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Moçambique,Catástrofes,Fome,Blog do Mesquita

Moçambique; Situação ainda é dramática

Moçambique,Catástrofes,Fome,Blog do MesquitaNo mês passado, o ciclone Idai devastou o sudeste da África, causando mais de mil mortes. Milhões de pessoas ainda lutam para sobreviver, relata a ativista humanitária Ninja Taprogge, em entrevista à DW.

Ninja Taprogge trabalha na seção alemã da organização de ajuda humanitária CARE. Atualmente, ela se encontra em Moçambique, em regiões que até agora não haviam recebido apoio.

Em entrevista à DW, ela relatou que apenas 23% dos 250 milhões de euros reivindicados foram garantidos pelas Nações Unidas. “Isso é muito pouco e realmente nos preocupa como organizações de ajuda.”

“É importante fornecer ajuda imediata porque algumas pessoas não comem nada há quatro semanas. Temos que distribuir comida agora mesmo”, apontou a ativista.

Deutsche Welle: Você está atualmente em Moçambique, o país mais afetado pelo furacão Idai. Qual a sua impressão da situação?

Ninja Taprogge: A situação em Moçambique ainda é dramática. Acabei de chegar da região da Beira. Muitos lugares ainda estão afetados por enchentes. Estivemos há poucos dias num pequeno vilarejo chamado Guarda Guarda.

Lá, as pessoas não receberam nenhuma ajuda. Distribuímos comida para 2 mil famílias. Cada uma delas recebeu 30 quilos de arroz, cinco quilos de feijão e dois litros de óleo.

O que as pessoas lhe dizem no local?

Falei com uma mulher que há semanas come apenas o milho que encontrou em seu cultivo. A região ao redor do vilarejo estava completamente inundada. Ela também me mostrou o milho. Ele cheirava mal e estava totalmente sujo.

Ela me disse que um de seus filhos agora está com dor de estômago e sofrendo de diarreia. Nós também visitamos as plantações – elas foram completamente destruídas.

Com são as condições de vida das pessoas?

Muitos moram em abrigos. O governo acabou de divulgar novos números hoje. As pessoas vivem juntas num espaço confinado. Mais de 240 mil casas foram gravemente danificadas ou destruídas.

Levará muito tempo até que possam ser reconstruídas. Nós ajudamos distribuindo lonas e cordas para as famílias, para que elas possam ao menos montar acomodações temporárias.

Toda a infraestrutura também foi severamente afetada pelo ciclone Idai. Muitas escolas foram destruídas. Ajudamos a montar barracas para que aulas possam ser dadas novamente às crianças.

Que outras doenças são também problemáticas?

Especialmente malária. Abrigos temporários ou mesmo famílias que dormem ao ar livre contam com mosquiteiros para se proteger da doença. A propagação da enfermidade é uma grande preocupação para nós e outras organizações de ajuda no momento.

Quanto tempo a CARE pretende atuar no local? A ajuda é suficiente?

O maior problema continua sendo o fato de as plantações estarem completamente destruídas. Segundo estimativas de especialistas, mais de 700 mil hectares de terras agrícolas foram danificadas pelas inundações. É importante fornecer ajuda imediata porque algumas pessoas não comem nada há quatro semanas. Temos que distribuir comida agora mesmo.

Mas também temos que ficar lá por mais tempo. As pessoas precisam de sementes suficientes para trabalhar em seus campos novamente. No momento, esta crise está completamente subfinanciada. Apenas 23% dos 250 milhões de euros reivindicados foram garantidos pelas Nações Unidas. Isso é muito pouco e realmente nos preocupa como organizações de ajuda.

O que precisa acontecer em termos concretos nos próximos meses?

Precisamos de dinheiro para continuar a fornecer apoio imediato, mas também para construir e ajudar as pessoas a reconstruir suas casas. Precisamos dar às pessoas algo para ajudá-las a refazer suas plantações e garantir renda para suas famílias.

Turquia,Comunismo.Pobreza,Desigualdade,Fome,Blog do Mesquita

Redução da desigualdade não conduz ao comunismo

Turquia,Comunismo.Pobreza,Desigualdade,Fome,Blog do MesquitaPessoas fazem fila para comprar legumes e verduras baratos em Istambul, na Turquia

Economista Branko Milanovic diz que desigualdade social se tornou um dos principais fenômenos do mundo ocidental e que ela está na origem da ascensão dos partidos populistas de direita.

A ascensão de partidos e candidatos populistas de direita em vários países ocidentais não se deve à migração ou a um nacionalismo latente, mas à perda de poder econômico pela classe média, afirmou o economista sérvio-americano Branko Milanovic em entrevista à DW.

“A classe média perdeu poder econômico em comparação com o 1% mais rico ou os 5% mais ricos. Isso causou a busca por um bode expiatório. O que se vê no cenário político tem raízes econômicas”, disse Milanovic, um dos mais renomados pesquisadores mundiais da desigualdade social.

Para ele, a luta contra a desigualdade se tornou mais difícil. “A globalização torna quase impossível limitar o fluxo de capital – os ricos simplesmente colocam o dinheiro no exterior. Altas taxas de impostos perderam a popularidade, e o ceticismo em relação ao Estado e à redistribuição está crescendo. A classe média não está mais disposta a pagar mais impostos e tributos.”

Milanovic também criticou a chamada Terceira Via, adotada pela esquerda europeia nos anos 1990, e que muitos analistas políticos consideram o início da atual crise da social-democracia europeia.

Ele foi economista-chefe do Departamento de Pesquisa do Banco Mundial e atualmente leciona na Universidade da Cidade de Nova York, além de ter publicado inúmeros livros e mais de 40 estudos sobre desigualdade e pobreza.

DW: O senhor tem sido muito requisitado ultimamente. O que a elevada procura por um pesquisador da desigualdade social diz sobre o mundo?

Branko Milanović: É uma boa pergunta. Isso mostra que a desigualdade social se tornou um dos principais fenômenos do mundo ocidental, sobretudo por causa das consequências políticas dela: o declínio da classe média, a ascensão da extrema direita e do assim chamado populismo e a perda de importância do Ocidente em relação à China.

