O jovem que passou do pior vendedor de telefones a guru da tecnologia

O britânico Jacyn Heavens vendia telefones celulares com tanto sucesso que conseguiu até comprar uma Ferrari aos 24 anos. Mas o começo da carreira do jovem, hoje com 33 anos, não foi dos melhores.

EPOS NowA carreira de Jacyn Heavens começou com péssimo rendimento e broncas do chefe – Image copyrightEPOS NOW

Três anos antes da compra da Ferrari, em 2004, depois de ter trabalhado em uma companhia de seguros, Heavens conseguiu um emprego como vendedor de celulares em Norwich, leste da Inglaterra. Mas não conseguia vender nada, até que um dia, quando o chefe quase o demitiu, a trajetória dele teve uma reviravolta.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“Antes de começar tinha imposto uma meta de dobrar meu salário básico, mas o único problema era que eu tinha que trabalhar. Os celulares estavam no auge, mas isso não era o que eu queria. Não consegui fazer nenhuma venda sequer.”

O chefe logo se cansou da falta de rendimento do funcionário. “Fora do escritório e não volte até que consiga fazer uma venda!”, disse o chefe a Heavens.

“Assim que entrei no carro comecei a chorar. Liguei para a minha mãe e falei que eu era um inútil, que tinha que deixar de trabalhar naquilo.”

Apesar da crise de choro, Heavens decidiu ficar no emprego e criou uma estratégia para conseguir vender telefones.

Jacyn HeavensNão são muitos os jovens de vinte e poucos anos que conseguem comprar uma Ferrari – Image copyrightJACYN HEAVENS

E hoje Jacy Heavens é o fundador e presidente da Epos Now, uma das empresas com crescimento mais rápido na área de tecnologia na Grã-Bretanha.

Segurança econômica

Em 2004 o trabalho de Heavens era muito simples: ele fazia telefonemas, um atrás do outro, para tentar vender celulares para empresas e sempre recebia um não como resposta.

O jovem então percebeu que a razão de nenhuma empresa estar interessada no que ele vendia era que ainda faltava muito para o fim dos contratos que já possuíam com empresas de telefonia celular.

Então, ao invés de tentar vender telefones, Heavens começou a perguntar para as empresas quando seus contratos iam acabar.

EPOS NowA Epos Now conta com 260 funcionários – Image copyrightEPOS NOW

Depois, ele fez uma lista incluindo as empresas e datas e, quando via que o fim do contrato de uma empresa se aproximava, ligava para oferecer renovação de equipamentos.

Assim ele começou a fechar muitas vendas.

“Na lista dos empregados que mais vendiam eu estava na posição 500 entre 500 pessoas. Mas quando comecei com minha estratégia, de repente passei para o 200º lugar e depois para o 50º e, em pouco tempo, acabei virando o número um”, contra o empreendedor.

Vendo o sucesso do jovem, uma empresa de telefonia celular de Londres ofereceu um emprego e, quando chegou na cidade, Heavens continuou aumentando as vendas e começou a receber comissões.

Com tanto sucesso na capital britânica, ao completar 24 anos ele tinha “segurança financeira suficiente” para comprar uma Ferrari.

Apesar disso, dois anos depois Heavens decidiu abandonar o mundo das vendas.

“Estava um pouco queimado. Decidi voltar para Norwich e simplesmente relaxar.”

“Tinha chegado ao topo nas vendas. Consegui tudo o que poderia conseguir. Então pensei em abrir um bar com um amigo”, contou.

Oportunidade

Jacyn HeavensHeavens (esq.) reconheceu que não tinha experiência nenhuma para gerenciar um bar – Image copyrightJACYN HEAVENS

Depois de abrir o bar em Norwich, em 2009, Heavens percebeu o quanto ele não sabia sobre gerenciamento de bares, apesar de seus pais já serem donos de um.

“Mas o maior problema chegou quando começamos a ganhar dinheiro. Fizemos as contas e aí nos demos conta de todos os custos: fornecedores, telecomunicações, banda larga, produtos de limpeza etc.”

