Escultura – A rendeira de Israel

Cal Lane, que se formou como soldador antes de estudar arte, transformando produtos de aço industrial, como latas de lixo, tambores de óleo e vigas em I em delicadas e improváveis ​​obras de escultura em renda.

Ela foi comparada a Richard Serra, famoso por suas esculturas de aço apoiadas, retorcidas e espirais.

No entanto, ao contrário de Serra, Lane corta padrões ornamentados em aço, abrindo sua superfície para a luz e o ar.

Através de seu trabalho, ela desafia os estereótipos de gênero combinando a “masculinidade” do aço e soldando com a “feminilidade” dos padrões decorativos em forma de renda.

Ele também produz trabalhos com um viés crítico. Em Fossil Fuel (2009), por exemplo, ele recortou um mapa-múndi em um tanque de óleo.

Conforme ela explica, ela é atraída pelos significados que os objetos antigos têm: “Eles vêm com sua própria narrativa, uma narrativa com a qual todos podemos nos conectar em algum nível.”

Frans Krajcberg: conheça as obras e o ativismo ambiental do artista

Artista plástico radicado no Brasil, Frans Krajcberg mostrou com suas obras que ainda existiam motivos para gritar em nome da natureza

Frans Krajcberg

A primeira forma de linguagem do homem foi o “grito da natureza”. De acordo com o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, os homens utilizavam sons para pedir socorro no perigo ou ao aliviar-se de dores violentas. O grito de Frans Krajcberg (1921 – 2017) foi semelhante a essa linguagem primitiva, na medida em que denunciou a violência do homem contra a natureza e expunha a dor das florestas devastadas. O artista plástico, premiado na Bienal de Veneza, na Bienal de São Paulo e no Salão de Arte Moderna, entre outros, foi muito importante no panorama da arte brasileira e desenvolveu um poderoso trabalho de ativismo com suas obras em pintura, escultura e fotografia.

Frans Krajcberg

Nascido em Kozienice, na Polônia, em 1921, o artista perdeu toda sua família para o holocausto. Nos quatro anos que passou na guerra, Frans Krajcberg se defrontou com a face mais obscura do ser humano, a violência. Após toda essa barbaridade, o artista plástico encontrou refúgio na beleza das formas da natureza. Ele se radicou no Brasil, onde chegou em 1948.

Na década de 1960, Krajcberg morou no interior de Minas Gerais, em uma caverna na região de mineração de Itabirito – lá ele extraia os pigmentos de suas tintas. Mas foi ao conhecer o sul da Bahia, mais precisamente Nova Viçosa, a convite do amigo e arquiteto Zanine Caldas, que o artista plástico encontrou seu refúgio para a vida. “Eu pensei: ‘Meu Deus, quanta riqueza que tem, movimento que tem, que a arte ignora. Eu fico aqui“, contou Frans Krajcberg no documentário “O grito da natureza”, produzido pela TV Brasil.

Frans Krajcberg viveu seus últimos anos em Nova Viçosa, onde mantinha seu ateliê no Sítio Natura, cercado pela única porção de Mata Atlântica remanescente na região. Ele faleceu no Rio de Janeiro, em 2017, deixando uma enorme quantidade de obras voltadas para a relação entre arte e meio ambiente.

O grito de Frans Krajcberg

Em um mundo em que o individualismo e a indiferença tornam o dia a dia frio e violento, o grito de Frans Krajcberg se mostra ainda e cada vez mais necessário. Ele lutou e gritou contra o que chamava de barbárie do homem contra o homem e da humanidade contra a natureza. “A minha vida é essa, gritar cada vez mais alto contra esse barbarismo que o homem pratica”, revelou. Ele fez da sua arte um grito de revolta ao transformar troncos e galhos calcinados em esculturas. “Quero que minhas obras sejam um reflexo das queimadas. Por isso uso as mesmas cores: vermelho e preto, fogo e morte.”

