Elisa Biagini – Versos na tarde – 13/01/2017

De uma ranhura Elisa Biagini ¹ escrevo-me entre as ranhuras, nos nós do lenho, com a sujeira embaixo do tapete: o escuro, que espera entrar, gruma-se de olheiras. como na folha enrrugada que se alisa resta a marca ranhura que nos colore a tinta. (nós nos encharcamos de infinitas arestas) só me avistam em contraluz, … Continued

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Elisa Biagini – Versos na Tarde – 23/12/2016

De uma ranhura Elisa Biagini ¹ escrevo-me entre as ranhuras, nos nós do lenho, com a sujeira embaixo do tapete: o escuro, que espera entrar, gruma-se de olheiras. como na folha enrrugada que se alisa resta a marca ranhura que nos colore a tinta. (nós nos encharcamos de infinitas arestas) só me avistam em contraluz, … Continued

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