Mensalão do PSDB: sai Azeredo entra Edemar Moreira o deputado do castelo

Lobão Blog do MesquitaNada está tão ruim que não possa piorar.

Sabem quem é o suplente do renunciante mensaleiro do PSDB Eduardo Azeredo?
Tchan, tchan, tchan!!!
O depufede Edmar Moreira, aquele do Castelo nababesco em Minas Gerais.


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Senado e Câmara. Reduto de Velhacos

Velhacos!

Está no Aurélio: decoro quer dizer correção moral, compostura, decência, honradez. E tem tudo a ver com pundonor. Gosto dessa palavra. É redonda, solene, incomum.

Pois em verdade eu vos digo: oito entre dez políticos seriam incapazes de responder de supetão o que significa pundonor.

Irmãos Metralha,Políticos,Verba Indenizatória,Congresso NacionalSem essa de dizer que “pundonor significa decoro”. Pundonor significa zelo pela própria reputação.

Você acha decente o político que aufere lucro com uso de verba pública? Seu procedimento é honrado? Quem se comporta assim zela por sua reputação?

Há pelo menos nove deputados na mira da Corregedoria da Câmara como suspeitos de terem pagado com a verba indenizatória o abastecimento de seus carros em seus próprios postos de gasolina.

Verba indenizatória foi um truque inventado pelo Congresso para aumentar sem aumentar o salário de deputados e senadores.

A verba serve para pagar locomoção, aluguel, manutenção de escritórios nos Estados e segurança. Funciona assim: o parlamentar entrega todo mês à Câmara ou ao Senado notas fiscais correspondentes a despesas no valor de até R$ 15 mil. Então é reembolsado.

Ninguém fiscaliza se as notas são quentes ou frias. Verba indenizatória é dinheiro público que sai do baú da União estufado pelos impostos que pagamos. Você só não paga pelo ar que respira – e quanto a isso tenho dúvidas.

Alguns do “Bando dos Nove” justificaram sua esperteza com argumentos de puro cinismo. Um deles foi o deputado Osório Adriano (DEM-DF). O repórter Vanildo Mendes, de O Estado de S. Paulo, ouviu dele:

– Só uso notas de postos meus porque tenho a garantia de que o combustível é de boa qualidade. Eu lá vou abastecer no posto da concorrência!

Edmar “Dono do Castelo” Moreira arrisca-se a perder o mandato porque se valeu de notas fiscais de suas empresas de segurança para justificar despesas ressarcidas com a verba indenizatória.

O deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB na Câmara, destinou parte da verba para pagar despesas com a divulgação de suas atividades em um jornal do seu Estado. O jornal é dele.

Na semana passada, Michel Temer (PMDB-SP), presidente da Câmara, tentou acabar com a verba indenizatória. Para compensar, uma fatia dela seria incorporada ao salário dos deputados. Não conseguiu.

A verba indenizatória é uma fonte permanente de roubo fácil para muitos deputados e senadores. E não deixará de ser porque doravante as notas poderão ser acessadas via internet. Há meios de fazer com que o falso pareça verdadeiro.

O mau exemplo que vem de cima transforma o Congresso em um reduto de velhacos.

O nepotismo praticado pelos parlamentares correu solto até que foi proibido por lei. Agora são diretores e funcionários de escalões inferiores que passaram a empregar parentes em empresas que prestam ali serviços terceirizados.

Por toda parte há caixas pretas que resistem a ser abertas. E quem poderia abri-las não exibe disposição para tal.

José Sarney (PMDB-AP) assumiu a presidência do Senado prometendo combater todo tipo de irregularidade. Por ora age à reboque da imprensa.

O ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia perdeu o cargo porque a imprensa descobriu que ele registrara em nome do irmão a mansão de R$ 5 milhões onde mora. Agaciel é dono de um jatinho cedido vez por outra para viagens particulares de senadores.

O diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi, pediu demissão do cargo alvejado por uma reportagem sobre o apartamento funcional que cedera para moradia de um dos filhos.

Outra reportagem revelou que o Senado pagou em janeiro R$ 8 milhões a 3.800 servidores por conta de horas extras trabalhadas. Pagou por quê se o Senado estava em recesso?

Bastaria um ato assinado por Sarney para obrigar os servidores a devolverem o dinheiro. O ato não sai. Sarney preferiu delegar aos seus 80 pares a solução do problema.

do blog do Noblat

Palácios. Surge mais um no Senado

Brasil: da série “O Tamanho do Buraco”!

A corrupção no Brasil, além de endêmica, é absolutamente democrática. Não faz a menor distinção de indivíduos, cargos, salários, posições, poder, partidos, mandatos, raças e credos. Não há um só dia que não brotem dos subterrâneos do Congresso Nacional, notícias desabonadoras.