Foi então que ele descobriu que precisava de um ponto de venda eletrônico. Um sistema informatizado que, em geral, tem uma tela sensível e o software permite que pequenos comerciantes comprovem facilmente quais são seus lucros e gastos.

Heavens pesquisou o preço do que já existia no mercado para atender aos comerciantes e achou tudo muito caro para ele e para outros, cerca de US$ 8 mil (quase R$ 26 mil).

Neste momento ele viu uma oportunidade de negócios: produzir uma versão sistema por menos de um quarto do preço.

E, para isso, Heavens vendeu a Ferrari, voltou a hipotecar sua casa e decidiu entrar no mercado de pontos de venda eletrônicos.

Assim a Epos Now nasceu em Norwich em 2011 com hardware importado da China.

EPOS NowNo começo a Epos Now comprava seu sistema de software mas, depois, teve que criar um sistema próprio – Image copyrightEPOS NOW

E, para comprar o Epos Now, o pequeno comerciante pode baixar o sistema a um preço de US$ 1,3 mil (cerca de R$ 4,2mil).

As vendas foram um sucesso.

Mas nem tudo foi tranquilo. Há um ano o negócio enfrentou um grande problema quando seu fornecedor de software abandonou a empresa.

A Epos Now teve que encontrar e contratar seu próprio especialista imediatamente para continuar no ramo.

“Ninguém sabe se vai ter sucesso (quando começa um negócio), mas é preciso se comprometer e superar qualquer problema”, afirmou Heavens.

Faturamento

De acordo com Heavens hoje a Epos Now fatura US$ 2,6 milhões por ano (cerca de R$ 73,4 milhões). O produto já entrou nos mercados da Alemanha e Estados Unidos e a empresa abriu escritório em Orlando, na Flórida.

EPOS Now
Os escritórios da EPOS Now agora se parecem com os escritórios de grandes empresas de tecnologia – Image copyrightEPOS NOW

Mas o jornalista especializado em tecnologia Adrian Marte alerta que empresas como a Epos Now precisam encarar um número cada vez maior de competidores no setor, que oferecem seus produtos a um preço mais baixo, devido as grandes quedas de preços do hardware.

Heavens, por sua vez, confia na empresa e já declarou que ela deve chegar a um faturamento anual de US$ 133 milhões em cinco anos (mais de R$ 432 milhões).

“Todo mundo está me oferecendo dinheiro para comprar a empresa. No ano passado tive uma oferta de US$ 66,5 milhões (mais de R$ 216 milhões).”

“Mas não faço isso por dinheiro, faço porque é divertido. Gosto das negociações e de fechar acordos”, acrescentou o empreendedor.

O tempo na era digital

A evolução da tecnologia proporciona o acesso ilimitado à informação. No entanto, a velocidade e a quantidade com que o conteúdo é disseminado no ambiente digital, causam uma sensação geral de falta de tempo para que possamos assimilar tudo.

Evolução,Tempo,Era digital, Blog do Mesquita

Com isso, as ferramentas facilitadoras, como sites de busca, entretenimento, institucionais, lojas virtuais que comparam produtos e preços, TV digital com programação definida pelo consumidor, redes sociais, ganham espaço e audiência pelo fato de proporcionarem uma otimização de tempo aos usuários e consumidores. Para empresas, instituições ou entidades utilizar essas ferramentas da tecnologia da informação, para apresentar seus produtos ou serviços, auxilia no ganho de tempo dos seus públicos respectivos.

Hoje em dia não precisamos nos ausentar da mesa de trabalho, ou ficarmos pendurados ao telefone para obter determinadas informações do que desejamos.

Melhor ainda, podemos realizar cursos online, comprar ingressos para shows pela internet, comprar DVDs e a grande novidade: já é possível comprar ou alugar downloads de filmes.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Daqui a pouco, quem sabe, poderemos até comprar a transmissão de palestras ou espetáculos culturais para assistir de onde estivermos, assim como já podemos fazer com partidas de futebol. Assistir ao show da banda preferida, que está acontecendo em outro estado, no lugar mais vip que podemos encontrar, a nossa casa, será maravilhoso. Temos tudo, a qualquer tempo na internet.