O senhor acredita que os partidos de extrema direita estão ganhando espaço em razão da desigualdade social?

Sim. Se observarmos as mudanças no cenário político ocidental, incluindo os Estados Unidos e os antigos países do bloco oriental, como Polônia e Hungria, vemos que o chamado populismo – eu não gosto desse termo – resulta das mudanças econômicas. Pode-se dizer que as pessoas pensam e votam de maneira diferente por causa da migração, ou que o nacionalismo latente sempre esteve presente. Mas essa explicação é insuficiente.

Uma explicação melhor é que a classe média perdeu poder econômico em comparação com o 1% mais rico ou os 5% mais ricos. Isso causou a busca por um bode expiatório. O que se vê no cenário político tem raízes econômicas.

Mas muitos dos “abandonados pelo sistema” repetem os piores elementos do discurso nacionalista dos partidos populistas de direita. O que a esquerda fez de errado para não alcançar essas pessoas?

A esquerda acabou numa situação em que não tem políticas reconhecíveis. Foi um erro acatar a política neoliberal com disposição superior até mesmo à dos conservadores.

O senhor se refere a Tony Blair e Gerhard Schröder?

Exato, e também Bill Clinton. Claro que hoje é fácil perceber que a esquerda cometeu um erro, mas, na época, não era fácil formular uma política contra os princípios já dominantes da globalização. Hoje a social-democracia paga o preço, mas, na época, não havia muitas alternativas.

A igualdade social e os princípios liberais do capitalismo são contraditórios? Pois, quando se fala de igualdade, muitas pessoas temem o que os comunistas soviéticos chamavam de nivelamento [no sentido de tornar todos iguais].

Essa crítica é absolutamente errada. Nem todos que falam em igualdade defendem o nivelamento e o comunismo. Igualdade e desigualdade não são categorias binárias. É como a temperatura: se 40 graus é quente para mim, isso não significa que eu queira morar na Sibéria. Ou seja: eu não estou dizendo que não deveria haver desigualdade, até porque isso seria impossível.

A redução da desigualdade não conduz ao comunismo. Entre 1945 e 1980 nós tivemos no Ocidente períodos com partidos trabalhistas, social-democratas e até conservadores, que diminuíram a desigualdade em seus países sem abandonar o capitalismo. O capitalismo e um nível relativamente aceitável de desigualdade não são contraditórios. A pergunta é se o capitalismo liberal no mundo globalizado é compatível com menos desigualdade.

E é?

É muito mais difícil hoje. Entre 1945 e 1980, um crescimento da desigualdade foi impedido por meio de contrapesos poderosos: sindicatos fortes, mais educação, emergência da classe média. Até mesmo o centro político e a direita aceitaram impostos mais altos e um estado de bem-estar social naquela época. Hoje em dia, a globalização torna quase impossível limitar o fluxo de capital – os ricos simplesmente colocam o dinheiro no exterior. Altas taxas de impostos perderam a popularidade, e o ceticismo em relação ao Estado e à redistribuição está crescendo.

Nos seus livros e textos há algumas receitas contra a desigualdade. O senhor defende a igualdade de oportunidades, especialmente quando se trata de educação, bem como o imposto sobre herança. Por quê?

A classe média não está mais disposta a pagar mais impostos e tributos, que geralmente já representam cerca da metade da renda bruta, e a redistribuição se tornou suspeita. Por isso é necessária uma nova política para equilibrar as oportunidades. Isso inclui uma política fiscal mais favorável à classe média e menos benefícios fiscais para os ricos. Imposto sobre herança reduz a desigualdade de oportunidades para as gerações futuras.

Já a educação deve ser pública, de alta qualidade e disponível para todos. Isso pode não ser um grande problema na Alemanha, mas nos Estados Unidos as escolas particulares são dominantes, melhores e muito caras. A classe média não consegue mais encontrar escolas boas e ao mesmo tempo acessíveis para seus filhos.

Na Alemanha, a educação é financiada com dinheiro público, mas ainda assim é três vezes mais comum as crianças de famílias acadêmicas estudarem do que as outras.

A igualdade completa é impossível, a menos que se faça uma seleção inversa, como a China na Revolução Cultural, quando somente as crianças da classe trabalhadora podiam estudar. Isso é discriminatório. Os filhos de pais com alto nível de educação terão cada vez mais oportunidades de se interessar pela educação. Mas a questão é: a sociedade é capaz de reduzir essas diferenças a ponto de elas não serem mais enormes e decisivas?

O senhor falou em discriminação. Mas, numa entrevista, o senhor sugeriu um tipo diferente de discriminação como um contrapeso à globalização: os migrantes deveriam desfrutar de direitos civis limitados. Essa tese é defensável?

Num mundo ideal seria bom ter mais migração com regras mais simples. Mas nós não vivemos num mundo ideal. Hoje, a chegada de imigrantes na Europa é muito impopular. Pode-se até afirmar que o Brexit é o resultado da imigração da Europa Oriental para o Reino Unido. Com base nessa situação, devemos chegar a um acordo entre a necessidade de migração, que reduz a desigualdade global e permite que as pessoas dos países subdesenvolvidos ganhem mais, e a disposição da população local em receber os imigrantes.

Daí a ideia da chamada migração circular. Na Alemanha, por exemplo, os recém-chegados só poderiam viver por alguns anos e somente se tivessem encontrado um emprego. Depois, eles teriam que ir para casa. Isso não é o ideal, mas meu receio é que, se descartarmos opções como essa, possamos acabar na migração zero.
DW

Fatos & Fotos – 28/12/2017

Jingo bell – Caminhando pela cidade.Rua Joaquim Nabuco c Av. Abolição,Blog do Mesquita

A vida como não deveria ser – 25/12/2017
Rua Joaquim Nabuco c/ Av. Abolição, Aldeota,Fortaleza,Ce.

