Censura. Presidente do Equador quer fechar TV

Rafael Correia, Presidente do Equador, o outro doidivanas da turma bolivariana — forma ao lado do cocaleiro Evo, aquele que não vê a uva mas vê a coca, e do arremedo de caudilho Cháves — ,arreganha os dentes censórios e afia as garras para ir na jugular da democracia.

O beócio manda chuva do Equador não faz a menor ideia que censurar a imprensa é inútil. A internet tá aí, pra driblar a sanha censória dos aprendizes de Stalin, Fidel, Mao, Kim qualquer coisa da Coréia, Sarney e a censura ao Estadão, e outros déspotas. Recentemente, no Irã, apesar da censura imposta pelos Aiatolás, os blogs, os celulares e demais aparatos tecnológicos, mantiveram o mundo informado do que por lá acontecia.

Por mais incompetente, omissa e/ou comprometida que seja a imprensa, sempre é melhor que nenhuma imprensa. Não lembro bem que foi o estadista que disse “entre a democracia e a imprensa livre fico com a imprensa livre”. Ou algo parecido. O que importa é o reconhecimento de que a censura só contribui para a obscuridade dos regimes.

Não fosse, aqui no Brasil, por exemplo, a ausência de censura — apesar da tesoura do Sarney no Estadão — os Tupiniquins jamais teria sabido das travessuras do Collor na casa da Dinda, dos mensaleiros e cuequeiros a serviço do apedeuta, das “entregações privatistas” e compra de reeleição por FHC nem das marucurais cometidas pelos 81 nefelibadas travestidos de senadores dessa pobre, malfadada e infelicitada ‘ré’ — muito mais privada — ‘pública’ brasileira.

Contra a censura! Sempre! Antes que Cháves!

O editor

Correa pede fechamento de emissora de TV privada

O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou, neste sábado, que tomará as medidas legais necessárias para o fechamento da rede de televisão privada Teleamazonas, por supostas irregularidades cometidas na divulgação de uma gravação que teria sido realizada clandestinamente dentro de seu gabinete.

A gravação, que, segundo o presidente, teria sido entregue à rede pelo oposicionista Fernando Balda, ex-integrante do partido de Correa, mostraria o presidente supostamente planejando alterações na Constituição, aprovada em um referendo no ano passado, junto com partidários.

“É gravíssimo, um delito contra a segurança nacional, espionaram uma reunião no gabinete do presidente”, disse Correa, de acordo com a agência de notícias da Presidência do Equador.

O presidente equatoriano, que negou as acusações, ainda pediu a prisão de Balda e uma investigação sobre seu partido, Sociedade Patriótica.

“Este homem (Balda) será preso, não vamos aceitar essas coisas. Provavelmente a Sociedade Patriótica tem microfones instalados no gabinete, por isso conseguiram as gravações. Isto é um delito”, disse o presidente.

O Globo

O Brasil, o FMI… E o povo?

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Depois de fazer 17 acordos para a tomada de empréstimos e até de aplicar pelo menos dois calotes, o Brasil agora vai ao FMI (Fundo Monetário Internacional) para investir. Aplicará US$ 10 bilhões, equivalentes a 5% das reservas nacionais, hoje situadas em US$ 200 bilhões. Numa leitura simplista, isso poderia levar à ufanista impressão de que o país venceu suas dificuldades e está investindo seus excedentes no banco onde no passado costumava tomar emprestado. Excelente figura para um governo populista, especialmente na chegada do período eleitoral, quando ocorre o maior volume de distribuição de “bondades”.

Espera-se, no entanto, que esta decisão de investir no Fundo não tenha nada em relação às próximas eleições. Que seja apenas uma opção técnica e de política internacional compatível com o atual estágio da economia brasileira. E que esse desembolso não venha a prejudicar o cumprimento das tarefas internas do governo.

Num país como o nosso que, apesar das muitas riquezas potenciais, sempre viveu de chapéu na mão, soa falso encontrar o governo emprestando dinheiro público para solucionar o problema da economia internacional. A crença geral é de que não temos nem para solucionar nossas dificuldades. Se tivéssemos, certamente a saúde, a segurança pública, a educação e tantos outros setores não seriam o caos que tanto sofrimento causa ao povo.