O empreendedorismo digital ganha atenção especial e aumenta a concorrência no mercado como um todo. O consumidor quer conhecer tal produto previamente, em todos os âmbitos, sem ter que pagar pra ver. E quanto a isso, as novas ferramentas contribuem e muito. As possibilidades de ampliar negócios, expor idéias, divulgar trabalho, se relacionar no meio digital são inúmeras e muito criativas, e os apostadores não precisam ser técnicos ou especialistas nesse ambiente, para fazer uso.

O comportamento dos internautas brasileiros vem mudando e devemos acompanhar atentamente tais modificações, pois os acessos não se limitam mais somente às redes de relacionamento ou entretenimento, inclusive entre os jovens. Segundo pesquisas realizadas por entidades competentes, um jovem no Brasil acessa mais de 2.000 mil páginas de internet por mês, 56% mais que um adulto.

Além disso, o número de idosos fazendo uso da internet também vem crescendo. Um cenário que se modifica rapidamente e requer cada vez mais facilitadores para que possam absorver tudo que está sendo oferecido. Se “tempo é dinheiro”, cada segundo é uma cifra, então devemos fazer uso de toda ferramenta que agregue serviço e também agregue valor ao caixa.
por Roberto Soares Costa/Especialista em projetos na web

Dupla de jovens fatura R$ 2 milhões com aluguel de tablets

Guto Ramos (em pé) e Rony Breuel (sentado), sócios da BR Mobile, empresa de aluguel de tablets
Guto Ramos (em pé) e Rony Breuel (sentado), sócios da BR Mobile, empresa de aluguel de tablets

O que, para muitos, é um objeto de desejo virou o negócio de Guto Ramos e Rony Breuel, ambos de 26 anos, sócios da BR Mobile. Com um investimento inicial de R$ 12 mil, a dupla comprou seis tablets e começou a alugar os equipamentos para turistas, restaurantes e eventos corporativos.

Criada em maio de 2011, a empresa vai completar seu segundo ano de atividade com um faturamento anual de R$ 2 milhões. O número de tablets também cresceu e, hoje, já passa dos 400, segundo os sócios.

De acordo com Ramos, a locação de um tablet custa, em média, R$ 14,90 a diária. A maioria dos equipamentos permanece alugada todos os dias, segundo Ramos.

Para tornar a oferta mais atrativa para os clientes, diz  Ramos, a empresa também desenvolve aplicativos como cardápios digitais para bares e restaurantes.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]No início, segundo o empresário, o foco do negócio era a locação de tablets para turistas. Mas a dupla percebeu que poderia lucrar mais se direcionasse os esforços para o setor de eventos corporativos.

Atualmente, a maior parte dos clientes da BR Mobile –entre eles Bradesco, Itaú, Renault e Vale–  aluga o equipamento para utilizar em congressos, seminários e lançamentos de produtos.

“Antes, as empresas tinham de comprar um ou mais tablets para usar em eventos que, às vezes, duravam um dia. Com a possibilidade de alugar, o custo para elas é bem menor”, afirma Ramos.

Para se prevenir contra danos e furtos, a empresa contrata uma apólice de seguro para os aparelhos. Segundo o sócio Rony Breuel, no contrato com o cliente também é estipulada uma multa de R$ 500, caso o equipamento seja danificado ou roubado durante a locação. O valor é utilizado para pagar a franquia da seguradora, conta Ramos.

“Quando dói no bolso, o cliente fica mais cuidadoso. Ele não vai sair e deixar o equipamento jogado em qualquer lugar”, afirma.

O negócio, sediado em São Paulo (SP), está em expansão. De acordo com os sócios, até o fim do primeiro semestre a empresa pretende inaugurar duas filiais, uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Porto Alegre (RS).

Empresa do Paraná fatura R$ 15 mil por mês

Já os sócios Victor Coelho, 25, e Fernando Baggetti, 22, investiram R$ 50 mil para comprar os primeiros tablets e montar o escritório da Implement, em junho do ano passado.