Foto José Mesquita, Galaxy Note V


Da série “E-mails imaginários”
De: papainoel@fimdomundo.pn

Para: temer@corrupto.comTemer,Ira,Blog do Mesquita


Ou faz regime ou se torna amigo do Gilmar

Gilmar,Papai Noel,Blog do Mesquita


Fatos & Fotos – 26/12/2017

Um procurador da república que vem a público ofender o presidente da república – esse merece, aquele não deveria fazê-lo – insinuando, insinuando uma ova, é acusando mesmo, de haver concedido o indulto de natal visando a proteção futura dele mesmo se vier a ser condenado por corrupção, é a estampa cristalina da absoluta e amoral ausência de ética e compostura de alguns membros danosos do Ministério Público. É necessário e urgente que o Conselho Nacional do Ministério Público extirpe essa ervas daninhas.
O sr.Dallagnol definitivamente trocou a judicatura pela ribalta de uma ópera bufa.
Foto:Vladimir Platonow/ Agência Brasil

Jingo Bell.
O Brasil é um país de cabeça pra baixo.
Juízes com apartamentos próprios recebendo auxílio moradia e trabalhadores com salários de fome pagando aluguel.
Baixo, Rony pagando aluguel por um barraco com 10m², sem banheiro, em São Paulo.
Foto Antonio Sacorza


Henrique Fontana e o Maia do PT, esse, ex presidente da Câmara Federal, foram delatados pela Odebrecht, e até pelo operador da Gleisi. Porém a Gaveta do STFdoG, do MPF e da PGR são enormes.
Enquanto isso o Lula tá solto e fazendo campanha. Dilma então, nem citada foi. E brasileiro ainda goza de argentino.

Ouvindo na rádio um moralista a “budejar” contra a República das bundas. Ora bolas! Ou bundas.

Me pergunto, na realidade fora eu um chato mais graduado, ligaria para a rádio e perguntaria ao indignado “bundólogo” como um país que foi abduzido durante décadas pelo “é o tchan” – minha nossa – foi a orgasmos múltiplos com Mamonas Assassinas, e cresceu com a banheira do Gugu, com a pedofilia da Meneghel, argh!, se transformou nessa calvinista sociedade de gente(?) que finge ser moralista para “de um tudo”?
O Tim Tones – fazes falta Chico Anysio. Muita! – radiofônico pensa que engana a quem?Chico Anysio,Tin Tones,Blog do Mesquita

Um espanto!
Odebrecht confirma propinas de R$ 50 milhões a Aécio.
Investigadores da PGR e da Polícia Federal encontraram novos indícios de que o senador Aécio Neves recebeu propina para atuar em nome de empreiteiras na construção da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia; tema de inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), a acusação contra o tucano foi relatada por ex-executivos da Odebrecht em acordos de colaboração premiada; de acordo com os executivos da Odebrecht, Aécio recebeu R$ 50 milhões, repassados pela Odebrecht (R$ 30 milhões) e pela Andrade Gutierrez (R$ 20 milhões); Odebrecht sustenta a acusação com comprovantes bancários, entregues nos últimos meses, que demonstram depósitos para Aécio por meio de uma conta de offshore em Cingapura.


Jingo BellGilmar Mentes,Garotinho,STF,Blog do Mesquita

 

Lembrei-me do que li, Stendhal, sobre resultados inversos no Congresso de Viena em 1814, quando foi firmada a “Santa Aliança”.

Transpondo para o Bananil…
Ao colocar o Alexandre “Copy Desk” Moraes no STF o MiShell conseguiu o impossível. Enterrou o Meirelles, blindou o Lula e ainda deu todas as armas para “esquerda” – é, vá lá que exista” – voltar ao poder “di cun força”.

A Farsa Jato não entregou nem o Palocci, nem o Paulo Bernardo e nem a GEOBASE do filho do Lula. Tudo teatro. E bufo. Lula será condenado no TRF4, o STFdoG derrubará a inconstitucional prisão na 2ª instância, e por consequência, a inelegibilidade do Lula – aquele que diz se arrepender com a foto com o Maluf.


Moro volta à matriz, e a República de Curitiba cada vez mais longe dos petistas.

Fatos & Fotos – 24/12/2017

Idiotas manipulados no 3º Andar do Planalto

Infelizmente, enquanto tivermos candidatos à presidência cujas únicas competências e ambições é compor alianças com quer que seja para se sentar naquela poltrona do terceiro andar do Palácio do Planalto, só teremos idiotas manipulados por espertalhões na presidência da república. Precisamos de um candidato que tenha aquele mínimo de inteligência para saber que precisa montar um grupo de candidatos ao parlamento competentes e honestos – suficientes para formar maioria – para concorrer junto com ele. 2018 é a eleição ideal para isso, pois serão renovados 2/3 do senado.


Brasil e a Ditadura da TogaComportamento,Blog do Mesquita,COrdeiro,Lobo

O Bananil é um país (sic) que tem um único poder: da Toga.
Eles decidem como querem as leis, a Constituição, e quem deve ser preso ou solto independente de provas materiais. Essa degradação do “Estado Democrático de Direito”, começou com a Inconstitucionalíssima posse do facínora Sarney, transitou na nefasta e seletiva aplicação da absurda da “Teoria do Domínio Fato” no mensalão, e desembocou na Farsa Jato, onde a ausência de “Provas Materiais” é substituída pela inacreditável “Convicção”.
Um país (sic) que vive uma ditadura da “Toga” é muito pior do que qualquer outra ditadura, porque tais estão travestidos de impolutos defensores da sociedade. 


A imbecilidade não é privilégio dos analfabetos funcionais.Henrique Meirelles,Blog do Mesquita

Pretender chegar ao governo do Bananil, afirmando em patética e ilegal campanha antecipada, que “a redução da inflação é reflexo da miséria e não de ação do governo, e ainda afirmar que só se deve gastar menos do que se ganha”, é condescendência além do suportável que se pode conceder a um farsante doutorado. Qualquer comezinho idiota sabe disso.
Henrique “Soros/Bank Boston’s boy” Meirelles é somente mais um néscio chafurdando na pocilga, que faz qualquer coisa pelo poder.

 


PSDB nasceu dentro da briga na quadrilha do PMDB por causa da má divisão de roubo.
Rede nasceu dentro do consórcio Natura/Itau
Novo nasceu, e já morreu, dentro dos banqueiros insatisfeitos.
PT nasceu, via Golbery, para a direita ter um partido de “esquerda” pra chamar de seu.
O mais é figuração. De quinta.