Depois do horroroso, brega e indecente palácio do depufede Edmar Moreira —  lembre-se, sua (dele) ex-celência foi designado pelos pares, ou cúmplices?, como guardião da moralidade parlamentar—, agora é um funcionário do senado, vassalo subserviente de José Sarney, que surge como proprietário de uma nababesca mansão em Brasília.

Nunca o título de “Ilha da Fantasia” alcunhou tão bem uma cidade.

Congresso brasileiro não dá bola para a crise

Demissões, redução da atividade econômica, aperto no crédito, aumento da incerteza. Nada disso parece incomodar o Congresso Nacional.

No Senado, o presidente da casa, senador José Sarney, criou uma comissão de notáveis para acompanhar a crise. Compõem a comissão os senadores Francisco Dornelles (PP-RJ), Aloizio Mercadante (PT-SP), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Pedro Simon (PMDB-RS) e Marco Maciel (DEM-PE). Não se tem notícia de que a comissão já se tenha reunido.

As comissões permanentes ainda não conseguiram se reunir, porque as excelências continuam se engalfinhando para saber quem vai ocupar a presidência de qual comissão.

Durante a campanha para eleger José Sarney, seu principal cabo eleitoral, o senador Renan Calheiros, andou fazendo overbooking: prometeu a mesma comissão para três ou quatro senadores. Resultado: o Senado ainda não votou coisa nenhuma, porque não se consegue definir a composição das comissões.

Para complicar as coisas, semana passada apareceu mais um palácio, desta vez um palacete. O diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, protegido de José Sarney, é proprietário de uma mansão em Brasília, que não está no nome dele e não foi declarada à Receita Federal. Segundo o próprio informou, a mansão está em nome do irmão. Como o irmão não se sente proprietário, também não declarou nada à Receita. Prático, não?

Tudo isto é muito importante e precisa ser investigado, mas corremos o risco de perder o foco. Há uma pesada agenda econômica no Congresso, que não consegue avançar. E, no entanto, poderia ajudar o país a atravessar os piores momentos da crise.

A reforma do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, por exemplo, poderia acelerar os processos de aquisições e fusões de empresas. Aprovada na Câmara, espera para ser votada no Senado.

Igualmente, o cadastro positivo de crédito, que poderia agilizar a queda dos spreads bancários, foi aprovado na Câmara e dorme no Senado.

O controle de gastos com o funcionalismo, que limitaria as despesas do governo federal com servidores, estacionou na Câmara em 2007. E de lá não sai.

Já a definição de regras para a terceirização, que poderia flexibilizar a contratação de serviços e aumentar a proteção dos funcionários terceirizados, só chegou na Câmara no final de 2008.

A lei geral das agências reguladoras, que garantiria maior segurança aos investimentos privados em áreas sob fiscalização dessas agências, chegou à Câmara em 2005. E dorme em alguma gaveta, porque não há consenso a respeito do papel das agências. E o país prossegue sem marco regulatório em vários setores.

A lei do gás, que permite a construção de novos gasodutos em regime de concessão, sofreu forte oposição da Petrobrás, mas foi finalmente aprovada no Senado. Como os senadores alteraram o texto, o projeto voltou para a Câmara para uma segunda votação.

A definição de licenças ambientais, que distribui as responsabilidades de União, estados e municípios na fiscalização e concessão de licenças ambientais, é outra fonte de polêmica. O projeto está parado na Câmara desde 2003.

Finalmente, o novo marco regulatório para o pré-sal continua em discussão no Executivo. Não tem nem data para seguir para o Congresso. E no fim de semana a imprensa publicou preocupações de vários executivos do setor sobre o atraso do governo brasileiro. Como há quase 100% de certeza da existência de uma camada de pré-sal semelhante à brasileira na costa da África, as principais empresas internacionais já começam a explorar o litoral da Namíbia, por exemplo.

Mas os parlamentares continuam achando que o mais importante é avançar sobre o cofre de Furnas, disputar a presidência da comissão tal, ou mesmo criticar o presidente da República por uma eventual campanha eleitoral fora de época.

E nós, pagando…

do blog da Lúcia Hippolito

O eleitor não tem memória

Brasil: da série “Só dói quando eu rio”!

Pois não é que o principal conselheiro do principesco e palaciano depufede Edmar Moreira é ninguém mais, ninguém menos que o nefando Severino Cavalcante? Isso mesmo. Aquele beócio que foi pegue com a mão na botija da corrupção, quando era o Presidente da câmara dos deputados, achando que era o dono do restaurante daquela casa parlamentar.