A empresa curitibana aluga os aparelhos e desenvolve aplicativos para turistas, hotéis, restaurantes e também para eventos corporativos. Por mês, o negócio fatura R$ 15 mil e conta com 30 tablets. A diária de um equipamento custa R$ 17,90.

Segundo Coelho, o alto valor dos tablets é uma dificuldade para quem atua no setor. O preço de um iPad (referência de mercado) no site da Apple no Brasil varia de R$ 1.749 a R$ 2.499, dependendo da configuração.

 Divulgação
Victor Coelho, sócio da Implement, empresa de aluguel de tablets em Curitiba (PR)

O empreendedor que deseja iniciar um negócio no setor precisa de, no mínimo, cinco equipamentos, de acordo com o coordenador do curso de administração com foco em tecnologia da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista), Cláudio Carvajal.

“Essa quantidade possibilita que o empresário comece o negócio com pouco investimento e com equipamentos suficientes para prestar o serviço até sentir que os pedidos estão aumentando e precisa comprar mais tablets”, diz Carvajal.

Para conseguir investir e ter lucro, Coelho diz que é preciso manter a maior parte dos aparelhos nas mãos dos clientes e não na sede da empresa. “Equipamento parado não gera lucro, por isso procuramos manter os tablets alugados todos os dias”, diz.

O cálculo da diária, segundo Coelho, também é determinante para o bom andamento do negócio.  “O preço tem de estar adequado à realidade do cliente. Se for caro, ninguém aluga. Se for barato demais, não temos lucro”, afirma.

Clientes precisam de softwares personalizados

Focar o negócio apenas no aluguel do tablet não torna a operação lucrativa, de acordo com Carvajal. Na opinião dele, a grande sacada dessas empresas foi desenvolver soluções personalizadas para os clientes, como cardápios digitais para restaurantes ou aplicativos para demonstração de produtos em eventos.

“O tablet é apenas o equipamento que permite que o cliente utilize o software. Se ele precisar do aparelho sem o programa, ele provavelmente optará por comprar e não por alugar”, diz.

Segundo Carvajal, o empreendedor pode contratar uma apólice de seguro para os equipamentos e reduzir as perdas com danos e furtos. O seguro de um tablet, normalmente, tem cobertura de um ano e custa em torno de 20% do valor do aparelho.

“Os tablets são caros e muito sensíveis, por isso é interessante para o empresário ter a cobertura de uma seguradora”, declara.
Afonso Ferreira Do UOL, em São Paulo

Empreendedorismo 2.0: Negócios que geram novas oportunidades de negócios

Lizi Ricco
Jornalista – Assessora de Comunicação – Webwriter

A Internet apresenta uma variedade de nichos de mercado que podem se transformar em negócios bem sucedidos se devidamente explorados. Dentre tantas oportunidades já desenhadas com a transformação cultural facilmente identificada na era da Web 2.0, sites e blogs especializados em temas de interesse comum ou para determinados grupos sociais, se destacam como grandes provedores de negócios para o mercado de nicho.

O empreendedorismo dentro deste cenário se mostra favorável uma vez que o empreendedor faça uma análise e descrição de cada área que deseja atuar, ou seja, para cada nicho desenvolva um planejamento adequado.

Um negócio bem estruturado pode se tornar uma cadeia de negócios lucrativos.

São inúmeras as técnicas e estratégias utilizadas para se obter sucesso, contudo, todas elas exigem comprometimento. O conselho é trabalhar com aquilo que se gosta, ser apaixonado. Bons exemplos disso são os blogs de torcida de futebol.

O empreendedor apaixonado divide com seus pares sentimentos, entusiasmo, notícias e tudo mais relacionado ao seu time do coração. Com isso cria uma legião de seguidores, leitores, simpatizantes, que interagem com a mesma paixão, criando assim um nicho de mercado insaciável. Quanto mais recebem, mais querem, mais necessitam desse relacionamento.