Fatos & Fotos – 23/12/2017

Trapalhão condecora outro TrapalhãoTemer,Renato Aragão,Trapalhão,Blog do Mesquita


Filantropo desconhecido cria fundo de caridade de U$S 86 milhões em Bitcoin 

Fundos de caridade são muito importantes para ajudar a quem precisa. Existem diversos no mundo, de todos os tipos, mas um está despertando a curiosidade de muita gente por ser bastante inusitado: alguém resolveu fundar o Pineapple Fund, um fundo que utiliza bitcoins para realizar doações para fundações de diversas naturezas.

A maioria dos primeiros compradores do Bitcoin realmente não tem muito. Eles venderam para pagar contas e despesas

Trata-se de um investidor em bitcoins que, segundo ele mesmo declarou para a Bitcoin Magazine, acumulou bastante da criptomoeda desde sua criação e está agora disponibilizando nada menos que 5.057 bitcoins para doação, que é equivalente a cerca de US$ 86 milhões, ou R$ 283 milhões.

“Estou muito feliz por ter mantido a maioria dos meus bitcoins até hoje”, disse o filantropo não identificado à Bitcoin Magazine. “A maioria dos primeiros compradores do Bitcoin realmente não tem muito. Eles venderam para pagar contas e despesas”. O slogan estampado na página principal do site oficial do Pineapple Fund diz: “Porque uma vez que você tem dinheiro suficiente, o dinheiro não importa”.

PINEAPPLE

Fazendo o bem para quem precisa

Segundo o site do fundo, das 5.057 bitcoins colocadas à disposição de doações, 343 já foram usadas – cerca de US$ 2 milhões – em oito instituições de caridade. O fundo foi divulgado para o público por meio de uma postagem no Reddit e já agraciou instituições sem fins lucrativos, como a Sens Research Foundation, por exemplo, que trabalha no desenvolvimento de soluções medicinais para o envelhecimento.

Eu prefiro manter minha identidade como um segredo

Sobre revelar sua identidade, o filantropo misterioso disse à Bitcoin Magazine: “Eu prefiro manter minha identidade como um segredo. O projeto Pineapple não é por publicidade. De fato, zero pessoas na minha vida sabem que estou por trás disso. É melhor para as pessoas pensarem que você está bem do que muito rico”.
Rafael Farinaccio


Justiça – Só dói quando eu rioLentidão-da-justiça-por-Nani,Blog do Mesquita


O castigo vem a Cavalo. Marinho. Plim Plim!Globo,Thais Heredia

Essa coisa aí é a – é, vá lá que seja – jornalista Thais Heredia, comentarista da “Grobu Nius”, que teve a coragem de dizer, entre outras sandices ao vivo em comentário na rede esgoto, que “a recessão e desemprego derrubam inflação e devolvem poder de compra aos brasileiros”. Uau! É do “Cascalho”!
A séria candidata a um ministério do Henrique “Bank Boston’s Boy” Meirelles, acaba de ser demitida. Finalmente a QI de ostra poderá contribuir pra melhorar a economia do país. Né não?


 Arte – Xilogravuras – Edvard Munch

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 Como o Brasil mudou minha vidaLea FernoLea fazendo turismo na Chapada da Diamantina, em 2011

“Aprendi muito com os brasileiros”

A história de amor entre a alemã Lea Ferno, de 31 anos, e o Brasil começou há sete anos. Estágios no Rio, em São Paulo e em Brasília mudaram o rumo de sua carreira e vida amorosa, além de lhe ensinarem a ter paciência.

“Se eu não tivesse morado no Brasil, minha vida seria muito mais monótona. Foi lá que descobri o que eu queria fazer da vida. Eu estudava Estudos Latino-Americanos em Colônia e comecei a me interessar pelo Brasil e pelo português. Eu achava o idioma e sua melodia muito bonitos e pensei que tinha que ir para o país para aprendê-lo. Então, consegui dois estágios, um no Rio, por três meses nos estúdios da emissora alemã ZDF, e outro em São Paulo, também por três meses, na fundação alemã Friedrich Ebert.

Essa experiência em São Paulo, em 2010, me marcou para sempre. Eles trabalhavam com projetos sociais. Tinha uma ONG que fazia uma revista escrita por adolescentes e seminários com jovens do Brasil inteiro. Eles eram tão engajados, num país marcado pela pobreza e pela desigualdade. Eu me identifiquei, me deu vontade de ajudar.

Tanto que hoje, sete anos depois, trabalho com algo parecido aqui na Alemanha. Estou na organização Kindernothilfe e dou apoio a projetos sociais com crianças no Brasil. Em novembro, viajo para lá a trabalho. Fico muito feliz em fazer algo que para mim faz sentido e para um país com que me identifico.

Ao mesmo tempo em que quero ajudar, respeito muito o Brasil, não acho que sei mais que as pessoas de lá. Aliás, aprendi muito com os brasileiros. Sempre achei impressionante a paciência. Na fila ou no trânsito, por exemplo. Uma vez o ônibus errou o caminho, e ninguém ficou com raiva. Aprendi que muitas vezes a raiva só atrapalha e que é melhor deixar para lá. Em outros momentos, eu pensava: ‘Gente, agora é hora de reclamar.’ É um país mais caótico, mas sempre se consegue escapar com o jeitinho brasileiro, a flexibilidade.

Eu queria aplicar mais isso. Agora que faz tempo que morei lá, já voltei a ser alemã em muitas coisas. Mas quando tenho que andar de trem e reclamo dos pequenos atrasos, penso nas pessoas que passam horas a caminho do trabalho no Brasil e, muitas vezes, fazem isso sem reclamar. E ainda tenho o jeitinho brasileiro todos os dias em casa: meu namorado, um baiano que conheci em Brasília.

Lea FernoLea em sua primeira para no Brasil, o Rio de Janeiro, em 2010

Como alemã, gosto muito de planejar, e ele – e conheço mais brasileiros assim – não entende muito bem por que aqui a gente tem que marcar as coisas com antecedência. Por que não se pode simplesmente visitar um amigo espontaneamente, dizer: “Vou passar na sua casa.” Eu preciso desse planejamento, gosto dessa Vorfreude (expectativa), e talvez tenha sido justamente o que me fez organizar várias idas ao Brasil.