Aliás, vocês notaram que o nome do nababesco castelo breguiano é Mona Lisa?

Pois é. O departamento de trocadilhos infames do blog Hora do Recreio diz que a Mona pode ser Lisa mas o depufede Edmar Moreira é cheio da grana.

Uáu!

‘O eleitor nem se lembra disso’

Do alto de um mandato de prefeito conseguido depois da renúncia, em 2005, o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP-PE), aconselhou o deputado Edmar Moreira (DEM-MG) a tocar a vida e dar a volta por cima. Severino renunciou à presidência da Câmara e ao mandato para não ser cassado, depois que foi envolvido no escândalo do “mensalinho”, quando foram descobertos pagamentos feitos pelo dono de um restaurante que funciona na Casa, em seu beneficio.

– Cada um tem a renúncia que merece. Hoje o Edmar é o Severino de ontem. Ele renunciou porque quis. Isso mostra que essas desgraças não acontecem só comigo – comentou Severino, hoje prefeito de João Alfredo, em Pernambuco, e que foi participar do encontro de prefeitos organizado pelo Planalto, em Brasília.

Ele diz que tanto a crise na Câmara como os percalços hoje vividos por Edmar Moreira são passageiros.

– O Edmar tem que enfrentar a vida. Veja meu caso. Renunciei e fui embora para minha terra e dei a volta por cima. O eleitor nem se lembra disso e hoje estou aqui, vitorioso, feliz da vida.

da Folha de São Paulo

Deputados evitam receber salário através de cheques

Brasil: da série “O Tamanho do Buraco”!

Hoje a coisa tá braba. Não tem pra ninguém!
Suas (deles) ex-celências, os depufedes federais — é diminuto mesmo, que é o tamanho moral que eles possuem — sob a “renovada” presidência de Michel Temer, continuam, pedra a pedra, ops, cédula a cédula, construindo, cada qual a seu modo, castelos com o nosso sofrido dinheirinho.
Alguns, veja matéria abaixo, já se precavendo de futuros “rolos” vão mutretando manobras para esconderem as “traquinagens”.
Argh!

Cliente especial

À revelia do contrato firmado em 2007 pela Câmara com o BB e a CEF, quatro deputados, além do degolado corregedor Edmar Moreira (DEM-MG), recebem seus R$ 16,5 mil mensais em dinheiro vivo, expediente utilizado por quem receia ter a conta bloqueada pela Justiça.

No caso de Moreira, a concessão foi feita sob a presidência de Aldo Rebelo (PC do B-SP) e renovada por Arlindo Chinaglia (PT-SP). O dono do castelo alegou “motivos pessoais”.

A Câmara se recusa a informar quem são os outros quatro deputados que sacam seus salários na boca do caixa. A administração da Casa diz apenas ter o respaldo de um “parecer técnico”.

da Folha de São Paulo

Edmar Moreira renuncia à Vice-Presidência da Câmara

O nababesco e acintoso Depufede Federal Edmar Moreira, o tal “nobre” das Alterosas, proprietário de um escandaloso, e cafona, castelo, foi eleito por seus (dele) pares, ou cumplices?, para a 2ª vice-presidência da Câmara Federal e de lambuja, foi nomeado pelo presidente Michel Temer, para o cargo de corregedor da câmara.

O castelo encantado de sua ex-celência não resistiu a pressão da opinião pública. O “príncipe”, travestido de deputado, renunciou ao cargo que tinha na mesa da Câmara Federal. Resta saber se Michel Temer irá desfenestrá-lo da corregedoria.

Durou apenas cinco dias a sobrevida de Edmar Moreira (DEM-MG) na segunda vice-presidência da Câmara.

O deputado do castelo acaba de informar ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP) que decidiu renunciar ao cargo.

Moreira redige nesse momento a carta de renúncia. Deve enviá-la a Temer, por fax, dentro de meia hora.

Soterrado por denúncias, Edmar Moreira perderá também a legenda. A despeito da renúncia, o DEM, partido do deputado, mantém a disposição de expulsá-lo.

Para evitar o constrangimento, Moreira cogita pedir a desfiliação do DEM já nesta segunda (9), antes da reunião da Executiva do partido, marcada para a terça (10).

Com a renúncia de Edmar, a Câmara terá de eleger outro deputado para exercer as funções de primeiro vice-presidente.

Pelo critério que leva em conta o tamanho das bancadas, o cargo pertence ao DEM. O partido terá de decidir agora se mantém a indicação de Vic Pires (DEM-PA).

Levado ao plenário como nome oficial do DEM, Vic fora batido no plenário por Edmar, eleito à revelia do bloco que apoiara Temer na disputa pelo comando da Câmara.

do blog do Josias de Souza