rousseau, com seu farsesco ‘Contrato Social’, aos candidatos à Prefeitura de Fortaleza, são todos mentirosos, prometendo o que sabem que não entregarão, despidos de compromissos com o povo, e imbuídos tão somente em realizarem seus próprios interesses, e retribuírem os financiamentos recebidos para suas eleições.

Lamento pelos que, não faço juízo de valor dos motivos que os impulsionam, pensam, ou melhor acreditam, defendem e propagam, que existe somente a dicotomia entre o claro e o escuro.

Todos, de Platão, com sua monumental, e literalmente, platônica defesa do homem
cordial, a Marx, autor da surrealista ficção da possibilidade da existência de um coletivismo produtivo; de Adam Smith – esse parece não ter lido “O Mercador de Veneza” de Shakespeare, caso contrário sua obra “A História da Riqueza das Nações”seria mais realista e menos pragmática – , à “Mademoiselle Lagarde” são falaciosos, para ficar em um adjetivo mais ameno.

Karl Marx, em 18 de Brumário, 1852, livro escrito para explicar o golpe de Estado dado por Luis Napoleão, sobrinho do velho Napoleão, cita Hegel quando este afirma que todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E acrescenta a sua famosa frase: “a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. Herbert Marcuse arremata para concluir que a repetição de um evento como farsa pode ser ainda mais terrível do que a tragédia original.

Bode Ioiô é a opção menos cínica.

A intolerância é geral

A intolerância com o que é diverso se espalha como epidemia. A Taba dos Alencares já foi um dia um terreiro mais acolhedor.
O Editor
Intolerância Religiosa,Imigrantes,Islamismo,Fortaleza,Preconceito,Blog do MesquitaVítimas do extremismo. Atentados geram hostilidades contra muçulmanos
Foto: Camila de Almeida/O Povo


Ação extremista do Estado Islâmico cria um ambiente de intolerância e hostilidade contra comunidade religiosa. O POVO apresenta relatos e discute a situação com especialistas.

Na tarde quente de novembro em Fortaleza, três mulheres andam com a cabeça, o colo e o pescoço cobertos. São muçulmanas e vestem o véu (chamado hijab), conforme a religião orienta. “Vamos sair daqui que essas aí são do Afeganistão”, dizem dois homens que passam por elas. Eles riem. Elas não.

As mulheres não discutem. Seguem, apenas. Colocam óculos escuros e tentam abstrair os insultos, ali na região da Maraponga. Uma delas é a síria Motiaa Halabieh, de 40 anos, que vive no Brasil há 25 anos, os últimos seis em Fortaleza.

“Vem dizer na minha cara, seu velho! Anda, fala na cara!”, grita a mulher na sala de espera de um órgão estadual. É o segundo constrangimento em menos de meia hora. Ela conta ter sido chamada de “terrorista” por um homem, em meio à sessão de fotos para O POVO. Acuado, o suposto agressor sai sem dar explicações.
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“Moro há muitos anos no Brasil e nunca tinha passado por isso”, relata Motiaa, com mãos e lábios trêmulos. “Acho que andam ouvindo muita bobagem. Nunca tive problemas antes, não com essa agressividade”, narra. Por 15 anos, ela viveu em Foz do Iguaçu, no Paraná, onde a comunidade árabe é grande. Agora, ela quer voltar para lá, um lugar com clima mais amigável para islamitas.

O episódio ocorreu na última semana, poucos dias após os atentados na França, no Líbano e na Nigéria, que juntos deixaram mais de duas centenas de mortos. Ainda que esteja a quilômetros do foco dos ataques de extremistas religiosos, que usam o Islã para defender seus ideais, a população não-muçulmana no Brasil anda desconfiada.

O receio se espalha pelo mundo. Na Internet e na política, surgem os que condenam todos que seguem o Islã como se fossem uma legião de fanáticos. Mas o medo justificaria as ofensas?

Para a advogada do Escritório de Direitos Humanos Frei Tito, Luanna Marley, esse tipo de comportamento é considerado discriminação e está passível de punição já que a Constituição Federal garante liberdade religiosa.

“Ainda tem o fato de atribuirem falsamente um crime a alguém que não cometeu. E isto é calúnia. Nosso código penal é bem preciso quanto a este tema”, afirma, sobre os que acusam pessoas de “terrorismo”. Segundo a especialista, a pena para os crimes de xenofobia (discriminação de origem) e intolerância religiosa varia de um a três anos de prisão.

Outras histórias
Convertida há três anos, a cearense Aminah Sales também teve sua cota de discriminação após os atentados. “Já tinha ouvido muito no ônibus, mas depois dos ataques, perto da minha rua passaram no carro e gritaram “terrorista’”, narra. Ela costumava trabalhar como professora, mas decidiu deixar a profissão após ser proibida de usar o véu nas dependências da escola.