Desde os primeiros estágios, no Rio e em São Paulo, eu sempre quis voltar para o país. Fui algumas vezes de férias e consegui um estágio em Brasília em 2012, na Unaids. Entre os amigos que fiz lá, estava uma menina que trabalhava como empregada doméstica e estudava à noite. Fiquei impressionada com essa força de vontade dela. Acho que os brasileiros lidam muito bem com as dificuldades, enquanto aqui muitas vezes se reclama por bobagem.

Tenho contato com pessoas que conheci no Brasil até hoje. Encontrei muita gente simples e acolhedora na rua. As pessoas têm tanta energia. Aliás, tem muita energia em tudo. Também adoro a cultura, a música – MPB, samba, Seu Jorge, Vanessa da Mata – e a dança – forró, samba de gafieira. Conheci meu namorado num grupo de dança. E adoro um simples prato de arroz, feijão, salada e carne e as lanchonetes com sucos frescos.

O país tem tantas riquezas diferentes, com sua mistura cultural, sua natureza. O Brasil tem muitas cores fortes, o verde brilhante, muito sol. Eu gostava de pegar na mão a terra vermelha, que não temos aqui. E tem tantos lugares incríveis, como as praias de Ilhéus, os rios e ilhas do Pará. Uma vez escalei a Pedra da Gávea à noite para ver o nascer do sol. Foi lindo.

Pode até ser que se eu tivesse feito um estágio num projeto social na África, por exemplo, e não no Brasil, minha vida fosse diferente agora. Mas não sei, tem muitos países que acho interessantes, mas não como o Brasil. Talvez minha alma seja um pouco brasileira, sempre me senti em casa lá. Do que mais sinto falta são as pessoas, a alegria, a espontaneidade, o calor. Apesar de todos os problemas do país, acho que dá para ter uma vida muito boa no Brasil. Quem sabe ainda vou morar lá algum dia.”

DW


O que pode estar por trás da negociação entre Boeing e Embraer, a 3ª maior exportadora do Brasil

Legacy em frente a hangar da Embraer
Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco | Foto: Embraer

A Embraer, terceira maior exportadora do Brasil em 2017, está na mira da Boeing, a fabricante de aeronaves americana.

As duas empresas confirmaram nesta quinta-feira, segundo nota divulgada no site da Embraer, que “estão em conversações a respeito de uma potencial combinação, cujas bases ainda estão em discussão”.

“Não há garantias de que essas discussões resultarão em uma transação”, diz o texto assinado em conjunto por Boeing e Embraer, que não deixa claro se está em discussão uma fusão, venda ou parceria para fabricar produtos específicos.

Uma eventual união entre as empresas pode criar uma gigante da aviação mundial, com atuação tanto na aviação regional quanto no segmento de longa distância.

Tal “combinação” entre a brasileira e americana seria uma reação à união das respectivas concorrentes Bombardier e Airbus.

Maior rival da empresa americana, a francesa Airbus passou a atuar no segmento de aeronaves de médio alcance recentemente, ao comprar o programa de jatos regionais da canadense Bombardier.

Ao se associar com a Embraer, a Boeing também poderia entrar no mercado de jatos com capacidade para até 130 passageiros.

3ª maior exportadora

A Embraer é a terceira maior exportadora do Brasil, segundo balanço do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços que contabilizou valores exportados entre janeiro e novembro deste ano. Está atrás apenas da Vale e da Petrobras, nessa ordem. O mesmo aconteceu no ano passado.

Por questões de sigilo comercial, o ministério diz que não divulga o valor exato de exportação das empresas.

A fabricante sediada em São José dos Campos faturou R$ 21,4 bilhões em 2016. Em outubro, anunciou lucro líquido de R$ 351 milhões no primeiro trimestre, revertendo uma perda, no mesmo período do ano passado, que fora de R$ 111,4 milhões.

Homem olha debaixo de avião com lanterna
Além do aval do governo brasileiro, a negociação da aprovação dos conselhos das duas empresas e de órgãos reguladores | Foto: Embraer

No entanto, a própria empresa projetou um cenário pior para 2018.

“A Embraer espera que 2018 seja um ano de transição, uma vez que a empresa terá a entrada em produção seriada do primeiro modelo E2, o E190-E2, que está programado para ter sua primeira entrega em abril de 2018”, disse a companhia em um comunicado sobre seus resultados divulgado em 27 de outubro.

Privatização da Embraer

Avião da Embraer
Fabricante sediada em São José dos Campos faturou R$ 21,4 bilhões em 2016 | Foto: Embraer

A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões à época.

Na ocasião, o acordo previa ao governo brasileiro uma “golden share”, ação que dá o direito a veto a diferentes decisões, entre elas a transferência de controle acionário da companhia.

O presidente Michel Temer foi informado ontem das conversas entre Embraer e Boeing. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, ele só não estaria disposto a autorizar um acordo que represente a venda do controle da Embraer.

Além do aval do governo brasileiro, a negociação também precisaria ser aprovada pelos conselhos das duas empresas e pelos órgãos reguladores de Brasil e Estados Unidos.

Quem são os atuais acionistas

A Embraer tem acionistas estrangeiros e nacionais, divididos entre pessoas físicas, jurídicas e institucionais.

Entre os nacionais, estão, por exemplo, o BNDES Participações e a Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, com 5,4% e 4,8% das ações, respectivamente.

Segundo a empresa, além do BNDESpar, são considerados como acionistas relevantes os estrangeiros Brandes Investments Partners (15%), Mondrian Investments Partners (10%) e Blackrock (5%).


Sou mesmo um eterno ignorante.