A audiência cresce e a possibilidade de “alimentar” esse público fiel e interessado com novos produtos pode ser a jogada. É nessa hora que o empreendedor deve entrar em campo novamente, analisar seu negócio e identificar de que forma ele pode transformar seu projeto em algo realmente lucrativo.

O torcedor quer informação sobre seu time, quer dar opinião, quer se fardar. Pensando assim, o blog gaúcho www.gremiocopero.com montou seu time, conquistou sua torcida e enxergou as possibilidades de vitória. Além da venda de anúncios publicitários pertinentes, os lucros também chegaram através o da venda de produtos temáticos.

A identificação de consumidores gerou um novo negócio que pode ser um passo para outro e mais outro negócio. Estas possibilidades emergem à medida que se constrói um relacionamento entre o público e o canal.

Na internet os canais de informação, de relacionamento e lojas eletrônicas, precisam inovar, ampliar e oferecer mais para esses grupos sociais. Diferentemente do ambiente físico, em que os clientes não visitam os locais com a mesma frequência que podem visitar no ambiente online, principalmente aqueles fiéis que acessam as páginas favoritas quase que diariamente, são demonstrados anseios, expectativas e motivações diferenciadas.

Para satisfazer esses nichos é preciso mudar a “vitrine” constantemente. Por isso a importância de escolher o nicho certo e principalmente estar inserido nele, reconhecer os desejos de consumo de tal mercado e oferecer no momento certo e de forma certa. A relação entre o empreendedor e o seu público alvo torna-se verdadeira e aproximação acontece mais naturalmente.

Outro exemplo disso pode ser o caso de uma mãe, educadora, pedagoga, apaixonada pelo que faz e pelo que é, que resolve escrever sobre assuntos relacionados à criança, educação, maternidade, família e dividir com pessoas também interessadas nos temas. Por consequência seu canal começa crescer em audiência e lá já se vê uma ciranda de milhares de pessoas de mãos dadas em um relacionamento de afinidades e interesses comuns, cantando as mesmas cantigas.

São outras mães, pais, educadores e profissionais participando e se envolvendo. Neste cenário com uma visão empreendedora se inicia o negócio, se vê a possibilidade de realizar vendas, ofertar produtos segmentados e tornar seu canal lucrativo. Então o que vender? Livros, CDs e DVDs infantis, roupas, entre outros. Espaços para publicidade segmentada de escolinhas, clínicas pediátricas, cursinhos e muito mais.

Até mesmo se tornar parceiro de uma rede de conteúdos, potencializando assim o ganho através da publicidade veiculada por estes grandes parceiros.

Uma boa exemplificação para isso é o Google, que através do recurso Adsence, veicula anúncios relacionados com a temática do seu canal de comunicação, blog ou site. O Google efetua o pagamento para os parceiros de acordo com as conversões, cliques nos anúncio que forem gerados a partir do canal.

O conteúdo escolhido para se trabalhar, originará o seu grupo de relacionamento, o seu nicho de mercado. E daí em diante inicia-se a análise empreendedora. Quais as oportunidades que existem por trás desta abordagem? Qual o objetivo de quem consome estes conteúdos e quantas oportunidades existem por trás desta entrega de conteúdo?

Certamente o empreendedor que investe tempo informando, pode vender anúncios, link de produtos, ou até mesmo vender algum serviço ou produto próprio a partir da vitrine gerada pelo conteúdo vinculado.

Observa-se que na web as pessoas buscam consumir conteúdo, procuram por assuntos específicos, e com isso é possível realizar vendas, entregas de ofertas ajustadas para seu grupo social. Pois cada nicho tem seu mercado formado pelos perfis e objetivos dos seus componentes.

O campo é grande, desafiador, competitivo. Então é jogar com vontade, chutar com força e bola na rede.

LzRicco Assessoria de Comunicação
Av. Lajeado, 392/05 B. Petrópolis Porto Alegre/RS
(51) 2103.9215 9338.6335
Msn:
liziricco@hotmail.com

Economia; Eletrosom: de uma geladeira azul para dono de 140 lojas

O ex-faxineiro que hoje fala com banqueiro

A história da Eletrosom começa com uma geladeira azul à venda numa pequena loja de eletrodomésticos de Monte Carmelo, a 108 quilômetros de Uberlândia (MG), no início da década de 80.