O presidente Lula e seus auxiliares da área econômica terão de se desdobrar para explicar ao povo a razão de estarem mandando o dinheiro brasileiro para o FMI em vez de aplicá-lo nas necessidades sociais. Terão, inclusive, de esclarecer quais os fatores que os levaram a investir no Fundo, tão xingado por eles próprios, em seus tempos de oposicionistas. Diziam, naquela época, que o FMI, com os juros que cobrava da dívida brasileira, era o grande culpado da miséria nacional. Mas, quando chegaram ao poder, pagaram o resto que o Brasil ainda devia e, hoje, vão colocar lá o nosso dinheiro.

Da mesma forma, é inadmissível que os cofres públicos brasileiros continuem realizando empréstimos para os países vizinhos que, na maioria das vezes, comem o nosso dinheiro e ainda colocam-se contra nossos interesses. Recentemente viu-se a Bolívia expropriando a preço vil as instalações da Petrobras naquele país e promovendo uma alta injustificada no preço do gás natural vendido o Brasil. O Paraguai teve o Brasil como tema da campanha eleitoral do atual presidente, que insiste em elevar as tarifas de Itaipu, a hidrelétrica que o Brasil construiu na divisa com aquele país e se comprometeu a comprar a energia que o Paraguai não consegue consumir. O Equador também tentou dar o calote e Chávez está pleiteando dinheiro brasileiro para a Venezuela.

Não há questão humanitária ou de desenvolvimento regional que justifique um país necessitado deixar de atender o seu povo para aplicar no exterior. Se continuar aplicando o nosso dinheiro para solucionar os problemas de outros países, o governo corre o risco de transformar-se num verdadeiro algoz do seu próprio povo. E isso não é bom para ninguém, nem mesmo para os governantes…
Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves é dirigente da ASPOMIL
(Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo)

do Reporter Diário

Presidente do Equador compra jato de US$ 30 milhões

O mais novo maluquete das Américas, o neo-chavista Rafael Correa Presidente do Equador, comprou um jatinho Legacy 600 da Embraer.

O doidivanas pagou US$12,1 milhões de entrada, quando da encomenda. Agora que recebeu o avião e após o beiço de US$ dado no BNDS, só a mãe Dinah — ainda existe? — poderá dizer se o caloteiro equatoriano pagará o restante. O “mimo” custa US$ 30 milhões.

O BNDES, antes do calote que levou, iria financiar a compra de uma esquadrilha de aviões Tucanos para a força aérea do Equador.

Freio de arrumação na América Latina

Está o presidente Lula sendo aconselhado a aproveitar a reunião dos 34 presidentes e chefes de governo dos países da América Latina, em dezembro, em Salvador, para dar um freio de arrumação capaz de conter a agressividade de alguns de nossos “hermanos”. Não seria um ato hostil, muito pelo contrário. Outra vez o Brasil abriria os braços para o entendimento fraterno com nossos vizinhos próximos ou afastados, mas deixando claro estar o País preparado para usar as pernas, podendo dar rasteiras ou, mesmo, tiros-de-meta.

Seria um alerta, em especial para Evo Morales, da Bolívia, Rafael Correa, do Equador, Hugo Chávez, da Venezuela, e Fernando Lugo, do Paraguai. Porque, cada qual a seu modo, eles vêm espetando a onça com vara curta. Ou se acomodam ou terão muito mais a perder do que a ganhar.

A linguagem diplomática rejeita mensagens assim tão claras, mas como Lula só freqüenta o Itamaraty em dias de banquete, provavelmente será encontrado um meio termo. Isso no caso de o presidente aceitar conselhos oriundos de seus auxiliares palacianos mais próximos, com ênfase para Marco Aurélio Garcia e Dilma Rousseff.

Não se trata de ameaçar, mas de restabelecer laços com menos pirotecnia no comportamento e nas relações daqueles países com o Brasil. Afinal, não é culpa nossa se os portugueses nos legaram território tão vasto e rico enquanto os espanhóis acompanharam o esquartejador, indo por partes.

A reunião na capital baiana cuidará de temas específicos, como livre comércio, cooperação tecnológica, unidades políticas e similares, claro que em etapas ainda distantes de resultados concretos. Poderá servir para aproximar as nações situadas abaixo do rio Grande.

Apesar de Barack Obama ainda não ter assumido quando da conferência entre os diversos representantes, é provável que o novo presidente americano venha a dedicar quinze minutos de sua atenção à realidade do continente. De forma ostensiva ou velada, observadores de Washington estarão presentes.

Carlos Chagas – Tribuna da Imprensa