Frans Krajcberg
Foto: Cael Carvalho

Troncos e raízes calcinadas pelos incêndios que derrubam densas áreas verdes para transformá-las em pasto eram o material das obras de Frans Krajcberg. Ele recolhia o que o fogo deixou e transformava os materiais para que eles gritassem socorro em nome da Amazônia. “Procuro me exprimir com esse material quebrado, assassinado, tudo isso pra mostrar: veja, ontem foi uma bela árvore, hoje é um pau queimado”, dizia. Ele também registrou fotos das florestas e possuía milhares de fotos de queimadas e da destruição da natureza.

Obra de Frans Krajcberg
Obra de Frans Krajcberg

O artista plástico denunciou as queimadas no Paraná, a exploração dos minérios em Minas Gerais e o desmatamento na Amazônia. Além disso, defendeu as tartarugas de Nova Viçosa e se colocou na frente de um trator para evitar a construção de uma avenida na cidade. Sua militância em prol do meio ambiente foi de emocionar. Frans Krajcberg foi um artista que suscitou reflexões e diálogos com seus protestos. As ideias defendidas por suas obras viscerais continuam sendo importantes e necessárias em nossa sociedade.

Obra de Frans Krajcberg

“Quando eu vejo o material, eu vejo que ele vai gritar comigo, esse é o meu trabalho. Eu não posso ir na rua e começar a gritar, vão me botar na cadeia ou no hospital de doido”, explicava Krajcberg. O meio que o artista encontrou foi pegar esses pedaços que foram destruídos brutalmente, e com eles trabalhar, criar e lutar para que o ser humano reconhecesse que o planeta está doente.

As obras de Frans Krajcberg carregam uma forte dimensão ética que vai além de sua vida e da arte. Sua militância e seu ativismo com fervor revolucionário mostraram sua indignação contra o massacre de nossa biodiversidade. A mensagem do artista foi a de que precisamos interromper esse ciclo de destruição e impedir esses escandalosos crimes contra a natureza e a humanidade.

Obra de Frans Krajcberg
Obra de Frans Krajcberg

Saiba mais sobre o artista no documentário “O grito da natureza”, produzido pela TV Brasil:


As maravilhosas dançarinas de Degas

A escultura foi feita originalmente em cera, antes de ser lançado em 1922 em bronze. “A Pequena Dançarina de Catorze anos de idade” é feito de cera, uma escolha incomum de material para uma escultura da época, vestida com uma saia de algodão com uma fita de cabelo, sentado em uma base de madeira.

Renoir – Pinturas

Ppintor francês que iniciou o desenvolvimento do movimento impressionista. Conhecido por celebrar a beleza e, especialmente, a sensualidade feminina, diz-se que Renoir é o último representante de uma tradição herdada diretamente de Rubens e terminando com Watteau

Artes Plásticas – Pinturas

Charles Hoffbauer – French 1875-1957 – st/sd


Gerrit Van Honthors 1592/1656
“l violinista allegro”,1623


Giovanni Boldini -“The Hammock”,1874


Maurice de Vlaminck
Paysage, maisons aux toits rouges,c.1912

Henri De Toulouse-Lautrec – Pinturas

Henri De Toulouse-Lautrec
Retrato de Vincent van Gogh

Henri Marie Raymond de Toulouse- Lautrec Monfa, conhecido como Toulouse Lautrec, nasceu em Albi, próximo a Toulouse, no sudoeste da França, no dia 24 de novembro de 1864. Filho do Conde e da Condessa de Toulouse- Lautrec Monfa, primos em primeiro grau, herdara uma doença congênita nos ossos.


Henri De Toulouse-Lautrec
At The Moulin Rouge,1889

Toulouse Lautrec (1864-1901) foi um pintor pós-impressionista e desenhista francês, famoso por suas litografias e pôsteres dos salões de dança e cabarés do final do século XIX em Paris.


Henri De Toulouse-Lautrec
La Rousse in at WhiteBlouse 1889


Henri De Toulouse-Lautrec
Suzanne Valadon,1888