Um cliente chegou disposto a comprá-la, tentou negociar com o vendedor, mas desistiu de levar o produto.

De um canto da loja, o recém-contratado auxiliar administrativo e faxineiro viu o homem ir embora.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Aos 17 anos, Natal achou que teria mais habilidade para vender a geladeira azul do que o colega de trabalho. Geladeira azul vendida, o faxineiro foi promovido a vendedor, gerente e, por fim, comprou a loja, dando como pagamento um Fusca 74.

Uma geladeira, um fusca e 140 lojas depois, Natal Acir Rosa comanda hoje uma empresa que fatura R$ 600 milhões, com estabelecimentos em cidades do interior de Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e Bahia, e que têm feito brilhar os olhos de investidores.

Cerca de 70% das lojas estão em municípios com menos de 50 mil habitantes – uma estratégia para evitar a concorrência. Por enquanto, a meta da Eletrosom é continuar no interior. Mas, para o futuro, a empresa tem planos mais ambiciosos.

Em agosto deste ano, pediu registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A expectativa é de que a autorização saia já no início de 2011.

De lá para cá, contratou um executivo de finanças, responsável pela relação com investidores, informatizou a empresa, e vem adotando práticas de governança corporativa.

Natal agora é presidente do conselho de administração, e o irmão Antônio, ex-bancário do Banco do Brasil, preside o grupo. A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) deve ocorrer em três anos.

Antes, a varejista receberá aporte, não revelado, de um fundo de private equity. Aquisições de outras redes regionais não estão descartadas.

Na verdade, é uma das opções mais factíveis para que a rede consiga atingir a meta de faturar R$ 1 bilhão no ano que vem.

O Estado de S.Paulo

Internet: Americano ganha US$83 mil com camisas na web

Site de Jason, 26 anos: americano montou página para vestir a camisa de empresas e lucrar com isso.

Ilustrando notícias - Site de Jason 26 anos americano montou página para vestir a camisa de empresas e lucrar com isso

Uma camiseta por dia manteve longe o fantasma do desemprego para um norte-americano que afirma ter levantado cerca de 83 mil dólares este ano com a venda de publicidade em seu peito.

Jason Sadler, 26, um ex-profissional de marketing da Flórida, fundou sua empresa — www.iwearyourshirt.com — em 2008 com a ideia de usar uma camiseta fornecida por qualquer empresa e então usar sites de redes sociais para promover seu patrocinador.

Pelo serviço de outdoor humano, Sadler cobra um “valor de face” correspondente ao dia. Assim, anúncios em 1o de janeiro custam 1 dólar, enquanto 31 de dezembro custa 365 dólares.

Sadler afirmou que isso pode não parecer muito, mas corresponde a 66.795 dólares por ano se ele conseguir vender um anúncio por dia, feito que ele alcançou este ano. O publicitário também vende patrocínios mensais por 1.500 dólares, adicionando outros 18 mil dólares à sua renda.

“Eu ando por aí, tiro fotos, uso a camiseta o dia inteiro. Escrevo um blog sobre essas fotos, coloco elas no Twitter, mudo meu perfil no Facebook e aí faço um vídeo para o YouTube“, afirmou ele à Reuters Television. “Consegui cerca de 83 mil dólares este ano.”

A renda mensal média nos Estados Unidos é de cerca de 615 dólares por semana ou 32 mil dólares anuais, segundo a agência de estatísticas de trabalho dos EUA.

Sadler já começou a preencher seu calendário de 2010 e está expandindo o serviço com a contratação de outra pessoa para usar uma camiseta por dia na costa oeste dos Estados Unidos. E ele também está dobrando seu preço.

Info Plantão

Brasil entra na era da abertura de empresas pela internet

Empreendedor Individual

A partir da próxima quarta-feira (1º de julho), empreendedores informais poderão formalizar suas empresas em até 30 minutos, acessando o Portal do Empreendedor.