O estudante de química Yahya Simões, de 27 anos, conta que tem sido mais difícil achar emprego desde que se converteu e passou a usar vestes islâmicas. “As pessoas não gostam de você parar para fazer oração ou manter a barba longa. Há falta de entendimento e de abertura”, diz. Ele também enfrenta resistência da família que, segundo afirma, não entende sua religião.

Um migrante africano muçulmano, casado com uma brasileira, desistiu de dar entrevista. Segundo ele, a família evangélica da mulher não aceita a união e, portanto, não quer expor a história na mídia.

Nas próximas páginas, são abordadas ações de muçulmanos para tirar a má impressão deixada pelos extremistas. As consequências da intolerância são analisadas por especialistas. E por fim, relatos comparam a situação do Brasil à de países que fazem parte da lista de alvos potenciais dos terroristas.
Fonte: Jornal OPovo

Empresa angolana fecha acordo com Fortaleza para construir data center e cabo submarino

Em evento realizado nesta sexta-feira em Fortaleza, a empresa de telecomunicações Angola Cables fechou uma nova parceria com o governo local. O acordo permitirá que a companhia construa um novo data center movido a energia sola na cidade e ainda comece a implantar um cabo submarino ligando a cidade brasileira e Luanda, capital angolana.

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O cabo de 6 500 Km de extensão e 40 Tbps de capacidade de transmissão será o primeiro a cruzar a parte sul do Oceano Atlântico e a ligar o Brasil diretamente com a África sem vir ou ir a outro continente ou país.

Por isso mesmo, a obra é vista como uma boa “rota alternativa” pelo presidente da Angola Cables, António Nunes.

Até agora, praticamente toda a comunicação intercontinental brasileira passa em algum momento pelos EUA, enquanto os dados enviados por países africanos precisam encarar o território europeu antes de irem a outras regiões.

Em entrevista a INFO, o executivo disse estar com “expectativas muito grandes”, já que a ligação direta deverá acelerar a comunicação entre os dois países.

Segundo comunicado enviado pela empresa, o percurso entre Brasil e Angola será feito em apenas 63 ms – o que é bem menos do que um piscar de olhos.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O cabo submarino também será útil no futuro para conectar o território brasileiro com a Ásia, por exemplo, colaborando para reduzir o tempo de “viagem” de informações, que precisam hoje dar uma bela volta.

Em relação ao novo data center, a construção deverá ser abastecida por energia solar e ocupará uma área de 3 mil metros quadrados na Praia do Futuro, em Fortaleza.

O local servirá como estação para o novo cabo submarino, batizado de South American Cable System (ou SACS), e também para o Monet, que foi anunciado no ano passado e é fruto de uma parceria da mesma Angola Cables com Google, Algar Telecom e a uruguaia Antel.

O valor do investimento da empresa africana no Brasil chega aos 72 milhões de reais, sendo 35 milhões desse total colocados diretamente em Fortaleza.

O restante será destinado a expandir a rede aos EUA e a São Paulo, o que dará a Angola e a outros países da África um novo caminho para que seus dados trafeguem – o que parece ser justamente um dos objetivos da companhia chefiada por Nunes.

A conclusão do cabo e do data center está prevista para daqui 18 meses, ou seja, para o primeiro trimestre de 2017.

A ideia de ligar o Brasil diretamente a outro país sem depender de intermediários é também vista como uma forma de fugir do monitoramento da NSA, a agência de segurança norte-americana.

Além desse novo acordo, o governo nacional anunciou em outubro do ano passado que investirá 185 milhões de dólares na construção de um cabo entre Fortaleza e Portugal.
Gustavo Gusmão, de INFO Online

Sugestão para a “nova” Praça Portugal

Nova Praça Portugal?
Martin De Pasquale,Blog do Mesquita

Já que adoramos tanto a destruição do patrimônio histórico para beneficiar o bicho automóvel – aliás não sei pra que essa besteira de se preocupar com pedestres, história, memória afetiva e outras baboseiras. Né não? – seguem duas sugestões para imortalizar os devastadores:

1 – Eleger o Tatu como animal símbolo da cidade;
2 – Construir esse monumento – foto acima – dedicado a louvar às quatro-rodas, no lugar da Praça Portugal.


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Fortaleza: o Afeganistão é aqui

Ilustrando Notícias - Armas Blog do MesquitaA coluna cervical como é contumaz já incomoda, mas não tão dolorido quanto ler:

1. Com a média de 10 assassinatos por dia, Fortaleza continua bem colocada no “ranking” mundial.
2. Registrados 282 assassinatos em janeiro na RM Fortaleza.
3. Bandido foi preso portando um revolver e uma cimitarra, espada gigante árabe, usada para cortar cabeça dos infiéis.