Pois não é que acreditava que o personagem do romance de Robert Louis Stevenson, Dr.Jekyll, jamais seria realidade?
Ledo “Ivo” Engano do abestado aqui.
O Médico – que se danem os cânones de Hipócrates – Doutor Richam Faissal, e que sugeriu a morte de Marisa Letícia quando ele foi internada no Sírio Libanês, em fevereiro de 2017, com AVC. O esculápio foi para Foz do Iguaçu e continua operando.
Algumas “boutades” do assumido Naziolnaro Dr. Richam “Hyde” Faissal, em grupo do hospital no ZapZap
– “Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela”
– “Esses fdp vão “embolizar” ainda por cima”.
Assim, continua aumentando de forma exponencial minha paixão aos que acreditam na raça humana.

O que dá pra rir dá pra chorarTemer agüando planta na chuva,Blog do Mesquita

Fatos & Fotos – 20/12/2017

Só dói quando eu rioGlobofifaduto,Blog do Mesquita 1


Ilustrações de Victor NizovtsevArte,Artes Plásticas,Ilustrações,Blog do Mesquita, Victor NizovtsevArte,Artes Plásticas,Ilustrações,Blog do Mesquita, Victor NizovtsevArte,Artes Plásticas,Ilustrações,Blog do Mesquita, Victor NizovtsevArte,Artes Plásticas,Ilustrações,Blog do Mesquita, Victor Nizovtsev


STF tira de Sérgio Moro denúncias contra Cunha, Geddel e Rocha Loures

STF tira de Sérgio Moro denúncias contra Cunha, Geddel e Rocha LouresO Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por cinco votos a quatro, nesta terça-feira (19), retirar do juiz federal Sérgio Moro as denúncias contra políticos dos PMDB sem foro privilegiado, acusados junto com o presidente Michel Temer por organização criminosa. Estão no grupo o deputado cassado Eduardo Cunha (RJ), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (BA) e o ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures (PR). Os processos serão enviados para a Justiça Federal de Brasília, já que prevaleceu o entendimento de que o caso não tem conexão com o esquema de corrupção investigado na Petrobras, foco da Lava Jato.

Os três peemedebistas queriam manter as acusações no STF ou, pelo menos, garantir que as denúncias fossem enviadas para uma vara criminal do Distrito Federal, e não para a jurisdição de Moro.

O ministro Luiz Fux se declarou impedido e não votou nesse tópico, e Celso de Mello não participou da sessão.

“São fatos ocorridos no Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados, na articulação política ilícita. Não são fatos diretamente ligados à questão só da Lava Jato, à Petrobras”, disse o ministro Alexandre de Moraes, o primeiro a votar pela retirada dos processos da Vara Federal de Curitiba, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância.

Os peemedebistas foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) junto com o presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, por organização criminosa. A tramitação da denúncia contra Temer e os ministros foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados. Depois disso, Fachin decidiu desmembrar o processo, enviando para a primeira instância as investigações contra os acusados sem foro privilegiado na Corte.

As defesas de Geddel, Cunha e Loures haviam entrado com recurso pedindo para eles a extensão da imunidade conferida a Temer, Padilha e Moreira Franco. No entanto, o STF manteve o entendimento do relator, Edson Fachin, de que seria “inviável” dar a outros acusados a imunidade garantida ao presidente pelo Artigo 86 da Constituição. “É algo absolutamente específico e singular ao presidente da República, não havendo possibilidade de se estender a coautores e partícipes”, afirmou Alexandre de Moraes nesta terça.

Também estão implicados nas investigações sobre a suposta organização criminosa do PMDB na Câmara o banqueiro André Esteves e os executivos Joesley Batista e Ricardo Saud, ambos do Grupo J&F.  Somente o caso do deputado André Moura (PSC-SE), que figura como investigado no processo, deve permanecer no STF. 

Em relação à outra denúncia feita contra Temer, também barrada na Câmara, por obstrução das investigações, foi mantido o envio à Justiça Federal de Brasília, determinado anteriormente por Fachin, da parte que envolve Joesley Batista, Ricardo Saud, Eduardo Cunha e Rodrigo Rocha Loures.

Com Agência Brasil


Mesquita no clima natalino, ou para não dizerem que não escrevo cartinhas singelas;
Querido ministro Gilmar “Activia” Mendes. Gostaria de ganhar de natal um “Habeas Corpus” com validade indeterminada e com efeito “Erga Omnes”.
Ficarei muito agradecido se meu modesto pedido for atendido.


“Dentro de cada começar mora um encanto que nos dá forças e nos ajuda a viver.” Hermann Hesse


LESA PÁTRIA TENTA ENGANAR A OPINIÃO PÚBLICA COM EXEMPLOS VINDOS DOS ESTADOS UNIDOS

 
MÁRIO AUGUSTO JAKOBSKIND
O lesa pátria Michel Temer está agora comparando a sua ascensão golpista com Presidentes dos Estados Unidos. Usando uma linguagem de farsante, o que não chega a surpreender se for feita uma análise aprofundada sobre o desempenho de seu governo e suas falações, o golpista que coloca em prática a sua “ponte para o futuro” disse em um encontro do seu partido que, “(…) se nos Estados Unidos se dissesse que quando o vice assume a Presidência face a um eventual impedimento do presidente, isto é um golpe, qualquer americano ficaria corado. Mas aqui não, havia uma certa desfaçatez”.
 
Só que o lesa pátria está mais uma vez querendo se legitimar pela mentira como Presidente golpista que é, e não completa o raciocínio para dizer que nos Estados Unidos o vice que eventualmente assume a Presidência executa um programa igual ao do Presidente eleito.
 
Os dois casos mais recentes, o primeiro depois do assassinato de John Kennedy assumiu Lyndon Johnson, que seguiu o programa do político assassinado, o do Partido Democrata. Posteriormente, Gerald Ford ocupou o lugar do renunciante Richard Nixon, que se envolveu em baixarias como no caso Watergate. O vice Ford, ao assumir a presidência seguiu o que foi apresentado na campanha.
 
Se um integrante do Partido do Presidente Democrata decidisse trair e executar o programa dos Republicanos, por exemplo, o que aconteceria?
 
E se eventualmente Donald Trump não completar o mandato, o vice decidisse seguir o programa do Partido Democrata deixando de lado as propostas dos Republicanos, podem imaginar o que aconteceria?
 