Nele, o profissional obterá o registro no CNPJ e as inscrições na Previdência Social e na Junta Comercial. A previsão é que esse processo dure no máximo 30 minutos.

As adesões ao Empreendedor Individual, figura jurídica que facilitará a formalização de empreendedores como manicures, costureiras, carpinteiros, cabeleireiros, sapateiros artesãos, entre outras profissões, serão feitas pela internet. A expectativa é de que até julho de 2010 a adesão chegue a 1,1 milhão de pessoas.

As estratégias para implementação da nova figura jurídica foram definidas pelo Ministério da Previdência, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Receita Federal, Sebrae, Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas) e entidades municipalistas.

O Empreendedor Individual foi criado pela Lei Complementar 128/08, que aprimorou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/06). Poderão se formalizar por meio desse mecanismo empreendedores da indústria, comércio e serviço – exceto locação de mão-de-obra e profissões regulamentadas por lei – com receita bruta anual de até R$ 36 mil. Os interessados podem ter no máximo um funcionário com renda de até um salário mínimo mensal.

A adesão ao Empreendedor Individual garantirá vários benefícios, como aposentadoria e auxílio-doença. Empreendedores do comércio e da indústria pagarão um valor fixo mensal de 11% sobre o salário mínimo – hoje R$ 51,15 – referente ao INSS pessoal, mais R$ 1 de ICMS. Prestadores de serviços arcarão com os mesmos 11% sobre o mínimo mais R$ 5 de ISS. Já os profissionais que atuam em atividades mistas (indústria ou comércio com serviços) pagarão os 11% do mínimo mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.

De acordo com a Resolução nº 58, aprovada em abril passado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), o pagamento dos valores fixos a serem recolhidos pelos empreendedores individuais será feito até o dia 20 de cada mês, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

O Comitê estabeleceu que só poderá aderir a esse sistema o empreendedor que se formalizar a partir de 1° de julho de 2009. Aqueles que abrirem formalmente a empresa até 30 de junho deste ano só poderão aderir em janeiro de 2010, prazo que se repetirá anualmente, de acordo com as regras do Simples Nacional.

Atendimento

Os empreendedores interessados na formalização poderão buscar informações nas centrais de relacionamento do Sebrae (0800-5700-800) e do INSS (135), além dos portais dos órgãos envolvidos. A orientação e o atendimento direto a esse público serão feitos pelo Sebrae e pela Fenacon.

Os escritórios de contabilidade integrantes do Simples Nacional farão, gratuitamente, o registro e a primeira declaração anual desses empreendedores individuais, de acordo com a Lei 128/08. O trabalho de mobilização da categoria está sob a coordenação da Fenacon e tem o apoio do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

Além da orientação, que inclui distribuição de cartilha e outros materiais informativos, o Sebrae também se prepara para auxiliar os empreendedores nos pontos de atendimento da Instituição e por meio de ações itinerantes. A estratégia inclui ainda a distribuição de materiais informativos nas agências e postos de atendimento bancário do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Os dois bancos, junto com o Banco do Nordeste, também lançaram serviços financeiros diferenciados para os empreendedores que aderirem à nova lei.

por Dilma Tavares

Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7138 e 2107-9362 – www.agenciasebrae.com.br Assessora de Imprensa – Beatriz Borges (61) 8111-6924

Investimentos – Mulheres empreendedoras, a vez agora é delas

empreendedorismo-mulher-negociosO Brasil acaba de ser incluído no programa 10.000 Womem, criado pelo banco americano Goldman Sachs. Trata-se de um projeto que tem por objetivo aumentar o grau de empreendedorismo de mulheres que vivem em países em desenvolvimento.

Serão investidos, em termos globais, US$ 100 milhões para bancar cursos de gestão de negócios durante cinco anos.
As aulas acontecem em universidades de ponta como a Thunderbird School of Management, dos EUA, a Fundação Getúlio Vargas e a Fundação Dom Cabral, ambas do Brasil.

 Fonte: Blog Saiu no Jornal