Assim:
1. Que as “otoridades” e seus asseclas não desanimem.

2.Que continuem na segurança de seus carros blindados, nos refrigerados gabinetes cercados por seguranças aprimorando a incompetência, o desprezo pelo povo e a “sarfanagem” generalizada, que certamente em breve levarão Fortaleza ao lugar mais alto do podium.


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Em Fortaleza, o Réveillon virou batalha política

Nariz de palhaço Blog do MesquitaNum instante em que está todo mundo com Jingle-bell na cabeça, os políticos cearenses conspiram contra a magia do copo erguido do Réveillon.

O deputado estadual Fernando Hugo (Solidariedade) acusa o grupo da ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins (PT) de organizar um ‘vaiaço’ contra o sucessor Roberto Cláudio (ex-PSB, hoje no Pros).

Segundo ele, o atentado sonoro ocorrerá na festa de queima de fogos, no aterro da Praia de Iracema.

Fernando Hugo, o acusador, não dá nome aos bois. Diz apenas que “asseclas” de Luizianne Lins estariam tramando constranger Roberto Cláudio, um político do grupo do governador Cid Gomes (Pros).

Mirando abaixo da linha da cintura, o deputado disse que os petistas do Ceará deveriam “passar o Ano Novo na Papuda.” Luizianne e seus correligionários ainda não se manifestaram sobre o ataque.

Aos pouquinhos, turistas e moradores de Fortaleza vão perdendo o direito de usufruir do 31 de dezembro como uma Tordesilhas anual, linha imaginária que separa com um abraço de afeto os infortúnios do ano velho do Feliz Ano Novo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Na virada de 2011 para 2012, Luizianne foi vaiada na Praia de Iracema.

Na passagem para 2013, na bica de deixar a prefeitura, Luizianne cancelou a festa. Seu desafeto Cid Gomes remarcou o evento, assumiu o investimento e comandou a contagem regressiva do Réveillon ao lado de Roberto Cláudio, que prevalecera na briga contra o PT nas urnas de dois meses antes.

Mais um pouco e o povo perceberá que talvez não valha a pena bater palmas para maluco dançar.
Josias de Souza

A cidadania que você não vê por aqui

Da série “Caminhando pela Cidade” – Cidadania

Fotos, flagrantes, Caminhando Pela Cidade, Cidadania - Av. Padre Antônio Tomás 10h 19Dez2008Av. Padre Antônio Tomás, Fortaleza – 08:00 h – 07 de dezembro de 2013
Foto: José Mesquita

Ando registrando as “pequenas” contravenções, cometidas por todos nós, e que achamos não ser significativas para o “kaos” urbano.

É provável que o motorista da foto aí acima, critique – como culpados pelos problemas do país -, o vizinho, o síndico do prédio, as autoridades do trânsito pelos problemas do tráfego, o Vereador, o Prefeito, o Deputado, o Governador, o Senador, o Presidente da República, “et caterva”, e não se ache ele próprio responsável pelo não funcionamento organizado da sociedade através do respeito às leis e aos direitos dos outros.

Metaforicamente, o tecido social é como se fora um grande lençol esticado.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Esse tecido se esgarça, – rasga, rompe -, com pesos, contravenções e outros aparentemente inofensivos “pecadilhos” que sobre ele sejam jogados. É preciso entender os brasileiros, que pequenos desrespeitos às normas estabelecidas, seja aquela simples parada na paralela para deixar o filho no colégio, o papel jogado ao chão, ou a “rápida” estacionada para desembarcar uma mercadoria em um estabelecimento, somados, provocam o mesmo dano ao tecido social, tal e qual um “tijolão” tipo mensalão ou o peso da boiada do Renan Calheiros.

De uma forma ou de de outra, fazemos parte da turma “O Brasil tá errado! Menos eu!”

A zorra urbana na Capital do Ceará, atinge níveis insuportáveis para o cidadão contribuinte. O desrespeito, cotidiano, crescente e acintoso à cidadania e ao direito dos outros, é encarado como natural. Aqueles que reclamam das calçadas ocupadas por mesas, cadeiras, bancas de revistas e expositores de mercadorias, são tachados, no mínimo, de chatos.

Some-se a isto tudo os estacionamento em fila dupla nas portas dos colégios e centros de compras, e o pior, veículos dos mais variados tamanhos, parados em ruas congestionadas nas portas de estabelecimentos enquanto fazem entregas, tornando o tráfego um inferno.

Ah!, não esquecer da praga das músicas, tocadas em volumes tipo rompe-tímpanos, oriunda de bares, botecos e veículos.

Argh!