E o que fez o lesa pátria Temer colocando em prática a sua “ponte para o futuro” se não trair os eleitores que escolheram nas urnas uma proposta de governo diferente da executada atualmente, que na verdade é um retorno ao passado de Fernando Henrique Cardoso, repudiado nas urnas quatro vezes seguidas.
 
Mas o lesa pátria Michel Temer, mais uma vez tentando enganar a opinião púbica brasileira, demonstra que sua reverência aos Estados Unidos, cujo Departamento de Estado ajudou no golpe, está equivocada. Ao ocupar o governo colocou em prática um programa de governo rejeitado pelos eleitores brasileiros quatro vezes seguidas nas urnas. Se Johnson ou Ford fizessem o mesmo que o mentiroso lesa pátria Temer não teriam condições de seguir como Presidentes.
 
Essa é a verdade que Temer tenta esconder, porque tem consciência que só ocupa o posto que ocupa para executar a famigerada “ponte para o futuro”, uma proposta que por sinal não passa de um programa responsável pelo Brasil recuar pelo menos cem anos e de inteira satisfação dos golpistas, internos e externos, responsáveis pela sua ocupação do governo.
 
Não contente com tantas mentiras o lesa pátria teve reforço em suas palavras do ministro Moreira Franco e outros peemedebistas do gênero, que pensam que enganam ao proporem a retirada da letra (P) para que volte a ter a denominação de MDB. Esqueceram de mais uma vez dizer que na época da ditadura empresarial militar os golpistas de 1964 não permitiam outras siglas além da mencionada e mais a Arena.
 
Na primeira oportunidade, parte dos políticos da sigla MDB saíram para formar outros partidos, como PT e PDT, entre outros. No PMDB permaneceram políticos do gênero Romero Jucá e do próprio lesa pátria Michel Temer e receberam a adesão de Moreira Franco, egresso do então partido dos seguidores da ditadura, o PDS, hoje reunidos no DEM, maior parte de integrantes oriundos da Arena.
 
Nesta atual corrida para enganar incautos, o hoje DEM também já pensa em mudar de nome em uma tentativa de enganar eleitores com falta de memória. Atualmente, tanto o DEM, como o PMDB e demais partidos da chamada base aliada estão fazendo o possível e o impossível para aprovar em fevereiro próximo a tal contra reforma da Previdência. Nesse sentido, diariamente, tanto o lesa pátria Temer, como o aposentado do Banco de Boston e atual Ministro da Fazenda Henrique Meirelles falam e falam para tentar convencer políticos que pensam em voltar ao Congresso nas próximas eleições legislativas a votarem a favor do que vai favorecer na prática a Previdência privada. Os tais políticos preferem pensar duas vezes antes de tomar uma decisão que poderá atrapalhar os seus planos eleitorais. Mas a investida nas semanas que faltam para a votação será muito grande, inclusive de formas nada republicanas e que custam aos cofres públicos.
 
Nessa corrida para enganar os incautos está também o PSDB de Geraldo Alckmin que se diz fora do governo Temer, mas segue no apoio às reformas que estão levando o Brasil a andar para trás. O agrupamento quer aparecer como afastado do governo de um presidente rejeitado pela maioria absoluta do povo. E volta e meia aciona o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo governo executou um programa do tipo “ponte para o futuro”, que procurou de todas as formas entregar de mão beijada as riquezas nacionais e hoje se apresenta como “moderno”.
 
FHC, Temer, Rodrigo Maia, Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e ainda mais à direita Jair Bolsonaro são todos eles farinha do mesmo saco político do retrocesso que se volta basicamente contra trabalhadores, haja vista a reforma trabalhista e outras que fazem o Brasil andar para trás, aprovadas com o apoio da base aliada da qual não se exclui o PSDB.
 
Como os referidos partidos não se entendem até agora sobre quem será o candidato à Presidência preferencial em outubro de 2018, já estão se mobilizando para o aprofundamento do golpe que levou o lesa pátria ao governo e não escondem a possibilidade da adoção de um regime parlamentarista ou semi-presidencialista, com o objetivo de tirar o poder do eleito pelo povo.
 
Os golpistas não podem ouvir falar na possibilidade de tudo o que fizeram até agora ser submetido à apreciação popular com a eleição de um candidato que se opõe ao retrocesso e garanta que isso acontecerá.
 
Mário Augusto Jakobskind, é Professor, Jornalista, Escritor, vice-presidente na Chapa Villa-Lobos, arbitrariamente impedida de concorrer à direção da ABI (2016/2019) e Coordenador de História do IDEA, Programa de TV transmitido pela Unitevê – Canal Universitário de Niterói.

Que beleza! Que maravilha é o espírito natalino no Bananil!
Crivella embarcou com a família ontem para passar o Natal em Orlando. O Rio tá um caos, mas ele foi pra Disney e deixou os Patetas no Rio, aguardando as miçangas do réveillon em Copacabana.
Ps. E continua solto.


VIOLÊNCIA > BALA PERDIDA NO RIO DE JANEIRO
De quem é o dedo que aperta o gatilho?Visão aérea da favela Rocinha, no Rio de Janeiro, Brazil, em 2010. (Foto: chensiyuan/GNU Free Documentation License)

Por Carlos Wagner
Texto publicado originalmente no blog Histórias Mal Contadas.

Quem mata mais no Rio de Janeiro? As balas perdidas ou o desvio do dinheiro público da saúde, da educação, da segurança e de obras de infraestrutura, praticado pelos bandidos travestidos de deputados na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj)?

Para responder essas duas perguntas aos nossos leitores, temos que começar pelo que aconteceu na tarde de sexta-feira (17). Os deputados decidiram, por 39 votos contra 19, soltar da cadeia os seus colegas Jorge Piccini, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, presos pela força-tarefa da Operação Cadeia Velha, acusados de corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e outros crimes.

A prisão deles foi decidida pelo desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF 2). E atuação da Alerj no caso aconteceu com base em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). No mês passado, uma ação cautelar de um das turmas do STF afastou do cargo e proibiu que saísse à noite de sua casa o senador Aécio Neves (PSDB – MG), acusado de corrupção pela força-tarefa da Operação Lava Jato. A ação foi para votação no plenário do STF. A decisão foi que o cumprimento da cautelar teria de passar por uma votação no plenário do Senado. Os senadores votaram e devolveram o cargo a Aécio Neves. Com uma rapidez espantosa, os deputados cariocas usaram essa decisão do STF para libertar os seus três colegas, sendo que um deles, Piccini, é presidente da Alerj.

Isso foi o que aconteceu e noticiamos. Por ter acontecido no Rio de Janeiro, o cartão-postal do Brasil, nós, repórteres, temos condições de avançar além da noticia para informar aos nossos leitores fatos que ficam subentendidos nas entrelinhas das reportagens devido à estrutura rígida da notícia determinada pelo espaço disponível no noticiário – rádio, TVs, jornais (papel) e sites. Vamos lá. As balas perdidas, todos sabem de ontem elas vêm: do confronto entre os policiais militares e as quadrilhas ou dos tiroteios entre os bandidos na disputa pelas bocas de fumo. Só para ter uma ideia da gravidade do problema: em 2017, de janeiro até o dia 2 de julho, foram atingidas no Rio 632 pessoas por bala perdida, sendo que 67 foram a óbito, entre elas a menina Vanessa Vitória dos Santos, 11 anos, moradora do Complexo do Lins. O pano de fundo desse episódio tem um policial mal equipado, mal treinado e mal pago. E um bandido com uma arma que chegou as suas mãos graças aos contrabandistas de armamentos que circulam pela cidade. Sem medo de errar, nós aqui podemos fazer uma ligação direta dos fatos. Se somarmos a quantia de dinheiro público desviado nos últimos anos pelos deputados Piccini, Melo, Albertassi e o ex-governador do Estado Sérgio Cabral (PMDB – RJ), chegaremos a milhões de reais – os dados podem ser encontrados nas reportagens disponíveis na internet sobre as operações Lava Jato e Cadeia Velha. Dinheiro que fez falta na segurança pública. Então? De quem é o dedo que apertou o gatilho da arma que matou a menina Vanessa?

Hoje, no organograma dos criminosos do Rio Janeiro, os bandidos travestidos de políticos ocupam o lugar que eram dos bicheiros – os pioneiros do crime organizado no Brasil. Até a década de 90, os bicheiros eram tão poderosos que mantinham uma espécie de Estado paralelo. A decadência deles começou em 1993, quando a juíza Denise Frossard prendeu os 14 maiores bicheiros da cidade. Ela era da Justiça do Estado. Um ano antes da prisão, eu tinha feito uma reportagem sobre o poder dos bicheiros no Rio Grande do Sul. Alguns meses depois de a juíza ter prendido os bicheiros, eu conversei com ela em duas ocasiões: uma em Santana do Livramento, na fronteira gaúcha com o Uruguai, onde a magistrada estava fazendo palestras, e em outra vez falamos por telefone. A impressão que fiquei dela foi a de uma pessoa educada, bem informada e articulada e dona de uma mão pesada nas sentenças. O modo de agir do juiz federal Marcelo Bretas, que mandou Cabral para a cadeia, me lembra a maneira de trabalhar da juíza Denise Frossard.

Outro dano que o desvio do dinheiro público causou no Rio de Janeiro é hoje assunto dos relatórios dos serviços de inteligência do Brasil. A destruição de uma das festejadas iniciativas na área de segurança pública no Rio de Janeiro, que foram as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Por mais de uma década, a ação dessas unidades devolveu a cidadania aos moradores das favelas. A falta de recursos detonou as unidades e, com isso, os bandidos voltaram e estão dando as cartas nas favelas. No final dos anos 80, eu estive no Rio de Janeiro fazendo reportagens sobre o estouro da violência na cidade. A atual crise na segurança do Rio é diferente da que testemunhei. Hoje, os bandidos estão mais organizados e armados. A Polícia Militar, responsável pelo enfrentamento direto com os quadrilheiros, além de mal equipada, ainda tem os seus salários atrasados. Na época, os bicheiros tinham o poder na cidade e ganhavam dinheiro com os trocados que os cariocas apostavam no jogo do bicho. Hoje, os bandidos travestidos de políticos ganham milhões desviando o dinheiro público que faz falta para o cotidiano do carioca. Essa é a situação do Rio de Janeiro.

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Carlos Wagner é jornalista. Trabalhou como repórter investigativo no jornal Zero Hora de 1983 a 2014. Recebeu 38 prêmios de Jornalismo, entre eles, sete Prêmios Esso regionais. Tem 17 livros publicados, entre eles “País Bandido”.


Que beleza! Que maravilha é o Bananil!Copacabana,Blog do Mesquita,Réveillon

Copacabana terá queima de fogos com dinheiro do BNDES e Petrobras. BNDES já liberou R$2 Milhões pra queimar o dinheiro, ops!, fogos dos otários. A Petrobras irá torrar os ganhos com os aumentos dos combustíveis, também para o “panis et circenses”. Fosse na Argentina, estariam queimando os políticos. Por isso que os “hermanos” que estão nas ruas de Buenos Aires protestando contra as reformas na previdência do Macri – esse fela é o Temer dos pampas – gritam a plenos pulmões; “Aquí no es Brasil ni somos macaquitos”.
Já aqui, os Bananosos, iremos às praias, sem pão, mas com circo.

“Ô” raça sem raça.


“Ow” comédia! Essa nem o Bananil conseguirá superar.
Na Suécia as gloriosas e inteligentes femininas nórdicas aprovaram uma estranha legislação. Não é piada. É sério.
“Relações dependerão de autorização por escrito para evitar estupro”. “…A partir de 2018, os homens devem, de preferência, pegar por escrito a concordância de sua parceira, namorada ou mesmo esposa para que as relações sexuais entre ambos sejam legítimas e não passíveis de se transformarem em um processo criminal por estupro.”
O cara irá ao motel acompanhado de um tabelião e carimbo para reconhecimento da firma. Hahahahahaha.
É do “cascalho”. Né não?
Ps. Por aqui, “euzinho”, por garantia, não entro em um elevador quando houver somente uma pessoa de qualquer sexo no elevador. Sei lá!
Minha sábia vó já ensinava que “seguro morreu de velho”.